terça-feira, 22 de julho de 2014

Olha só as manchetes dos jornalões




Esses editores dos jornalões brasileiros não se tocam. Pensam que só há jumento lendo essas merdas de jornais.



Veja só a chamada da Folha:


Dilma lidera com 38% e venceria Aécio ou Campos no 2º turno, segundo Ibope


Veja agora a do Estadão:


Ibope: em cenário estável, Dilma venceria no 2º turno.


Ora, é querer subestimar a inteligência dos outros.Como visto,  o IBOPE apurou os seguintes números:Dilma 38%.Os demais 36%.Veja que ainda estou sendo bonzinho ao contar o 1% conferido a Luciana Genro e o 1% conferido a Zé Maria.Dou meu dedo mindinho se esse candidatos, a esta altura do campeonato, tenham essa pontuação.Duvidodo!

Como então dizer que Dilma venceria AeroAécio e Dudu Traição no segundo turno?

Dos jornalões, o único que saiu com a chamada imparcial foi o Globo, mas mesmo assim colocou um ponto a mais no percentual da oposição com o fim de forçar o segundo turno.

Mesmo o IBOPE manipulando a pesquisa, Dilma vence no primeiro turno





o Jornal Nacional, da TV Globo, mostrou que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, tem 38% dos votos. Em segundo lugar aparece o candidato do PSDB a presidente do país, senador Aécio Neves, com 22% das intenções de votos. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, candidato a Presidência pelo PSB, aparece com 8% dos votos. O Pastor Everaldo tem 3%.Dilma tem 38% e os demais tem 35%, com isso venceria a eleição se a mesma fosse realizada hoje.

No levantamento anterior realizado pelo instituto, em junho, Dilma aparecia com 39%, Aécio com 21% e Campos com 10%.

O candidato do PSC, Pastor Everaldo, alcançou 3% das intenções de voto, mesmo percentual do levantamento anterior.

A sondagem foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):
- Dilma Rousseff (PT): 38%
- Aécio Neves (PSDB): 22%
- Eduardo Campos (PSB): 8%
- Pastor Everaldo (PSC): 3%
- Luciana Genro (PSOL): 1%
- Zé Maria (PSTU): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- Eymael (PSDC): 0%
- Levy Fidelix (PRTB): 0%
- Mauro Iasi (PCB): 0%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
- Branco/nulo: 16%
- Não sabe/não respondeu: 9%

O Ibope fez a pesquisa entre as últimas sexta (18) e segunda (21). O instituto ouviu 2.002 eleitores em 143 municípios. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00235/2014.
Pesquisa espontânea
Na parte da pesquisa em que os entrevistadores do Ibope simplesmente perguntaram ao eleitor em quem votará (sem apresentar a ele a relação dos candidatos), 26% mencionaram Dilma. Veja abaixo:
- Dilma Rousseff: 26%
- Aécio Neves: 12%
- Eduardo Campos: 4%
- Outros: 2%
- Brancos/nulos: 17%
- Não sabe/não respondeu: 39%

Segundo turno
O Ibope fez simulações de segundo turno entre Dilma e Aécio e entre Dilma e Campos. Os resultados são os seguintes:
- Dilma Rousseff: 41%
- Aécio Neves: 33%
- Branco/nulo: 18%
- Não sabe/não respondeu: 8%
- Dilma Rousseff: 41%
- Eduardo Campos: 29%
- Branco/nulo: 20%
- Não sabe/não respondeu: 10%

Rejeição
A pesquisa aferiu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Dilma tem a maior rejeição e Eduardo Jorge, a menor:
- Dilma Rousseff: 36%
- Aécio Neves: 16%
- Pastor Everaldo: 11%
- Zé Maria: 9%
- Eduardo Campos: 8%
- Eymael: 8%
- Levy Fidelix: 8%
- Luciana Genro: 6%
- Mauro Iasi: 6%
- Rui Costa Pimenta: 6%
- Eduardo Jorge: 5%
- Poderia votar em todos: 13%
- Não sabe/não respondeu: 17%

Expectativa de vitória
De acordo com o Ibope, 54% dos entrevistados (independentemente da intenção de voto) acham que o futuro presidente da República será Dilma Rousseff; 16% opinaram que será Aécio Neves; 5% acreditam que será  Eduardo.

Boa noite

Os tucanos corruptos estão desesperados

PSDB apoia prisão de ativistas e questiona Dilma


Eu vou dizer um negócio.Aécio Neves é capaz de pegar em fio elétrico desencapado para agradar a elite do Brasil.Por que a opinião de Dilma?Quem confunde partido com governo, o público com o privado são os tucanos. Aécio Neves tem mais é que explicar a construção de aeroporto, com recursos públicos, em terreno de sua família.Além do mais, não precisa o PSDB apoiar prisão de ativistas, todo mundo sabe que os tucanos não são chegados aos movimentos sociais.FHC cansou de mandar o Exército bater em membros do MST.

