quarta-feira, 4 de março de 2015

Janot você é uma vergonha para o Brasil


Todos soltos

Operação Lava Jato:Doleiro diz que PP, PSDB e PSB receberam propina por refinaria em PE


Em depoimentos de delação na Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro Alberto Youssef apontou que propinas em contratos da refinaria Abreu e Lima (Pernambuco) resultaram em repasses a integrantes dos partidos PP, PSDB e PSB.

O doleiro indicou como beneficiários de parte dos subornos o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do PP, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto, e o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, que morreu em março passado.

A Procuradoria-Geral da República promete divulgar nesta semana a lista dos políticos envolvidos no caso.

Em um dos depoimentos, Youssef indicou que Nogueira e Fonte receberam entre 2010 e 2011 parte da propina paga pela construtora Queiroz Galvão em um contrato para implantação de tubovias em Abreu e Lima.

Segundo auditoria da Petrobras, em 2010 as construtoras Queiroz Galvão e a Iesa assinaram contrato no valor de cerca de R$ 2,7 bilhões para a implantação de tubovias na refinaria.

De acordo com o delator, o suborno foi negociado ainda antes da assinatura do contrato, em uma reunião da qual participaram um representante da Queiroz Galvão, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o então presidente do PP, José Janene, morto em 2010, o ex-assessor do PP João Genu e Youssef.

No encontro realizado num hotel no Rio de Janeiro, o grupo pressionou a Queiroz Galvão a fechar rapidamente o negócio e ameaçou estimular a criação de uma CPI sobre a estatal, ideia aventada pela oposição à época.

Após a reunião, a empreiteira fechou o contrato e parte da propina foi paga em doações oficiais a candidatos, segundo o delator.

O pagamento do suborno em dinheiro foi coordenado por Fernando Soares, o Baiano, também preso na Lava Jato, segundo o delator. Parte da propina foi destinada a Youssef, que então a repassou a Nogueira e Fonte.

Na negociação, também ficou acertado que, do total da propina, R$ 10 milhões seriam destinados a impedir a realização da CPI da Petrobras, e um dos beneficiários desse dinheiro foi o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, disse Youssef.

O delator também afirmou que Eduardo Campos recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina paga em contrato do consórcio Conest, formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, em obras de unidades de Abreu e Lima.

Segundo Youssef, Campos recebeu o repasse para não criar dificuldades nas obras.

A Odebrecht ficou responsável pela propina, no valor de R$ 30 milhões, e o total foi dividido entre Campos, Costa e o PP, disse o doleiro.

O valor destinado a Campos teria sido entregue a um emissário do ex-governador, no Recife. Informações da Folha

Youssef delatou Aécio acusando-o de receber propinas na Lista de Furnas.

Só Janot que não enxergou isso.

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,na-lava-jato-youssef-diz-que-aecio-recebeu-dinheiro-desviado-de-furnas,1644427
O jornal Estadão deixou escapar uma bomba: Youssef foi operador do esquema que ficou conhecido como Lista de Furnas no governo FHC e, segundo ele, Aécio Neves (PSDB-MG) teria recebido dinheiro desviado da estatal.


Em depoimento ao Ministério Público ao qual o Estado teve acesso, o doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores da Operação Lava Jato, afirmou "ter conhecimento" de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), na época em que era deputado federal, estaria recebendo recurso desviados de Furnas "através de sua irmã".

Mesmo assim, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu o arquivamento da investigação envolvendo Aécio.

O termo de colaboração número 20, que registra confissão do doleiro no fim do ano passado tem como "tema principal: Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB".

Além de Aécio, também são citados o ex-deputado José Janene (PP, morto em 2009) e o executivo Airton Daré, sócio da empresa Bauruense, que foi prestadora de serviços para Furnas.

O doleiro disse que recolheu dinheiro de propina na empresa Bauruense cerca de dez vezes. Em uma delas, o repasse não foi feito integralmente e faltavam R$ 4 milhões. Youssef afirmou aos investigadores ter sido informado de que "alguém do PSDB" já havia coletado a quantia pendente.

Indagado pelos procuradores, Youssef declarou não ter conhecimento de qual parlamentar havia retirado a comissão, mas afirmou que o então deputado federal Aécio Neves teria influência sobre a diretoria de Furnas e que o mineiro estaria recebendo o recurso "através de sua irmã", segundo o texto literal da delação, sem especificar a qual das duas irmãs do senador ele se referia. O delator disse ainda "não saber como teria sido implementado o 'comissionamento' de Aécio Neves".

