sábado, 26 de julho de 2014

Olha essa

Aécio corre com medo do aeroporto do titio




Provocado para falar sobre o aeroporto da família, Aécio Neves correu do pau e disse:"Sobre esse assunto já dei todos os esclarecimentos que julgava necessários. Se quiserem falar sobre o Brasil, estou aqui".Peraí, cabra safado, Nada disso, o povo quer saber o motivo de seu governo desviar tanto recursos públicos para a sua parentada.Quando é para cobrar do governo Dilma esse filho da puta fica enchendo o saco do TCU, da PGR com o objetivo de apurar os supostos malfeitos, agora quando o acusado é ele, o cara desconversa, como se nada tivesse com as roubalheiras de Minas Gerais.

A aposta no "horário eleitoral" do JN




Na disputa presidencial de 2014, as forças de oposição – a velha e a dissidente – saíram em desvantagem no horário eleitoral “gratuito” de rádio e tevê, que começa em 19 de agosto. Devido à costura de alianças mais amplas, Dilma Rousseff conquistou quase metade do tempo para expor o balanço do seu governo, fazer o contraponto ao triste reinado de FHC, desmascarar as “medidas impopulares” dos neoliberais e apresentar suas propostas de mudanças para o futuro. Mas isto parece que não abalou Aécio Neves e Eduardo Campos, segundo informa Julia Duailibi, um das poucas vozes críticas do Estadão. A jornalista revela que os oposicionistas pretendem apostar as suas fichas no “horário eleitoral” da TV Globo.

“As campanhas dos principais candidatos da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), dão menos importância ao horário eleitoral que à cobertura do Jornal Nacional, da Rede Globo, o telejornal de maior audiência do País. Nos bastidores, os integrantes das campanhas dizem que a cobertura do Jornal Nacional sobre o dia dos candidatos, que começará em agosto, pouco antes do horário eleitoral na TV, tornou-se mais importante que a propaganda oficial. Minimizam, assim, a vantagem que a líder nas pesquisas, Dilma Rousseff (PT), tem de tempo do horário eleitoral - a petista terá mais de 11 minutos de exposição contra pouco mais de quatro minutos de Aécio e quase dois minutos de Campos”.


Os comandos das duas campanhas não confessaram os reais motivos deste “foco” no JN – nem a colunista polemizou com as razões apresentadas. Eles apenas alegaram “que a população tende a olhar com menos desconfiança para a informação que vem de um telejornal. A propaganda oficial, comandada pelos marqueteiros, já deixaria o eleitor desconfiado e atento ao ‘pega na mentira’ do candidato... As campanhas de Aécio e Campos dizem que o jogo só começará a ser jogado com o início dessa cobertura na TV. A Globo ainda não divulgou os detalhes da cobertura, mas as campanhas afirmam que ela começará no dia 4 de agosto e que os principais candidatos devem ter o mesmo tempo de aparição”.

Mas não é preciso ser um gênio para entender o “foco” no JN – o telejornal de maior audiência da tevê brasileira, apesar do acentuado declínio dos últimos anos. A famiglia Marinho não esconde seu feroz oposicionismo à atual presidenta. Isto ficou explícito no julgamento midiático do chamado “mensalão do PT” e também na cobertura “vira-lata” dos preparativos da Copa do Mundo. Agora, a TV Globo, com seus “calunistas” regiamente pagos, faz de tudo para criar um clima de pessimismo com os rumos da economia. Aécio e Campos sabem que este tipo de cobertura “imparcial” serve para dificultar a reeleição de Dilma Rousseff e para alavancar as campanhas oposicionistas.

Ou seja: a disputa presidencial terá na televisão – especialmente na Rede Globo – um decisivo campo de batalha. Como o governo Dilma não fez nada para coibir este brutal poder de manipulação da sociedade, é bom que a sua campanha utilize bem o horário “gratuito” que ainda resta na rádio e tevê para politizar a sociedade. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a candidata petista terá 11 minutos e 48 segundos em cada bloco de 25 minutos de propaganda; o tucano Aécio Neves ficará com 4 minutos e 31 segundos; e o dissidente Eduardo Campos terá 1 minuto e 49 segundos. Todos os outros oito candidatos que disputam a presidência terão menos tempo ainda de exposição.



