sábado, 22 de novembro de 2014

Homem dos U$$ milhões de dólares rouba desde o início do governo FHC

Já notaram que a oposição está calada após a sétima fase da Operação Lava Jato? Pois é. O que tem de tucano, demo, pessebista, verde no esquema não está no gibi.

Depois de ter causado espanto ao declarar que devolveria uma fortuna de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 252 milhões), obtidos irregularmente, aos cofres públicos, o ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco admitiu que recebe propina há 18 anos, desde o início da era FHC, por meio de contratos da estatal. Esse é o motivo, segundo ele, para ter conseguido acumular tamanha fortuna.
Na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse sentir "vergonha" do que está acontecendo na Petrobras. "Tenho vergonha como brasileiro, tenho vergonha de dizer o que está acontecendo na Petrobrás", afirmou.
Barusco admitiu, em delação premiada, que desvia verbas por meio de contratos na estatal do petróleo desde 1996, segundo ano do governo do ex-presidente tucano. Ele também confirmou ter recebido US$ 22 milhões em propina apenas da holandesa SBM Offshore, que trabalha com afretamento de navios-plataforma.
O ex-gerente da Petrobras negou, durante depoimento, que parte do dinheiro desviado por ele era destinado a algum partido ou políticos. "Esta era a parte da casa", afirmou. Apontado como um dos supostos cúmplices do ex-diretor da estatal Renato Duque, preso na sexta-feira 14, ele conta também ter contratado empresas sem licitação, prática que foi permitida por meio de uma lei do governo FHC.
Barusco teve participação em todos os grandes projetos da Petrobras na última década, entre eles a refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Em 2006, logo após a compra pela Petrobras de 50% da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, ele tentou favorecer a Odebrecht, contratando a empresa para a ampliação da refinaria sem processo de licitação. Ele alegou que a companhia era a única brasileira com experiência para o trabalho e obteve o apoio dos diretores. A obra no valor de US$ 2,5 bilhões, porém, foi rejeitada pelos sócios belgas.
O volume de dinheiro a ser devolvido pelo engenheiro aos cofres públicos é o maior já obtido por um criminoso na história do País. O acordo de delação premiada foi firmado por ele antes de a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, vir à tona. Ele decidiu colaborar com a polícia assim que foi avisado que seria denunciado, conseguindo, dessa forma, se livrar da cadeia.Brasil 247;

Veja tentar consumar o golpe.Dilma reage


Dilma avisou:não vai sobrar pedra sobre pedra.

247 - Já ficou manjado, de tão repetitivo. A cada semana, a revista Veja, da Editora Abril, tentará um novo golpe contra a presidente Dilma Rousseff.

Depois de passar pela maior humilhação da história do jornalismo brasileiro, ao ser condenada a publicar um direito de resposta em pleno dia de votação, por tentar, segundo a Justiça, manipular a opinião pública, Veja atacou novamente, neste fim de semana.

A "bomba" é um email de Paulo Roberto Costa para a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em que o ex-diretor da Petrobras trata de restrições do Tribunal de Contas da União às obras da Refinaria Abreu e Lima. Na mensagem, Costa propõe que o tema passe pelo Congresso. Segundo Veja, naquele momento, Dilma poderia ter feito parar o chamado "petrolão".

Em nota, o Palácio do Planalto reagiu. "Depois de tentar interferir no resultado das eleições presidenciais, numa operação condenada pela Justiça eleitoral, Veja tenta enganar seus leitores ao insinuar que, em 2009, já se sabia dos desvios praticados pelo senhor Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobras demitido em março de 2012 pelo governo da presidenta Dilma", diz o texto. "As práticas ilegais do senhor Paulo Roberto Costa só vieram a público em 2014, graças às investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público."

Leia, abaixo, a íntegra da nota do Palácio do Planalto:

NOTA À IMPRENSA

A reportagem de capa da revista Veja de hoje é mais um episódio de manipulação jornalística que marca a publicação nos últimos anos.