Na delação, o doleiro descreve que de 1994 a 2001 o PSDB era responsável pela diretoria de Furnas. Yousseff declarou que recebia o dinheiro de José Janene nas cidades paulistas de Bauru e de São Paulo e enviava o valor para Londrina ou Brasília.

O doleiro disse ainda que os diretores da Bauruense poderiam fornecer mais informações sobre a diretores de Furnas e declarou ao MPF ter conhecimento de que há um inquérito sobre a empresa de Bauru no Supremo Tribunal Federal.

Aécio disse hoje que não tinha conhecimento sobre o teor da acusação contra ele e que o arquivamento é "uma homenagem" da PGR (do Estadão).

Rodrigo Janot concede salvo-conduto para a tucanada roubar

É por esta e outras que, cada vez, mais eu me afasto das redes sociais e da atualização do blog. O cara é citado não ocorre nada, já quando é um petista, que às vezes nem sequer é citado, o MP e o Poder Judiciários partem pra cima para acabar com a sua reputação.De outro lado, concedeu-se, mais uma vez, um salvo conduto para os tucanos roubarem. Não foi a toa que ontem saiu uma imagem desse prevaricador no JN com uma placa dizendo que ele era a esperança do Brasil.Tenho nojo.

domingo, 1 de março de 2015

Jean Ziegler:o caso HSBC é só a ponta do iceberg

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-caso-hsbc-e-so-a-ponta-do-iceberg,1641966O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-caso-hsbc-e-so-a-ponta-do-iceberg,1641966O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-caso-hsbc-e-so-a-ponta-do-iceberg,1641966O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-caso-hsbc-e-so-a-ponta-do-iceberg,1641966
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Para o escritor suíço Jean Ziegler, o caso SwissLeaks, embora tenha causado um “terremoto mundial”, é apenas a ponta do iceberg de um sistema inteiro de fraude: “Aqui, a matéria-prima se chama dinheiro estrangeiro”, disse.

Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, Ziegler, que foi alvo de nove processos legais com seu livro ‘A Suíça Lava Mais Branco’, ele diz que existe uma corrupção institucional no país helvético.
Segundo ele, por trás desse cenário existe o fato de que o Parlamento ser colonizado por multinacionais e bancos. “A raiz disso é ainda o papel que tivemos na Segunda Guerra e a cumplicidade com o regime de Hitler. Desde então, temos as maiores fortunas do mundo. Hoje, 27% da riqueza global está na Suíça.”.
O escritor afirma que os suíços estão sofrendo muito com toda essa repercussão. “Para os calvinistas, ser criticado em público é um grande trauma. A reputação é tudo e se cultivou por décadas que eles faziam tudo sempre bem. De repente, agora se sabe que não e, por isso, eles sofrem psicologicamente” (leia aqui).

Tucanos safados, corruptos, incompetentes e mentirosos



FHC anda dizendo por aí que os tucanos não pretendem privatizar a Petrobras.Mentira. Pretendem sim, José Sera e Aloísio Nunes, Aécio neves já declararam apoio total a privatização da Petrobras.Aliás, esse boca murcha tentou vender a Petrobras no ano de 1998, quando o cara que comia a filha dele foi presidente da estatal.Agora vem dizer que não é a favor da privatização da empresa.

José Agripino foi sócio de grande empreiteira investigada na Lava Jato



Cadeia para esse espertalhão!
De acordo com a revista Istoé, José Agripino foi sócio cotista da EIT até agosto de 2008. E mais: nas eleições de 2010, o senador recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira
por Helena Sthephanowitz publicado 28/02/2015 13:54, última modificação 28/02/2015 14:02
por Helena Sthephanowitz publicado 28/02/2015 13:54, última modificação 28/02/2015 14:02

