domingo, 6 de outubro de 2019
Pega fogo o laranjal
Luciano Bivar (PSL-PE), o padrinho político de Bozo, meteu-se em uma encrenca grande com o irmão de Zé Múcio, presidente do TCU.Zuza Monteiro diz que vai denunciar Bivar por causa das candidaturas laranjas. Enquanto isso, a PF de PE não faz nada.
https://t.co/r2eUCUSJtG
A Era das trevas
Triste. De causar indignação. O governo Bozo, via Damares da goiabeira, usa a eleição dos Conselhos Tutelares para eleger conselheiros alinhados com o neopentecostalismo, movimento evangélico composto por picaretas, mercenários, charlatões, tipo Macedo e Malafraia. Há exceções.Oremos.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
A morte levou Sr. Cloaca
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Capez, aliado do Moro, é denunciado por receber propina
O Ministério Público de São Paulo denunciou o deputado estadual Fernando Capez (PSDB) e outras oito pessoas como resultado da Operação Alba Branca, que investiga pagamento de propina e superfaturamento na merenda escolar.
A denúncia contra Capez — que presidiu a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) entre 2015 e 2017 — afirma que ele utilizou ao menos parte da propina em sua campanha de 2014.
Marcos
Segundo a denúncia, Capez atuou em favor da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) junto à Secretaria da Educação estadual para que o dinheiro de um contrato de fornecimento de suco de laranja fosse liberado.
A cooperativa, sediada em Bebedouro (SP), havia vencido concorrência em 2013, mas o sobre o processo de chamada pública pairavam suspeitas de irregularidades.
De acordo com o Ministério Público, dirigentes da Coaf contrataram os lobistas Leonel Júlio — ex-presidente da Alesp nos anos 1970 — e Marcel Júlio, filho de Leonel, a fim de liberar o contrato.
Teria sido Capez, conforme a denúncia, que fez a ponte entre os lobistas e a secretaria estadual:
"Cientificado das pretensões dos lobistas, Leonel e Marcel, que intermediavam os interesses ilícitos da Coaf, no mês de julho de 2014, visualizando perspectiva de obtenção de ilícita vantagem financeira, que pudesse auxiliá-lo na quitação de despesas oriundas da campanha eleitoral da qual participava naquele ano, o deputado Fernando Capez dá início à almejada interveniência junto à Secretaria da Educação, mediante tratativas travadas com Fernando Padula Novaes, chefe de gabinete do secretário daquela pasta, o que se estabeleceu diretamente e por meio de José Afonso Carrijo de Andrade, assessor de relações institucionais daquela secretaria, que, pelo que se extrai dos autos, desconhecia a verdadeira dimensão do que era tratado pelo parlamentar e o chefe de gabinete."
O Ministério Público afirma que a propina a Capez foi combinada em uma reunião em seu escritório político, próximo ao parque do Ibirapuera, no dia 29 de julho de 2014.
Os envolvidos teriam acertado que 6% do contrato de R$ 11 milhões seriam repassados a título de propina, segundo o Ministério Público.
Em um requerimento enviado junto à denúncia, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, afirma que os desvios somaram ao todo R$ 1,13 milhão.
A denúncia registra que Marcel Júlio e a Coaf celebraram contratos fictícios que somam R$ 300 mil a fim de esconder a verdadeira origem do dinheiro, que seria repassado em espécie — ao menos em parte — à campanha de Capez.
Segundo o Ministério Público, a campanha de Capez também recebeu como vantagem indevida o empréstimo de um Volkswagen Gol que pertence à cooperativa e foi utilizado para promover a candidatura do deputado.
Em sua manifestação, o procurador-geral também pediu que Capez seja afastado da função de deputado estadual e cita "o justo receio de que, no exercício da função parlamentar, o denunciado torne a delinquir, de modo a colocar em risco a ordem pública".
Em nota, Capez negou irregularidades e disse que a denúncia tem "cunho político". "A denúncia pretende aplicar responsabilidade objetiva por atos supostamente praticados por terceiros", diz trecho do texto (leia a íntegra ao final do post).
Leia a íntegra da denúncia.
Leia a íntegra da nota de Fernando Capez (PSDB).
