quinta-feira, 17 de abril de 2014

Aviso aos navegantes

 
 
Tendo em vista o feriado de Páscoa, o Terror do Nordeste só voltará ao batente na segunda-feira(21 de abril de 2014). Não baixem a guarda, a luta é árdua, a direita vai fazer de tudo para derrotar o projeto vitorioso do PT, mas não vai conseguir. O povo é inteligente e sabe diferenciar muito bem quem mais fez por ele. Boa Páscoa a todos e a todas.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vox Populi: Dilma venceria no 1º turno, com 40%

                                                
                       
Pesquisa Vox Populi divulgada nesta tarde aponta a presidente Dilma Rousseff liderando a disputa pelo Palácio do Planalto, com 40% das intenções de voto do eleitorado; adversários do PSDB, Aécio Neves, e do PSB, Eduardo Campos, ficaram estacionados, com 16% e 8%, respectivamente; candidata do PT oscilou um ponto negativo em relação à última pesquisa, feita em fevereiro, mas ainda venceria eleições no primeiro turno
 
 
16 de Abril de 2014 às 18:24

Prefeito nomeado do Recife critica PF

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR 
 
 
O prefeito nomeado do Recife, Geraldo Júlio(PSB),  ao falar sobre a ligação de Clementino Coelho, irmão de Fernando Bezerra Coelho, com o doleiro Alberto Youssef saiu com essa: "Parece que há um receio que exista de fato uma fiscalização com o que aconteceu com Passadena, de fato uma fiscalização com o que tem acontecido com a Petrobras. E de repente começam a aparecer nomes de todos os estados e do Brasil inteiro. Na verdade, eu acho que o foco deveria ser o Brasil cuidar daquela que é sua principal estatal". Uma desgraça dessa, que nem sabe administras uma cidade de interior, agora se arvorou no direito de criticar a Polícia Federal por ter flagrando um comparsa seu no Esquema Lava Jato. André Vargas (PT-PR) também caiu nos grampos da Operação Lava Jato e a primeira coisa que o PSB, liderado por Júlio Delgado, fez foi condenar antecipadamente  André Vargas. Agora, só porque um aliado de Eduardo Campos é flagrado no mesmo grampo esse moleque de recado, boneco de ventríloquo vem querer criticar a ação da PF. Quando a PF pega um petista ou algum político da base aliada de Dilma esses cafajestes partem logo para aplaudir a PF, agora quando pega algum políticos da oposição a mesma PF não presta, acusam logo de estar sendo usada para perseguir adversários. Vai, trabalhar, moleque!

Respeitem a Petrobras

 

            

O bicho vai pegar

 
 
Irmão do candidato ao Senado pelo PSB Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho,  pediu dinheiro ao doleiro Alberto Youssef, uns dos presos na Operação Lava Jato, da Polícia federal. Segundo a PF, Clementino Coelho, que à época presidia a CODESVASF, ligada a Fernando Bezerra Coelho, recebeu R$ 60 mil reais do mencionado doleiro. Será que vai dar na Globo?

Quem te viu quem te vê

Eduardo Campos: "Estarei com Dilma em 2014"

 

O governador de Pernambuco diz que não será candidato a presidente – e que, apesar de ser amigo de Aécio Neves, não apoiará o PSDB nas eleições

 
LUIZ MAKLOUF CARVALHO

"Não tenho tido a oportunidade nem o tempo de falar o que vou falar aqui. Quero dizer como está minha cabeça neste instante.” Foi com essa disposição de espírito que o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB recebeu ÉPOCA num final de manhã, em entrevista que entrou pela tarde. O cenário foi a sala de reuniões contígua a seu gabinete, no subsolo do Centro de Convenções, em Olinda, de onde exerce seu segundo mandato desde que o Palácio do Campo das Princesas entrou em reforma. Pela primeira vez numa entrevista, Eduardo Campos foi taxativo em relação ao assunto do momento: sua possível candidatura à Presidência da República em 2014. “Não é a hora de adesismos baratos, nem de arroubos de oposicionismos oportunistas”, disse. “Queremos que a presidenta Dilma ganhe 2013 para que ela chegue a 2014 sem necessidade de passar pelos constrangimentos que outros tiveram de passar em busca da reeleição.”
 
ÉPOCA – Estou convencido de que o senhor é candidato a presidente da República em 2014. É?

Eduardo Campos – E aí sou eu que vou ter de lhe desconvencer (risos). Tenho um amigo que é jornalista, experiente, que outro dia me disse: “Fulano de tal é candidato, e ninguém acredita. Você diz que não é, e ninguém acredita”. O que é que posso fazer? Na minha geração, poucos tiveram a oportunidade que tive de conviver com quadros políticos que sempre fizeram o debate com profundidade, olhando objetivos estratégicos, os interesses da nação, do povo. O quadro político que tem acesso a essa formação, e que a amadurece, percebe que suas atribuições e sua responsabilidade impõem essa visão que vai muito além do eleitoral e está até acima do eleitoral.
 
 
ÉPOCA – Explique melhor.
 