Altamiro Borges

Altamiro Borges é responsável pelo Blog do Miro - Uma trincheira na luta contra a ditadura midiática



A picaretice de Merval Pereira

Folha desmente Merval e diz que tio de Aécio levou vantagem com aeroporto.

http://goo.gl/UJ74D5    X    http://goo.gl/yVAaFH
Ontem, Merval Pereira, na rádio CBN, sem apurar os fatos, saiu em socorro de Aécio Neves (PSDB) propagando que a família do tucano não teria levado vantagem com aeroporto na fazenda que que era do tio.

O argumento de Merval não tem pé nem cabeça. O próprio proprietário rural Aécio Neves leva vantagem tendo um aeroporto a 6 km de distância de sua fazenda. Isto valoriza as terras. A fazenda do tio, vizinha ao aeroporto também é valorizada. O blog Tijolaço mostrou que o valor previsto da desapropriação, que está em litígio, custará aos cofres públicos de Minas cerca de R$ 4,5 milhões, e não o R$ 1 milhão inicial, como disse Aécio.

Hoje até o jornal Folha de São Paulo desmentiu a versão oficial tucana propagada por Merval.

O jornal diz a desapropriação, ao que tudo indica, resolveu um problema do tio-avô de Aécio, ajudando a quitar uma dívida com os cofres públicos, decorrente de uma maracutaia em família no passado.

O tio-avô Múcio Tolentino era prefeito da cidade em 1983. Seu cunhado Tancredo Neves (avô de Aécio) era governador e liberou verba estadual para construir uma pista de pouso de terra batida na cidade. Múcio construiu em sua fazenda particular. O Ministério Público moveu ação de improbidade administrativa para reaver o dinheiro público usado para fazer benfeitorias em propriedade privada.

Em 2008 quando o governo Aécio fez a desapropriação, ajudou a desatar os nós. O tio-avô, em vez de ter de pagar aos cofres públicos, receberia a indenização, teria dinheiro para quitar a devolução e ficaria com o troco.Os Amigos do Presidente Lula

Tio de Aécio é réu em ação por ter construído pista de pouso em sua fazenda com dinheiro público



Pagamento de desapropriação é vinculado a quitação de pendência antiga
 Fazendeiro é réu em ação por ter construído pista de pouso em sua fazenda nos anos 80 com recursos públicos

Ao escolher uma propriedade de parentes para construir o aeroporto de Cláudio (MG) no fim do seu mandato como governador de Minas Gerais, o senador Aécio Neves (PSDB) abriu caminho para que seu tio-avô resolva uma pendência judicial que se arrasta há mais de uma década.As informações estão na Folha

Dono do terreno desapropriado para a construção do aeródromo, o fazendeiro Múcio Tolentino, 88, é réu numa ação movida pelo Ministério Público estadual para obrigá-lo a devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto pelo Estado na construção de uma pista de pouso existente no local antes de o aeroporto ser feito pelo governo de Minas.

Para garantir o ressarcimento dos cofres públicos em caso de condenação, a Justiça mandou bloquear a área em 2001, o que impede Múcio de vendê-la. Com a desapropriação, feita sete anos depois, ele ganhou o direito de receber do Estado pelo menos R$ 1 milhão de indenização pela área.

Dependendo do desfecho da ação movida pelo Ministério Público, que ainda não foi julgada, esse valor poderá ajudá-lo a pagar pelo menos parte de sua dívida com a Justiça.

O aeroporto de Cláudio foi construído dentro de um programa lançado pelo governo com a justificativa de estimular o desenvolvimento do interior mineiro. Aécio e o governo dizem que escolheram a área de Múcio para o aeródromo por ser a opção mais econômica para o Estado.

Desde o domingo (20), quando a Folha revelou que o governo Aécio construíra o aeroporto no local, o candidato do PSDB à Presidência afirma que seus parentes não se beneficiaram com a obra, argumentando que o tio contesta o valor da indenização.

Mesmo assim, uma análise dos dois processos judiciais que envolvem o terreno deixa claro que os parentes de Aécio poderão ser beneficiados diretamente pela obra, mesmo que as ações demorem décadas para chegar a um desfecho na Justiça.

A origem do imbróglio é a pista de pouso, de terra batida, construída em 1983. A obra foi executada pelo município de Cláudio, quando Múcio era o prefeito, numa parceria com o Estado, à época governado por seu cunhado, Tancredo Neves (1910-85).Em valores atualizados, a obra financiada com verba do Estado e do município custou R$ 497,5 mil. Como a área era privada, a prefeitura de Cláudio (comandada por Múcio) deveria ter desapropriado o terreno (do próprio Múcio).

