quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Marina defende mudança na legislação trabalhista. É seu emprego indo para o vinagre!



Nós lemos o "programa de governo" da Marina

Embora o Zé Augusto já tenha falado sobre o assunto no post: “Com Marina Silva, trabalhador não poderá reclamar seus direitos na Justiça do Trabalho.”, só hoje a Folha descobriu e confirma o que já falamos

Marina Silva, defendeu nesta terça-feira (16) mudança na legislação trabalhista, mas evitou se comprometer com medidas específicas ou detalhar a proposta.

Em debate com empreendedores no centro de São Paulo, Marina falou duas vezes sobre a necessidade de atualizar as regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

"A complexidade das leis trabalhistas, muitas vezes, priva uma empresa, uma pequena empresa, de contratar", afirmou a candidata, ressaltando que essa "não é uma discussão fácil".

"Se fosse fácil, o sociólogo, se referindo a Fernando Henrique Cardoso teria feito a reforma política e (falando de forma depreciativa),  o operário,  teria feito a reforma trabalhista", disse sem citar os nomes dos ex-presidentes

Marina foi questionada três vezes sobre as mudanças na CLT, depois de ter defendido a atualização da legislação trabalhista durante o evento, mas limitou-se a dizer que o tema está sendo discutido por sua campanha e que ainda não há consenso entre os partidos que a apoiam. "Ainda não temos a resposta", afirmou.

Ao ser questionada sobre o que pretende fazer em relação à terceirização, um dos principais temas debatidos no meio sindical, Marina disse apenas que os problemas devem ser reparados. "Não queremos a precarização das ocupações que existem. Foi feito um processo no governo do PSDB que tem muitos problemas e esses problemas precisam ser reparados", afirmou.

"É um debate que está sendo feito há muito tempo pela sociedade brasileira, que busca uma atualização das regras trabalhistas que sejam compatíveis com a necessidade dos trabalhadores e empregadores. Estamos fazendo um esforço para dar uma resposta, mas ainda não a temos", disse a Marina

A candidata defendeu  inclusive, a resolver o problema do sistema previdenciário", mas também não foi clara sobre como aplicar esse novo modelo.

No programa de governo da Marina está:

A elevada rotatividade da mão-de-obra e a negociação de direitos individuais na Justiça tornam muito precárias as relações de trabalho.
(…)
Há que buscar um modelo onde os atores coletivos sejam mais representativos, cabendo ao Estado impulsionar a organização sindical e a contratação coletiva. O novo modelo diminuiria o papel do Estado na solução dos conflitos trabalhistas coletivos, e Justiça do Trabalho se limitaria à nova função de arbitragem pública.
E comentários do Zé....Ora, o que significa esse trecho destacado em negrito e escrito em linguagem barroca? Que a Justiça do Trabalho não mais processaria causas individuais. Um ataque frontal a um dos direitos trabalhistas mais importantes da pessoa no Brasil.

E tem mais: Marina atacou a CLT Consolidação das Leis do Trabalho quando foi senadora
Os Amigos do Presidente Lula