O deputado esperava o momento correto e agora terá a oportunidade de demonstrar toda a verdade sobre os fatos. Além das inúmeras provas, o cunho político eleitoral ficará ainda mais demonstrado. A denúncia pretende aplicar responsabilidade objetiva por atos supostamente praticados por terceiros.
Veja também:
Mansão de operador da Máfia da Merenda tem dívida de R$ 500 mil em IPTU
Máfia da merenda também atuava na Secretaria de Agricultura do governo de São Paulo, apontam gravações
Alexandre Aragão é Repórter do BuzzFeed e trabalha em São Paulo. Entre em contato com ele pelo email alexandre.aragao@buzzfeed.com
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O Terror vai voltar
Aguardem! O Terror do Nordeste está se preparando para voltar ao batente. É com muitas novidades.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
E a zona continua
Tá todo mundo louco nessa República de bananas.
Um dia, um ministro do STF, com um profundo desrespeito ao Poder legislativo, suspende uma votação e determina o retorno da proposição à Câmara para nova votação.
No outro dia, um outro ministro, que não é nenhuma flor que se cheire, mete o pau naquele que suspendeu a votação da Câmara dos Deputados.
No meio desse embate, aparece uma presidente bundão que se curva à ilegalidade do ministro de topete.
Tudo isso com a complacência de uma presidente que só sabe falar merda.
Não para por aí.
Noutro dia, um bando de moleque, travestido de Procuradores da república, oferece denúncia contra um ex-presidente ilibado.Pasmem! Nessa denúncia, de 188 paginas, que repetiu a denúncia anterior, não há sequer uma prova que indique, nem por ilação, que o eterno presidente Lula cometeu malfeito.
Para completar, um juiz, que também gosta de aparecer, manda um pastor sonegador depor coercitivamente, como se fosse impossível encontrá-lo no Templo, na hora de receber o dízimo.
Isso tudo está ocorrendo num país governado por uma quadrilha da mais alta periculosidade, que não faz nada a não ser botar no rabo do trabalhador.
Enquanto isso, os coxinhas, paneleiros filhos da puta não batem uma única panela, todos aplaudem os desmandos de um governo corrupto que eles ajudaram a colocar no poder.
Tenho nojo disso tudo.
Só Deus na causa.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
E a zona continua
Fux invade Legislativo e manda Câmara votar de novo as “10 medidas” do MP
POR FERNANDO BRITO · 14/12/2016
Nunca antes na história do Supremo Tribunal Federal ocorreu algo como o que fez, agora há pouco, o Ministro Luiz Fux.
Ele determinou a devolução, para nova votação, do projeto das tais “10 medidas contra a Corrupção”, já modificado e aprovado por 313 deputados, para que seja novamente votado.
Ou seja, o “tapetão” anulou o jogo já jogado e mandou começar de novo.
E, graças a uma decisão extremamente autoritária do Supremo, liminar de um ministro não pode ser revista por outro, mas apenas pelo plenário. Quando, só Deus sabe.
Óbvio que foi porque o resultado não foi o que agradava ao MP e ao Judiciário, que se empenharam abertamente pelo texto original, acertado entre os procuradores e o relator, Onyx Lorenzoni.
Na decisão, a explicação é que “não foi observado o devido processo legislativo” por tratar-se de um projeto de iniciativa popular – o que, aliás, já foi ironizado por outro Ministro, Gilmar Mendes – o que não permitiria a inclusão de matéria diversa do original.
A “matéria diversa”, no caso, é a responsabilização de procuradores e juízes por abuso de autoridade.
Isto, como se sabe, é tabu. Juiz e procurador não abusa nem quando abusa. E quando abusa muito, mas muito mesmo, vai para casa ganhar sem trabalhar.
Todos são iguais perante a lei, mas nem tanto.