FLICKR/SENADO
agripino
Nas eleições de 2010, o senador José Agripino Maia recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira investigada
Na declaração de bens apresentada à Justiça federal em 2002, o senador José Agripino Maia (DEM-RN) era sócio da Empresa Industrial Técnica (EIT). A empreiteira é investigada na Operação Lava Jato. A Petrobras até incluiu a empresa entre as "impedidas de contratar" enquanto procede as investigações.
Agripino só foi candidato nos últimos tempos em 2002 e 2010, já que o mandato de senador dura oito anos e ele não disputou nenhuma eleição no meio do mandato. Da declaração de 2002 constava um vasto patrimônio em imóveis, veículos, aplicações financeiras e participações em empresas, incluindo a referida empreiteira e uma concessionária de pedágios. Em 2010, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele declarou não possuir nenhum bem. Nem veículo próprio, nem apartamento de morada, e nem mesmo saldo bancário.
Poderia ter transferido os bens para o filho, mas a declaração de seu filho, deputado federal Felipe Maia (DEM-RN) ao TSE em 2010, também não mostra nenhum bem, com patrimônio zero. Felipe disputou as eleições de 2014 e seu patrimônio que havia sumido voltou a aparecer, totalizando mais de R$ 15 milhões, saindo da condição de deputado mais pobre em 2010, se considerarmos os bens declarados, para o deputado mais rico do Rio Grande do Norte nas eleições de 2014.
Em 20 de dezembro de 2013, a Polícia Federal  iniciou investigação para comprovar se   Agripino favoreceu a EIT em obras públicas no Rio Grande do Norte.
A revista Istoé publicou em 2013 uma matéria sobre investigação da Polícia Federal baseado em denúncia de que o senador José Agripino, presidente nacional do DEM, teria utilizado sua influência para fazer o Executivo estadual favorecer a EIT com contratos milionários, e citou as obras do Contorno de Mossoró como uma das fontes de renda pública para a empresa. Porém, essa não é a única obra de mobilidade nas mãos da empresa, que teve Agripino como sócio (segundo a revista). A EIT também é responsável pela construção do acesso do aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Rio Grande do Norte, a vencedora do certame licitatório para a construção dos acessos foi a Queiroz Galvão. No entanto, ela desistiu da obra, fazendo com que a segunda colocada na licitação, EIT, assumisse a responsabilidade da entrega, mesmo com o fato de o contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal ter sido assinado no dia 1º de abril, quando já não havia mais os 24 meses necessários para a execução da obra. Restavam apenas 11 meses.
Segundo o DER, nessa situação, a segunda colocada de pronto aceitou a proposta. A ordem de serviço foi assinada em 6 de abril, mas a obra só começou de fato em agosto. Até novembro, haviam sido executados o desmatamento e a terraplanagem da área. Ainda deve ter início a construção da base e do asfalto dos acessos.
O “tráfico de influência”, praticado pelo presidente nacional do partido, é mais um item para uma série de suspeitas de irregularidades eleitorais que teriam a governadora Rosalba Ciarlini como personagem. Além desta, a própria IstoÉ mostra o “desengavetamento” de uma investigação sobre caixa 2 na campanha eleitoral de 2006. Isso, sem contar com a recente condenação de Rosalba por usar a máquina pública estadual para favorecer a candidatura da prefeita de Mossoró, Cláudia Regina.
Ainda de acordo com a revista Istoé, José Agripino foi sócio cotista da EIT até agosto de 2008. E mais: nas eleições de 2010, o senador recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira. “Empresa privada, a EIT é o terceiro maior destino de recursos do estado nas mãos de Rosalba. Perde apenas para a folha de pagamento e para crédito consignado. Só este ano foram R$ 153,7 milhões em empenhos do governo, das secretarias de Infraestrutura, Estradas e Rodagem e Meio Ambiente”, aponta a revista.
Nem na crise financeira, que fez o governo do Rio Grande do Norte atrasar pagamento a fornecedores e, até mesmo, aos servidores estaduais (que passaram a receber de forma escalonada) e os gastos com a Saúde, a EIT deixou de receber. O governo afirma que não tinha dinheiro essas despesas básicas, mas gastava milhões nas obras do Contorno de Mossoró, empreendimento tocado pela EIT.
Quando era recém-formado em engenharia, antes entrar diretamente na política, José Agripino trabalhou na empreiteira EIT, da qual se tornou sócio mais tarde.
O currículo do senador e presidente do DEM indica:
- Engenheiro-chefe de Obras EIT - Empresa Industrial Técnicas S/A (1969/ 72).
- Gerente regional da EIT - Empresa Industrial Técnica S/A, para os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba (1972/ 75).
Gerente regional, cuidando de obras no Nordeste, deve ter-lhe dado experiência no trato com licitações e contratos públicos. Nessa época em que atuava do lado da empreiteira, o pai, Tarcísio Maia, era ligado ao General Golbery do Couto e Silva, e foi indicado (sem eleições diretas) governador do Rio Grande do Norte (início do governo em 1975).
Seu tio, Lavoisier Maia, também era outro político influente da dinastia Maia, e sucedeu o pai de Agripino no governo potiguar. Ao tomar posse como governador nomeou Agripino prefeito de Natal.
Porém, mesmo político, Agripino, ocupando cargos de prefeito, governador e senador, virou acionista da empreiteira.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Houve um tempo que Agripino Maia elogiava o instrumento da delação forçada.Agora, que foi pego com a mão na massa, detesta citado instrumento.Pimenta no cu dos outros é refresco