 
Campos:Nesse curto espaço de tempo, vamos decidir muita coisa no Brasil. Estamos vivendo uma crise sem precedentes lá fora. Essa crise há de gestar outro padrão de acumulação de capital. Outros valores vão surgindo. Com a importância que tem nesse concerto internacional, o Brasil fez, nos últimos anos, alguns avanços importantes. Na quadra mais recente, viveu três ciclos: o ciclo da redemocratização, o ciclo da estabilidade econômica e um ciclo do empoderamento da pauta social, uma coisa que se transformou, inclusive, em política econômica. Na brevíssima democracia que nós temos, tivemos líderes que, a seu modo, por suas virtudes e vicissitudes, interpretaram o que era um acúmulo de consenso na sociedade. Tiveram a capacidade de orquestrar frentes políticas que deram apoio e força política para viver esses ciclos.


ÉPOCA – O que é que o senhor vê neste cenário de crise?

 
Campos-Que essa disputa entre estes dois blocos que surgiram no processo da redemocratização, um liderado pelo PT – onde sempre estivemos incluídos – e outro pelo PSDB, muitas vezes com posições assemelhadas em relação a determinadas coisas, fez com que o país e o povo ganhassem. Houve conquistas para a população, no ciclo comandado pelo PSDB, e houve equívocos. E houve muitas conquistas no ciclo em que estivemos sob a liderança do presidente Lula. Essas conquistas não estão inteiramente consolidadas. Se a gente eleitoralizar esse momento, se a gente não pensar o país de forma larga, a gente pode se ver como lá no Quincas Borba (romance de Machado de Assis): “Aos vencedores, as batatas”. Mas o que você não pode, num momento como este, dessa importância, é interditar o debate político.

ÉPOCA – Debate que já está colocado.

 
Campos-A gente tem de compreender, a gente tem de respeitar, tem de fazer esse debate, ter a disposição de estimulá-lo. Os partidos puxam para o eleitoral, os quadros, a militância, a mídia que cobre isso, tudo puxa para o eleitoral. É natural. A gente tem de ter calma, paciência, e compreender. Agora, ninguém pode dizer o que acontecerá em 2014, nem quem está liderando esse processo, a própria presidenta Dilma. Ela tem nossa confiança, foi nossa candidata, com quem temos identidade, respeito pelos valores que ela traz para a vida pública. Ela é uma mulher que tem dignidade, tem força de pelejar com seus valores. Nem ela pode, a uma altura desta do campeonato, permitir que o debate se eleitoralize. Quem é amigo da Dilma, amigo do Brasil, não botará campanha na rua, nem da oposição nem a campanha da Dilma.

ÉPOCA – O senhor daria uma grande contribuição a essa tese que está defendendo agora – não eleitoralizar o debate neste momento – dizendo, com todas as letras, que apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014. Isso é água na fervura, acaba com a eleitoralização do debate.

 Campos –
Nosso partido foi o partido que tomou a decisão de não ter um candidato que tinha ponto na pesquisa para apoiar a presidenta Dilma. E passamos todo o tempo dizendo que a candidatura natural é a candidatura da Dilma.
 
 
ÉPOCA – Então, o senhor apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014?
 
Campos – Não há dúvida, não. Qual é a dúvida? Estamos na s base de sustentação. Não tenho duas posições. Quem defende a presidenta Dilma neste momento deseja cuidar em 2013 do Brasil. Quem pode cuidar do Brasil é Dilma. Nós temos de ajudá-la a ganhar 2013. Ganhando 2013, Dilma ganha 2014. Então a forma de ajudar Dilma é dizer: em 2014 todos nós vamos estar com Dilma. Claro. Por que não vamos estar com Dilma? Nós rompemos com Dilma? Saímos do governo de Dilma? Saímos da base dela? Você conhece algum programa criado pelo PSB constrangendo algum programa, alguma decisão da presidenta Dilma? Não existe nenhum. Agora, entendemos que é a hora de cuidar "
ÉPOCA – O senhor está dizendo algo como: “Oposição, tira seu cavalinho da chuva, porque em 2014 vou marchar com a presidente Dilma e com esse campo político do qual venho participando ao longo destes últimos anos”?
 
 
Campos-As pessoas dizem: “Eduardo é amigo de Aécio Neves”. É uma verdade. Mas a aliança feita em Belo Horizonte (PSB-PSDB) foi gestada por mim? Não. Foi gestada por Fernando Pimentel, que é uma pessoa ligadíssima à presidenta, ministro dela, e por Aécio. Eles me chamaram para perguntar se o PSB toparia filiar o Márcio (Lacerda, do PSB, que venceu a eleição para prefeito). Essa é que é a história. Em palanque nacional, a última vez que estive com Aécio Neves foi no palanque de doutor Tancredo. Agora, daí a desejar que a gente não dialogue... O presidente hoje do PSDB nacional é um deputado federal (Sérgio Guerra) que foi secretário do meu avô (Miguel Arraes, exilado político e ex-governador de Pernambuco) nos dois governos dele. Convivemos com ele, foi do meu partido, é meu amigo pessoal, com quem dialogo, e nem por isso esteve no meu palanque nas últimas eleições.
 
 
ÉPOCA – Dita com as palavras do ex-ministro Roberto Amaral, seu vice-presidente no PSB, a frase seria esta: “No plano nacional, não é possível fazer uma aliança com o PSDB”.
 