Estranho Brasil que proíbe sites e libera jatinhos fantasmas

17 de setembro de 2014 | 16:07 Autor: Miguel do Rosário
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Muito se fala em reforma política, e por isso mesmo cumpre trazer ao debate os problemas reais derivados do sistema atual.
Por exemplo: pesquisas eleitorais.
Pesquisas eleitorais não são apenas para apurar a intenção de votos.
Há sempre outras perguntas, ainda mais importantes.
O que você pensa dos impostos? Gosta de que jornais? Quais os que você não gosta?
Quem escolhe o que será perguntado, tem o poder.
Aliás, a própria abordagem, naturalmente, implicará em alguma reação.
É por isso que a Globo, hoje, paga o Datafolha e paga o Ibope.
E a grande mídia só dá destaque a essas duas pesquisas, tidas como as melhores, as mais profissionais.
A concentração de dinheiro em mãos da Globo facilita tudo.
Isso deverá ser discutido numa reforma política, e que virá através de um plebiscito e da eleição de uma constituinte exclusiva.
É preciso estimular a diversidade de pesquisas. Não pode ficar tudo nas mãos de um só, como hoje, com a Globo.
Ter o controle da pesquisa, quais perguntas fazer, que regiões pesquisar, qual a abordagem, quando publicar, é um tremendo poder!
Poder demais para um só!
A pesquisa eleitoral restitui à mídia o poder que ela havia perdido na área de informação e, sobretudo, em opinião e debate, para as redes sociais e blogs.
A opinião da pessoa sobre a criminalização do aborto poderia mudar radicalmente, se a pergunta fosse feita de outra forma.
Você acha que as mulheres merecem morrer por causa de uma legislação atrasada?
Você sabe que direitos possuem as mulheres em outros países desenvolvidos?
Você sabia que os programas sociais na Europa são cinco vezes maiores que os do Brasil?
Que o número de servidores públicos por mil habitantes é bem maior nos EUA do que no Brasil?
Diante disso, você ainda acha que nosso setor público é “inchado”?
Daí voltamos à guerra da comunicação.
Censuram um candidato em São Paulo, processam tuiteiros, entram com ações no TSE para derrubar o site do adversário.
O que leva um ministro do TSE a mandar fechar o site de uma campanha para presidente da república, a pouco mais de uma semana do pleito?
Que tipo de democracia é essa, que juízes decidem monocraticamente quem pode e quem não pode falar?
Criamos, por fora do debate parlamentar, um novo regime político, regido por mandarins do judiciário e barões de mídia?
O TSE entendeu que o Empiricus tem o direito de anunciar no Youtube um vídeo de campanha negativa contra a Dilma.
É do jogo, concluiu o TSE.
Um site que integra o núcleo da comunicação de uma campanha, através o qual milhares de jovens estão interagindo e discutindo política, esse pode fechar.
O TSE desenvolveu uma postura criminalizante, rígida, mau humorada, diante da liberdade democrática.
Tudo é sujo e feio.
O procurador-Geral, Rodrigo Janot, diz que a campanha de Dilma não pode criticar Marina.
Marina pode criticar Dilma, pode falar que o PT botou um diretor por 12 anos para roubar na Petrobrás.
Dilma não pode usar a linguagem audiovisual para comunicar o que pensa do projeto de Marina de dar independência ao Banco Central.
Os “melhores”, os “mió do mió”, querem assumir o comando da democracia brasileira. E por isso se identificam com o discurso autocrático e guardianista de Marina Silva.
Identificam-se e interferem no processo eleitoral.
Há tempos acusamos a transferência do autoritarismo dos generais para os juízes.
Não todos, mas para alguns juízes, que acham saber o que é o “melhor” para o Brasil.
Jatinhos fantasmas?
Isso não é problema.
O PSB agora diz que a culpa é do morto, exclusivamente dele.
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Em nome do poder, que se dane o culto a Eduardo Campos, é a mensagem de Marina Silva.
Não é bem assim. Campos não pode levar a culpa disso sozinho. É óbvio que há tesoureiros e assessores envolvidos.
Campos não iria se meter numa furada dessas por conta própria, afinal ele era um político, não um corretor de jatinhos.
O tesoureiro de Marina Silva participou da negociação do jato? Já sabia o que estava acontecendo?
O nome dele é Rubens Novelli e sumiu do mapa.
Onde está Rubens Novelli, que trabalhou com Marina em 2010 e agora em 2014?
O homem de confiança de Marina em se tratando de dinheiro, onde está?
Ah, isso é secundário!
O problema são esses malditos sites e blogs!
Ai de quem mandar fechar um site da Globo, da Folha, do Estadão.
O da presidente da república, esse pode derrubar.
Um site da campanha de Dilma não vale nada, não é, seus juízes?
Um site da presidenta eleita com 55 milhões de votos em 2010, e que pode ter ainda mais votos este ano, não vale nada.
Enquanto isso, o poder se cala sobre os donos do jatinho fantasma de Marina Silva.
Jatinhos são sagrados.
Embora possam ser derrubados pela “providência divina”.
Como os sites.

Fonte:Tijolaço

O banditismo do PSB


Esses militantes pagos do PSB são bandidos.Nunca vi algo igual na minha vida.Depois esses filhos da puta querem que a gente respeite a memória de Eduardo Campos, acusado de propina de Paulo Roberto Cosa. Uma ova! Bandido bom é bandido morto.Depois de refletir muito sobre Eduardo Campos, conclui que esse sujeito fez(e continua fazendo) um imenso mal a Pernambuco. Pior:vai ser difícil  reverter a situação.