Coordenador de Aécio elogiou delação premiada antes de ser vítima dela



image
Os internautas descobriram e publicaram um tuíte em que o senador José Agripino, presidente do DEM e coordenador da campanha de Aécio, elogiava a delação premiada antes de ser vítima dela num caso em que é acusado de extorquir uma propina de 1 milhão de reais.

Fonte:DCM

O Brasil não vai aceitar ser destruído pela mídia




Incrível.

O juiz Sergio Moro já concedeu três delações premiadas a Alberto Youssef.

Sempre que o noticiário da Lava Jato começa a esfriar, ele é chamado novamente, ou o próprio se convoca para depor, para fazer novas revelações bombásticas (e sem provas, claro) contra o PT.

A relação entre Sergio Moro e Youssef é promíscua.

Ambos são do Paraná.

Aliás, todo o circo da Lava Jato gira em volta de figurões do Paraná.

Youssef estava envolvido com o prefeito tucano Jairo Gianoto, de Maringá, condenado por um pesadíssimo esquema de corrupção.

Nessa época, o senador Alvaro Dias voava para lá e para cá no jatinho do doleiro.

Aí Sergio Moro vira juiz e vai cuidar do caso Banestado.

Quem é o doleiro envolvido? O mesmo Youssef.

Moro “perdoa” Youssef através da concessão da delação premiada.

Youssef dedura bagrinhos e protege os tubarões.

Volta a roubar.

É preso de novo. Dedura de novo.

Volta a roubar.

É preso pela terceira vez.

Delação premiada novamente.

Me perdoem se eu erro alguma coisa. Não sou biógrafo, nem quero ser, de Alberto Youssef.

Youssef se tornou uma espécie de coringa da oposição.

(Leia os posts: a história do doleiro que a mídia não contou e Youssef operava para FHC, Serra e Fernandinho Beira Mar, sobre as históricas relações de Youssef com o PSDB).

Sempre que querem um dedo-duro seletivo, alguém que entenda o jogo político da mídia, chamam ele.

E agora a imprensa nos informa que ele quer fazer “novo depoimento”, e a Veja já sabe até o que é.

Claro, tudo é combinado previamente com o advogado de Youssef, um tucaníssimo que desfrutou, por anos, de uma sinecura especial no governo do Paraná.

Enquanto isso, centenas de milhares de empregos são ameaçados porque alguns procuradores e um juiz, almofadinhas criados a leite de cabra, com o salário garantido ao fim do mês, querem “passar a limpo” o Brasil.

O Ministério Público, como instituição, perdeu o bom senso há tempos, desde a Ação Penal 470, uma farsa ridícula que começou por uma peça de acusação inteiramente fictícia.

Não canso de repetir: estão tentando o mesmo golpe. E usando os mesmos cérebros, os filhos mais brilhantes da direita aristocrática.

Sergio Moro foi o juiz que escreveu o voto de Rosa Weber, no qual ela condenou Dirceu com uma frase positivamente fascista: “não tenho provas para condená-lo, mas a literatura assim o permite”.

A frase de Weber me parece, inclusive, nascer de uma consciência desesperada, como se ela quisesse mandar um recado à história: estou encurralada; senão condenar Dirceu, minha cabeça estará em jogo.

Vladimir Aras, outro cérebro brilhante, foi o procurador que ajudou Gurgel a escrever a peça de acusação da AP 470.

É Aras que vai à Itália coordenar a extradição de Pizzolato. Aliás, é impressionante o esforço do MP para trazer o petista de volta da Itália. Usaram toda a sua estrutura.