O Brasil virou uma zona
Este país virou uma zona. A mais nova sacanagem foi um famoso ministro do STF dizer que as delações ocorridas no âmbito da Lava Jato podem ser anuladas.Bonito isso, né? Todas as prisões ocorridas na Lava Jato foram decorrentes de delação vazada, e esse cara de pau nunca deu um pio sobre isso, preferiu se omitir. Agora, só porque seus comparsas estão envolvidos até a medula no esquemão da Odebrecht, o sujeito, sem ninguém perguntar, disse que as delações podem ser anuladas. Possivelmente a anulação pregada por ele só vale pra essas delações que acusam Temer Vampiro, Romero Caju, Drácula Serra, o Santo, o Mineirinho e tantos outros meliantes, para os que já foram condenados não valem nada. Fica do jeito que estar.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Temer pede para Janot estancar a sangria
Presidente safado, moleque. Dilma nunca pediu a Janot, ou a quem quer que seja, para encerrar a Lavajato, em nome da economia.E veja que Dilma não tomou nenhuma medida pra botar no cu do povo.Esse escroque usurpador, em nome da PEC da Morte, e da Reforma da Previdência, quer que um Procurador Geral, que não manda em porra nenhuma, acelere as investigações que fisgaram os grandes corruptos do PMDB, PSDB e DEM. Temer não quer que acelere nada, ele quer estancar a sangria, como diria Romero Caju. Temer é tão ridículo que usa a AGU com fim nitidamente político.
Alegando que a divulgação de informações da operação “lava jato” está atrapalhando a “condução de políticas públicas da União”, o presidente Michel Temer pediu à Procuradoria-Geral da República celeridade na conclusão das investigações em curso. Em ofício enviado ao procurador-geral, Rodrigo Janot, Temer também pede que as delações premiadas dos executivos da Odebrecht, em fase final de tomada de depoimentos, sejam, o quanto antes, finalizadas. “Com isso, a eventual responsabilidade criminal dos investigados será logo aferida.”
Temer reclama do vazamento da delação do executivo Claudio Melo Filho e de trechos dos depoimentos de outros executivos. Nelas, o presidente aparece como destinatário de propina paga na forma de doações eleitorais. Segundo a delação de Claudio Filho, o presidente recebeu R$ 10 milhões destinados ao caixa do PMDB.

No ofício enviado à PGR nesta segunda-feira (12/12), Temer afirma que a divulgação das informações atrapalha seus planos de tirar o país das crises econômica e política. Especialmente a reforma da Previdência e a proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto anual para os gastos públicos.
“A condução dessas e de outras políticas públicas a cargo da União vem sofrendo interferência pela ilegítima divulgação de supostas colaborações premiadas em investigações criminais conduzidas pelo Ministério Público Federal, quando ainda não completado e homologado o procedimento da delação”, diz a carta. De acordo com o artigo 7º da Lei 12.850/2013, os depoimentos de delações premiadas são sigilosos até o recebimento da denúncia pela Justiça.
“Num clima de desconfiança, geradora de incerteza, o mister constitucional da União se vê seriamente obstruído”, continua Temer, no ofício. Para o presidente, a divulgação das informações “funciona como elemento perturbador de uma série de áreas de interesse da União”.
O ofício repete o apelo que Temer fez a ministros do Supremo quando pediu a eles que mantivessem o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na Presidência do Senado. Naquela ocasião, Temer afirmou que retirá-lo do cargo atrapalharia a aprovação de projetos divulgados pelo governo como formas de enfrentar a crise econômica.
A mesma argumentação foi feita no ofício a Janot, Temer reclama que a divulgação das delações foi feita “em um momento do processo legislativo marcado por propostas de reformas estabilizadoras, as quais possuem como objeto temas sensíveis à luz do cenário social e macroeconômico de médio e longo prazos”.
Com isso, também reclama das citações ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, ao próprio Renan, ao deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-articulador do governo na Câmara, entre outros.
Clique aqui para ler o ofício
O choro de Reinaldo Azevedo. Dá-lhe Lula!
DESASTRE: direita burra faz Lula recuperar prestígio eleitoral
Na margem de erro, Lula aparece à frente de todos os oponentes no 2º turno, exc: 38% a 34% contra Aécio e Alckmin e 37% a 35% contra Serra
A direita burra considerava que a exacerbação do clima policial, com o Congresso brasileiro debaixo de vara, acabaria levando água para seu moinho. Bem, não levou. Como previ, os únicos que tinham a ganhar com isso eram os esquerdistas.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda, para a surpresa de ninguém com miolos, traz ninguém menos do que Lula na liderança de todos os cenários de primeiro turno. Sim, Lula, ele mesmo, aquele que já é réu três vezes e que foi denunciado uma quarta vez. No segundo turno, quem se dá bem em todos os cenários é Marina Silva, da Rede.