Depois de tentar interferir no resultado das eleições presidenciais, numa operação condenada pela Justiça eleitoral, Veja tenta enganar seus leitores ao insinuar que, em 2009, já se sabia dos desvios praticados pelo senhor Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobras demitido em março de 2012 pelo governo da presidenta Dilma.

As práticas ilegais do senhor Paulo Roberto Costa só vieram a público em 2014, graças às investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. 

Aos fatos:

Em 6 de novembro de 2014, Veja procurou a Secretaria de Imprensa da Presidência da República informando que iria publicar notícia, “baseada em provas factuais”, de que a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, recebeu mensagem eletrônica do senhor Paulo Roberto Costa, então diretor da Petrobras, sobre irregularidades detectadas em 2009 pelo Tribunal de Contas da União nas obras da refinaria Abreu e Lima. O repórter indagava que medidas e providências foram adotadas diante do acórdão do TCU. A revista não enviou cópia do e-mail.

No dia 7 de novembro, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República encaminhou a seguinte nota para a revista:

Em 2009, a Casa Civil era responsável pela coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Assim, relatórios e acórdãos do TCU relativos às obras deste programa eram sistematicamente enviados pelo próprio tribunal para conhecimento da Casa Civil.

Após receber do Congresso Nacional (em agosto de 2009), do TCU (em 29 de setembro de 2009) e da Petrobras (em 29 de setembro de 2009), as informações sobre eventuais problemas nas obras da refinaria Abreu e Lima, a Casa Civil tomou as seguintes medidas: 

a. Encaminhamento da matéria à Controladoria Geral da União, em setembro de 2009, para as providências cabíveis;

b. Determinação para que o grupo de acompanhamento do PAC procedesse ao exame do relatório, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia e a Petrobras;

c. Participação em reunião de trabalho entre representantes do TCU, Comissão Mista de Orçamento, Petrobras e MME, após a inclusão da determinação de suspensão das obras da refinaria Abreu e Lima no Orçamento de 2010, aprovado pelo Congresso.

Nesta reunião, realizada em 20 de janeiro de 2010, “houve consenso sobre a viabilidade da regularização das pendências identificadas pelo TCU” nas obras da refinaria Abreu e Lima (conforme razões de veto de 26 de janeiro de 2009). Foi decidido, também, o acompanhamento da solução destas pendências, por meio de reuniões regulares entre o MME, o TCU e a Petrobras.

A partir daí, o Presidente da República decidiu pelo veto da proposta de paralisação da obra, com base nos seguintes elementos:

1) a avaliação de que as pendências levantados pelo TCU seriam regularizáveis;

2) as informações prestadas em nota técnica do MME que evidencia os prejuízos decorrentes da paralisação; e

3) o pedido formal de veto por parte do então Governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Este veto foi apreciado pelo Congresso Nacional, sendo mantido.

A partir de 2011, o Congresso Nacional, reconhecendo os avanços no trabalho conjunto entre MME, Petrobras e TCU, não incluiu as obras da refinaria Abreu e Lima no conjunto daquelas que deveriam ser paralisadas.

E a partir de 2013, tendo em vista as providências tomadas pela Petrobras, o TCU modificou o seu posicionamento sobre a necessidade de paralisação das obras da refinaria Abreu e Lima”.

A inconsistência da reportagem de Veja é evidente. As pendências apontadas pelo TCU nas obras da refinaria Abreu e Lima já haviam sido comunicadas, em agosto, à Casa Civil pelo Congresso e foram repassadas ao órgão competente, a CGU.

Como fica evidente na nota, representantes do TCU, Comissão Mista de Orçamento do Congresso, Petrobras e do Ministério de Minas e Energia discutiram a solução das pendências e, posteriormente, o Congresso Nacional concordou com o prosseguimento das obras na refinaria.

Mais uma vez, Veja desinforma seus leitores e tenta  manipular a realidade dos fatos. Mais uma vez, irá fracassar.