Se tivessem usado um décimo dessa estrutura para investigar o trensalão, a sonegação da Globo, o Banestado, a privataria, o Brasil estaria bem melhor hoje.

Não, preferiram usar toda a sua estrutura para pegar Pizzolato, condenado por um crime que não cometeu.

A mesma coisa vale para João Paulo Cunha, condenado mesmo diante de provas cabais de sua inocência.

Agora, não nos enganemos.

Não sejamos tolos ou demagógicos.

Às vezes ouço críticas: “Engraçado, ver a esquerda defendendo empreiteiros”.

A esquerda democrática jamais pode defender prisões arbitrárias ou violência judicial, mesmo contra o homem mais rico do mundo.

A Constituição garante direitos iguais para todos.

No Brasil, parece garantir apenas para os amigos da Globo.

Não é amigo da Globo, pode ser o cara mais rico do Brasil: dê adeus a seus direitos e liberdades.

As ditaduras adoram patrocinar esse tipo de demagogia fascista. Prendem ricos para manipular os ódios de classe da população pobre e da classe média.

Não prendem todos os ricos, claro.

Apenas alguns cordeiros gordos, cujo sacrifício vem em nome do bem maior.

O Judiciário brasileiro se tornou uma instância política, arbitrária, conservadora, e alegremente submissa aos ditames de uma mídia golpista.

Como esquecer que Ayres Brito, presidente do STF, ainda no cargo, escreveu o prefácio de um livro de Merval Pereira sobre o mensalão?

E que saiu do STF diretamente para os quadros da Globo?

Hoje, além de funcionário da Globo, é colunista do Estadão…

A mídia é cada dia mais e mais golpista.

Veja o que acontece hoje.

Centenas de milhares de empregos estão ameaçados.

Setores estratégicos da economia estão paralisados, demitindo pessoas.

Se o desmonte da indústria de construção civil se consumar, haverá um efeito cascata que afetará toda a economia brasileira.

A mídia fez alguma matéria sobre isso?

Você viu o Fantástico alertando para os exageros e a irresponsabilidade da Operação Lava Jato?

Não.

O que você viu no Fantástico foi apenas a tal da menina veneno da Petrobrás atacando Graça Foster sem provas.

O STF, por sua vez, novamente começa a se acovardar.

Os ministros do Supremo não tem instrumentos políticos ou mesmo psicológicos para resistir à violência midiática.

Afinal, quem pode resistir aos tanques da mídia. Eles chantageiam qualquer um.

Vivemos a era da mídia. O fim dela, mas um fim apocalíptico, que ela tenta adiar desesperadamente através de um golpe branco de Estado.

A mídia sabe que precisa de um golpe, de qualquer jeito, para sobreviver aos desafios que as mudanças tecnológicas lhe impuseram.

Ela precisa de um governo aliado para lhe dar dinheiro.

Se houver um golpe e a direita assumir o poder, o primeiro ato será em favor da grande mídia corporativa.

A partir do momento em que blogs, feitos quase artesanalmente, começam a ameaçar o seu poder; a partir do momento em que milhares de pessoas acreditam muito mais num punhado de blogueiros malucos; que enxergam nesses blogueiros um comprometimento com a verdade e um senso de responsabilidade muito superior ao que vêem nos sisudos e engravatados colunistas de jornal; aí sim entendemos o desespero da mídia.

Entendemos também a sua agressividade contra os blogs, arrumando qualquer pretexto para processá-los e tentar intimidá-los e asfixiá-los judicial e financeiramente.

Mas a sociedade está reagindo.

Até porque o momento é grave.

Oxalá tenhamos tempo de evitar o pior.

Entretanto, o mais importante é isso, que a sociedade começa a reagir a essa mídia odiosamente fascista que prefere destruir o país a suportar mais alguns anos de governo trabalhista.

O governo, por sua vez, tenta inutilmente passar a imagem de menino obediente e comportado.

A gente critica duramente a Dilma, por várias razões.

Ela é ruim de política, um verdadeiro desastre.

Indecisa, muda, convencional.

Entretanto, diante da ofensiva conservadora, liderada por setores completamente descompromissados com a questão social, e que mobiliza um exército de analfabetos políticos, e uma classe média de espírito violento e sectário, as forças progressistas voltam a se reunir em defesa da presidenta Dilma.

Bem que ela podia ajudar um pouco, contudo.