O Ministério Público diz que, ao não fazer isso, o tio de Aécio se apropriou indevidamente de um bem público, a pista de pouso, que na prática se tornou local de uso exclusivo da família por 25 anos.

Em 2008, quando decidiu fazer o aeroporto, o governo de Minas alegou urgência na desapropriação e pediu o desbloqueio do terreno, autorizado pela Justiça. Em seguida, fez um depósito judicial de R$ 1 milhão para garantir o pagamento da indenização.

A Justiça determinou que o valor só será pago ao tio de Aécio depois que houver um desfecho na ação de improbidade movida contra ele. Como a ação de desapropriação não terminou, o fazendeiro pode receber ainda mais pelo terreno. Ele pede R$ 9 milhões.

Procurada pela Folha , a assessoria da campanha de Aécio afirmou que o candidato não se manifestaria sobre o assunto

Aécio nomeou primo, dono de heliponto na fazenda da família, em cargo comissionado de Minas.




Em janeiro de 2007, Aécio Neves (PSDB), no início do seu segundo mandato para governador de Minas, utilizou-se de sua maioria na Assembleia Legislativa para obter uma carta branca para criar cargos comissionados e nomear pessoas (a chamada lei delegada). Nesse processo, o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) usou a legislação para nomear Fernando Quinto Rocha Tolentino, primo de Aécio, em Cláudio, local do polêmico aeroporto construído na fazenda que era do tio.Leia mais aqui e veja mais documentos

Dos 14 aeroportos prometidos por Aécio em Minas,só dois foram criados, e onde sua família tem fazenda




Governo de Aécio fez só 2 aeroportos novos em MG, apesar de ser pago com dinheiro público, os aeroportos foram construidos onde a família  do tucano possui uma fazenda...Mais uma vez a Folha de São Paulo publica nova denúncia. Ontem, durante campanha no Rio de Janeiro, Aécio foi questionado por jornalistas sobre o aeroporto de sua família. Aécio respondeu:  “O Estado de Minas não fez um, fez mais de 30 aeródromos”, afirmou. “Há uma exploração política É mais um míssil do jornal contra a candidatura de Aécio... A Folha, foi investigar e descobriu que Aécio mentiu, de novo! Só foram feitos dois, e ainda assim, para atender as fazendas de Aécio

Dos 14 novos aeroportos previstos para Minas Gerais pelo programa ProAero, criado por Aécio Neves (2003-2010), apenas dois saíram do papel: o Regional da Zona da Mata e o da cidade de Cláudio, onde a família do senador possui uma fazenda.

Nas cidades de Itabira, Sete Lagoas, Ouro Preto, Brumadinho, Lagoa da Prata, Barão de Cocais, Monte Santo de Minas, Mantena, Andrelândia, Chapada Gaúcha, Buenópolis e Volta Grande, as obras inicialmente idealizadas não foram executadas.

A construção do Aeroporto Regional da Zona da Mata teve início em 2005 e foi concluída em 2011. A companhia Azul opera voos comerciais no local para duas cidades.

A obra em Cláudio foi concluída em 2010, mas o empreendimento ainda não tem autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar com o público. Empresários da cidade dizem que a demanda por uso de aviões particulares é reduzida.

Desde o governo Aécio, 29 aeroportos receberam dinheiro público de Minas Gerais. Em 26 deles, o dinheiro foi aplicado em obras de ampliação e adequação de aeródromos que já existiam. Um novo aeroporto em Itajuba entrou na lista no ano passado, mas as obras ainda não começaram

Leia também: Aécio usou lei delegada para contratar parentes no governo de Minas

Questionado, Aécio não diz se usou aeródromo

 Em visita nesta sexta (25) à favela de Vigário Geral, na zona norte do Rio, o candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) evitou responder se alguma vez ele mesmo fez uso do aeroporto de Cláudio (MG).

A obra foi construída no terreno de um tio dele que foi desapropriado pelo governo do Estado no final de seu segundo mandato. “De novo? Essa matéria já foi mais que esclarecida.
 O Estado de Minas não fez um, fez mais de 30 aeródromos”, afirmou. “Há uma exploração política, e é natural que haja. Eu tenho a oferecer ao Brasil uma vida correta.”