O PSDB, do candidato à Presidência Aécio Neves, divulgou nota em seu site nesta terça-feira (22), em que defende a prisão de ativistas no Rio de Janeiro. O partido afirma que decisão foi tomada após sete meses de investigação da polícia, com a prisão de "líderes de manifestações violentas que atacavam policiais e promoviam a destruição de patrimônio público".


O texto afirma que o partido "respeita os movimentos sociais que atuam dentro da lei e representam causas legítimas" e vai ouvi-los durante a campanha, mas diz que não se pode "compactuar com o crime e com grupos que usam a violência para tomar à força as ruas, lugar que pertence, com legitimidade, à população e suas reivindicações."





O PSDB cita, na nota, que, logo após a prisão dos ativistas, o PT divulgou uma nota em solidariedade aos presos, classificando a decisão como "grave violação dos direitos e das liberdades democráticas".



Os tucanos perguntam qual a posição da presidente Dilma Rousseff sobre o texto divulgado por seu partido. "Ela também apoia os que usam a violência contra o patrimônio público que pertence aos brasileiros e atacam as instituições ou condena a posição de seu partido?", questionam.

Aécio gagueja no JN. Obra importante trancada a chave por quatro anos?

talaoaviao
Vale a pena ver a reportagem do Jornal Nacional sobre o “Aecioporto”.
Jornalismo, para variar, zero, sem uma apuração sobre coisa alguma, com mais de 24 horas para levantar informações.
Mas, pelo menos, não ocultaram a matéria da Folha de ontem.
Embora nem  sequer tenham  mencionado que o candidato tucano tem ali, a apenas seis quilômetros, sua fazenda, a qual chama de seu “Palácio de Versalhes”, segundo a tucaníssima revista Piauí.
Dava pena, até, de ver a incapacidade de Aécio Neves respondendo – não a perguntas, que não foram feitas, mas à simples notícia – com declarações genéricas sobre a “transparência” das obras de seu governo.
E falando da importância daquele aeroporto para a pequena Cláudio, com seus 27 mil habitantes.
Não duvidemos.
Mas, se é tão importante assim, porque é que o aeroporto está trancado a chave há quatro anos?
É ridícula a chiadeira sobre o fato de a ANAC ter mandado investigar o uso de um aeroporto não autorizado a operar.
E que, mesmo para particulares eventuais, está operando.
Reproduzo acima a foto do Google, tirada de satélite onde se vê um aviãozinho parado no “aecioporto”.
É pequeno, embora não seja um aeromodelo, como o da galera que vai lá se divertir com seus brinquedos e que a gente já mostrou aqui.
E não podia estar, porque o aeroporto não cumpriu as exigências para operar.
Se a ANAC não investigasse uma denúncia pública de uso irregular de um aeroporto, aí sim é que mereceria críticas.
Aécio precisa acostumar-se à ideia de que este país é uma república, não uma fazenda.
E se preparar para o que vem por aí.
É inevitável o questionamento dos gastos milionários em um aeroporto que é somente uma pista de asfalto como o de uma rua qualquer e que custou o mesmo que um aeroporto completo, com capacidade de receber Boeings 737 da aviação comercial, como mostra o post abaixo.
Embora não muitos, vão existir jornalistas que o indaguem sobre isso.

Tijolaço

Oposição ao governo de Minas pede apoio à CPI do 'Aero Neves'