Nem precisa falar nada, já que ela não gosta de aparecer.

Basta assinar algum decreto em prol da Petrobrás, como o uso das reservas para comprar ações da estatal, o que nos daria uma extraordinária injeção de ânimo.

Antes da privatização branca de FHC, a participação da União na Petrobrás era de 82% e caiu para 55%. Com Lei da Partilha de Lula subiu para 64%. Podíamos voltar aos 80% agora.

Enfim, a história brasileira está viva.

A direita quer se vingar do país como um todo, pela humilhante derrota que sofreu em 2014.

Mauricinhos arrogantes e violentos são maus perdedores.

Quer se vingar dos empreiteiros, que fizeram vultosas doações ao PT, doações que permitiram ao partido ganhar as eleições.

(E ao mesmo tempo são contra uma reforma política que liberte os partidos dessa relação promíscua com o poder econômico. Querem que as doações continuem, mas só para legendas de direita.)

Os empreiteiros doaram porque entendem que o PT tinha um plano de grandes obras de infra-estrutura que os tucanos nunca tiveram.

Os tucanos só queriam saber de vender o que possuíamos, não de construir algo novo.

Na era tucana, a Petrobrás foi sucateada. As descobertas de novas reservas minguaram e o número de trabalhadores caiu. Os recursos investidos em pesquisa e tecnologia eram ridículos.

A indústria naval, naqueles tristes anos, foi destruída.

E agora, que a indústria naval renasceu, com uma força extraordinária, a direita midiática, com ajuda de cúmplices nos estamentos aristocráticos do Estado, querem destruir tudo?

Não vão conseguir.

E se, Deus nos livre, conseguirem, será uma vitória suja.

Uma vitória que os comprometerá para sempre, porque já não existe censura para denunciar suas patranhas.

Se destruírem o Brasil, nós o reconstruiremos, tijolo por tijolo.

Mas seremos doravante bem menos ingênuos. E faremos os culpados pagar caro, muito caro, pelo sofrimento imposto ao povo brasileiro.

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Os coxinhas torceram por ele.Fodam-se!

Câmara pretende construir até shopping center parlamentar



A partir da próxima semana, será discutida a ampliação do espaço físico da Casa que prevê até a construção de um estabelecimento comercial. Obras podem chegar a R$ 1 bilhão


A partir da próxima semana, a Mesa Diretora da Câmara deve começar a discutir a ampliação do espaço físico da Casa. A construção de três novos prédios, entre os quais um novo plenário e até um conglomerado comercial, pode custar aproximadamente R$ 1 bilhão. As informações são do jornal Correio Braziliense.
De acordo com o Correio, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse a colegas que pretende tirar o projeto de ampliação da Casa do papel. Essa foi uma de suas várias promessas de campanha. Uma delas ele cumpriu na semana passada: a concessão de passagens aéreas a cônjuges de parlamentares com dinheiro da Cota de Exercício de Atividade Parlamentar (Ceap), mais conhecida como cotão. As passagens aéreas terão um custo adicional de R$ 112 milhões em 2015. Outro compromisso assumido por ele na campanha e cumprido esta semana foi a liberação da cota de passagens para esposas e maridos de parlamentares.
Atualmente, a Câmara conta com R$ 300 milhões garantidos para essa ampliação. Os demais recursos para as obras seriam obtidos por meio de parceria público-privada (PPP). “Estamos estudando fazer essa ampliação por meio de parceria público-privada (PPP). Temos dinheiro em caixa para a obra, mas vamos trabalhar para ter o menor custo. Se possível, a custo zero para a Câmara”, disse Eduardo Cunha, na tarde de quinta-feira, ao Correio.

FHC, o corno manso

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Familia de Lula vai à policia contra bandido da Veja




