Um dos temas mais comentados, no momento, na rede é a expressão DITABRANDA, utilizada pela Folha de S. Paulo para qualificar a ditadura no Brasil nos anos de chumbo.
Mas pensando bem, em certo ponto, a Folha tem razão.
As nomeações do senador Jarbas Vasconcelos e a do ex-comunista Roberto Freire são exemplos eloquentes de que, ao menos para estes dois oportunistas, não houve ditadura militar, mas sim ditabranda.
Como sabido, Roberto Freire foi nomeado para o cargo de procurador do INCRA, e Jarbas Vasconcelos para o cargo de procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco em pleno período da ditadura militar.
Ora, não é crível pensar que os generais de plantão nomeariam dois supostos combatentes do regime militar para cargos públicos, ainda que mediante concurso de provas ou títulos.
Mas pensando bem, em certo ponto, a Folha tem razão.
As nomeações do senador Jarbas Vasconcelos e a do ex-comunista Roberto Freire são exemplos eloquentes de que, ao menos para estes dois oportunistas, não houve ditadura militar, mas sim ditabranda.
Como sabido, Roberto Freire foi nomeado para o cargo de procurador do INCRA, e Jarbas Vasconcelos para o cargo de procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco em pleno período da ditadura militar.
Ora, não é crível pensar que os generais de plantão nomeariam dois supostos combatentes do regime militar para cargos públicos, ainda que mediante concurso de provas ou títulos.
É claro que Freire e Jarbas foram nomeados com a bênção dos militares de então.
Resta saber qual foi a contrapartida pedida pelo regime militar. O que vocês acham?
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