Posso colocar de outra maneira: quem lidera no primeiro turno é uma das estrelas da Lava Jato que é contra a reforma da Previdência e a PEC do Teto e quem vence no segundo turno é uma liderança que contra a PEC do Teto e a reforma da Previdência. Fica bom assim?
Se a eleição fosse hoje, Lula obteria 25% no cenário em que o candidato tucano fosse Aécio Neves, com 11% — em março, o petista tinha 17%, e o tucano, 19%. Marina fica com 15%. O ex-presidente chega a 26% com Alckmin na disputa, que obtém 8%. A líder da Rede marca 17%. Se o nome do PSDB é José Serra, com 9%, o chefão do PT mantém os 25%. Jair Bolsonaro (PSC-RJ) conquista, nessas hipóteses, respectivamente, 9%, 8% e 9%.
Calma que vem mais coisa
Marina Silva, cujo partido assumiu claramente uma inflexão à esquerda, continuaria a vencer todos os possíveis oponentes no segundo turno: 43% a 34% contra Lula; 47% a 25% contra Aécio; 48% a 25% contra Alckmin; 47% a 27% contra Serra. Não lhes pareceu bom, leitores amigos? Então vamos piorar um pouco.
Ainda que na margem de erro, Lula aparece à frente de todos os oponentes no segundo turno, exceção feita a Marina: 38% a 34% contra Aécio e Alckmin e 37% a 35% contra Serra.
Atenção para o movimento: na comparação com março, Aécio cai de 51% para 34%, e Lula sobe de 32% para 38%; Alckmin vai no período de 45% para 34%, e o petista ascende de 34% para 38%. Serra passa de 49% para 35%, e o ex-presidente oscila de 35% para 37%.
Lula encurta a distância também contra Marina no segundo turno: ela cai de 52% em março para 43% agora, e ele oscila de 31% para 34%: a diferença caiu de 21 pontos para 9.
Se os números estiverem certos, eles evidenciam uma recuperação do prestígio político e eleitoral de Lula, embora ele siga sendo um dos presidenciáveis mais rejeitados, com 44%, empatado com Michel Temer, com 45%. Dizem rejeitar Aécio 30% dos entrevistados; Serra aparece com 20%, empatado tecnicamente com Bolsonaro (18%) e Alckmin (17%). Marina fica com apenas 15%.
Na sexta, fiz uma brincadeira no programa “Os Pingos nos Is”. O “Lula” que imito lançou um apelo à direita burra, sugerindo que o negócio é mesmo botar fogo no país e esculhambar o Congresso. Afinal, esse era o melhor caminho para a recuperação de Lula. Segue o vídeo para quem não viu.
Encerro. Não existe vácuo na política. Se a ideia é reduzir o país a uma grande delegacia de polícia, todos se igualam. No ambiente de terra arrasada, quem tem mais estrutura e experiência acaba obtendo vantagem ou recuperando o terreno. Agora resta à direita burra torcer para que Lula esteja preso até 2018.
Quem sabe a polícia possa conter o perigo que ela própria está criando com a sua… burrice!
Enquanto a bandidagem indicia e denuncia,a Lula cresce nas pesquisas
247 - Em nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está na liderança em todos os cenários de primeiro turno da disputa pelo Planalto em 2018. O petista, que já liderava no último levantamento do instituto, realizado em julho, ampliou sua vantagem nas simulações.
Em um cenário contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Lula teria 25% das intenções de voto e o tucano, 11%. Com esse resultado, o mineiro fica atrás também da ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade), que aparece com 15% das intenções.
Contra Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, Lula tem 26%.
Lula também venceria em todos os cenários de segundo turno, com exceção de uma eventual disputa com Marina Silva. Nesta simulação, a ex-senadora teria 43%, contra 34% do petista.
Os três potenciais candidatos do PSDB —Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra— não venceriam em nenhum dos cenários analisados pelo Datafolha.
Veja, na análise de Fernando Brito, como Lula cresce em todas as simulações do Datafolha.
domingo, 11 de dezembro de 2016
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