Pista pavimentada em 2007 não tem registro até hoje

Um aeroporto cuja pista de pouso foi pavimentada pelo governo de Minas Gerais em 2007, quando o tucano Aécio Neves era o governador, até hoje existe sem registro na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o que impede que seja usado pelo público.

O aeródromo fica em Montezuma, uma cidade no norte do Estado em que a família do senador possui propriedades rurais. O município de 7.500 habitantes fica quase na divisa com a Bahia, a 750 km de Belo Horizonte. O senador é sócio da Perfil Agropecuária, dona das terras.

A pavimentação da pista custou R$ 309 mil, aos cofres públicos, segundo Aécio, mas o aeroporto não foi homologado como privado nem como público, apesar do investimento realizado com essa finalidade.Os Amigos do Presidente Lula

O PSDB, PSB, DEM e o medo de pesquisa desfavorável a seus candidatos



Datafolha, Sensus, IBOPE vivem antecipando dados de pesquisas e manipulando números contra Dilma, e o PT, não obstante, nunca tentou impedir os resultados das pesquisas desses institutos imundos.Agora, quando a pesquisa é contra os corruptos do PSB, PSDB, DEM num instante esses partidos de merda entram na Justiça com o fim de contestar o resultado.Na eleição ao governo do Paraná de 2010, o PSDB proibiu, com o aval da Justiça,  a divulgação de uma pesquisa do IBOPE. onde apontava Beto Richa lá atrás.Ainda esse ano, O PSB de Eduardo Campos tentou proibir uma pesquisa que deu seu candidato lá embaixo.Hoje, com medo que se repita 2010, onde Paulo Souto, do DEM, "liderou", segundo pesquisas compradas por ele, o pleito até a abertura das urnas, o DEM resolveu entrar na Justiça com o fim de proibir a divulgação de uma pesquisa da Vox Populi.Pelo jeito, esses partidecos só confiam em pesquisas quando lhe favorecem. Façam-me o favor, bando de vagabundos! 


Segue a notícia:


“O Vox Populi está sob suspeição na Bahia. Na semana passada, o registro de uma pesquisa com o questionário cheio de vícios, objetivando favorecer o candidato petista a governador, inabilitou esse instituto a realizar qualquer consulta eleitoral em nosso estado. Portanto, uma nova tentativa de pesquisa do Vox Populi será alvo de ação judicial”, avisa o presidente da coligação “Unidos pela Bahia”, José Carlos Aleluia.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Eduardo Campos paga o pior salário de professor doo Brasil

Essa é boa!

Candidatura Aécio claudicou: o dia em que o tucano gaguejou no JN




A candidatura de Aécio claudicou. Tive essa nítida sensação na noite da última segunda-feira, 21.07, quando vi, na TV, o candidato gaguejar feio no Jornal Nacional no instante em que era indagado, em meio a um evento de campanha, cercado por correligionários, sobre o caso do "aeroporto" construído em terras desapropriadas de um seu tio-avô, no tempo que ainda era governador de Minas.
Foi constrangedor. Embaraçoso. Vergonhoso. Apesar de estar ali cercado por correligionários, alguns destes por sinal velhas raposas da política mineira, Aécio parecia um infante abandonado. O sorriso amarelou, o rosto empalideceu, os gestos eram como os de um afogado. A sombra do seu avô, já falecido, não poderia lhe acolher naquele momento de apuro. FHC também não estava ali, para lhe dizer o que falar ou como proceder – tampouco o “amigo” José Serra.
Repito, para aqueles que ainda não atentaram para a gravidade do episódio: Aécio Neves, candidato à Presidência pelo PSDB, gaguejou, em close up, em rede nacional, no horário nobre da TV, diante de milhões de telespectadores!
E por que teria gaguejado o candidato Aécio? Porque a denúncia era verdadeira e ele se sentiu impactado, embaraçado, quando colocado contra a parede? Ou apenas porque é ainda um candidato “verde”, sem o couro curtido ou o dorso felpudo das velhas raposas? Por que gaguejou Aécio Neves? Engasgado pela culpa?
O fato é que Aécio demonstrou, indubitavelmente, incapacidade de assimilar, impávido, com galhardia, o primeiro golpe que levou – isso, note bem, no primeiro round de uma disputa para a Presidência que anuncia-se longa e renhida.
Sempre achei Aécio um candidato fraco, inepto. E apesar de ser essa apenas uma opinião, pessoal e intransferível, talvez eu já não esteja tão sozinho assim com relação a essa minha primeira avaliação. Muito provavelmente, alguns tucanos já devem estar se questionando a essa altura, em suas reflexões mais íntimas, se escolheram de fato o homem certo para disputar a Presidência da República contra o PT.
A denúncia é grave e pode estar a nos gritar que Aécio, apesar de “verde”, digamos assim, age como se para lá de “maduro” estivesse – “maduro”, no sentido corrompido do termo, ao governar com práticas e modos anacrônicos, dos velhos coronéis. Pois, ao que indica a denúncia, se confirmada/comprovada, Aécio cometeu o velho pecado do patrimonialismo, do clientelismo. O de se utilizar da máquina e dos recursos públicos para fins privados.
O governo de Minas Gerais teria desapropriado parte de uma fazenda pertencente a um parente do então governador para ali fazer um simulacro de aeroporto – está mais para uma pista de pouso – e assim facilitar-lhe a vida e os negócios, seus e de seus parentes.
O candidato pode estar demonstrando nesse episódio, sejamos honestos, ser um político ainda sem o estofo necessário para disputar uma eleição para a Presidência, mas... Foi o escolhido pelo PSDB. E, como diziam os antigos: quem pariu Mateus que o embale.
No que interessa à sociedade, ao espírito republicano e à legalidade dos fatos, a questão será avaliada pelo Ministério Público que deverá investigar e decidir se o Aécio governador, ao desapropriar terras no pequeno município de Cláudio para a construção de um “aeroporto”, estava pensando e agindo de acordo com os interesses de Minas – ou dos seus próprios e da sua família. E, mais ainda, por fim, se os recursos dispendidos pelo Estado foram bem utilizados a serviço da coisa pública.