SECRETARIA DE IMPRENSA
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Medo das apurações da “Operação Lava-Jato”, faz Aécio e PSDB se calarem


Parece que a oposição parou de cornetar a presidente Dilma, depois do peso que a “Operação Lava Jato” tomou, até os partido novatos, pararam de destilar veneno contra o Planalto. Ninguém arrisca dizer, até aonde a Policia Federal, vai com essas investigações, e como diz o Lula, “nunca na historia desse pais”, se viu corrupção nessas proporções. Não se houve nem um “A lá lá Oh”, nem se ouve nem um burburinho.

Parece que esse esquema nasceu a mais de 16 anos, e vem respingando no governo Fernando Henrique Cardoso, antecessor ao petista, e até se apurar todo esse estrume, que não para de exalar, ninguém quer ficar arrotando lição de moral. Direita e Esquerda desse pais, estão manchadas com esse escândalo sem precedentes, e até que se apure 100% das coisas, não se pode apontar culpados. O que assistimos, é um show de disse me disse, sem se ter provas de muita coisa. Extraordinário, é a operação que prendeu os grandes presidentes de empreiteiras, que ficaram todos eles enjaulados, dormindo em colchonetes, comendo caviar e reclamando do calor; até porque nem tudo é perfeito.

Já a estrela desse texto, o PSDB e sua trupe de “Trapalhões”, pararam de vez, com o show na TV, aquela novela de “moralidade”, que parecia emanar um puro branco falso, mais um pouquinho, se transformariam em algo “celestial”; e não podemos esquecer, que Lúcifer era um anjo. Agora é só esperar, quem de ambos os lados, vão ser pichados pelo “Lava Jato” sem freio, até lá, a oposição não vai cantar samba enredo algum, vão andar pianinho, um silencio ensurdecedor. Plantão Brasil.

Recordar é viver: Gilmar Mendes é acusado de sonegação fiscal e desfalque


Segunda capa de Gilmar Mendes em duas semanas: ministro do STF retratado em polêmicas às vésperas do julgamento do mensalão
Há exatas duas semanas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes figurou em reportagem destacada na capa da revista Veja, segundo a qual ele e o ex-presidente Lula se desentenderam sobre o julgamento do mensalão, a ser iniciado em 1º de agosto. Surgiram versões conflitantes sobre o episódio, ocorrido no escritório do ex-ministro do STF Nelson Jobim, em Brasília. Hoje (sábado, 9), o ministro volta a estampar – desta vez na reportagem principal –, agora como protagonista de nova polêmica, a capa de outra revista de circulação nacional:CartaCapital, de linha editorial oposta àquela publicação. Intitulada “Cobras e lagartos” – na capa, “Fraude na escolinha do professor Gilmar” –, a matéria revela a ação judicial em que um ex-sócio de Gilmar Mendes no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) acusa o ministro de desfalque e sonegação fiscal.