247 - A família de Frei Chico, irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou boletim de ocorrência nessa quarta-feira, 25, contra o jornalista Ulisses Campbell, da revista Veja Brasília, por persistir na tentativa de divulgar mentiras envolvendo um falso parente de Lula.
Segundo nota divulgada pelo Instituto Lula, o jornalista chegou a invadir o condomínio onde mora o sobrinho do ex-presidente, se dizendo passar por entregador de livros. "Por volta das 10:00, a babá dos filhos do declarante ligou para a esposa do declarante, dizendo que um homem teria entrado no condomínio, se passando por entregador de livros (...), quando a babá percebeu que o referido indivíduo não entregou livro algum e começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores, após ter anotado nome, RG e CPF dela, a mesma teria trancado a porta e pedido ajuda para a equipe de segurança do condomínio.”
Cabe ressaltar que o repórter fugiu das dependências do condomínio, sendo localizado posteriormente pela Polícia Militar e identificado como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.
Confira íntegra da nota do Instituto Lula sobre o episódio criminoso envolvendo a Veja. 
"Família de Frei Chico registra boletim de ocorrência contra repórter da Veja
No último dia 19 de fevereiro, foi desmentida pelo Instituto Lula nota da coluna do jornalista Ulisses Campbell, da revista Veja Brasília, que mentia sobre uma festa infantil, em Brasília, de um suposto sobrinho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O desmentido afirma que "Lula não tem nenhum sobrinho com este nome residindo em Brasília" e que a suposta festa nada tinha a ver com ele.
Revelada a inverdade, o jornalista veio do Distrito Federal para o estado de São Paulo, e passou a usar nomes falsos e assediar a família de Frei Chico, irmão do ex-presidente, que reside no estado e não tem relação alguma com a festa em Brasília. A família registrou boletim de ocorrência nesta quarta-feira (25), que relata:
“... no dia 23/02/2015 Ulisses ligou para o pai do declarante, que é irmão do ex-presidente Lula, passando-se por Pedro, da USP, e buscando informações sobre a família e nomes de sobrinhos e netos do ex-presidente Lula e do pai do declarante. Afirma que após algum tempo inquirindo o pai do declarante o interlocutor finalmente se identificou como Ulisses e disse estar em busca de informações sobre a festa de aniversário, sendo informado da inexistência de tal festa.”
E segue:
“Declara que no dia 24/02/2015 a esposa do declarante recebeu uma ligação (...) de um homem que disse chamar-se Pedro, de Brasília, representando o Buffet Aeropark, questionando sobre o endereço onde deveria fazer a entrega dos presentes.”
Destaque-se aqui que a informação foi confrontada junto ao buffet que negou ter um funcionário com o mesmo nome. Na realidade, Ulisses ligou do próprio celular, fingindo ser um funcionário do buffet. Mais adiante, questionado pelo filho de Frei Chico, o colunista teria dito:
“...que necessitava de informações, e se o declarante não as fornecesse ele poderia publicar o que quisesse, tendo Ulisses, inclusive enviado pelo celular, para o declarante, uma fotografia da esposa do declarante em companhia de seu filho, a qual usaria em publicação futura na revista Veja.”
O último ato desesperado e ilegal se deu na última quarta-feira (25).
“... por volta das 10:00, a babá dos filhos do declarante ligou para a esposa do declarante, dizendo que um homem teria entrado no condomínio, se passando por entregador de livros (...), quando a babá percebeu que o referido indivíduo não entregou livro algum e começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores, após ter anotado nome, RG e CPF dela, a mesma teria trancado a porta e pedido ajuda para a equipe de segurança do condomínio.”
Cabe ressaltar que o repórter fugiu das dependências do condomínio, sendo localizado posteriormente pela Polícia Militar e identificado como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.