Lula Miranda

Poeta, cronista e economista. Publica artigos em veículos da chamada imprensa alternativa, tais como Carta Maior, Caros Amigos, Observatório da Imprensa e Fazendo Média

Globo apronta de novo: Promotor desmente Aécio sobre aeroporto e JN corta na edição.



O promotor de Minas Eduardo Nepomuceno foi ouvido pela TV Globo sobre o aeroporto e disse: "É preciso entender porque houve a necessidade da construção de uma pista de pouso na cidade de Cláudio, de um aeroporto, considerando que não é uma cidade de grande porte, e sendo que a região é provida ali na cidade de Divinópolis, há 50km de distância, de um aeroporto com todas as condições de atender, aparentemente, a região".

Essa questão levantada pelo promotor desmente as declarações de Aécio Neves (PSDB) de que o caso estaria encerrado por suposta regularidade burocrática na desapropriação das terras do tio, onde foi construído o aeroporto.

Esse trecho foi ao ar (corretamente) no telejornal de menor audiência da Rede Globo, o "Bom Dia Brasil", na edição da manhã do dia 22 de julho. Note que a entrevista havia sido gravada no dia anterior (21).

Mas no Jornal Nacional (JN) da noite anterior, de maior audiência, escondeu a entrevista gravada com o promotor. Colocou apenas o repórter em frente ao prédio do Ministério Público, narrando o seguinte trecho que suaviza para o lado de Aécio Neves: "Com base na reportagem, o Ministério Público de Minas decidiu abrir uma apuração sobre a construção do aeroporto de Cláudio. O promotor Eduardo Nepomuceno de Souza afirma que vai investigar o fundamento administrativo para a desapropriação e o real interesse público para a construção".

O JN simplesmente deu sumiço à informação sobre já existir o aeroporto de Divinópolis que atende a cidade de Cláudio, escondendo do telespectador o motivo principal pelo qual Aécio está sendo questionado no MP: Ele construiu o aeroporto a 6 km de sua fazenda com dinheiro público para atender seu interesse privado?

O JN gastou um tempão lendo nota oficial de quem não quis dar entrevistas em vez de levar ao ar quem deu entrevista. E gastou o resto do tempo mostrando uma fala ensaiada (e mesmo assim saiu gaguejante) do senador tucano para se defender em frente as câmeras, focando só na suposta regularidade burocrática da desapropriação da terra do tio, sem citar o aeroporto de Divinópolis e sem citar que Aécio tem fazenda em Cláudio, onde passeia e considera o seu "palácio de Versalhes". Por isso existe também o interesse privado sendo resolvido com dinheiro público.