Campos – O PSDB está numa situação em que não defendeu nem o legado do Fernando Henrique nem propôs ainda algo que se coloque em debate na sociedade. E é isso que Fernando Henrique tem cobrado do partido, com grande lucidez. A hora é de qualificar o debate. Não vou entrar nesse debate de maneira desqualificada. Em respeito a meu partido, em respeito à presidenta e em respeito, sobretudo, ao país.
 
 
ÉPOCA – Por que o senhor quer ser presidente da República?
 


Campos – Quem lhe disse isso?


ÉPOCA – O senhor quer? O senhor tem esse sonho de ser presidente da República?
 
 
Campos – Deixa eu falar, com toda a tranquilidade: quando quis ser governador, disse às pessoas que queria ser governador. Procure neste país alguém que procurei dizendo: “Quero ser candidato a presidente da República”. Em março de 2005, disse que seria candidato a governador em 2006 (foi e ganhou, no segundo turno, com 65,36% dos votos). Agora eu não disse isso. É preciso saber que, na política, também há pessoas que pensam, sem necessariamente se colocar. E sei o que é que vou viver, esse estresse todo, as pessoas querendo, achando que devo ser, que posso ser, que vou ser, outros olhando de um jeito diferente, ou com uma desconfiança, porque as circunstâncias políticas no Brasil vão, no ciclo pós-Dilma, escolher novas lideranças que pautarão o debate político. Então tem de ter calma. Estou sereno, tranquilo. No dia em que eu vier a querer ser presidente, vou responder a essa pergunta. Mas hoje não.
 
ÉPOCA – Foi por isso que o seminário dos prefeitos eleitos do PSB, no final de novembro, com 600 participantes, não virou uma festa de lançamento de sua candidatura, como alguns setores esperavam?

 Campos-Se eu quisesse, tocava fogo naquilo ali. Podia pedir a um governador, a um deputado.


ÉPOCA – E por que isso não aconteceu?

  Campos-Porque a gente tem um debate político feito no partido. Nós temos responsabilidade. Calma! O país está numa situação de muita dificuldade. Se a gente não ganhar 2013, podemos botar abaixo 20 anos de construção brasileira. Se a gente importar essa crise, começar a destruir o mercado de trabalho, começar a eleitoralizar esse debate, ir para a luta fratricida e não sei mais o quê, vamos desmontar grande parte do que foi a conquista dos últimos 20 anos. É isso que está em jogo. E quem você acha que vai ser respeitado como quadro político? Quem for fazer a disputa eleitoral pela disputa eleitoral? Ou quem pautar o que interessa à sociedade?
 
Fonte:Època
 

terça-feira, 15 de abril de 2014

O Rei do pó royal pensa que engana o povo

 
 
Depois do PIG, agora foi a vez do Rei do Pó Royal querer enganar os incautos. Segundo o amigão de Perrela, "A presidente Graça é uma mulher respeitável, não é ela que está em xeque. Mas temos que nos empenhar ainda mais pela instalação da CPI. Ela deixou claro que a compra de Pasadena foi um mau negócio. Se apurado que houve dolo, as pessoas têm que ser punidas". Mas é muito imbecil. A presidente Graça, ao contrário do que afirma esse cachaceiro safado, disse que, em 2006, a compra de Pasadena foi um bom negócio. Esse escroque está mais perdido que cotoco de rabo de lagartixa. A CPI parece ser  a única tábua de salvação que lhe resta, por isso ele luta tanto por ela. Esse moleque só tem espaço no PiG, mas estamos aqui para desmenti-los, desmascará-los.

PETROBRAS: PF DO ZÉ É O CENTRO DO GOLPE

 
 
 
 
 
 
“Uma planilha apreendida pela Polícia Federal na casa do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, mostra que sua firma de consultoria cobrava mensalmente de empresas, por negócios fechados com a estatal, “taxas de sucesso”, que variavam de 5% a 50% do valor do contrato”.
 
 
A informação está, nesta segunda-feira, na primeira página do Globo Overseas, que não mostra o DARF, aquele que o Lula cobrou.
 
 
Está também na primeira página da Folha (*), a das caminhonetes, e do comatoso estado do Estadão.
Muito bem, viva a liberdade de expressão do PiG (**), de que também desfruta esse blogueiro, como se demonstra amplamente na aba “Não me calarão”.
 
 
Sobre o diretor possivelmente corrupto, que sobre ele se abata o rigor da lei – quando aplicada a petistas, mas, não ao Azeredo, não isso, Presidente Barbosa ?
 
Afinal, pobre, preto, p…. e petista merecem tratamento especialíssimo na Papuda, não é isso, Presidente Barbosa ?
 
 
Se preciso for, grampeia-se até a Presidenta !
 
 
Mas, amigo navegante, que esquisito, não ?
 
 
Veja bem: a Polícia Federal apreende uma planilha com um preso e os três jornais do PiG, simultaneamente, a divulgam !
 
 
Que esculhambação é essa ?, perguntou-se o Ricardo Mello.
 
 
A Polícia Federal virou banco de dados do PiG ?
 
Agência de notícias do Golpe ?
 