Segundo o ex-procurador-geral da República Inocêncio Mártires Coelho, o ministro Gilmar Mendes é o responsável pela situação de pré-falência do IDP – que, criado em 1998 na casa do próprio Inocêncio, faturou mais de R$ 2,4 milhões, entre 2000 e 2008, com contratos firmados sem licitação com órgãos do governo federal. Em acusação formalizada na Justiça em 12 de agosto de 2010 – e que passou a tramitar em segredo de Justiça em abril de 2011 –, Inocêncio demonstra que Gilmar fez retiradas ilegais e desfalcou o caixa do IDP, sonegou impostos e exigiu “‘pedágio dos outros sócios para servir, como ministro do STF, de ‘garoto propaganda’ da instituição educacional. Tudo ao arrepio da Lei Orgânica da Magistratura, que veda aos juízes o exercício de outra atividade a não ser a de professor”.
Lembrando que Inocêncio, sócio-fundador do instituto, foi professor de pós-graduação de Gilmar Mendes na Universidade de Brasília, a reportagem de CartaCapital diz que o ministro agora quer atribuir ao ex-orientador a derrocada financeira do IDP, cujas contas apresentaram maus resultados em 2010. Antes da querela judicial, destaca a revista, o sócio-fundador era tratado por Gilmar nos anos 1990 como o “querido, respeitável e generoso professor Inocêncio”, como registra trecho da ação.
“Contra ele [Inocêncio] se uniram Mendes e o terceiro sócio, Paulo Gustavo Gonet Branco, procurador-regional da República. Formalmente, o ministro encabeçou o movimento para afastar o procurador aposentado da função [de sócio-administrador, cargo exercido desde a fundação do IDP], porque pretendia levar a cabo uma ‘reformulação empresarial’ no IDP após a instituição apresentar maus resultados financeiros em 2010. Na última década, o IDP havia se transformado em uma máquina de arrecadar dinheiro, beneficiado em boa medida por convênios com órgãos públicos”, diz trecho da reportagem.
A revista, que registra cópias de trechos do processo e de uma auditoria nas contas do IDP, destaca textualmente as acusações de Inocêncio. “‘Nalgumas (sic) vezes, quando alegava estar precisando de dinheiro para custear festas familiares cujas despesas excediam as forças do seu erário particular, o sócio Gilmar Mendes fazia retiradas mais significativas, na expectativa de acertos futuros, que, efetivamente, jamais ocorreram’. Em outras palavras, o ministro é acusado de dar desfalques na sociedade”, diz a revista, acrescentando que o ex-procurador-geral também acusa Gilmar Mendes de montar um esquema de cobrança de comissões sobre patrocínios e eventos fechados com o IDP.
“Quadro desolador”
Sobre a auditoria, concluída em 18 de outubro de 2010 por uma consultoria do Rio de Janeiro, a matéria registra que revelou-se “um quadro desolador nas contas do instituto, ao contrário daquilo que o ministro costuma propagandear entre seus pares e pela pena de jornalistas amigos. Em 2008, Mendes havia colocado no cargo de diretor-geral um coronel da Aeronáutica, Luiz Fernandes, que se mostrou um desastre administrativo. Quando descobriu o tamanho do buraco deixado pelo auxiliar, jogou a responsabilidade no colo de Coelho”.
A auditoria foi contratada pelo próprio Gilmar, e depois anexada por Inocêncio aos autos do processo – ou seja, apensada como peça documental contrária ao próprio cliente. “De acordo com a auditoria, o que de mais grave ocorria eram as ‘remunerações extras’, eufemismo usado pelos auditores para as retiradas ilegais, conforme denunciou Coelho. [...] o valor pago como ‘remuneração bruta’ chegava a 14% da folha do instituto, e era feita ‘por fora’, ou seja, de forma criminosa, por meio da sonegação de impostos”, diz outro trecho da reportagem – cuja ilustração de capa, embora sob o gracejo do título alusivo à Escolinha do Professor Raimundo, do saudoso Chico Anysio, mostra um concentrado ministro Gilmar lendo algo no Plenário do STF, com a montagem de um capelo (chapéu de acadêmico) na cabeça.
Silêncio caro
Por fim, a revista revela que o ministro e o terceiro sócio do instituto, Paulo Gustavo Gonet, pagaram “exatos 8 milhões e 1 reais” para comprar as cotas de Inocêncio no comando societário do IDP, como forma de “sepultar o processo” e viabilizar a substituição de Inocêncio por uma administradora não sócia do instituto – possibilidade contestada pelo ex-sócio, mas em parecer defendida (encomendado como “peça de encomenda”, segundo a defesa de Inocêncio) pela Advocacia-Geral da União. Com o pagamento, acreditavam as bancas de advogados envolvidas na disputa judicial, o imbróglio seria abafado e o “silêncio” do ex-procurador-geral, assegurado.
CartaCapital diz ter procurado Gilmar Mendes para comentar o assunto, mas recebeu uma “nota lacônica” em nome da assessoria do IDP. Na resposta, diz-se que “irregularidades detectadas” pela auditoria foram devidamente “sanadas”. “[A assessoria] afirma ainda que os 8 milhões de reais pagos ao ex-sócio foram levantadas graças a um empréstimo bancário”, diz a revista, mencionando ainda que o empréstimo de R$ 3 milhões conseguido pelo ministro junto ao Banco do Brasil, em 2005, para construir o prédio do IDP veio de um fundo “destinado a estimular a produção de alimentos em zonas rurais”.