Depois disso, o JN não voltou mais ao assunto, apesar de Aécio ter dado outra declaração à imprensa durante a tarde, se recusando a responder se usou ou não o aeroporto de Cláudio, para não se incriminar.

A TV Globo deu um vexame para blindar o tucano comparável ao jornalismo bolinha de papel nas eleições de 2010.Os Amigos do Presidente Lula

O PiG e o jornalismo de esgoto


O PiG faz de tudo para animar a candidatura de Eduardo Campos, e constranger a de Dilma, nem que para isso distorça os fatos, escreva inverdades.Foi ridícula a matéria da Folha de S. Paulo, Folha de Pernambuco, Jornal do Comércio, Estadão e até mesmo do site Brasil-247, que embarcou na onda dos jornalões, no dia de hoje. Falo sobre o funeral de Ariano Suassuna.Hoje, durante o velório do escritor, grande parte do público cantou Madeira de Rosarinho, um dos hinos do Carnaval de Pernambuco, e uma das músicas preferidas de Ariano, que a cantava sempre nos comícios de Arraes, Lula, Eduardo.Pois bem, foi só o público cantar a música que o PiG espalhou pelos seus sites, pelos seus blog que o pessoal estava cantando para constranger Dilma.Mentira! Madeira de Rosarinho é entoada até por criança de 4 anos, em qualquer ambiente que é a mesma executada, quer seja em velório, carnaval, festival, comício, cemitério. A múcica, como quer fazer crer o PiG, não é propriedade do PSB, é de todos.Curioso é que o mesmo PiG, que tenta insinuar que Dilma por onde passa é rejeitada, não escreveu um linha sobre o Cazá, Cazá, o grito de guerra da torcida do Sport Recife, clube de coração de Ariano Suassuna, que também foi cantada na mesma hora.Mas sabe por que o PiG silenciou nessa questão? Simplesmente porque Eduardo Campos é torcedor fanático do Náutico. Ora, se Madeira do Rosarinho constrangeu Dilma, é lógico concluir que o cazá, cazá  do Sport constrangeu Eduardo Campos, já que ele é torcedor do Náutico.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Eita! O bicho vai pegar


Janot aceita investigar suposta propina do PSB

Pernambuco 247 - A suposta oferta de propina para que o Pros apoiasse a campanha de Paulo Câmara, candidato a governador do Estado e escolhido do presidenciável Eduardo Campos será investigada pelo Ministério Público Eleitoral em Pernambuco. Procuradores federais no Recife é que vão apurar o caso, segundo divulgou o procurador geral da República, Rodrigo Janot.
Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a Polícia Federal só vai entrar na apuração se houver pedido formal dos procuradores eleitorais ou da Justiça Eleitoral. "No caso de crimes eleitorais, a PF não tem poder de solicitar inquérito de ofício. Essa é uma resolução do TSE [Tribunal Superior Eleitoral]", explicou.
O Ministério da Justiça coordena uma rede de 43 laboratórios contra a lavagem de dinheiro e corrupção, usados por representantes do Ministério Público e policiais em diferentes estados, além da Receita Federal. Esses laboratórios já analisaram operações financeiras que somam R$ 20 bilhões.
O deputado federal José Augusto Maia (Pros-PE) relatou ao jornal Folha de S. Paulo que recebeu e recusou oferta de vantagem financeira para que seu partido integrasse formalmente a coligação do candidato de Campos em Pernambuco. A outros deputados, Maia afirmou que a oferta foi de R$ 6 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões seriam reservados a ele (leia mais).
Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira, Paulo Câmara negou que tenha havido qualquer negociação para obter o apoio do Pros, e informou que está tomando "todas as medidas judiciais cabíveis" contra o deputado José Augusto Maia. 
Confira a íntegra da nota.
"A matéria publicada hoje (23/07), pelo jornal Folha de São Paulo, ao citar o meu nome, sugere, irresponsavelmente, a associação da minha imagem a uma suposta ação criminosa. Em função da matéria publicada por esse jornal, baseada em denúncia formulada por um parlamentar pernambucano, sinto-me obrigado a me posicionar em defesa da minha honra e credibilidade, o maior patrimônio que construí ao longo da minha vida.
É importante destacar, que o deputado José Augusto Maia, que serviu como fonte da reportagem, responde a duas ações criminais por fraude em licitação e formação de quadrilha, e foi condenado, pela justiça pernambucana, em abril deste ano, por improbidade administrativa, tendo os seus direitos políticos suspensos pelo prazo de três anos, além da condenação e dos processos em andamento no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. Importante também ressaltar a relação histórica de amizade e apoio de José Augusto Maia ao nosso adversário direto, o ex-empresário Armando Monteiro Neto, que desde as primeiras horas do dia da publicação da matéria tenta tirar proveito eleitoral do assunto.
O que me parece mais grave é a tentativa caluniosa de me descredibilizar. Sou servidor público há 22 anos, com uma trajetória séria e reconhecida. Nunca, em nenhum momento, fui vítima de qualquer ação que questionasse os princípios que levo, de casa, à vida pública: honestidade, correção, respeito, senso de justiça. Daí a minha mais profunda indignação diante deste episódio. Será que, pela condição de candidato ao governo, devo ser exposto publicamente por conta da má fé de elementos como o referido senhor? Atitudes assim envergonham a atividade política e, pior, buscam arrastar para os espaços nebulosos, onde atua um "ficha-suja", pessoas que estão na vida pública apenas com o intuito de exercer sua vocação e atender a uma convocação.
Figuras como José Augusto Maia devem ser banidas da política, como já foi determinado pela justiça. Portanto, em meu nome, da minha família e de todos aqueles a quem represento, nesta caminhada, como cidadão e homem público, anuncio que estou tomando todas as medidas judiciais cabíveis contra José Augusto Maia e todos os envolvidos nesta nefasta e inadmissível atitude. Mais do que uma retaliação, do mais baixo nível, como se poderia esperar, pelo seu autor, fui vítima de um golpe que me obriga a reagir, imediatamente, e com força proporcional - não necessariamente à repercussão, mas à intenção.
Tenho uma missão a cumprir e assim será. Estou convencido de que o ocorrido servirá apenas para nos fortalecer nesta luta, contra adversários desleais. Manteremos o rumo e, apesar da indignação, não perderemos a serenidade. Pernambuco conta comigo. E estou cada vez mais firme na decisão, coletiva, de vencer com trabalho e respeito."