Quer derrubar a Dilma ?
 
Não gosta do Renan ?
 
Prefere o Taques ?
 
A Polícia Federal tem chefe, diretor geral, superintendente, ministro ?
 
Ou é uma instituição no espaço, que não presta contas a ninguém, como o Ministério Público ?
Estados dentro do Estado !
 
E mais, como perguntou o dr Haroldo Lima, em agudo artigo nesta Conversa Afiada – “respeitem a Petrobras”-, que história é essa de a Polícia Federal invadir a sede da Petrobras ?
 
 
Quem mandou ?
 
Com que instrumento legal ?
 
Que juiz ?
 
Que Procurador ?
 
Que Ministro ?
 
A Polícia Federal está a serviço de quem ?
 
Do Golpe ?
 
Há algum tempo se sabe que o duto que conduz as informações ao PSDB é aquele cano da campanha vitoriosa do Cerra em 2010, que ia de Sergipe ao Ceará: ele é o “pasadenoduto”que abastece os tucanos.
 
Agora se vê que a fonte é vária.
 
Tem a Polícia Federal também a irrigar material à oposição.
 
Logo se chega ao ponto da questão, amigo navegante: é a Polícia Federal do ministro zé da Justiça, ou é ele mesmo que considera “republicano” jogar lenha na fogueira do Golpe ?
 
Onde é que já se viu uma agência federal de investigação fazer press-release para ALGUNS órgãos de imprensa que militam, desde Vargas, na derrubada de presidentes trabalhistas e no desmanche da Petrobras ?
 
A Polícia Federal do zé da Justiça milita em algum partido ?
 
A Polícia Federal por acaso é contra o regime de partilha ?
 
Dá nisso, amigo navegante.
 
Manter um Ministro da Justiça (?) que sofre de incurável vocação para omitir-se; sonha em ser Ministro do Supremo e, em campanha, não pode “queimar-se”;  e, como 99,99% dos petistas de São Paulo, têm mais medo do PiG do que do Daniel Dantas.
 
É daqueles que não podem ver um(a) repórter do local da Globo …
 
E é assim que a Presidente Dilma vai para a campanha de 2014.
 
Com esse Ministro da Justiça, que desmerece a cadeira em que se sentaram Tancredo Neves, Ruy Barbosa, Nabuco de Araujo.
 
Com essa Polícia Federal que, um dia foi Republicana.
 
E, como demonstra impecavelmente o Rubens Valente, no livro “sem Gilmar não haveria Dantas” foi devidamente desfigurada para deixar o Dantas solto.
 
Como diz o Mino Carta, “o Genoino preso e o Dantas às soltas”.
 
Essa é a Polícia Pigal Federal.
 
Esse é o Supremo.
 
Esse é o zé.
 
Viva o Brasil !
 
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
 
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Um choque de realidade no sonhático Eduardo Campos

 
 
Por Noelia Brito
 
 
Ontem, finalmente, a ex-ministra Marina Silva confirmou que será candidata a vice, na chapa de Eduardo Campos, que pretende concorrer à sucessão de Dilma Rousseff, nas próximas eleições. Será, portanto, uma chapa puro-sangue, já que Marina, assim como Eduardo, é filiada formalmente ao PSB, uma vez que seu partido, o Rede Sustentabilidade não é legalizado. Nenhum tempo de rádio e TV, portanto, será acrescido ao exíguo tempo de que disporá o presidenciável Eduardo Campos para se fazer conhecido fora de Pernambuco advindo da união Eduardo/Marina.
 
 
Aliás, o resultado da última pesquisa sobre a preferência do eleitorado pernambucano, para a sucessão da presidenta Dilma, eleitorado este que conhece muito bem Eduardo Campos, pois o teve como governador por longos sete anos e três meses, é para deixar o ex-governador e seus marqueteiros, com uma pulga atrás da orelha.
 
 
Num momento em que as pesquisas nacionais chegam a apontar uma queda na popularidade da presidenta, em Pernambuco, o ex-governador não consegue sequer descolar da concorrente, contra quem tem batido forte nos últimos dias, apesar de poupar o ex-presidente Lula de seus ataques, mesmo sendo Lula o principal cabo eleitoral de Dilma e o inventor de sua primeira candidatura.
 
 
Os números da pesquisa divulgada no último final de semana, pelo Instituto Maurício de Nassau, deixam claro que tanto na pesquisa espontânea, quanto na estimulada, Eduardo Campos está empatado tecnicamente com Dilma, em Pernambuco, quando seria de se esperar que pelo menos em seu Estado natal, onde tem promovido intensa campanha rumo ao Planalto, há mais de uma ano, com o apoio massivo de lideranças políticas até de partidos que compõem a base de sustentação do governo Dilma no Congresso, ele já apresentasse folgada dianteira.
 
 
Se em Pernambuco, onde só quem fez campanha até agora foi o presidenciável Eduardo Campos, a situação é essa, o que se pode esperar de sua performance no restante do país, que sequer o conhece e onde, entre os que o conhecem, tem aparecido com elevada rejeição, ainda segundo as pesquisas de opinião que tanto pautam os passos de Eduardo?
 