Tucano diz que nunca se roubou tão pouco no Brasil



Este artigo do empresário Ricardo Semler, tucano de carteirinha, é de leitura obrigatória para os coxinhas e para o escroque Gilmar Mendes. Nunca vi uma pessoa abordar tão bem esse assunto de corrupção. É o que venho dizendo: em se comparando o Esquema do Banestado com o esquema da Petrobras, esse é crime de bagatela.Quem já leu Operação Banqueiro, de Rubens Valente, A CPI do Anão do Orçamento, de Fernando Rodrigues, A Privataria Tucana, de Amaury Júnior, o Príncipe da Privataria, de Palmério Dória, Brasil Privatizado, de Aluísio Biondi, As Mentira das Urnas, de Maurício Dias, Cabeça de Planilhas, de Luis Nassif sabe do que estou falando.O problema que a maioria das pessoas(principalmente da classe alta e classe média) é desinformada, não sabe de nada.Só sabe ler Veja, Estadão, Folha, Época, O Globo, ISTOÉ e assistir ao Jornal Nacional.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

É Fantástico!

Eu sabia disso

Janot: PSDB tentou interferir no processo eleitoral. Advogado de Youssef operava para o PSDB




O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em entrevista para a Folha de São Paulo, conta o que todos sabemos, só que ainda não tinha sido falado por uma autoridade: Aécio Neves (PSDB), tentou vencer a eleição presidencial a qualquer custo, na base do vale tudo.Não conseguiu. Agora, convoca passeatas para pedir intervenção militar e  impeachment da presidenta Dilma. Para o jornal, Janot, disse:

Estava visível que queriam interferir no processo eleitoral. O advogado do Alberto Youssef operava para o PSDB do Paraná, foi indicado pelo [governador] Beto Richa para a coisa de saneamento [Conselho de administração da Sanepar], tinha vinculação com partido. O advogado começou a vazar coisa seletivamente. Eu alertei que isso deveria parar, porque a cláusula contratual diz que nem o Youssef nem o advogado podem falar. Se isso seguisse, eu não teria compromisso de homologar a delação.

E disse ainda....

O sistema republicano e a Justiça começam a mudar de paradigma. A Justiça de três, quatro anos para cá, não é mais uma justiça dos três Ps, de puta, de preto, de pobre. Ela está indo em cima de agente político e de corruptor. Acho que essas novas operações e prisões serão o grande propulsor da reforma política. E esse sistema é corruptor mesmo, se continuar esse sistema não vai mudar nada, pois vamos derrubar essas pessoas e outros virão ocupar esses espaços. O efeito que estou apostando é a reforma política.Os Amigos do Presidente Lula

Requião pede afastamento de delegados que fizeram campanha


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Na quinta-feira passada, 13 de novembro, a reportagem de Júlia Duailibi, publicada em O Estado de S. Paulo, revelou que, no período eleitoral, quatro delegados da Polícia Federal usaram o Facebook para atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff, que disputava a reeleição, e apoiar Aécio Neves, do PSDB.
Os quatro são responsáveis pela Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, e a eles foram feitas delações premiadas, cujo suposto conteúdo foi “vazado” no período eleitoral.
A imprensa deu pouca importância ao caso, observa Janio de Freitas, que afirma mais:
A megaoperação das prisões precipitou-se sobre o caso dos delegados e sua sugestiva atitude, abafando-o.
A megaoperação, com toda a cinematografia própria da polícia federal brasileira, foi desfechada apenas 24 horas depois que os delegados responsáveis pelo caso Petrobras apareceram comprometidos, como autores, com manifestações explicitamente agressivas contra Dilma e Lula. E de apoio a Aécio Neves.
“O comportamento desses delegados não anula a existência nem diminui um fato grave, que é o escândalo da Petrobras, mas compromete a investigação”, diz ao Viomundo o senador Roberto Requião (PMDB-PR).
“Esses delegados acreditam que são os salvadores da pátria, quando, na verdade, estão comprometendo a investigação”, enfatiza Requião.
“Na tentativa de alterar o resultado eleitoral, eles estavam evidentemente fazendo vazar depoimentos, quebrando o sigilo da investigação”, alerta o senador. “Internet não é espaço privado”.
“Tem que se afastar esses delegados, eles estão impedidos de continuar atuando nesse caso da Petrobras”, defende Requião.
Os delegados denunciados são: Igor Romário de Paula, da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado, a quem responde todos os policiais envolvidos na investigação; Márcio Adriano Anselmo, coordenador da Operação Lava Jato; Maurício Moscardi Grillo, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários; e Erika Mialik Marena, da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvios de Recursos Públicos do Paraná.