Enquanto isso no ninho tucano...

- O CERCO SE FECHA: Fazenda de tio de Aécio já foi flagrada com trabalho análogo à escravidão.

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analogo
Oitenta trabalhadores em destilaria da família Tolentino foram resgatados, em 2009, em área ao lado do aeroporto construído por Aécio.

Múcio Guimarães Tolentino, 88 anos, é tio-avô de Aécio Neves. Ex-prefeito da cidade de Cláudio, no interior de Minas Gerais, é dono da fazenda Santa Isabel, que o governo mineiro, em 2010 – então sob a gestão do sobrinho -, escolheu desapropriar uma parcela para construir um aeroporto a um custo de R$ 14 milhões. Segundo a Folha de S.Paulo publicou, o acesso à pista, embora seja pública, é controlado pela família Tolentino.

O caso revelado até agora pela “Folha” já demonstra que Cláudio pode ser um grande problema para a campanha de Aécio Neves, mas a “ficha corrida” da fazenda Santa Isabel e as relações entre os Tolentino e o ex-governador do Estado trazem outros elementos, que rescendem a uma mistura entre o público e o privado e remontam a tristes lembranças da herança escravocrata que ajudou a consolidar relações de poder no estado mineiro.
Apoio à família
Em 2005, a Destilaria Alpha, que tinha como representante legal Marcelo de Campos Tolentino, contou com apoio direto do governador para reativar sua atividade industrial de produção de álcool combustível. Consta do Diário Oficial do Estado de Minas, em 28 de setembro de 2005, protocolo de intenções entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais com assinatura do próprio governador Aécio Neves, que previa “viabilizar a reativação da Alpha, de sua unidade industrial localizada no município de Cláudio (MG), destinada à produção de álcool combustível hidratado”.
O documento previa a possibilidade de empréstimos à Destilaria Alpha. O representante legal da empresa foi Marcelo de Campos Tolentino, que embora com telefone e residência na capital Belo Horizonte, tem raízes na cidade de Cláudio. O empresário já contribuiu com campanha eleitoral de Aécio, tendo doado R$ 1 mil na sua primeira eleição para governador, em 2002. Já Marina Tolentino ocupou o cargo de diretora financeira na Alpha Destilaria.
Ministério flagra trabalho análogo à escravidão
textoQuatro anos depois, a mesma empresa que fora reativada com a ajuda do governador, foi flagrada com trabalhadores em situação análoga à escravidão. Fiscalização do MTE resgatou 80 deles nas fazendas Santa Isabel e Santo Antônio. A notícia, à época, não ganhou as manchetes dos jornais.
Em junho de 2013, a Alpha passou a figurar no cadastro de empregadores flagrados com mão de obra análoga à de escravo, a chamada “lista suja” do Ministério do Trabalho. Fazer parte dessa lista impede, por exemplo, que empresas contratem empréstimos junto a bancos públicos federais ou que possam fornecer produtos para mais de 400 empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, com a Petrobras.
(reprodução EntreFatos) link fonte
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Mais uma derrota dos tucanos corruptos