Jornal GGN - Após a repercussão de reportagem denunciando a construção de um aeroporto em terreno pertencente a um familiar do presidenciável Aécio Neves (PSDB), o bloco Minas Sem Censura, formado por deputados do PT, PMDB e PRB, vai recolher assinaturas para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso.
A chamada "CPI do Aero Neves" precisa de 26 rúbricas para sair do papel. O bloco de oposição ao governo estadual – hoje capitaneado por Alberto Pinto Coelho (PP) – é formado por 21 deputados. Desde 2003, ano em que Aécio tomou posse do governo estadual, a ala de situação na Assembleia é sempre maior que a de oposição. Hoje, segundo a assessoria do Minas Sem Censura, os governistas somam 56 parlamentares – mais de dois terço da Casa, ou seja, nnúmero suficiente para blindar Aécio, se necessário.
De acordo com o bloco, a CPI tem como objeto as suspeitas de favorecimento a familiares de Aécio Neves, reveladas em publicação da Folha de S. Paulo do último domingo (20). O jornal afirma que o governo de Minas Gerais investiu quase R$ 14 milhões na construção de um aeroporto de pequeno porte em Cláudio, cidade de 25 mil habitantes. Próxima à Fazenda da Mata, de propriedade de Risoleta Neves, avó de Aécio, o espaço é operado, na prática, pela família do tio-avô, Múcio Guimarães Tolentino, dono do terreno.
Na tarde desta segunda (21), a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirmou que vai investigar a operação do espaço, ainda não registrado junto ao governo federal, e avaliar quais as sanções cabíveis.
Segundo Aécio, o terreno do aeroporto foi desapropriado pelo Estado antes da construção, concluída em 2010. Mas o litígio ainda corre na Justiça, pois a família Tolentino não aceitou a indenização oferecida pela gestão do tucano. Em juízo, cerca de R$ 1 milhão foram depositados pelo governo, afirma a Folha.
“Priorizar a construção de um equipamento desse tipo, numa cidade que não demonstra nenhum requisito técnico ou econômico que demande isso, implica na desobediência a vários princípios da administração pública: da impessoalidade, da legalidade, da economicidade, da publicidade e da moralidade”, diz a nota do Minas Sem Censura.
Ministério Público
O Ministério Público de Minas Gerais também discutirá a abertura de um inquérito civil para examinar a construção do equipamento. O deputado Rogério Correia (PT), uma das lideranças do Minas Sem Censura, afirmou que o grupo se encontrará com o procurador Eduardo Nepomuceno às 15h, na sede da Procuradoria de Justiça de Defesa do Patrimônio, na terça (22), para estudar o melhor método de encaminhamento da investigação
Os oposicionistas também afirmam que vão solicitar ao Tribunal de Contas do Estado todas as auditorias e pareceres envolvendo o Proaero, programa lançado por Aécio Neves em 2003, com vistas à construção e revitalização de vários equipamentos aéreos espalhados pelo interior de Minas.
Ainda que as 26 assinaturas sejam recolhidas, será necessário aguardar o retorno dos trabalhos da Assembleia Legislativa, previsto para agosto, para que o pedido de CPI seja levado ao Plenário. O Minas Sem Censura já tentou emplacar vários pedidos de CPI, mas todos, até hoje, foram rejeitados pela maioria governista.Fonte:GGN

Aeroporto de Divinópolis a 30km do aeroporto do Aécio desmente "critério técnico".



Divinópolis tem 226 mil habitantes e é cidade vizinha de Cláudio, que tem 25 mil habitantes, onde Aécio Neves gosta de passear na fazenda da família e quando governador construiu um aeroporto na fazenda que era do tio com dinheiro público do Estado de Minas.

Divinópolis é a cidade pólo da região centro-oeste de Minas, e já tem o Aeroporto Brigadeiro Cabral que atende às cidades vizinhas. Tem boa infra-estrutura com hangares, posto de abastecimento, terminal de passageiros e com projeto de expansão. Fica apenas 30Km ao norte do aeroporto construído em Claudio, em linha reta. De carro fica cerca de 40 minutos por rodovia asfaltada.

Por isso, diferente do que quis se defender Aécio Neves, não há critério técnico que explique gastar R$ 14 milhões do orçamento de Minas (fora o valor da desapropriação para o tio) na construção de outro aeroporto vizinho, há apenas 30km ao sul, sem movimento (a não ser do senador, seus familiares e amigos quando vão passear na sua fazenda).

O único critério nada técnico que a gente consegue enxergar é o senador tucano deixar de andar de carro cerca 40 minutos do aeroporto de Divinópolis até a fazenda de sua família em Cláudio, quando vem passear de jatinho do Rio de Janeiro, onde mora.

Se a pista fosse construída com dinheiro privado e lícito, tudo bem, mas construída com dinheiro do contribuinte mineiro, é bandalheira nos cofres públicos.Os Amigos do presidente Lula

Envolvimento de primo de Aécio Neves com quadrilha de venda de "habeas corpus" para traficantes vem à tona depois da descoberta do caso do aeroporto de Cláudio, em Minas

Aécio Neves durante temporada no "Palácio de Versalhes" da monarquia mineira


A denúncia feita ontem, em matéria de primeira página da Folha de São Paulo, de que o presidenciável Aécio Neves mandou construir um aeroporto público nas terras de parentes seus, na cidade mineira de Cláudio, onde o próprio Aécio mantém uma fazenda a qual costuma chamar de "meu Palácio de Versalhes" pode ser apenas a ponte de um iceberg que levará a candidatura tucana ao naufrágio. Segundo matérias publicadas hoje, pela própria Folha, o aeroporto, apesar de ter custado cerca de R$ 14 milhões aos cofres públicos mineiros, é administrado por parentes de Aécio, entre eles seu tio, Múcio Guimarães Tolentino, dono da fazenda onde foi construído o aeroporto. Com as denúncias sobre a situação privilegiada de parentes de Aécio na região, o caso envolvendo um primo do ex-governador, que estava abafado também começa a ser divulgado. Trata-se do processo que espera julgamento no STJ,  contra TANCREDO ALADIM ROCHA TOLENTINO, primo de Aécio e mais conhecido pelo vulgo de "Quedo", que foi preso na Operação "Jus Postulandi", da Polícia Federal, por chefiar uma quadrilha especializada na venda de "habeas corpus" para traficantes. É preciso investigar com profundidade qual o acesso e poder desse "Quedo" sobre esse aeroporto. No link, a denúncia completa:





DENÚNCIA COMPLETA
http://s.conjur.com.br/dl/denuncia-inq-743-mg.pdf

Fonte:Blog da Noélia Brito

Cerco à 'Máfia dos Transplantes' atinge deputado do PSDB

Santa Casa de Poços de Caldas
Médicos acusados de envolvimento no tráfico de órgãos trabalhavam na Santa Casa de Poços de Caldas (M

Justiça de Minas Gerais pede investigação de deputado Carlos Mosconi por suposta participação na quadrilha acusada de operar uma central clandestina de órgãos
por Renan Truffi — publicado 21/07/2014-CartaCapital
“São pessoas de bem e bons profissionais”, escreveu o médico e deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB-MG) no Facebook, no último dia 7 de fevereiro, sobre seus colegas de profissão: Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Sérgio Gaspar. Na mesma data em que ele postou a mensagem os três foram condenados à prisão pela Justiça de Minas Gerais. Os médicos retiraram os órgãos de um menino de 10 anos quando ele ainda estava vivo, em Poços de Caldas (MG), em abril de 2000. Segundo a Justiça mineira, a intenção dos réus era vender rins e córneas do garoto, em mais uma ação da ‘Máfia dos Transplantes’.

A solidariedade do deputado em seu perfil na rede social é só mais um indício da estreita ligação entre ele e os condenados. Mas somente agora, após 14 anos da divulgação do caso, a relação poderá ser esclarecida. Além de determinar a pena dos colegas de Mosconi, a sentença do juiz da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas, Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, determina que o deputado seja investigado o mais rápido possível por suas “supostas atividades ilícitas” ao lado dos réus. O escândalo foi divulgado por CartaCapital em três reportagens. Outro médico também citado nos processos, o nefrologista, Álvaro Ianhez, será levado a júri no próximo dia 31 de julho.
Há 14 anos, o menino Paulo Veronesi Pavesi, de 10 anos, deu entrada no Hospital Pedro Sanches, em Poços de Caldas, depois de cair de uma altura de 10 metros no playground de seu prédio. O garoto estava consciente e conversava, mas apresentava traumatismo craniano e teve que passar por uma cirurgia. No dia seguinte, o pai da criança, Paulo Pavesi, foi informado da morte do filho e da possibilidade de doar os órgãos. Ele autorizou a retirada.
Algum tempo depois, Pavesi recebeu uma conta de R$ 11 mil do hospital. A cobrança incluía, entre outras coisas, os gastos com o transplante feito no garoto. Intrigado, ele resolveu pesquisar e descobriu que a operação para retirada de órgãos é feita com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) e, portanto, não pode ser cobrada. O pai denunciou o hospital, então, ao programa Fantástico, da TV Globo. A reportagem levou o então ministro da Saúde José Serra (PSDB-SP) a pedir uma auditoria na unidade. O que se descobriu foi que a irregularidade era apenas parte de um esquema de venda de órgãos gerenciada por uma central clandestina, a MG Sul Transplantes. A central estava registrada como uma ONG e usava um nome similar ao do órgão estadual responsável por este tipo de procedimento, a MG Transplante.
O menino Paulinho foi atendido pelo médico nefrologista Álvaro Ianhez, coordenador do setor de transplantes do hospital e, ao mesmo tempo, um dos fundadores da ONG MG Sul Transplantes. Com a ajuda de Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Sérgio Gaspar, Ianhez decretou a morte encefálica do garoto quando ele ainda estava sedado. O único exame feito pela equipe, contudo, atestou que não havia morte cerebral. Nada disso impediu que os médicos prosseguissem com a retirada dos órgãos.
A reportagem de CartaCapital teve acesso à integra da sentença do juiz Narciso Alvarenga. De acordo com o magistrado, as investigações revelaram outros oito casos semelhantes. “Tudo corria bem, achavam que era mais um paciente pobre, de família com baixa instrução, e ainda era feriado. Até que tentaram cobrar também pelo transplante, a ganância foi muita. A partir daí se descobriu um verdadeiro filme de horror”, resumiu Alvarenga.
E foi a apuração dessas denúncias que colocou em evidência o nome do deputado Mosconi. Na última sentença, ele é citado 70 vezes. Entre os indícios apontados pelo juiz do que seria sua participação no esquema estão provas que mostram que o tucano é um dos fundadores da MG Sul Transplantes, a ONG clandestina apontada como a agenciadora dos órgãos.
“Os órgãos não foram distribuídos pela CNCDO (Central de Notificação e Captação de Órgãos), a MG Transplantes, e sim pela central clandestina MG Sul Transplantes, coordenada por Álvaro Ianhez e idealizada por Carlos Mosconi”, conclui o juiz na sentença.
A prova de que ambos foram os criadores da instituição é um texto no Jornal Brasileiro dos Transplantes, que noticia a fundação da ONG. O documento que formaliza a criação e foi publicado pelo jornal é assinado por Mosconi e alguns dos médicos condenados, como Celso Scafi e Cláudio Rogério. “Tal entidade manipulava uma lista própria de receptores, interestadual, juntamente com outra entidade, a Pro Rim”. Ainda segundo o texto judicial a Pro Rim era dirigida por Lourival Batista, conhecido por ser o primeiro transplantado de Poços de Caldas. E quem fez a cirurgia em Batista? Justamente Carlos Mosconi.