Intelectuais verdadeiros se comprometem com o Brasil para além da academia

Sabemos que a democracia no Brasil encontra-se novamente ameaçada.
Sabemos que grupos de direita que contavam com a via eleitoral para retornar ao poder, visando abocanhar o petróleo e o pré-sal  e vendê-los juntamente com a Petrobras. hoje fazem alarido criminoso em todo o País para emocionar a população.  
É explícita a movimentação “terceiro turnista” dos perdedores das eleições de 2014, que querem de todas as formas tomar o poder depondo a Presidenta Dilma, eleita constitucional e democraticamente pela maioria de nosso povo brasileiro.
A aliança diabólica que a direita imoral faz com a mídia despudorada e entreguista para, a cavalo das calúnias, das injúrias, das difamações, do desmerecimento da democracia, do povo que vota e dos direitos sociais, tenta tumultuar a governabilidade promovendo campanhas subversivas pelo impeachment da Presidenta. 
As análises mais justas e corretas dessa conjuntura indicam que grandes interesses internacionais agem por trás dos lacaios entreguistas e traidores daqui. Eles impuseram representantes seus nos ministérios, notadamente na economia, na agricultura e no desenvolvimento, com o claro objetivo de empurrar o governo para o campo de seus interesses mesquinhos e aviltantes dos direitos sociais. 
Mas, como diz o documento dos intelectuais muito bem e concisamente elaborado, eles querem mesmo é a Presidência da República. A eles não interessa se a Presidenta é honesta ou não, mas sim tomar o poder. 
Diante das nuvens pesadas que se abatem sobre o Brasil, como ocorre em todos os Países que se opõem ao imperialismo, por exemplo Argentina, Venezuela, Bolívia, Rússia e outros, há reações diversificadas na sociedade, via de regra desinformada e facilmente manobrável. 
Uma é a dos apáticos que não se comovem porque não percebem os riscos da bandalheira que a direita tenta provocar. Para estes tanto faz como tanto fez. Divertem-se e brigam por times de futebol, bebem e comem com os amigos, participam de cultos e missas totalmente alheios ao seu País. São verdadeiras antas de asfalto.
Outros, como esgotos, bebem as mentiras despejadas pela mídia e passam a opinar com o mesmo discurso roto e sujo da Globo e da revista lixo Veja. Pior, esse seguimento é tão visão sombria que ainda defende as ideias da mídia familiar corrupta com unhas e dentes como se fosse dono da verdade. São violentos e irracionais. 
Outros se empoleiram em igrejas para clamar pelo golpe militar, numa verdadeira e escandalosa heresia pecaminosa contra o Brasil. Esperam um milagre caído do céu, de preferência vindo dos Estados Unidos. 
Os ditos graduados, mestres e doutores que se alienam silentes diante da barbárie que nos ameaça não passam de falsos intelectuais, meras Maria vai com as outras, sem postura e patriotismo. São espumas vazias a enfeitar inutilmente o sistema de exploração. Muitos deles gabam-se de serem doutores e até dependuram placas com o nome e o “dr.” na entrada de seus gabinetes ou as colocam sobre suas mesas como ornamento de ostentação vazia, sem o menor significado prático em termos de defesa deliberada e educativa de seu País. Seus olhares não ultrapassam as mesquinharias de seus negócios, geralmente em decadência com a crise. 
As pautas de conversas desses falsos e intitulados intelectuais não passam de boataria, de individualismo e de bobagens do cotidiano. Na verdade, eles pensaram mal e porcamente quando na juventude desenvolveram alguma militância e na universidade leram alguns livros, coisa que deixaram para trás no seu afã de aboletar ao lado de traidores. No momento de seu profundo sono não pensam, não refletem e perderam o senso de inteligência na relação com a realidade conflitiva. São intelectuais apenas nas titulações de araque que dependuram em seus quadros em casa ou no escritório. 
Felizmente há intelectuais verdadeiros e comprometidos, que sabem o lugar correto de se pensar com justiça em favor do Brasil, dos direitos sociais dos trabalhadores e do nosso povo. 
No manifesto do dia 20 de fevereiro de 2015, elaborado pelos maiores intelectuais brasileiros, vê-se compromisso realmente intelectual com o Brasil, com a democracia, com o povo e com a justiça social. Estes sim, até mesmo na linguagem do texto, demonstram pensar nosso País e angustiar-se com a tragédia de a direita abortar e matar a jovial democracia que vivemos, mesmo com muitas imperfeições. 
Destaco algumas frases do eloquente documento, divulgado amplamente pela mídia online, principalmente.
O documento denuncia aos gritos as intenções da campanha para destruir a Petrobras. “A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.
Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.”
Os verdadeiros intelectuais não temem identificar as intenções golpistas por trás dessa onda denuncista e hipócrita. “.. esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.”
A manifestação dos intelectuais foi tão autêntica que atingiu as veias da Rede Globo, que o atacou com desdém ciumento e golpista. 
O que fazem aqui no Brasil o imperialismo já fez e faz em outros países como já praticou aqui quando da morte de Getúlio Vargas e do golpe no dia 1º de abril de 1964.
É necessário que, além dos manifestos corretos, as lideranças sindicais, políticas e dos movimentos sociais acordem e ponham as multidões nas ruas, antes que seja tarde.
Nas ruas se promove a resistência e a educação política. 
Dom Orvandil Moreira Barbosa. Editor do blog +Cartas e Reflexões Proféticas, Presidente da Ibrapaz,  bispo anglicano e professor universitário. E-mail:[email protected]