Paulo Emílio, Pernambuco 247 - O PT pernambucano está acionando a polícia para que sejam investigadas a autoria de diversas pichações que apontam a legenda como responsável pela queda do avião que matou o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos. A frase "O PT matou Eduardo Campos" aparece em diversos muros da capital e nas cidades de Escada, Palmares, Paulista, Moreno e Vitória de Santo Antão, todas na Região Metropolitana do Recife ou na Zona da Mata do Estado.
De acordo com a presidente estadual do PT, deputada estadual Teresa Leitão, muitas das pichações, mesmo que em municípios diferentes, contém os mesmos erros de grafia, o que levantou a suspeita da legenda de que haja uma espécie de orientação para os pichadores.
"De início parecia algo espontânea, uma frase aqui, outra ali. Mas de repente começaram a aparecer, sempre a mesma frase, escrita da mesma maneira, em diversos municípios. Os diretórios de Palmares, Escada e Moreno já entraram com uma notícia-crime nas delegacias locais para que o caso seja investigado. O diretório estadual também vai fazer o mesmo", assegurou a parlamentar.
Segundo ela, a mesma insinuação e até a mesma frase vem sendo utilizada por eleitores contrários ao PT nas redes sociais. "Não quero acreditar nisso, mas parece que estamos entrando em uma espécie de obscurantismo de campanha. É preciso que isto seja investigado e que os responsáveis sejam identificados e devidamente punidos, já que o fato dialoga com a eleição que está em curso", disse.

Janot tomou partido de Marina

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Ao apoiar censura à propaganda do PT, PGR diz que ela cria, "artificialmente", reações " emocionais" contra independência do BC. Como ele sabe?
Mais cedo do que se poderia imaginar, mas inevitável como reflexo de suas concepções políticas, agora Marina Silva tenta censurar a propaganda política de Dilma Rousseff. Ela entrou com ação na Justiça Eleitoral para impedir a divulgação de anúncios que criticam sua proposta de independência do Banco Central.
Para Marina, a censura não chega a ser um novidade curricular. Para quem se julga sob proteção divina, é difícil resistir a tentação de negar aos outros aquilo que se quer para si mesmo. Marina acaba de conseguir a retirada do ar do site Muda Mais.

Eu acho — e creio que não é uma opinião pessoal — que é preciso ter um pensamento muito autoritário para, em pleno século XXI, discriminar direitos de homens e mulheres por causa da maneira como fazem sexo.

Mais preocupante, contudo, é o fato de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tenha acolhido o pedido de Marina. Teria sido coerente com leis de um país que realiza eleições livres e proíbe a censura esclarecer que a Justiça não tem por que envolver-se numa questão que é a matéria prima de uma campanha — o confronto de ideias e concepções. Não há calúnia nem difamação no caso.

Não estamos falando da boazuda que vende cerveja.

Em política, você pode achar que as reações de determinadas pessoas são “emocionais ou passionais.” Mas também pode achar que são racionais, em função das consequências conhecidas de uma determinada proposta. No caso da independência do Banco Central, ela permitiu políticas nefastas várias partes do mundo. É natural que provoque indignação e até mais do que isso.

A obra recente de Paul Krugman e Joseph Stiglitz, economistas laureados com o Nobel, insuspeitos de qualquer desvio emotivo em seus estudos, demonstra que a Europa transformou-se num cemitério, depois de 2008, porque o Banco Central Europeu estava no comando de uma equipe de fanáticos do Estado Mínimo. Eles usaram o regime de autonomia para cortar benefícios sociais, aprofundar o desemprego. Derrubaram governos de países mais frágeis, comprometeram a recuperação daqueles que pareciam mais fortes.

Tudo para proteger um sistema financeiro que Stiglitz define, precisamente, como o único cassino do mundo onde o dono nunca perde. Taí, João Santana: faltou pensar na jogatina. Stiglitz autorizava, embora pudesse parecer menos respeitoso ainda do que os gravatões em volta de um computador.

Emocional? Passional?

Indo à raiz da desregulamentação financeira e dos investimentos em derivativos que estão na origem do colapso de Wall Street, é possível encontrar as maquinações de Alan Greenspan, presidente do Federal Reserve, o BC norte-americano, também autônomo. Janot escreve que “a cena criada na propaganda é forte e controvertida, ao promover, de forma dramática, elo entre a proposta de autonomia do Banco Central e o quadro aparente de grande recessão, com graves perdas econômicas para as famílias.”

A ligação entre autonomia do Banco Central e recessão não é invenção de marqueteiros. É sustentada por análises e argumentos, números e pesquisas. É possível discordar — mas aí cabe contrapor uma opinião, outra visão. Não cabe interditar o debate porque Marina não gosta e o PGR não concorda.

Estamos falando de uma questão essencial da eleição. Marina queria que a mensagem chegasse aos banqueiros, na esperança de receber seus votos e suas contribuiçõe$. Mas não quer que seja discutida pelo povão, que pode transformar essa alegria no patamar de cima em festa inútil.

No Brasil, o BC tem liberdade para definir juros, cambio e outras variáveis fundamentais da economia. Mas, antes e depois de cada decisão, seu presidente reúne-se com o presidente da República para explicar as razões e motivos. O presidente da República pode concordar ou não com os argumentos do interlocutor. Caso se verifique uma divergência instransponível, ele pode demitir o presidente do BC. Faz parte de suas atribuições, como autoridade eleita, que representa a vontade da população.

É para isso que se fazem campanhas, não é mesmo?

O controverso dono do apê de Marina

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Valle é o do meio. Foto do Facebook da RVM, uma das empresas dele.


Agora a Marina Silva vai chorar como nunca.

Vai falar que é mentira, boato, baixaria.

Vai convocar milhares de coxinhas para rebaterem as supostas inverdades.

Vai querer censurar os blogs.

Mas não posso fazer nada. Tenho que informar aos leitores, sempre trazendo documentos e links.

Desde o início achei estranho que Marina Silva se hospedasse no apartamento de um milionário como Carlos Henrique Ribeiro do Valle.

Não quero demonizar ninguém. Como jornalista, já entrevistei muitos fazendeiros e empresários. Tem gente boa e honesta em todos os setores.

Eu achei estranho porque não combinava com Marina, ou assim eu supunha, ingenuamente.

O dono do apartamento é proprietário de um grupo, o RVM, que possui vários postos de gasolina; uma distribuidora de combustível (Petronac); e fazendas em Minas, Mato Grosso e Pará (segundo a Folha).

É filiado ao DEM, o partido mais à direita do espectro político.

Nada menos ambientalista e menos “nova política”.

A troco de que um sujeito com esse perfil emprestaria, de graça, um apartamento à Marina Silva?

Essa é uma pergunta que não posso responder. Mas fui pesquisar sobre o homem e suas empresas.

E descobri que ele, a Petronac, e um de seus postos, o Saema Auto Posto, foram condenados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região por adulteração de combustível.

Segundo a Polícia Federal, vários postos situados em Minas Gerais, abastecidos pela Petronac, adulteravam combustível.

A decisão judicial, em última instância, sem mais direito à apelação, está aqui.

A Petronac também foi acusada de fraudar uma licitação em Marília, interior de São Paulo. Um dos documentos do Tribunal de Contas de SP pode ser baixado aqui.

A Petronac tem uma briga constante contra a Petrobrás para avançar mais no setor de distribuição de combustível. As duas disputam licitações para fornecer combustível a prefeituras, Brasil a fora.

Provavelmente é por isso ele apoia Marina, porque a Petrobrás atrapalha a sua vida. Ele tem razões pessoais para odiar o monopólio do petróleo.

As invenctivas de Marina contra a Petrobrás devem soar como música aos ouvidos de Carlos Henrique Ribeiro do Valle.

É seu direito democrático pensar assim. Assim como é emprestar seu apartamento à Marina.

Mas é também direito democrático fundamental do brasileiro conhecer melhor em quem irá votar.

Como o candidato ganha a vida? Como mora?

Já sabemos que o instituto Marina, que sustenta a candidata, recebeu R$ 1 milhão de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, ou 83% de todo o valor arrecadado pelo instituto nos últimos anos.

Depois fomos informados que Marina Silva mora no apartamento de um dono de postos de combustível e fazendeiro, cujas  empresas respondem processos por adulteração de combustível e fraude em licitações.

Essa é a “nova política”.

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

O rei da corrupção brasileira ataca Dilma, Lula e o PT




FHC foi, inegavelmente, o governo mais corrupto da história do Brasil, quiçá da América Latina.

FHC, além de ter sido o governo mais corrupto do Brasil, é filiado a um partido, o PSDB, que lidera casos de corrupção, e que teve, na última eleição para prefeito, o maior número de candidato barrado pela lei da Ficha Limpa.

Se você der uma olhada no Google e na Wikipédia vai ver escândalos de toda a sorte no governo do Príncipe da Privataria:Sudam, Sudene, compra da emenda da reeleição, as escandalosas privatizações, o esquema do PROER, do DNER, da Feira de Hannover, do escandaloso uso do Exército para proteger uma fazenda  sua comprada com recursos de caixa dois, Escândalo do Banestado, Caymman e tantos outros casos de corrupção.

O PSDB de FHC também não fica atrás. Lista de Furnas, Mensalão do PSDB, Trensalão, desvio de recursos da saúde em MG, as roubalheiras de Yeda Cruzes, Marconi Perilo, Cássio Cunha Lima, Cícero Lucena, Dante de Oliveira, Antero Paes de Barros, Andréa Matarazzo, José Aníbal, Robson Marinho, José Fegali neto, Esquema Paulo Preto.São tantos casos de corrupção nos governos tucanos que fica até difícil nominar todos.

Não obstante tudo isso, FHC ganha espaço em jornal para atacar o PT que, com todos os malfeitos, parece um partido de santo em se comparando com os tucanos.


Mesmo com um currículo recheado de casos de corrupção  FHC não se cansa de ser hipócrita.Veja o que o crápula disse hoje.


247 – O ex-presidente Fernando Henrique está irritado com "a situação calamitosa" em que se encontra o Brasil, a ponto de fazer uma conclamação:
- Precisamos nos indignar, reclamou FHC, durante jantar na residência do empresário João Doria Jr. em homenagem ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O encontro entre políticos e personalidades da sociedade paulista contou também com a presença do candidato a presidente Aécio Neves, do PSDB.
O tom político maior foi dado mesmo pelas declarações fortes do ex-presidente:
- Estamos em uma situação calamitosa, estão desmontando o nosso País", alertou o chefe tucano, principal incentivador da candidatura de Aécio à Presidência. Diante do crescimento de Marina Silva, do PSB, nas pesquisas, porém, FHC afirmou que não gostaria de "melindrar" a ex-ministra, adiantando que ela não deveria ser alvo de ataques dos tucanos.
Para Fernando Henrique, o foco do PSDB deve ser mesmo na crítica à gestão do PT:
- Precisamos nos indignar, pois estão arruinando o Brasil, inclusive moralmente", disse ele.
Reunindo cerca de 70 pessoas, o jantar também teve a participação do ex-governador e candidato a senador José Serra e do ex-vice-governador Alberto Goldman, coordenador da campanha de Aécio em São Paulo.

Mais uma de Marina:entregar o pré-sala para estrangeiros




O PSB da candidata Marina Silva assumiu: tem a intenção de priorizar o interesse das multinacionais na exploração do pré-sal. É o que prevê, pelo menos, a revisão do regime de partilha, aprovado durante o governo Lula. Nesta segunda-feira 15, durante encontro com empresários em São Paulo, o coordenador da campanha da presidenciável, Walter Feldman, chamou a política atual de "doutrinária" e errada.
No atual modelo, vigente para a exploração de áreas cuja expectativa é de grandes quantidades de petróleo, o Estado fica com a maior parte dos lucros obtidos e a participação da Petrobras é obrigatória na exploração de todos os campos. Feldman argumenta que a situação financeira da estatal não permite que isso seja praticado. "A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda", disse ele.
No modelo de concessão, vigente durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apropriado para áreas de maior risco exploratório e com expectativa menor em relação a quantidades, predominam os interesses das grandes multinacionais, como Shell, BP (British Petroleum) e Chevron, que passariam a explorar e obter a maior parte dos lucros da riqueza extraída de mares brasileiros.
Segundo Walter Feldman, executivos do setor criticaram a emissários da candidata, durante encontro na semana passada, a política de conteúdo local – que prevê que 60% dos componentes sejam feitos no Brasil. Rever o regime de partilha na exploração de petróleo também é uma proposta do candidato do PSDB, Aécio Neves, duramente criticada pelo ex-presidente da ANP Haroldo Lima, em entrevista ao 247 concedida em abril desse ano (leia aqui).Brasil247

Marina propõe o fim da CLT



Gente, isso é muito sério.A CLT, sem dúvida, foi ( e é) a maior conquista do trabalhador brasileiro. O fim da CLT, como propõe os coordenadores de Marina, será o caos na já tão precária relação de emprego entre patrão e empregado. Esse negócio de flexibilização é conversa fiada, eles querem mesmo é acabar com a CLT, tão cara ao trabalhador brasileiro.Fico indignado é que tanta gente já sabe disso, mas só porque tem ódio de Lula, de Dilma e do PT, ainda declara apoio a essa senhora.

247 – A candidata Marina Silva, do PSB, enfiou as mãos em mais um vespeiro popular. Depois de questionar a prioridade dada pelo governo à exploração do pré-sal e reafirmar, por meio do coordenador Walter Feldman, que pretende mudar o modelo de partilha do petróleo brasileiro em benefício das empresas estrangeiras, agora ela escolheu um novo alvo: a CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas.
"Vamos fazer uma atualização das leis trabalhistas", disse Marina, ontem, em São Paulo, em reunião com micro e pequenos empresários. Ela não deixou claro, porém, qual será o sentido da mudança em caso de se eleger presidente. "Ainda não temos essa resposta, esse assunto é muito complexo", completou ela.
Marina fez sua promessa de atualizar a CLT num contexto de reclamações dos pequenos empreendedores sobre dificuldades para a contratação de mão de obra. A candidata se comprometeu, então, a trabalhar pela alteração das atuais normas trabalhistas. Este ano, entre janeiro e agosto, o País registrou a criação de 701 mil vagas com carteira de trabalho assinada, dentro da legislação atual.
Marina agregou que as mudanças que pretende fazer na CLT serão "sem prejuízo" a empregadores e empregados. Ela ressalvou que não quer que sua iniciativa seja chamada de "flexibilização" da CLT, apesar de ter sido essa a impressão que ficou de sua nova promessa eleitoral.
- Quero reafirmar, para que não fique nenhuma dúvida, de que isso será feito sem prejuízo às conquistas que os trabalhadores a duras penas alcançaram, afirmou a candidata a jornalistas.
Ao ser questionada sobre o que pretende fazer em relação à terceirização da mão de obra, ela procurou ajustar novamente seu discurso.
- Não queremos a precarização das ocupações que existem. Foi feito um processo no governo do PSDB que tem muitos problemas e esses problemas precisam ser reparados, acentuou Marina.  
Após prometer a "atualização" da CLT, citando "o professor Gianetti" como inspiração, a candidata reconheceu que ainda não faz ideia do que pretende fazer sobre o assunto em caso de chegar ao governo.
- É um debate difícil e ainda não temos uma finalização sobre o assunto, assinalou.
Pela cartilha do economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que vai assumindo o posto de chefe da equipe econômica de Marina, sabe-se que garantias trabalhistas são vistas como entraves para o desenvolvimento do País. Os empreendedores que ouviram Marina ficaram com a impressão de que, para um lado ou para o outro, a CLT não será a mesma caso a candidata do PSB vença a corrida eleitoral.

domingo, 14 de setembro de 2014

Dilma diz não haver espaço para “coitadinho” na Presidência




Presidenta destacou ser importante conseguir aguentar pressão e críticas. Para Dilma, campanha é momento para debater propostas.


A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em entrevista coletiva neste domingo (14), que o presidente da República precisa conseguir aguentar pressão e críticas. Para ela, quem se sente como “coitadinho”, não pode estar na Presidência.

“A vida como presidenta é conseguir aguentar críticas e pressão, sistematicamente. Quem levar isso para o campo pessoal não será uma boa presidente, porque não segura uma crítica”, explicou Dilma.
Ela rebateu críticas de que estaria com uma campanha agressiva e destacou que a eleição é o momento para o debate, críticas e propostas.

“Eleição é eleição quando se debate. Não ataco, discordo de propostas. Não cabe se vitimizar. Enquanto o debate for político e não ferir a honra de ninguém, que seja feito o debate”, disse a presidenta.

Ciência sem Fronteiras – A presidenta falou, também, sobre o programa do governo federal que permite aos jovens estudar no exterior. Ela anunciou que até o fim de 2014 o Ciência Sem Fronteiras vai cumprir a meta de oferecer 101 mil bolsas.

Até agora, foram concedidas 86,1 mil bolsas e 60 mil candidatos já se inscreveram para concorrer às vagas restantes.

Dilma explicou que abrirá, em breve, edital para a segunda etapa do programa, com a oferta de mais 100 mil bolsas. Assim, os estudantes classificados no último edital, ainda na primeira etapa, mas que não conseguiram uma vaga, serão beneficiados.

“Nós temos um objetivo, um claro objetivo que é transformar a formação de estudantes brasileiros no exterior. A gente queria a estreitar a diferença entre a formação de um estudantes no Brasil e a formação fornecida lá fora”, explicou a presidenta.
Por Aline Baeza, da Agência PT de Notícias

O Mensalão do PSB

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BRASÍLIA — Auditorias sigilosas do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam indícios de sonegação e evasão fiscal num contrato de R$ 829,3 milhões celebrado entre o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, como mostram documentos inéditos obtidos pelo GLOBO. Pelo acordo firmado entre Costa e Campos, a Petrobras antecipou o pagamento de tarifas portuárias ao Porto de Suape, administrado pelo governo local, antes mesmo de a refinaria Abreu e Lima começar a produzir e a movimentar cargas no local. O objetivo era viabilizar obras necessárias para o funcionamento do empreendimento.

Auditores do TCU consideraram que na operação ficou configurado um empréstimo com indícios de evasão fiscal, uma vez que diminuiu-se o recolhimento de impostos sobre lucro e faturamento. O parecer técnico mais recente, de 9 de dezembro de 2013, propõe que o contrato seja enviado à Receita Federal para averiguação de supostas irregularidades tributárias. O primeiro relatório de fiscalização, de 6 de agosto de 2011, aponta um potencial prejuízo ao Erário de R$ 91,5 milhões.
As investigações do TCU ainda estão na fase de análise técnica. Quatro relatórios obtidos pelo GLOBO repetem a suspeita de evasão fiscal no acordo. Ainda não houve qualquer decisão no processo, relatado pelo ministro Benjamin Zymler. A Petrobras e o Porto de Suape são citados como responsáveis. O termo de adiantamento de tarifas portuárias também é investigado pela Controladoria Geral da União. Além de Costa e Campos, assina o documento o então presidente de Suape, Fernando Bezerra Coelho, ex-ministro de Integração Nacional e atual candidato ao Senado pelo PSB de Pernambuco.



“TRIBUTOS SERÃO RECOLHIDOS”

O Porto de Suape, administrado pelo governo de Pernambuco, afirma que “legalmente” o termo de adiantamento de tarifa não pode ser entendido como empréstimo ou financiamento e que eventual recolhimento de tributo no negócio seria de responsabilidade da Petrobras. Sustenta ainda que os tributos decorrentes da operação portuária serão recolhidos. Procurada, a Petrobras não se manifestou, bem como o PSB, partido pelo qual Campos disputava a Presidência da República. A Receita não quis comentar o caso.




Em nota enviada ao GLOBO pela assessoria de imprensa, o Porto de Suape disse que os recursos obtidos por meio do termo “foram investidos para garantir a infraestrutura necessária à operação da refinaria Abreu e Lima, da Petrobras”. Listou obras que foram concluídas até 2013 e a dragagem do canal de acesso do porto, ainda em execução. Ressaltou que todas as contratações para estas obras foram feitas por licitação. Sobre a suspeita de sonegação e evasão fiscal, negou irregularidade, mas fez a ressalva de que, na hipótese de o contrato ser de empréstimo, o recolhimento de tributo caberia à Petrobras.
“A administração de Suape entende que, legalmente, o termo não pode ser configurado como um mútuo (empréstimo ou financiamento). O decreto nº 6.306, de 14/12/2007, que regulamenta o IOF, não traz previsão legal para a incidência de cobrança do imposto sobre um pagamento antecipado. E, ainda que fosse, o que não é o caso, o responsável pelo recolhimento ao Tesouro Nacional seria o suposto concedente do crédito, ou seja, a Petrobras, e não o suposto contribuinte, que seria Suape”, diz o porto.