 
Com a chapa puro-sangue, Eduardo não terá muito tempo para se mostrar ao restante do país. Além disso, nem nos estados governados pelo partido que herdou do avô, Eduardo terá palanque. Segundo matéria publicada ontem, no Portal do Valor Econômico, nada menos que três governadores do PSB faltaram ao lançamento da chapa Campos/Marina e isso sem contar com a ausência do governador de Pernambuco, o neossocialista João Lyra, que preferiu acompanhar a visita de Dilma a Pernambuco. Acrescente-se a isso o fato de que Lyra não poupou elogios e agradecimentos a Dilma por tudo que esta, juntamente com Lula, promoveram em prol dos pernambucanos, em termos de investimentos, geração de empregos, etc. Palavras de João Lyra, atual governador de Pernambuco, pelo PSB.
 
 
Segundo o Valor, os governadores Camilo Capiberibe, do Amapá e Renato Casagrande, do Espírito Santo, que têm vices do PT, não estão dispostos a colocar em risco suas reeleições, em prol no projeto pessoal de Eduardo Campos de ser presidente da República.
 
 
Quem também faltou ao lançamento da candidatura de Eduardo à presidência foi Wilson Martins, que deixou o governo do Piauí há poucos dias para concorrer ao Senado. Wilson Martins sempre foi um dos governadores do PSB que mantém as melhores relações com a presidenta, aliás, na recente visita que Dilma fez ao Piauí, em fevereiro, quando Martins ainda estava à frente do governo, este chegou a declarar, em entrevistas sua convicção de que Dilma jamais deixaria de lhe “dar a mão”, qualificando a visita de “um show”.
 
 
A ideia de que Marina, como candidata a vice de Eduardo, pode ser fator decisivo para levá-lo à vitória não encontra respaldo em experiências passadas, basta tomarmos por exemplo o ocorrido na eleição para prefeito do Recife, quando o ex-prefeito João Paulo, um conhecido campeão de votos, duas vezes prefeito, deputado federal dos mais votados e saído do governo com alta popularidade, foi colocado como vice do senador Humberto Costa, também numa chapa puro-sangue. O resultado todos sabemos. Naquele pleito, o PT, mesmo com João Paulo na vice, amargou um doloroso, porém, pedagógico terceiro lugar, chegando a perder até para Daniel Coelho, do PSDB.
 
 
A prova de que vice não agrega votos é ver que naquela eleição, João Paulo não fez a diferença, pois era apenas o vice, mas ao ser agora lançado candidato ao Senado contra o candidato de Eduardo, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho, o ex-prefeito do Recife já aparece disparado na preferência do eleitorado pernambucano, para ser o futuro senador de Pernambuco, tomando a vaga que pertence a outro aliado de Eduardo, o peemedebista Jarbas Vasconcelos. O que vice agrega é tempo do programa eleitoral quando é de outro partido e nem isso Marina poderá agregar a Eduardo, pois seu partido só existe na mente de seus sonháticos seguidores.
 
 
O pacto selado por Eduardo com Aécio, de seguirem juntos contra Dilma, também deve se romper nos próximos dias. É que o tiro está saindo pela culatra, pelo menos para o tucano. As pesquisas, sempre elas, também apontam para uma migração de votos de Aécio para Eduardo como resultado dos ataques deste contra Dilma. Assim, quando bate em Dilma, Eduardo agrada ao eleitorado do aliado tucano, que, naturalmente, já é anti-Dilma, por ser anti-PT, mas não consegue convencer indecisos ou eleitores pró-Dilma, a votarem nele ou a deixarem de votar na presidenta pelo simples fato de ouvirem Eduardo falar mal dela. Afinal, quem é Eduardo para falar mal de Dilma se até ontem era ele quem se rasgava em elogios à presidenta, a cada novo investimento que vinha para Pernambuco, principalmente por intermédio dos ministérios, cargos e mais cargos no governo Dilma que o partido de Eduardo detinha, governo este que agora Eduardo, por puro oportunismo eleitoreiro, chama de incompetente?
 
 
Eduardo pensa fazer política para as pedras e para as portas e não para seres pensantes. Com isso bem demonstra o quanto sua “nova política” está contaminada pelos ranços do mais obtuso coronelismo.
O filósofo Ortega Y Gasset cunhou a célebre frase segundo a qual “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas para Eduardo as suas circunstância são única e exclusivamente o próprio Eduardo e o outono do patriarca está a cada dia mais próximo.
 
 
Noelia Brito é advogada e procuradora do Município do Recife
 
Fonte:Blog da Noelia brito

O jornalismo bandido do PiG

 
 
Esse PiG é imundo. Precisa urgentemente de uma intervenção do governo federal na sua contabilidade, que sobrevive graças às verbas de publicidades da União. Interessante que a corja atua em comboio. Os portais Uol, Terra, IG, Globo, G1, Estadão, logo no início de depoimento da presidente da Petrobras no Senado, publicaram a seguinte manchete:
 
 
Presidente da estatal fala no Senado que compra refinaria pela Petrobras não foi bom negócio.
 