“A Pro Rim gerenciava uma lista própria de receptores de órgãos. Sendo que a lei fala que tem que ser uma lista única, municipal, estadual ou nacional. Essa lista era interestadual, e tinha pacientes de cidades vizinhas, no estado de são Paulo. São irregularidades e ilegalidades sérias”, explica o juiz.
O pedido de investigação do tucano também se baseia em um depoimento do pai do menino Paulinho. No último mês de junho, a Justiça brasileira solicitou que Paulo Pavesi fosse ouvido por autoridades inglesas, pois o gerente de sistemas vive hoje em Londres sob proteção policial, após receber ameaças.
“As investigações feitas por autoridades brasileiras descobriram dezenas de crimes, em diversos casos semelhantes ao do meu filho. Em geral, os pacientes tiveram seus tratamentos terapêuticos suspensos ou negligenciados propositalmente e foram empurrados para a morte a fim de fornecer órgãos para transplantes. Álvaro Ianhez criou uma rede de captação e distribuição de órgãos completamente clandestina, com o auxílio e proteção política de Carlos Mosconi. [...]. Carlos Mosconi possui o controle política da cidade. Ele comanda a polícia, o Ministério Público, os órgãos de fiscalização municipal e até estadual”, afirmou Pavesi, em depoimento às autoridades inglesas.
O deputado tucano teria usado, por exemplo, sua influência para desaparecer com provas. O delegado Célio Jacinto, responsável pelas investigações da PF, revelou na época a existência de uma carta do parlamentar na qual ele solicita ao amigo Ianhez o fornecimento de um rim para atender ao pedido do prefeito de Campanha (MG). A carta, segundo o delegado, foi apreendida entre os documentos de Ianhez, mas desapareceu misteriosamente do inquérito sob custódia do Ministério Público Estadual de Minas Gerais.
Episódios como este levaram a Justiça e o Ministério Público a classificarem o esquema como uma “máfia”. Cerca de dois anos depois da morte do menino Paulinho, o diretor da Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas, Claudio Marcondes, foi encontrado morto dentro do próprio carro com um tiro na boca. Com base em depoimentos que constam nos autos, o juiz afirma que Marcondes teria gravações de conversas comprometedoras dos médicos envolvidos no tráfico de órgãos.
A arma encontrada no local nunca foi periciada e sumiu. Além disso, as mãos de Marcondes foram lavadas, raspadas e enfaixadas, o que impossibilitou qualquer exame para saber se foi ele mesmo quem atirou contra si próprio. Segundo a Justiça, o carro da vítima ainda foi lavado duas vezes por Sérgio Roberto Lopes. Ex-PM, “Serjão” fecha o círculo em torno de Mosconi. Segundo o juiz Narciso Alvarenga, Sérgio era advogado da Santa Casa e foi levado para a política pelo deputado tucano. Ele seria ainda o responsável pelo estatuto da Pro Rim, a entidade parceira da MG Sul Transplantes.
A sentença ainda alerta para a possibilidade de que o deputado esteja por trás de outros negócios escusos. Uma das maiores fornecedoras de equipamentos hospitalares da Santa Casa de Poços é a empresa Mantiqueira Distribuidora de Produtos Hospitalares. A companhia está registrada nos nomes dos filhos de Mosconi, mas ele seria o dono. O deputado destinaria emendas ou recursos para o hospital que, por sua vez, usaria a verba para comprar equipamentos da Mantiqueira.
Se for mesmo investigado, Mosconi terá de conciliar sua defesa com mais uma campanha eleitoral. Ele é candidato a deputado federal pelo PSDB.
Outro lado
Os advogados de todos os acusados citados na reportagem negam que a MG Sul Transplantes tenha sido uma central clandestina. Eles se baseiam em uma decisão da Justiça Federal que desmente a existência tanto da “máfia” como afirma ainda que a ONG estava regularizada nos devidos órgãos.
Em entrevista à reportagem, o deputado estadual Carlos Mosconi também afirmou que nunca participou de nenhum esquema de tráfico de órgãos. Na opinião dele, os médicos estão sendo injustiçados. “Eu não tenho nenhum envolvimento nessa história. Tem uma denúncia caluniosa feita pelo pai da criança, pelo Pavesi, que sempre teve um grande ódio em relação a minha pessoa”, afirma. Ele explica que entrou com várias representações na Justiça contra o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro por conta de sua atuação e classifica as denúncias como “políticas”, ao citar que o caso também foi divulgado em blog do PT.
Sobre as denúncias relacionadas à empresa Mantiqueira, o tucano confirma que a companhia é de um de seus filhos, mas diz que não sabe com quais hospitais ele tem negócios. “Vendem para o Brasil inteiro. Meu filho é empresário”, se defende. Ele garante, no entanto, que na época em que a Santa Casa recebeu um empréstimo para quitar dívidas, a empresa Mantiqueira não tinha negócios com a unidade de saúde.
O defensor de Álvaro Ianhez, Leonardo Bandeira, nega que ele tenha participado, tanto do diagnóstico como do transplante do menino Paulinho. Bandeira também defende o médico João Alberto Góes, que é réu em outros casos relacionados à suposta máfia, mas critica a sentença do juiz por afirmar a existência do esquema de tráfico de órgãos. O advogado dos médicos Celso Scafi e Cláudio Fernandes, José Arthur Kalil, desmente a informação de que a criança não teria tido morte cerebral. Segundo ele, o exame confirmou que a criança teve morte encefálica. Ele ainda explica que seus clientes fizeram todos os exames