Bomba! Denúncia contra apoiadores de Marina

ASSUSTADOR! O esgoto eleitoreiro já começa a vazar de maneira repugnante nessa reta final de campanha. Na zona oeste do Rio de Janeiro, um exército de fiéis recrutados como voluntários por igrejas evangélicas fundamentalistas está distribuindo um material de campanha tão bizarro quanto criminoso e assinado pelas campanhas de Marina Silva para presidenta, Ezequiel Teixeira para deputado federal e Édino Fonseca para deputado estadual (sendo este último quem se responsabiliza com seu CNPJ eleitoral, 20583168000184, pelo material): milhares de revistas de 24 páginas em cores acompanhadas de um DVD com MENTIRAS e FALSIDADES acerca de LGBTs, no sentido de estimular o ódio e a violência contra estes, mas também com DETURPAÇÕES acerca das pautas dos movimentos feministas e negro com intuito de prejudicar a candidatura da presidenta Dilma.
Para quem está duvidando dessa sujeira, aqui está o link para a digitalização que fiz do material difamatório para usá-la como prova quando acionar a justiça eleitoral no intuito de que essa porcaria seja apreendida e seus responsáveis sancionados de acordo com a lei. https://www.dropbox.com/s/qjo7q91eb7btmz6/Fonseca-Teixeira-Marina.pdf?dl=0
Na capa, a revista com Fonseca, Teixeira e Marina anuncia: "Veja os planos do anticristo: nova ordem mundial contra a família e a igreja" (a palavra "Veja" é escrita com a mesma tipografia usada pela revista da editora Abril), e depois enumera: "eutanásia, mercado do feto, prostituição de menores, carícias de homossexuais em lugares sagrados...", etc. Misturando um discurso religioso da época da Inquisição (com repetidas alusões ao "anticristo") e uma linha argumentativa que lembra a propaganda nazista contra os judeus (no caso, em vez dos judeus, o "inimigo" apontado é composto por homossexuais, prostitutas, ateus, comunistas, "abortistas", usuários de drogas e o governo Dilma), a publicação descreve uma conspiração satânica internacional para a criação de uma "nova ordem mundial" que pretende "se rebelar contra Deus" e "dominar a mente do povo com a legalização das drogas", acusa o governo do PT de querer legalizar a eutanásia para "matar os mais velhos" e o aborto para provocar um "extermínio" e comercializar os órgãos dos fetos abortados (!).
O delírio é tal que a revista traz uma tabela de preços do "mercado do feto" e diz que a legalização do aborto provocará um aumento da pedofilia, porque as meninas estupradas serão obrigadas a abortar para esconder o crime.
Nas páginas seguintes, a revista ataca a regulamentação da prostituição, relacionando-a também, com extremo cinismo e má fé, à pedofilia (como se o abuso sexual de crianças pudesse ser equiparado à prostituição exercida por pessoas adultas!); diz que a criminalização da homofobia permitirá que os gays pratiquem sexo dentro das igrejas; refere-se a gays, lésbicas e transexuais como doentes mentais; ataca com argumentos igualmente toscos a proposta de legalização da maconha e até diz que existe um plano do "anticristo" para dominar a água e os alimentos.
Quase todas as páginas da publicação são dedicadas a atacar meus projetos e os de outros parlamentares progressistas e comprometidos com os direitos humanos, embora não nos mencione expressamente, mas o alvo explícito da publicação é o governo Dilma, que seria, de acordo com a publicação, o principal representante no Brasil da rebelião mundial comandada por Satanás.
A publicação faz uma relação direta entre o "plano do anticristo" e as eleições de 5 de outubro: para impedir a vitória do Demônio, os eleitores deveriam votar em Marina Silva para presidenta e em Teixeira e Fonseca para os parlamentos federal e estadual. Na última página, a publicação traz uma foto em cores dos três candidatos, com a logo da campanha de Marina destacada no centro.
Uma pergunta que não quer calar é: quem pagou por tudo isso? Por todo esse lodo?
Eu gostaria de saber se Marina Silva sabe que seu nome está sendo usado nessa campanha suja, abjeta e evidentemente criminosa. Fonseca é candidato pelo PEN, uma legenda de aluguel de ultra-direita que faz parte da coligação de Aécio Neves, da mesma forma que o partido Solidariedade, formado por parlamentares que decidiram sair das legendas pelas quais se elegeram, entre eles Teixeira. Ambos fazem parte, também, da coligação estadual que apoia o governador Pezão, que por sua vez é do PMDB, aliado à presidenta Dilma, mas que também faz campanha por Aécio. Contudo, Fonseca e Teixeira fazem campanha por Marina — e juntos, apesar de suas candidaturas proporcionais não estarem coligadas.
Além de ser incompreensível e causar confusão a qualquer eleitor, essa esquizofrenia eleitoral também é ilegal, já que um candidato proporcional (ou seja, a deputado federal ou estadual) não pode citar em seus materiais de campanha o nome de um candidato majoritário (ou seja, presidente ou governador) que não seja o de seu partido ou coligação. Porém, para as gangues da velha política corrupta do nosso querido país, vale tudo!
Será que Marina, ou sua coordenação de campanha concordaram com essa sujeira e "deixaram" que ela fosse feita porque, na reta final, tudo o que servir para somar votos é bem-vindo, mesmo que provenha do esgoto político e da baixaria mais imperdoável? Ou será que Fonseca e Teixeira estão usando o nome de Marina sem a anuência dela porque acham que a figura da candidata do PSB pode ser mais atraente para o eleitorado evangélico fundamentalista que pretendem conquistar que o do liberal Aécio?
Seja como for, Marina deveria se perguntar por que o nome dela pode ser associado a esse discurso fascista. Será por que seu discurso, em vez de questionar, à esquerda, as falências do governo Dilma, como muitos dos seus eleitores progressistas de 2010 esperavam, é cada dia mais reacionário, aproximando-a da linha discursiva da revista Veja (que essa semana saiu em defesa dela), do Círculo Militar (que se declarou esperançoso com a sua candidatura), dos pastores que pregam discurso de ódio contra a população LGBT e dos setores mais conservadores da sociedade, que podem se sentir representados pela propaganda de Fonseca e Teixeira?
Marina deveria preparar um café, sentar no sofá e, com calma, refletir sobre o que está fazendo ou sobre o que estão fazendo com o nome dela. E você, eleitor, eleitora, deveria pensar com qual Brasil você sonha. O fundamentalismo está aí, virando a esquina, e dá medo.