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,por-unanimidade-tcu-livra-dilma-de-processo-sobre-pasadena,1532987
 

O TCU, por unanimidade, isentou Dilma pela compra da Refinaria de Pasadena. Isso prova que a mulher mais importante do país nada teve a ver com a negociação.Inobstante Dilma ficar livre, ainda acredito que a compra da refinaria, na época da transação, foi benéfica para o Brasil.Certamente os diretores condenados vão reverter a condenação quando levar o caso ao Poder Judiciário.Ruim mesmo foi para os tucanos, que pretendiam explorar o caso eleitoralmente.Perderam Boys! Se virem para explicar o caso do aeroporto da família.

Leia a matéria do Estadão aqui.

Vai com Deus, Ariano

“Eles não sabem o que é felicidade, porque felicidade é torcer pelo Sport.” - Ariano Suassuna (1927-2014)
Foto: “Eles não sabem o que é felicidade, porque felicidade é torcer pelo Sport.” - Ariano Suassuna (1927-2014)

Aeroporto de Aécio, abalou a campanha tucana, diz jornal Estadão



Aécio Neves, voltou a defender nesta terça-feira, 22, a construção, do  aeroporto em terreno de seu tio  no município de Cláudio, no interior do Estado, quando ele era governador

A campanha tucana convocou a imprensa, mas Aécio se recusou a responder a perguntas feitas pelos jornalistas que estavam no comitê central, em São Paulo. O candidato fez apenas uma declaração sobre a legalidade da obra, sem dizer se fez ou não uso do aeroporto, que fica a 6 quilômetros da fazenda de sua família.

Reportagem publicada no domingo pelo jornal Folha de S.Paulo revelou que o governo mineiro gastou quase R$ 14 milhões na construção do aeroporto de pequeno porte na área que pertenceu ao tio-avô de Aécio, Múcio Guimarães Tolentino, ex-prefeito de Cláudio. Conforme a reportagem, um dos filhos de Múcio, Fernando Tolentino, disse que o próprio Aécio, seu primo, usa a pista sempre que visita a cidade.

No rápido pronunciamento, Aécio acusou o PT de estar por trás da divulgação do caso.

Abalo.

O caso do aeroporto abalou a campanha tucana. Aécio cancelou sua agenda nesta terça e passou o dia em Belo Horizonte articulando sua defesa.  Embora digam oficialmente que não há crise na campanha, aliados do senador admitem reservadamente que o sinal amarelo foi aceso depois que o caso foi repercutido pelo Jornal Nacional, da Rede Globo.

A estratégia para sair da defensiva já foi traçada: culpar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pelo vazamento e o PT pela propagação da história e por tentar politizar a denúncia. “Esse assunto ocorreu em 2010. A denúncia foi feita, claro, por vazamento de algum órgão de governo que tenha a informação e controla o funcionamento do aeroporto”, disse o senador José Agripino (DEM-RN), coordenador da campanha de Aécio, sem citar nominalmente a agência.

A Anac anunciou que vai apurar se aviões pousaram ou decolaram da pista em Cláudio, pois o aeroporto não tem autorização do órgão para operar.

O PT entrou nesta terça com um pedido para que a Procuradoria-Geral da República abra inquéritos civil e criminal para investigar se houve irregularidades cometidas pelo candidato do PSDB. A sigla solicita que sejam apurados práticas de improbidade administrativa, crimes de peculato, prevaricação e outros.

Na capital mineira, o promotor Júlio César Luciano, do Ministério Público estadual, disse que instaurou um procedimento prévio de investigação para apurar o caso.Os amigos do Presidente Lula