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Chupa, tucanos corruptos!

Edição extra:Os tucanos corruptos roubam, mas quem leva a culpa é o PT




Esses políticos do PSDB são muito calhordas, canalhas, covardes. Os caras em vez de mostrar a sociedade que não construiu, com recursos públicos, o aeroporto de Aécio Neves preferem acusar os outros. O PT foi(e vive) bombardeado por há 12 anos e nunca culpou esses tucanos corruptos pelas denúncias publicadas pelo PiG. Larguem de ser bandidos, devolvam o que roubaram do governo de MG. Agora mesmo recebi informação que o JN abriu espaço para Aécio Neves se explicar e criticar o PT pela denúncia.Cambada de bandidos!


247 - Em nota enviada à imprensa na noite desta segunda-feira, 21, o coordenador jurídico do PSDB Nacional, Carlos Sampaio, classificou como perseguição política contra o candidato tucano a presidente, Aécio Neves, o fato da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) investigar o aeroporto construído em uma propriedade que pertencia ao tio de Aécio, no município de Cláudio. A obra foi feita durante o segundo governo de Aécio Neves em Minas e consumiu R$ 14 milhões em recursos públicos (leia mais). 
"Não é de hoje que o PSDB tem denunciado o uso da máquina pública federal em favor da candidatura da Presidente Dilma Rousseff, inclusive com decisão do TSE já reconhecendo essa prática e aplicando multa a entidade pública. Desta vez, o abuso em favor do PT é da ANAC, praticando conduta vedada pela legislação eleitoral", diz a nota. 
"É vergonhosa a utilização de mais uma estrutura do estado para perseguir adversários políticos do governo. Estamos representando contra a ANAC e contra a Presidente Dilma para que este ato seja punido de forma rigorosa", anunciou o advogado tucano.
Segundo o coordenador jurídico do PSDB, o processo de homologação do Aeroporto de Claudio junto à ANAC vem ocorrendo de forma "legal e transparente". "Tanto é verdade que foi a própria Secretaria Nacional de Aviação Civil que, em abril de 2014, transferiu a jurisdição do Aeroporto de Claudio para o Estado de Minas Gerais sem que qualquer irregularidade fosse indicada", garante Sampaio. 
Além da investigação da ANAC, o comitê da campanha da presidente Dilma Rousseff decidiu, na tarde desta segunda-feira 21, entrar com uma representação por improbidade administrativa no Ministério Público de Minas Gerais contra o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves. A ação, que deve ser apresentada nesta terça-feira, 22.
Leia na íntegra a nota do PSDB.
"NOTA PSDB
Não é de hoje que o PSDB tem denunciado o uso da máquina pública federal em favor da candidatura da Presidente Dilma Rousseff, inclusive com decisão do TSE já reconhecendo essa prática e aplicando multa a entidade pública. Desta vez, o abuso em favor do PT é da ANAC, praticando conduta vedada pela legislação eleitoral.
É vergonhosa a utilização de mais uma estrutura do estado para perseguir adversários políticos do governo.
Estamos representando contra a ANAC e contra a Presidente Dilma para que este ato seja punido de forma rigorosa.
Registramos, por fim, que o processo de homologação do Aeroporto de Claudio junto à ANAC vem ocorrendo de forma legal e transparente como comprovam os inúmeros ofícios trocados entre os órgãos federais e o governo do estado desde 2011. Tanto é verdade que foi a própria Secretaria Nacional de Aviação Civil que, em abril de 2014, transferiu a jurisdição do Aeroporto de Claudio para o Estado de Minas Gerais sem que qualquer irregularidade fosse indicada.
Carlos Sampaio - Coordenador Jurídico do PSDB Nacional"

Boa noite

Recordar é viver

Primo de AÉCIO NEVES envolvido na venda de habeas corpus a traficantes

O esquema de venda de hábeas corpus será tema de reportagem do Fantástico, da Rede Globo.


Uma equipe de reportagem da Rede Globo de São Paulo esteve no início desta semana na cidade de Oliveira-MG, para gravar entrevista com o advogado e vereador Walquir Rocha Avelar sobre seu  envolvimento em um esquema de venda de habeas corpus a traficantes presos em Minas Gerais. De acordo com o reporter Valmir Salaro (Rede Globo), a entrevista deve ser levada ao ar no próximo domingo durante o Fantástico, como parte de uma reportagem especial que a emissora está produzindo a respeito do esquema. 

No dia 30 de junho de 2011, Walquir Avelar foi preso em seu apartamento no centro de Oliveira- MG e levado para a delegacia da Polícia Federal em Divinópolis- MG, onde foi ouvido em depoimento pelo delegado Daniel de Souza Silva. O primo de Aécio Neves foi preso, à época, na cidade de Claudio-MG, onde fica a fazenda de Aécio Neves.


O advogado e vereador Walquir Avelar (PTB) da cidade de Oliveira-MG confessou o envolvimento na venda de habeas corpus a traficantes e detalhou a participação do desembargador Hélcio Valentim de Andrade Filho, afastado pela corregedoria.   Além dele, foram presos também o magistrado e Tancredo Aladin Tolentino, primo do EX-GOVERNADOR e ATUAL SENADOR por Minas Gerais, AÉCIO NEVES - PSDB., que atua na cidade de CLÁUDIO-MG.  

 Eles  foram detidos em 30 de junho de 2011,  pela PF durante a Operação Jus Postulandi, que investiga a irregularidade.  AÉCIO NEVES mantém relacionamento intimo com o primo, já que  possui  na cidade de Cláudio-MG,  uma fazenda, onde tempos atrás sofreu um acidente, caindo de um cavalo.

Diante das provas do inquérito, o vereador resolveu falar sobre sua participação e dos outros acusados e cooperar com as investigações.A investigação da PF tem indícios robustos de envolvimento do desembargador nas fraudes e provas consistentes sobre a participação do vereador e do primo de AÉCIO NEVES, Tancredo Aladin Tolentino. Diante do que está no inquérito e nas provas que foram colhidas pela PF durante os cinco meses de investigação, o vereador achou melhor confessar sua participação e colaborar com a Justiça.

Depois do depoimento o vereador foi liberado. A Polícia Federal obteve na Justiça a quebra do sigilo telefônico do vereador, além de ter tido acesso a sua caixa de e-mails. No inquérito não há transcrição de gravações telefônicas do desembargador, mas sim conversas entre o vereador e clientes que teriam pago para sair da prisão. Há ainda trechos de diálogos com o  PRIMO DE AÉCIO NEVES, Tancredo Tolentino. Existem  ainda escutas ambientais e vídeos que comprometeriam os acusados.

De acordo com o delegado Daniel Souza, da PF, os três envolvidos foram liberados porque teriam “colaborado com as investigações e inclusive confirmaram a participação no esquema, dando detalhes importantes sobre a forma de agir dos integrantes”. Souza explicou ainda que a PF estará empenhada em analisar os documentos apreendidos durante a operação e que equipes foram  enviadas para São Paulo e para o Mato Grosso, a fim de dar prosseguimento às investigações.

Cachaça governador: de tancredo tolentino para aécio neves, com carinho


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Nao foi o Governador, foi Minas | Como a imprensa consegue amenizar uma saia justa


Os leitores da Folha de S Paulo foram surpreendidos no domingo (ontem) por um ataque indireto ao senador Aécio Neves, candidato do PSDB a presidente da República – “Minas fez aeroporto em fazenda de tio de Aécio”, dizia a manchete do diário paulista. No texto logo abaixo, o jornal conta que, quando governador, em 2010, Aécio mandou construir, com dinheiro público, um aeroporto na fazenda de um tio - que o senador usa regularmente.
A obra custou R$ 14 milhões e só serve à família do senador ou a aeronaves que ela autoriza, pois o governo de Minas nunca entregou à ANAC, Agência Nacional de Aviaçao Civil, os papéis necessários à sua homologação. Portanto, objetivamente, a instalaçao segue sendo uma obra privada feita com dinheiro público.
Na mesma edição e em texto de tamanho proporcional à reportagem que faz a denúncia, a assessoria do senador responde que a escolha do local levou em conta apenas aspectos técnicos, não considerando que a propriedade do imóvel favorecia diretamente o entao governador.
O Estado de S Paulo reproduziu no mesmo dia a denúncia da Folha, em um texto mais curto, incluindo a defesa de Aécio Neves, acrescentando que no local havia uma pista construída em 1983 por seu avô, Tancredo Neves, quando era governador do Estado. Ou seja, a família se beneficia das instalações há mais de 30 anos, agora modernizadas com recursos do Estado. Ou há outra interpretação para a sequência de notícias?
Hoje, 21, os 2 jornais paulistas voltam ao assunto, para oferecer um amplo espaço à defesa do candidato tucano, e o Globo entra na história, publicando com destaque a justificativa de Aécio Neves, sem ter publicado antes a denúncia.
O conjunto do noticiário serve de modelo para o leitor entender o estilo que deverá marcar a imprensa hegemônica até o fim da campanha eleitoral – para amenizar as suspeitas de que tende para um dos lados da disputa, dá-se, como se dizia antigamente, uma no cravo, outra na ferradura.
Aeroporto particular
O cuidado em amenizar o efeito da reportagem diz muito sobre a atençao que a imprensa dedica ao seu candidato preferencial. Diante de um fato que induz claramente à conclusao de que a família Neves transformou um antigo campo de pouso em aeroporto particular com dinheiro público, e que a decisão de tocar a obra foi feita pelo entao governador Aécio Neves, qual é a alternativa?
Já que não se pode esconder o fato, cria-se na própria denúncia a condição propícia à defesa. A começar pelos títulos: tanto na Folha como no Estado, não foi o então governador quem autorizou o uso de dinheiro público no interesse da própria família: foi “Minas”. Ora, “Minas” não pratica atos de ofício, “Minas” não assina autorização para obras com ou sem licitação. Quem assina é o governante, e o governante é agora candidato a presidente da República.
De que, então, tratava a manchete da Folha no domingo? Tratava do cuidado mínimo que o jornal precisa dedicar à cobertura da disputa eleitoral, porque o engajamento permanente e descarado em uma ou outra candidatura pode prejudicar outros interesses da própria empresa que edita o diário.
Por exemplo, se o público desenvolver a convicção de que a Folha apoia explicitamente uma candidatura em detrimento das outras, quanta confiança será depositada em futuras pesquisas do Datafolha?
Então, se determinado fato não pode deixar de ser publicado, porque a omissão colocaria em risco a credibilidade do jornal, dá-se um jeito de preservar no que for possível a reputação do candidato acusado.
Em nenhuma outra ocasião, nos muitos escândalos que a imprensa reportou nos últimos anos, a autoria foi desviada do personagem central para a figura diáfana do Estado. Apenas como referência, no caso que tinha como acusado o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, não se leu nos jornais que “Brasília é condenada por improbidade administrativa”.
Mas no caso do aeroporto privado feito com dinheiro público, não foi o então governador quem cometeu o malfeito: foi “Minas”.

Isso não vai dar em nada


O comitê da campanha da presidente Dilma Rousseff decidiu, na tarde desta segunda-feira 21, entrar com uma representação por improbidade administrativa no Ministério Público de Minas Gerais contra o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves. Eu vou dizer um negócio:isso é burrice do PT, não adianta entrar com reapresentação no Ministério Público de MG.Até as ruas de Ouro Preto sabem que Aécio manda e demanda na mídia, Poder Judiciário e Ministério Público de Minas Gerais.Essa representação só vai fortalecer a defesa de Aécio, já que o MP vai dizer, certamente, que não há nada de ilegal na construção do aeroporto.É melhor deixar a suspeita no ar do que Aécio Neves receber, do Ministério Público mineiro, atestado de honestidade.E é isso que vai ocorrer.