 
Mentira! A presidente não falou isso. O que ela disse foi que, no ano de 2006, a compra da refinaria Pasadena foi um bom negócio, devido a conjuntura favorável no mundo todo, em particular, nos EUA.Mas que, agora, tem se tornado um mau negócio, tendo em vista a crise financeira internacional e a descoberta do pré-sal. Disse ainda mais que, desde janeiro de 2014, a refinaria vem dando lucro, numa média de R$ 48 milhões de reais. E que já apareceu empresários querendo comprá-la, mas que a Petrobras não tem interesse em vender.
 
Essa mentira publicada na mídia impressa já pipocou no Jornal Hoje e, logo mais, vai parar no Jornal Nacional, onde quem assistir vai ver a maior satisfação daquele casal bandido, que costuma ter orgasmo coletivo quando noticia matéria contra ao governo Dilma.
 
Agora eu pergunto: até quando go governo vai tolerar tantas mentiras, tantas leviandades, tantas distorções dos fatos? Será que esse governo fraco, frouxo não vai reagir?
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eduardo não vence Dilma nem em Pernambuco


 
Eduardo Campos, mesmo com o PiG pernambucano ao seu lado, mesmo com apoio das velhas raposas da política pernambucana, não decola nas pesquisas nem em Pernambuco. De acordo com pesquisa do Instituto Mauricio de Nassau, Eduardo Campos tem 38% dos votos dos pernambucanos, enquanto Dilma, bombardeada 24 horas pelo PiG, tem 35%, o que equivale a um empate técnico. O povo de Pernambuco não vai faltar com quem mais fez por este Estado.

Em Suape, Humberto Costa usa João Lyra para criticar Eduardo Campos

 

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A política é a arte da intriga, em boa parte do tempo.
 
 
Líder do PT no Senado, Humberto Costa, elogiou a postura do novo governador de Pernambuco, João Lyra (PSB), durante cerimônia que marcou a viagem inaugural do petroleiro Dragão do Mar e o batismo do petroleiro Henrique Dias. O evento foi o primeiro ato em que Lyra e Dilma estiveram juntos.
 
 
Na ocasião, Lyra exaltou a gestão de Dilma e demonstrou gratidão pelo trabalho da presidenta em favor do Estado. “Em nome do povo pernambucano, quero agradecer o empenho da senhora como ministra do presidente Lula. E quero dizer que sempre recebemos a senhora com muita alegria, muita honra. Continue com a trajetória de investimentos, mais empregos e melhor qualidade de vida. Boa sorte à senhora”, disse Lyra à presidenta, que é candidata à reeleição.
 
 
Segundo Humberto, a postura de Lyra mostrou a altivez das relações entre o governador e a presidenta. “Isso demonstra a relação republicana e de civilidade de alto nível que há entre os dois”, avaliou o senador.
 
 
O governador de Pernambuco, em outro gesto de delicadeza, dedicou a Dilma e às mulheres e aos homens envolvidos com a construção do petroleiro as chuvas tão esperadas que começam a cair sobre a região. “Essa chuva que chega aqui no Nordeste hoje é em sua homenagem, presidente, e a dos trabalhadores”, ressaltou Lyra.
 
 
Em sua fala, ao final da solenidade, Dilma agradeceu a acolhida que recebeu em Pernambuco, quatro meses depois de sua última passagem pelo Estado. Cumprimentando o governador e a primeira-dama, Leila Queiroz, a presidenta ressaltou que ambos a acolheram “com muita fraternidade”.JC

Em defesa da Petrobras




Os ataques à Petrobras estão sendo articulados fora do Brasil e contam com gente daqui para transformar a compra da refinaria de Pasadena num elemento de desgaste político da presidenta Dilma visando a disputa eleitoral deste ano. A parte da imprensa que serve à oposição se encarregou de transformar a compra da empresa num escândalo com um massacre midiático inimaginável, a partir de manipulação grosseira de dados e informações.

Todos os documentos que envolvem a negociação das ações da refinaria de Pasadena são públicos, disponíveis em bolsas de valores internacionais, passíveis de auditorias por instituições que controlam negociações no mercado. Em dezembro de 2013, numa audiência no Senado Federal, o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, prestou esclarecimentos aos senadores sobre a compra da refinaria. Não existe nenhum segredo. As informações detalhadas estão disponíveis: zip.net/bpm414.
 
A negociação foi um bom negócio para a Petrobras. A aquisição de companhias como a Pasadena fez parte do planejamento estratégico da Petrobras definido no governo do ex-presidente FHC, em 1999. Pasadena foi incluída no Plano Estratégico 2007/2010, quando o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a construção de quatro refinarias. Na ocasião, faziam parte do Conselho os senhores Fábio Barbosa, presidente da Abril S/A e ex-presidente da Federação dos Bancos (FEBRABAN); Jorge Gerdau, presidente do Grupo Gerdau; e Claudio Haddad, presidente-acionista da Ambev.

A decisão do Conselho se baseou em pesquisa que constatou permanente estagnação do mercado brasileiro de gasolina e diesel desde 1996 até 2007. A última refinaria construída no Brasil era de 1980, a de São José dos Campos. Naquele momento o potencial de crescimento da produção de petróleo do Brasil se expandia com a descoberta de novas reservas.
 
As informações desmentem a versão de que a empresa Astra Oil tenha comprado Pasadena por US$ 42,5 milhões e vendido para a Petrobras por US$ 1,18 bilhão. A Astra, quando comprou, pagou US$ 326,5 milhões. A Petrobras, por sua vez, pagou US$ 486 milhões, com o estoque assim divididos: US$ 190 milhões, referente à primeira parcela e US$ 296 milhões na segunda. Quem determinou o valor da segunda parcela foi a justiça dos EUA, quando a Petrobras decidiu desfazer a sociedade com a Astra. Portanto, o valor real do negócio foi 40% do valor (US$ 1,18 bilhão) alardeado pela oposição. Uma das provas evidentes do bom negócio diz respeito ao custo da refinaria de US$ 4.860 por barril de capacidade de processamento/dia, quando a média, à época, era bem acima: US$ 9,734 por barril. A crise de 2008 derrubou a economia americana, o consumo de derivados, e os projetos de investimento no refino foram revistos. Mesmo assim, Pasadena continuou lucrativa.
 
Diferentemente da oposição, que durante oito anos do governo Fernando Henrique não permitiu a abertura de CPIs para investigar os escândalos ocorridos, assim como não permite CPI para investigar os escândalos dos governos tucanos em São Paulo, não adotamos a mesma conduta. Queremos a CPI Mista, mas para investigar não só a infundada denúncia sobre a Petrobras como o propinoduto do Metrô de São Paulo, as denúncias sobre o Porto de Suape e a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
 
Nesse momento, faz sentido refletir sobre o que aconteceu com o Iraque, com a Líbia, com o Afeganistão, o que tentaram fazer com o Irã, e o que está acontecendo com a Venezuela. Todos países produtores de petróleo. Isto porque o petróleo não é apenas combustível, mas a matéria-prima que move a maior cadeia produtiva do planeta. Basta olhar ao redor e ver os produtos que têm, na sua composição, a participação do petróleo.
 
Os motivos dos ataques à Petrobras contam com a ajuda da oposição, que no passado tentou privatizar a empresa, nos idos dos anos 1990, no governo FHC. Tentaram mudar o nome para Petrobrax, para facilitar o fatiamento e a venda da empresa em bolsas no exterior. Não conseguiram porque a eleição do ex-presidente Lula, e depois, da presidenta Dilma, frustraram essa ofensiva. Os governos do PT defenderam e defendem a Petrobras por ser um dos maiores patrimônios do Brasil. Ela é a única empresa no mundo que detém a tecnologia de perfuração da camada Pré-Sal. Com esse domínio, acessamos nosso tesouro maior. Em 2002, a Petrobras valia R$ 15 bilhões. Hoje, mesmo depois da crise, vale R$ 184 bilhões.
 
A descoberta da maior reserva de petróleo do planeta, abaixo da camada Pré-Sal, despertou interesses de mega-petroleiras internacionais, mega-bancos, e dos maiores fundos de pensão dos EUA, abarrotados de dólares, que buscam negócios mundo a fora. Esses ataques têm gerado desconfiança de que gente daqui, de grandes corretoras contratadas por essas multinacionais, trabalham na perspectiva da oposição visando as eleições e negócios futuros.
 
São grupos que não aceitam o controle da produção do petróleo do Pré-Sal pela Petrobras, garantido na Lei aprovada no Congresso Nacional pelo governo Dilma. O jogo é pesado. É a força dos negócios.
 
O Brasil é um país rico de recursos naturais abundantes, de um povo extraordinário, mas com uma parte da elite desenraizada, serviçal, descolada do país, de mentalidade ainda colonial, que coloca seus negócios acima dos interesses da nação, da coletividade. Uma elite que sequer admite a conquista da cidadania pelo povo, a consolidação de direitos garantidos pela Constituição, a distribuição da renda, e o destino de ser o Brasil uma nação próspera e democrática.
 

Newton Lima

Deputado federal (PT-SP), doutor em Engenharia, ex-prefeito de São Carlos e ex-reitor da UFSCar
 

Dilma: “nossos governos reergueram a Petrobras

 
 
Em longo discurso em defesa da estatal, presidente afirmou que a "Petrobras é a maior e mais bem sucedida empresa brasileira", além da maior investidora em prospecção de petróleo no mundo; depois de lembrar que a empresa quase chegou a ser privatizada e ter seu nome alterado para Petrobrax, tirando a identidade do Brasil, Dilma Rousseff afirmou que está errado quando alguns dizem que ela está perdendo valor de mercado: "manipulam dados, distorcem análises"; segundo Dilma, "o que tiver que ser apurado, vai se apurado, e punido também com o máximo de rigor"

 

sábado, 12 de abril de 2014

O estranho caso dos ‘robozinhos’ que atacaram o Twitter de Eduardo Campos


 
eduardo campos
 
A candidatura de Eduardo Campos decolou, mas foi no Twitter e não valeu pontos. Quatro vídeos postados receberam mais de 5 mil retuítes. O problema é que os autores do endosso eram os chamados “robozinhos”.
 
 
De acordo com o site Muda Mais, ligado ao PT, foi uma manobra amadora de marqueteiros do PSB: “Neste caso foi utilizada uma fazenda de robôs, mas não era na zona rural brasileira, era no exterior. Todos possuem nomes estrangeiros e apenas o nome editável foi alterado para língua portuguesa”.
 
 
Segue: “Os 5001 robôs retuítam exatamente as mesmas coisas e usam quase sempre as mesmas fotos nos perfis e ditados populares nas bios. Em uma busca rápida no Google, é possível ver que eles simplesmente não existem, nem nas cidades a que referem-se, nem no mundo. (…) O que impressiona nesta ação é que destes 5 mil robôs, 1.958 são os mesmos que atacaram a Copa do Mundo e o ex-presidente Lula, no dia 3 de abril, divulgando post do site Portuguese Independent News.”
 
 
A acusação gerou uma resposta da equipe de Campos, afirmando que sua conta oficial sofreu, na verdade, um ataque. “Condenamos veementemente práticas como essas e o uso político de perfis fakes. As redes sociais, hoje, são um dos maiores palcos de debate sobre o Brasil e sobre o futuro do país. Nós defendemos uma campanha limpa, tanto nas ruas como na internet. Quanto mais o debate sobre o novo Brasil se anuncia, mais os membros da velha política se assustam e tentam impedi-lo, também na internet. Mas este debate é inevitável.”-
 
 
Qualquer um pode comprar seguidores. No site Suba.me, um dos mais conhecidos no mercado, o preço varia entre 1600 reais (10 mil fãs) e 16 mil (100 mil fãs).
 
 
O Suba.me conta quem já os contratou: “Entre diversos clientes, podemos destacar as seguintes categorias de perfis: políticos, bandas de todos os gêneros, comediantes, lojas online, jogadores de futebol, atores, cantores evangélicos, pastores etc”.
 
 
É uma furada. Na verdade, a repercussão é vazia, é fácil detectar a fraude e não tem mais bobo no futebol.
O que não faz sentido é o seguinte: se é coisa dos inimigos de Campos, por que os robôs estavam tentando dar mais repercussão ao candidato, e não o contrário?
 
Em março, a Justiça mandou tirar do ar páginas do Facebook em apoio a sua candidatura. Num comunicado oficial, Eduardo Campos afirmou que “perfis falsos não tornarão este debate mais rico. Afinal, não estamos pensando em eleições; estamos pensando no Brasil.”
 
 
O jogo é pesado nas mídias sociais e sobram tiros para todos os lados. Publicitários ligados a Aécio já reclamaram que hackers são responsáveis pelo fato de pesquisas no Google relacionarem o nome do senador a “desvio” e “drogas”. No ano passado, foi revelado um esquema de espionagem ligado ao governador de Goiás Marconi Perillo. Hackers teriam grampeado telefones, invadido emails de adversários e criado seguidores falsos no Twitter para inflar o número e incomodar os críticos.
 
 
Se for comprovado que houve esse tipo de expediente, é crime previsto na legislação eleitoral. Mas vai ficar por isso mesmo. Essa é uma prática amplamente disseminada, não houve um único caso de indiciamento — e pode ser um tiro no pé. É mais fácil falar no Brasil novo, na velha política e blablablá.
Sobre o Autor
Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.
 
DCM

Boa noite

Mais uma do blogueiro Jamildo Melo

 
 
Jamildo Melo, blogueiro do Jornal do Comércio, é o maior babador de ovos de Eduardo Campos(tempos atrás, Jamildo considerava Eduardo Campos e Miguel Arraes como agitadores, comunistas, e Jarbas como um grande administrador).
 
 
Pois bem, Jamildo publicou, no dia de hoje, uma pesquisa do Instituto Maurício de Nassau, do mesmo Grupo da faculdade que emprestou suas dependências para Eduardo Campos mostrar o nível da educação de seu governo.
 
 
Segundo Jamildo, a grande maioria dos entrevistados, 64%, disse aprovar a gestão socialista.Entretanto, 22% dos entrevistados afirmaram que desaprovam o governo do PSB. A este blogueiro, o número pareceu elevado. Veja que babação. Jamildo Melo achou elevado 22% dos pernambucanos desaprovarem a gestão de Eduardo Campos. Elevado nada, acho que esse número chega a mais de 40%.
 
 
Mas a babação de ovos de Jamildo não ficou por aí. Jamildo foi mais além: segundo o sabujo, 84% aprovam o governo Campos. Nos cálculos de Jamildo a soma de ótima (19%), boa (38%) e regular (27%) chegam a 84% de avaliação positiva.
 
Jamildo tem lá sua razões para puxar o saco de Eduardo Campos, afinal, o governo de Pernambuco junto com a prefeitura do Recife, administrada pelo PSB, são os grandes financiadores de seu bloguinho.

O virus maliciosos atacaram o Terror do Nordeste

 
 
Pessoal, o Terror do Nordeste foi infectado por dois vírus perigosíssimos. Para se ter uma ideia, esses vírus estão me impedindo de acessar o blog via Crhome, que era o navegador que eu gostava de postar.Para acessar o TN agora estou usando o sofrível Firefox e, às vezes, o péssimo Internet Explorer. Não estou sabendo como lidar com a situação. O próprio Crhome, que me avisou sobre a infecção dos vírus, não mostra um caminho de como removê-los. Estou vendo a hora de ficar sem o blog.