Governo de Pernambuco pagou R$ 220,9 milhões à Schaim Engenharia, próximo alvo da Lava Jato, para construção de hospitais e habitacionais

DADOS DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO GOVERNO DE PERNAMBUCO REVELAM QUE PAGAMENTOS À SCHAIN ENGENHARIA, QUE SEGUNDO NOTÍCIA VEICULADA, HOJE, PELO PORTAL BRASIL 247, SERÁ UMA DAS CONSTRUTORAS ATINGIDAS PELA DELAÇÃO PREMIADA DO EX-DIRETOR DA PETROBRAS, PEDRO BARUSCO, CHEGARAM A R$ 220.941.800,00, SOMENTE ENTRE OS ANOS DE 2008 E 2014, JÁ QUE O PERÍODO ANTERIOR A 2008 NÃO ESTÁ DISPONÍVEL PARA CONSULTA.









EM DISCURSO PROFERIDO DA TRIBUNA DA CÂMARA FEDERAL, A ENTÃO DEPUTADA E HOJE MINISTRA DO TCU, ANA ARRAES, DESTACAVA A ATUAÇÃO DA EMPRESA SCHAIN NA CONSTRUÇÃO, EM SUAPE, DA PRIMEIRA PLATAFORMA DESTINADA À EXPLORAÇÃO DO PRÉ-SAL, NUMA PARCERIA COM A EMPRESA JAPONESA MODEC QUE, SEGUNDO ANA ARRAES, JÁ SERIA FORNECEDORA DA PETROBRAS. SEGUNDO A PRÓPRIA ANA ARRAES, PARALELAMENTE A ISSO, O ENTÃO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO, EDUARDO CAMPOS, PESSOALMENTE, MANTINHA ENTENDIMENTOS COM AS CONSTRUTORAS ALUSA E GALVÃO, ESTA HOJE JÁ DELATADA DENTRO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM TERCEIRO ESTALEIRO EM SUAPE, COM INVESTIMENTOS DA ORDEM DE US$ 300 MILHÕES. COMO SE PODE PERCEBER, OS NEGÓCIOS DAS EMPREITEIRAS ALVO DAS DELAÇÕES PREMIADAS DA OPERAÇÃO LAVA JATO, EM PERNAMBUCO, NÃO ESTAVAM RESTRITAS À REFINARIA ABREU E LIMA:



Proximo alvo da Lava Jato, Schaim Engenharia construiu hospitais e conjuntos habitacionais para o governo de Pernambuco

Lava-Jato

Segundo o site Brasil 247, a delação premiada de Pedro Barusco, ex-gerente executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras, que inclui ainda a devolução de nada menos que US$ 100 milhões ou o equivalente a R$ 252 milhões, em propinas, por desvios ocorridos em contratos com a Petrobras, deve trazer à luz mais um empreiteiro com negócios bilionários e nada republicanos com o setor público. Trata-se de Salim Schahin, dono da Schahin Engenharia, que fechou contratos de mais de R$ 12 bilhões com a Petrobras nos últimos anos. Um dos sócios da Schahin, Carlos Eduardo Schahin já teve contas bancárias internacionais identificadas em dezenas de países, da Suíça aos Emirados Árabes, cujos depósitos somam mais de US$ 400 milhões.
A empreiteira dos Schahin é velha conhecida do governo de Pernambuco para quem construiu os hospitais Pelópidas da Silveira, no Recife, Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho e Miguel Arraes, em Paulista. Além de megaobras de urbanização e habitacionais em Olinda: