quarta-feira, 30 de julho de 2008

ROMERO JUCÁ É DENUNCIADO POR CRIME COMETIDO DURANTE O GOVERNO FHC


O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, denunciou o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao STF (Supremo Tribunal Federal) por crime contra o sistema financeiro relacionado a empréstimos firmados pelo líder do governo no Senado com o Basa (Banco da Amazônia) para a empresa Frangonorte --da qual foi sócio entre 1994 e 1996.

O processo, que tramita em segredo de Justiça, reúne denúncias de que o senador teria usado recursos públicos obtidos pela empresa Frangonorte, de Roraima, no período em que foi um de seus sócios.

Jucá é acusado de firmar empréstimos da ordem de R$ 3,5 milhões com o Basa mesmo com a Frangonorte registrada em cadastro de empresas inadimplentes. O STF tem que decidir se acata a denúncia do procurador. Após o encaminhamento da denúncia, Jucá deve apresentar sua defesa ao tribunal.

Na época da abertura do inquérito, a defesa do senador argumentou que qualquer irregularidade cometida na empresa ocorreu depois da sua saída da sociedade.

O caso teve início com abertura de processo administrativo pelo Ministério Público Federal de Roraima para apurar o destino de R$ 4,6 milhões em recursos públicos recebidos pela Frangonorte.

Procurado pela reportagem, Jucá não foi localizado para comentar a denúncia da Procuradoria Geral da República.Ministro

O senador foi acusado de oferecer, como garantia ao empréstimo do Basa à Frangonorte, sete fazendas inexistentes. A denúncia do procurador foi encaminhada ao STF em dezembro, quando o inquérito passou a tramitar em segredo de Justiça.

Na época em que as denúncias vieram a público, em 2005, o senador alegou que a responsabilidade no caso era de seu ex-sócio --Getúlio Alberto de Souza --e que o banco deveria ter confirmado a existência das propriedades oferecidas como garantia.

Fonte: Uol.

Ps. Como se vê, não foi assim que o imprensalão publicou a matéria.

Como sempre o imprensalão tenta fazer crer que Romero Jucá foi denuncido por crimes cometidos na gestão Lula.

DANIEL DANTAS É CRIA DO CONSÓRCIO DEM-TUCANO



Daniel Dantas é o bandoleiro da moeda, da especulação, do desprezo pelas regras, pela ética, pela moralidade. Para ele importante é acumular dinheiro, embora afirme sempre que não tem o menor interesse por isso. É uma espécie de Howard Hughes provinciano que se julga aristocrata. Não sai de casa, não é visto publicamente, mas apesar disso aparece nas mais diversas colunas, com notas sempre "plantadas" a seu favor.

Seria impossível acompanhar suas aventuras, e portanto já alertamos o leitor que o que vou arrolar sobre ele não deve representar nem 1 por cento da sua desonestidade congênita e adquirida. Daniel Dantas pode até me processar, com a motivação: "O repórter que é geralmente considerado bem informado, se reduziu em mais de 99 por cento as minhas desonestidades, com isso só pretendeu me diminuir".

1 - Começou a aparecer no governo Collor, espalhou até que havia sido convidado para ministro da Fazenda, não aceitou.

2 - Isso teria ocorrido (?) por volta de 1990, portanto mais de 18 anos.

3 - O próximo passo de "exaltação" do seu talento foi o de dizer "fui aluno do professor Mario Henrique Simonsen, que me convidou até para trabalhar com ele". Mas teve o cuidado (Dantas é sempre cuidadoso, até nas falcatruas) de só espalhar essas coisas depois de Simonsen morrer. E não existem rastros dessa ligação.

4 - Baiano, foi muito ligado a ACM-Corleone, aí, nada a desmentir. A afinidade entre os dois vinha do total desinteresse pela credibilidade, por isso, a enorme amizade entre os dois.

5 - Por indicação de ACM-Corleone, Daniel Dantas fez sua entrada "tiunfal" no mundo das altas negociatas, ao receber INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS sobre DOAÇÕES-PRIVATIZAÇÕES.

6 - FHC (e alguns economistas, hoje espantosamente ricos) é o seu ídolo e sua grande admiração.

7 - Com as "informações privilegiadas", mandou comprar fábulas em ações que iam ser privatizadas, como Telebrás, Usiminas, Vale do Rio Doce, companhias de energia e bancos estaduais.

8 - Mas teve quase uma visão ou adivinhação, ao comprar toneladas de moedas que não valiam nada e que seriam utilizadas no "pagamento" das sólidas empresas estatais.
9 - Essas, que se chamariam de "moedas podres", foram utilizadas em 1 por cento (às vezes 2 ou 3 por cento) do valor de face, fizeram grandes milionários, entre eles e maior ganhador, Daniel Dantas.

10 - Um dos seus caminhos de enriquecimento passava por um economista de muito talento e despudor, que ganhou mais do que quase todos do Plano Real.

11 - Por sorte tinha um caso íntimo (não era novidade, todos tinham) com uma futura economista, popularmente conhecida como "Heleninha calça frouxa".

12 - A CSN já havia enriquecido alguns, Dantas tomou isso como parâmetro. Comprou muito Siderbrás, títulos da Reforma Agrária que valiam 1, 2 ou 3 por cento, e trocou todos esses papéis miseráveis por empresas rendosas e estatais.

13 - Muita gente no governo FHC, principalmente os que estavam na Comissão de Desestatização, enriqueceram.

14 - Ganharam fortunas, mas sejamos justos: tinham que dividir.

15 - Sergio Motta serviu a FHC e outros "puristas" como apanhador de trigo em campo de centeio. Morreu muito moço, depois de fazer um negócio de centenas de milhões com o coronel Golbery. Negócio vetado pelo ministro Aureliano Chaves, que me deu o furo e me autorizou a publicar, citando o nome dele.

16 - Com esse dinheiro todo, fundou o Opportunity, existem dúvidas sobre o parceiro com quem se desentendeu.

17 - Dizem que foi expulso, outros que recebeu 70 milhões para sair.

18 - A privatização da Telesp permitiu que Dantas atraísse a Telecom Italia, Vicunha (do então bandoleiro pobre Steinbruch, hoje mais rico do que Dantas) até a Organização Globo.

19 - A Globo, muito ENDIVIDADA pelo alto custo do Projac, sofreu baque ainda maior com a VALORIZAÇÃO do dólar a partir de 19 de janeiro de 1999. Esse ENDIVIDAMENTO chegou a 5 BILHÕES de dólares, assustando os sócios.

20 - Mas a desvalorização desse dólar e a simpatia é quase amor do governo Lula transformaram o passivo em quase ativo.

PS - Ainda há muito a contar como a ligação ESPÚRIA de Dantas com os Fundos Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa Econômica). Como Dantas é moço, dá tempo para ir contando.
Ps. Danado que ainda tem gente que quer jogar nas costas de Lula e do PT esse megatrambiqueiro, quando até as paredes do BNDES sabem que este mostro foi parido no governo da gang demo-tucano.
Danado é que, mesmo com um currículo deste, só agora o imprensalão veio a se interessar pelas estripulias desse bandido.

GERUNDISMO

Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.


Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo, quem sabe consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.


Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por essa epidemia de transmissão oral.

Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim!, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito.


Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.


Sinceramente: nossa paciência está estando a ponto de estar estourando. O próximo “Eu vou estar transferindo a sua ligação” que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.


As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.


Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que ‘We’ll be sending it tomorrou’ possa estar tendo o mesmo significado que ‘Nós vamos estar mandando isso amanhã’ acabou por estar sendo só um passo.


Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.


A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo futuro do gerúndio. A primeira pessoa que inventou de estar falando ‘Eu vou tá pensando no seu caso’ sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade lingüística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas.


Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como ‘O que cê vai tá fazendo domingo?’ ou ‘Quando que cê vai tá viajando pra praia?’ ou ‘Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa’.


Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?


A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o ‘a nível de’, o ‘enquanto’, o ‘pra se ter uma idéia’ e outros menos votados.

A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?.
Ricardo Freire.
Ps.Ótimo artigo, vale a pena ler e repassar.

KASSAB QUESTIONA LEALDADE TUCANA. ORA, É MAIS FÁCIL ACHAR ENTERRO DE ANÃO QUE LEALDADE EM DEMENTES E TUCANOS



Gilberto Kassab enviou e-mail para subprefeitos pedindo uma "ação" para tentar influir em pesquisa.

O vazamento do e-mail enviado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) a 26 subprefeitos trouxe à tona o racha que hoje assola a Prefeitura de São Paulo. O clima é de suspeição. Em recentes conversas, Kassab lança dúvidas sobre a lealdade de tucanos com cargo no governo, dizendo-se até traído. Kassab enviou e-mail para subprefeitos pedindo uma "ação" de modo a tentar influir na última pesquisa Datafolha.
A mensagem foi enviada em 23 de julho, o primeiro dos dois dias de campo da pesquisa. Kassab (11%) está em terceiro lugar. Numa reunião com pouco mais de dez pessoas, conta um dos interlocutores, Kassab chegou a listar os subprefeitos, pondo uma interrogação ao lado dos suspeitos de vazamento. Incentivado a demiti-los, o prefeito não só lembra seu compromisso com o governador José Serra (PSDB) pela manutenção da equipe como diz que os tucanos têm obrigação de defender até o final a gestão da qual participam.
Enquanto democratas acusam alckmistas de sabotagem no governo, tucanos mais moderados se queixam da pressão de outros secretários, até do PSDB, para que abracem a candidatura Kassab. Eles reclamaram da exposição que sofreram com a convocação de um almoço de equipe. Reproduzindo uma ponderação já feita pelo próprio Serra, o secretário de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, tem recomendado que os subprefeitos não façam política. "O melhor que os subprefeitos podem fazer é manter a cidade limpa e em ordem.
Não falar de política, nem fazer política. É essa a determinação de Kassab. Sigo à risca", disse. "Bem capaz" Nas conversas, Kassab reconhece que errou ao confiar em 26 destinatários. Ele disse ontem ser "bem capaz" que os subprefeitos tenham visto o e-mail só depois da divulgação. "Essa é uma questão tão rotineira com os subprefeitos que é bem capaz mesmo que alguns tenham recebido depois", disse o prefeito, afirmando que o envio de e-mail "foi feito com uma transparência total buscando o melhor para a cidade". Kassab negou que haja um distanciamento entre ele e o governador tucano. "Ainda na semana passada tive quatro encontros com ele", afirmou. "É evidente que a partir do dia 5 de julho não podemos mais nos encontrar em inaugurações", acrescentou o democrata.

UMA EXCELENTE MEDIDA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará na próxima quinta-feira decreto regulamentando o atendimento ao consumidor pelos call centers. Entre as mudanças estão o cancelamento do serviço imediatamente após o pedido do cliente e a opção de falar com o atendente no primeiro menu eletrônico e em todas as subdivisões. Porém, a previsão de que o atendimento ao consumidor seria feito no máximo em 60 segundos foi retirado do texto final.

Qualquer informação requerida pelo consumidor terá que ser dada no mesmo momento e todas as reclamações terão que ser resolvidas em até cinco dias. O número de atendimento terá que ser gratuito e divulgado pelas empresas.

"Acaba esse jogo de esconde-esconde, de empurra-empurra. Até agora o fornecedor se escondia do consumidor e ele não conseguia cancelar o serviço. A partir do momento que fica mais fácil para o consumidor se desvencilhar da empresa, elas vão prestar um melhor serviço", afirma a secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares.

Outra medida é que o atendimento deverá ser feito 24h por dia, todos os dias da semana. O consumidor também só terá que explicar o que deseja uma vez e não precisará repetir a história para todos os atendentes. Além disso, ele só poderá ser transferido uma única vez, o que significa que os atendentes terão que ser qualificados para resolver os problemas. Outra medida é que o consumidor poderá receber em casa, por email ou SMS um recibo do atendimento. Ele terá que solicitar ao atendente para que isso ocorra.

Segundo Tavares, a regra sobre o atendimento ao consumidor em no máximo em 60 segundos foi retirada porque cada atendimento é diferente de acordo com o setor. Até o fim do ano, o ministério deverá editar portarias juntamente com as agências reguladoras de cada setor regulamentando o prazo do atendimento de acordo com o serviço.

Audiências

As novas regras foram discutidas por quatro meses entre o Ministério da Justiça e representantes dos consumidores, empresas e associações. Inicialmente, valeriam apenas para os setores de telecomunicações, financeiro e aviação civil. Após a discussão, porém, o ministério resolveu incluir os setores de planos de saúde, transporte terrestre, fornecimento de energia e de água.

As mudanças, porém, só vão entrar em vigor 120 dias depois da publicação do decreto. De acordo com a secretária, o prazo foi dado para que as empresas se adaptem às novas regras."Pretendemos grandes resultados imediatamente após a entrada em vigor do decreto. Essa relação (entre os consumidores e as empresas) será totalmente transformada", afirma.
Empresas que descumprirem as medidas e forem denunciadas aos Procons sofrerão processos e podem ser multadas em até R$ 3 milhões.

Fonte: Folha Online.

Ps. Já era chegada a hora de acabar com essa pouca-vergonha de provedores de internet, tv por assinatura, operadora de telefonia.

Dia desses liguei para a SKY 31 vezes, gastei R$ 50 reais, e não tive a oportunidade de fazer a reclamação.

Fui forçado a mandar um e-mail desaforado(só não chamei o responsável pelo atendimento da SKY de santo), dai que meu pedido foi atendido e o problema ocorrrido no sinal da tv foi resolvido.

Resta, agora, ao governo fazer cumprir as regras determindas no decreto regulamentar.

Se o governo assim não o fizer não vai adiantar de nada, tudo ficará como antes.

terça-feira, 29 de julho de 2008

PRESSIONADA, AMB INCLUI KASSAB NA LISTA SUJA

O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), foi incluído nesta terça-feira (29) na apelidada "lista suja" da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que contém os candidatos com ações em andamento na Justiça. Kassab responde por improbidade administrativa.

A Folha de São Paulo revelou na sexta-feira (25) que o processo a que responde Kassab continua em andamento no Tribunal de Justiça de São Paulo, embora não tenha sido incluído na lista divulgada na última terça (22). Na capital paulista, a relação continha apenas os adversários na disputa Marta Suplicy (PT) e Paulo Maluf (PP).
A campanha de Kassab afirma que a inclusão do nome do prefeito na lista da AMB "é injusta e confunde a opinião pública". Em nota oficial, a assessoria diz que ele foi absolvido em segundo grau de jurisdição e o recurso movido pelo Ministério Público não tem efeito suspensivo. "A inclusão, portanto, é incorreta e indevida, pois já há pronunciamento de mérito da Justiça absolvendo o prefeito.

O site de Kassab, que defendeu a divulgação da lista após o anúncio de que Maluf e Marta estavam nela, até esta terça-feira possuía como manchete os recortes de todas as chamadas publicadas na imprensa sobre a presença dos nomes dos adversários na "lista suja" da capital, inclusive a do UOL da última semana.
O TRE-SP determinou a retirada dos links que remetiam às notícias originais por indícios de uma "propaganda negativa ou depreciativa".ProcessoO processo contra Kassab teve início em 1997, quando ele ainda era secretário de Planejamento do então prefeito Celso Pitta, que também é réu. A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público paulista, com origem na 10ª Vara da Fazenda Pública, foi julgada improcedente, mas, segundo o TJ-SP, continua em andamento.
Panfleto da campanha de Kassab explorou inclusão de Marta Suplicy e Paulo Maluf na "lista suja" da AMB.A Promotoria acusou o então prefeito, assessorado por Henrique Ferreira Nunes, assessor chefe de imprensa do gabinete, de ter feito promoção pessoal com dinheiro público ao divulgar um informe publicitário em grandes jornais com o intuito de se defender de denúncias feitas pela CPI de Títulos Públicos. A publicação ocorreu, segundo a ação, com a anuência de Gilberto Kassab e de José Antonio de Freitas, então secretário de Finanças.
Todos são réus.Critérios contestados aAMB anunciou na terça que restringiu a divulgação em seu site aos nomes dos candidatos que respondem a ações penais e por improbidade, desde que o autor seja o Ministério Público.Após receber as informações sobre o processo encaminhadas pelo UOL, a entidade argumentou que seguiu o critério de somente publicar as ações em andamento que estão nos sites dos tribunais especificamente mencionadas como de "improbidade administrativa".

Assim, no caso da nomenclatura constar como apenas "ação civil pública", o processo não seria inserido.Com a publicação da reportagem, a entidade prometeu analisar o processo e, nesta terça, decidiu publicar o nome do candidato na lista.PolêmicaA lista, que provocou reações de advogados, juristas e candidatos, contém até agora dados relativos aos candidatos a prefeito e vice em todas as capitais brasileiras.

Foram analisados 350 candidatos e, destes, 15 estão listados. Ainda não há previsão para a inclusão dos dados dos demais municípios e de vereadores.Após a divulgação de que o nome de Kassab não constava da lista, os critérios foram contestados por especialistas, como o promotor de Justiça da Cidadania da capital Sérgio Turra Sobrane, autor da ação contra Kassab.

"Se a AMB não se limitasse à consulta processual ao site do tribunal e olhasse com mais profundidade as decisões tomadas nesse processo, constataria muito facilmente que se trata de uma ação de improbidade movida pelo MP", afirmou.O especialista em direito eleitoral Alberto Rollo repudiou a publicação do que classificou de "lista seletiva".

"Este caso do Kassab só aumenta a minha convicção de que esta lista tem um critério precário, comete uma odiosa discriminação deixando processos de fora. É política. O melhor seria mesmo é que não se publicasse nenhum processo", concluiu.

Ps. Em conversa com amigos meus juízes, fiquei sabendo que a categoria estava indignada com a atitude da AMB de não colocar Kassab na lista suja.Eu conheço Valadares, e tinha certeza que ele iria colocar o nome do meliante do DEM.Não deu outra, justiça foi feita.

Ainda bem que a pressão da categoria surtiu efeito.

LUA BRANCA

SÓ VAI DAR MERENGUE NESSA FESTA

Só vai dar Merengue na parada. Gravatai Merengue, o dublê de blogueiro e assessor político de Soninha(PPS-SP), candidata ao cargo de prefeito pela cidade de São Paulo, deve estar rindo à-toa com a candidatura do líder dos CANSADOS como vereador na chapa encabeçada pelo PPS do falido político Roberto Freire(fico arrepiado quando me lembro que votei 3 vezes nesse estrupício).

Ex-líder do "Cansei" é candidato em São Paulo

Não, não temos pretensão política, partidária." Esta era uma das frases mais repetidas pelos membros do "Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros". Ou "Cansei", como ficou conhecido o grupo de empresários, artistas e advogados que se reuniu logo após o acidente com o avião da TAM, em São Paulo, com a promessa de "convocar a sociedade para transformar o Brasil".A apresentadora Hebe Camargo, a cantora Ivete Sangalo, o empresário João Dória Jr. e o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D`Urso, estavam entre os "cansados". Exatamente um ano depois, o que restou de ativismo do "Cansei" está disputando uma vaga na Câmara dos Vereadores de São Paulo.

O empresário Ronaldo Koloszuk foi um dos fundadores do Cansei, em 2007. Neste ano, ele é candidato a vereador em São Paulo pelo Partido Popular Socialista (PPS), que tem Soninha como candidata à prefeitura. Segundo Koloszuk, na época do Cansei ele não tinha mesmo pretensões eleitorais.

"Participei do Cansei em sua agitação inicial. Logo depois o deixei e em pouco tempo ele desapareceu", afirma Koloszuk, que diz que poucos integrantes do "Cansei" o apóiam. Ele destaca, contudo, o apoio do presidente da FIESP, Paulo Skaf.

Sobre a recém-nascida vontade, Koloszuk diz que entrou para a política porque o Cansei acabou, mas os problemas do País, não. Já com relação à aparente contradição entre ser empresário e pertencer a partido que se diz socialista, herdeiro do antigo Partido Comunista Brasileiro e sua defesa da estatização dos meios de produção, Koloszuk desconversa.

Diz que em países como a Nova Zelândia, por exemplo, a participação de empresários na política é bem-vinda e que entrou na sigla porque ela tem propostas voltadas ao público jovem. Em uma esfera na qual a união entre dinheiro e poder costuma provocar escândalos de corrupção, como no caso da política, Koloszuk diz não ter medo de ser corrompido. "Como dizia Machado de Assis, a ocasião não faz o ladrão, a ocasião faz o roubo, o ladrão já chega pronto", comenta.

O Cansei surgiu dias após o acidente com o vôo 3054 da TAM, em Congonhas. Com spots em rádio, campanha impressa e na TV, ele convocava a população a manifestar sua indignação diante dos problemas do país. Segundo o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, um dos líderes do movimento, o Cansei teria como uma de suas premissas ser apartidário e apolítico.
Hebe Camargo, em evento do Cansei em SP"É um movimento cívico, não é contra ninguém, mas a favor do povo brasileiro, da cidadania e do Brasil. É um movimento que quer acordar o Brasil, para que cada brasileiro se posicione e manifeste sua indignação, não de forma isolada, mas coletivamente", afirmou na época. Na época, os petistas diziam que o movimento era uma maneira velada de fazer oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ESTILO SERRA DE FAZER POLÍTICA

Folha de São Paulo traz hoje uma matéria sobre o comportamento do governador José Serra em relação a seu candidato preferido Gilberto Kassab(DEM-SP).

Segundo Folha, José Serra faz 7 dias que não se encontra em eventos público com Kassab, que ele simplesmente sumiu como o diabo foge da cruz.

Mas, para quem conhece Serra, isso não é novidade, até os postes do Parque de Ibiapuera sabem que José Serra é capaz até de pisar no pescoço da mãe, da filha para conseguir seu objetivo político.

A reportagem que a seguir reproduzo diz tudo.

ACUSAÇÕES NA GELADEIRA

Os caminhos que transformaram em ódio a antiga amizade de José Serra e Flavio Bierrenbach, numa trama que envolve honra e denúncias de corrupção.

Eles foram amigos desde os tempos da universidade. José Serra na Politécnica, em São Paulo, Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, na Faculdade de Direito, também em São Paulo. Quando Serra estava em Princeton, na porção norte-americana do seu exílio, Bierrenbach o visitou. Jantaram juntos, na casa de Serra. Quando o hoje pré-candidato do PSDB à sucessão presidencial desembarcou de volta do exílio, a mão do primeiro amigo que apertou no aeroporto de Viracopos, Campinas, foi a de Flavio Bierrenbach. Outros tempos. Desde 1988, ambos não se falam, não se cumprimentam. E um processo, já prescrito, movido por Serra e contestado por Bierrenbach é uma sombra.

Os amigos começaram a se tornar ex-amigos no governo Montoro (1983 a 1987). Serra, o secretário de Planejamento. Bierrenbach, deputado federal pelo mesmo PMDB.Do que se conhece da porção social, digamos assim, da briga, tratou-se de um excesso de apetite de Serra na ocupação de espaços. A porção política e judicial é bem mais contundente.As acusações eram pesadas. Ofensivas à dignidade, reputação e ao decoro de qualquer mortal. Bierrenbach as fez num programa eleitoral gratuito, nos dias 28 e 29 de outubro daquele ano. Disse, com todas as letras: - José Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento do Governo Montoro e saiu rico.
Ele usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente.Disse ainda Bierrenbach:- Poucos o conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros.Na mais branda das imputações feitas a Serra comparou-o a Paulo Maluf: - Esses homens têm algo em comum. Uma ambição sem limites.
Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo. Procurador do Estado por concurso público, Bierrenbach integrara o seleto grupo de autênticos do MDB, com passagens, antes da Câmara, pela Assembléia de São Paulo.

Bierrenbach não se dedica mais à política partidária. Há dois anos tornou-se membro do Poder Judiciário. Nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, é ministro do Superior Tribunal Militar (STM).As acusações de Bierrenbach em 1988 foram transmitidas pela televisão. Em horário nobre. Serra disputava a prefeitura de São Paulo. Bierrenbach falou no programa de propaganda do PFL, cujo candidato era João Leiva.

Em razão da contundência de Bierrenbach e como era da democrática regra eleitoral, Serra conseguiu o direito de resposta, com igual tempo e horário na mídia.Serra foi além. Procurou os tribunais. Alegou ofensa à sua honra. Pelo seu advogado, Mário Covas Neto, pediu a abertura de um processo penal contra Bierrenbach, cuja iniciativa era privativa do Ministério Público.Sustentou Serra haver sido caluniado, difamado e injuriado por Bierrenbach. Colocou-se como vítima de três crimes eleitorais contra a honra: calúnia, difamação e injúria.Mostrando intenção de ver o seu ofensor processado pelo Ministério Público da Justiça Eleitoral, conseguiu Serra, junto ao juiz da 2ª Zona Eleitoral de São Paulo, sua aceitação como assistente da acusação. Uma função de auxiliar do Ministério Público.O entendimento de Serra começou a mudar em face da reação de Bierrenbach. No processo instaurado por calúnia, injúria e difamação, o então réu Bierrenbach pediu espaço para comprovar a verdade das acusações feitas.

Frisou Bierrenbach que eram verdadeiras as afirmações e, por conseqüência, não ofendera a honra de Serra. Apresentou uma peça de defesa que, no mundo jurídico, chama-se exceção da verdade. (Pede-se a oportunidade para provar a veracidade das acusações.)A exceção da verdade foi aceita pelo então juiz da 2ª Zona Eleitoral, Wálter Fanganiello Maierovitch, que permitiu a produção de provas pleiteadas por Bierrenbach.Pretendia o hoje ministro do STM uma investigação financeira, com levantamentos nos gastos, fontes de receita e movimentações financeiras de Serra.

Serra alterou sua tese jurídica. Ressaltou que a acusação do Ministério Público deveria ser mudada. Retificada, pois apenas tinha sido injuriado, não caluniado e difamado.Outra conseqüência jurídica entrou em jogo. Segundo a lei, não cabe a exceção da verdade na hipótese de injúria. A exceção da verdade só pode ser aceita nos casos de acusações por calúnia e difamação.Pela ação da defesa de Serra, o opositor Bierrenbach não mais poderia tentar comprovar o que via como verdade em suas afirmações nem realizar uma devassa financeira. O processo da 2ª Zona Eleitoral mostra que o então juiz Maierovitch manteve sua posição de acolhimento da exceção e destacou que a decisão final caberia ao Supremo Tribunal Federal, pelo foro privilegiado de Serra, que era deputado federal. Teve início, então, uma nova fase da batalha judiciária, com Serra contratando advogados renomados, como Marcio Thomaz Bastos e Arnaldo Malheiros. Da parte de Bierrenbach, também um advogado de peso e renome, José Roberto Leal.A defesa de Serra buscou uma liminar em mandado de segurança, junto ao TRE. Para transformar em injúrias os anteriores enquadramentos legais - calúnia e difamação - sob a alegação de erros do juiz e da promotora.

A liminar foi concedida pelo presidente do Tribunal Eleitoral, desembargador Carlos Ortiz, em 18 de maio de 1993. Perduraria até o julgamento do mérito do mandado de segurança e, na prática, interrompeu o andamento da exceção da verdade. O caso Serra-Bierrenbach ficou sem solução. Os alegados crimes prescreveram.Tempo demais se passou para o TRE apreciar a controvérsia. Aliás, foi impedido de apreciar o tema principal em razão da prescrição.Procurados por CartaCapital, os funcionários da Justiça Eleitoral não comentaram o atraso.

Sugeriram que se pedisse certidão a respeito do tempo que o processo ficou na posse do juiz Francisco Prado de Oliveira Ribeiro, que é o atual secretário de Estado da Habitação do governo de São Paulo. Integra o governo Covas desde julho de 1998.Prado não era juiz de carreira. Representava, perante o Tribunal, a classe dos advogados-juristas, chegou a ser reconduzido ao cargo para um segundo mandato.Alguns bombeiros entraram em ação à época. Entre eles, políticos, Almino Afonso. Serra, quando da indicação de Bierrenbach para o STM, não tentou torpedeá-la. Os ex-ministros e amigos de ambos, José Carlos Dias e José Gregori, atuaram nos bastidores.Serra, 60 anos, Bierrenbach, 62, têm muitos amigos em comum. De quando em quando, em jantares, reuniões, festas nas casas desses amigos, um se depara com o outro. É um momento de constrangimento, relatam próximos dos dois.Eles não se falam, sequer se cumprimentam. Muito menos tocam, com ninguém, na pá de cal da amizade. Serra, um dia, em meio à tempestade, escreveu uma carta para Bierrenbach. Este escreveu outra carta para Serra. Ambas as cartas, duríssimas. Esse foi o último gesto de ligação entre os ex-amigos.

Bierrenbach, procurado por CartaCapital, apenas confirmou a existência do processo hoje prescrito. E só disse uma frase para publicação:- A única possibilidade de conversa civilizada que eu tenho com José Serra é o silêncio.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

PREFEITO TUCANO É CASSADO. NÃO VAI SOBRAR UM


O prefeito de Anadia (AL), José Edmundo Dâmaso Barros (PSDB), teve seu mandato cassado nesta segunda-feira (28), no final do mandato, acusado de compra de votos nas eleições de 2004.
O pedido de cassação havia sido feito logo após a eleição daquele ano pela candidata Sônia Tereza Palmeira Barros Ferreira, que disputou com Dâmaso a prefeitura do município no último pleito.
A decisão foi tomada por unanimidade pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL).Segundo Sônia Palmeira, no dia da votação a polícia prendeu uma sobrinha e a atual esposa do prefeito de Anadia com uma sacola cheia de santinhos e mais R$ 4 mil que estavam dentro do carro das familiares de Dâmaso. Apesar das provas, a defesa do prefeito alega que o dinheiro era para pagamento das pessoas que trabalhavam para o atual prefeito durante a campanha.
O julgamento do prefeito de Anadia deveria ter ocorrido sexta-feira, mas como foi concedido o pedido de vista do processo feito pela juíza Ana Florinda, somente hoje o caso voltou à pauta.A autora do pedido de cassação, que este ano enfrenta mais uma vez Dâmaso nas eleições de Anadia, disse que estava satisfeita com o resultado, mas esperava que o prefeito tivesse sido afastado do cargo há mais tempo. "Infelizmente, a Justiça tarda, mas pelo menos desta vez ela não falhou", comentou Sônia Palmeira. O prefeito Dâmaso não quis comentar a decisão, mas seu advogado disse que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral assim que o acórdão com a decisão do TRE foi publicado no Diário Oficial do Estado.


Fonte: Agência Estado

MAIS UM GOLAÇO DE LULA. 45% DAS VAGAS DO PAC VÃO PARA OS BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA





Acordo firmado pelo governo prevê que 45% das vagas abertas nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) serão destinadas a beneficiários do Bolsa Família.

Segundo o blog de Josias de Souza, o acordo foi costurado com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil) com a participação de representantes dos Ministérios da Casa Civil, Trabalho e Desenvolvimento Social.

Antes de conseguir o emprego, os brasileiros beneficiados pelo Bolsa Família terão de fazer um curso de capacitação previsto no Planseg (Plano Setorial de Qualificação), cujo investimento é de R$ 145 milhões.

A previsão é qualificar cerca de 180 mil pessoas nas 12 regiões metropolitanas do país. Em São Paulo, há 44 mil alunos potenciais.

No mês passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou reajuste de 8% nos benefícios do Bolsa Família. O ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) negou que o aumento tenha caráter eleitoreiro.

Patrus disse que o aumento no benefício é conseqüência da crise mundial de alimentos, uma vez que a parcela mais pobre da população brasileira não pode ter o poder de compra reduzido no país.
Fonte:Uol.

LULA VETARÁ LEI QUE BENEFICIA ADVOGADO


BRASÍLIA (Reuters) - A maioria dos integrantes do conselho de coordenação política do governo recomendou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira que vete o projeto de lei que garante a inviolabilidade dos escritórios de advocacia.


Segundo fonte do Palácio do Planalto, no entanto, o presidente só vetará ou sancionará a proposta depois que o ministro da Justiça, Tarso Genro, discutir o tema com representantes de instituições que atuam no setor. Lula tomará uma decisão com base no relato do encontro.
O presidente tem até o dia 11 de agosto para se definir. O Ministério da Justiça ainda não confirmou quando e com quem serão os encontros.


De autoria do deputado Michel Temer (PMDB-SP), o projeto foi aprovado pelo Senado no último dia 9. O parlamentar preside o PMDB, maior partido da coalizão governista.


O projeto limita a realização de mandados de busca e apreensão em escritórios a casos em que os advogados forem os alvos das investigações. Está previsto que representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanharão as operações. Além disso, só será permitido o acesso a materiais relativos a clientes que estiverem sendo investigados por suposta co-autoria dos crimes que justificaram a quebra da inviolabilidade.


Além do presidente Lula e de Genro, participaram da reunião o vice-presidente, José Alencar, e os ministros José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), Franklin Martins (Comunicação Social), Dilma Rousseff (Casa Civil), Luiz Dulci (Secretaria-geral), Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento).


O colegiado decidiu que, depois do recesso do Congresso, Múcio e Tarso conversarão com integrantes das mesas diretoras do Senado e da Câmara para tentar acelerar a tramitação do projeto de lei de autoria do Executivo que tenta regulamentar o uso de escutas telefônicas. O recesso termina dia 1 de agosto, sexta-feira.


Reportagem de Fernando Exman, Reuters.

PS. Como já disse dias desses, Lula está corretíssimo. Nada justifica essa vergonha.

A lei é para todos. Pau que bate em Chico bate em Francisco.

Se os advogados não querem ser investigados que andem na linha.

BOA NOITE

MAIS UMA MEDIDA DE IMPACTO POSITIVO

A Camex (Câmara de Comércio Exterior) publicou hoje uma lista de 141 novos produtos que terão sua tarifa de importação reduzida dentro do regime de ex-tarifários.

O ex-tarifário é um mecanismo para reduzir temporariamente o Imposto de Importação sobre alguns produtos, quando não houver produção nacional ou similar do bem.

São 134 bens simples (de apenas um maquinário ou equipamento) e sete de sistemas integrados (um conjunto de máquinas ou equipamentos).
As tarifas de importação para esses produtos foram reduzidas para 2% até o dia 31 de dezembro de 2008.

Os principais setores beneficiados foram papel e celulose, têxtil, siderúrgico e autopeças.
Desde julho de 2001, quando o regime entrou em vigor, a julho deste ano, foram concedidos 6.472 ex-tarifários, que somam mais de US$ 77 bilhões em investimentos globais em todo território brasileiro. Atualmente, estão em vigor 2.691 ex-tarifários.

EDUARDO CUCOLO, Folha Online

Ps. Com esta medida até meu irmão, um microempresário do setor têxtil, um antilulista ferrenho, daqueles que diz que não vota em Lula nem se for para presidente de Liga de Dominó, vai defender o governo Lula.

É isso ai, mais um golaço feito pelo presidente Lula.

MAIS DE 5 MIL NA CARREATA DE JOÃO DA COSTA





Durou quase três horas a carreata do candidato a prefeito do Recife João da Costa (PT), que percorreu vários bairros da Zona Sul nesse domingo (27). Ele foi acompanhado pelo vice Milton Coelho (PSB), o prefeito João Paulo, aprovado por 58% da população recifense segundo última pesquisa Datafolha(ótimo e bom), e representantes dos 16 partidos que compõem a Frente do Recife.


O evento reuniu, segundo os organizadores, cerca de 800 carros e 150 motos, numa fila de 5 quilômetros de extensão, com estimativa de 5 mil participantes. "Foi o maior evento. Vemos que a campanha agora está tomando corpo e crescendo", afirmou João da Costa.

A carreata passou pelo Bongi, Mangueira, Mustardinha, Afogados, San Martin, Imbiribeira, Jordão e pelas UR1, UR-2, UR-3, UR-4. O trajeto de 27 quilômetros foi pensado para que a comitiva pudesse passar por áreas onde a gestão petista fez investimentos importantes.


Na comunidade da Mangueira e Mustardinha, por exemplo, a administração petista investiu mais de R$ 23 milhões em obras de saneamento integrado, pavimentação e drenagem de ruas.


Também foram aplicados R$12 milhões na construção de casas e apartamentos na Mangueira. Foram entregues 190 apartamentos no Conjunto Habitacional do Jiquiá e outras 114 unidades estão com as obras em andamento no mesmo local. O total de casas e apartamentos a serem entregues na área chega a 459.

No bairro do Ibura de Baixo, a prefeitura construiu 145 unidades habitacionais no conjunto 8 de Março e a maternidade e policlínica da comunidade. No Ibura de Cima, mais de R$8 milhões foram investidos em obras de pavimentação, drenagem, contenção de encostas e construção de escadarias, escolhidas pela população no Orçamento Participativo, programa comandado por João da Costa.
Fonte: Assessoria do PT.

A TURMA DO CUPIM DEVE ESTAR MORRENDO DE RAIVA


Inflação medida pelo IPC-Fipe desacelera e tem a menor taxa desde abril


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC)desacelerou para 0,56% na terceira leitura do mês, ante 0,59% marcados na última medição, segundo informações da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). De acordo com a entidade, este é o sexto recuo consecutivo do índice e também a menor taxa desde a quarta prévia de abril, quando o IPC ficou em 0,54%.Alimentação e Despesas Pessoais dividiram as pressões mais expressivas sobre o indicador, com elevação de 1,55% e 1,23%, respectivamente. Na segunda prévia de julho, esses grupos subiram 1,85% e 1%.


Saúde cresceu 0,77% agora depois de marcar 0,74% na apuração antecedente. Transporte passou de 0,17% para 0,30% de alta e Educação foi de 0,07% para 0,05%.No território negativo, apareceu Vestuário, com baixa de 0,13%, uma inversão da direção tomada na medição anterior, de elevação de 0,09%. Habitação diminuiu 0,11%, repetindo o recuo do segundo levantamento do mês.
Fonte: Valor Online.

SUJOU PARA O LADO DE KASSAB


SÃO PAULO - O PT vai entrar com uma representação na Justiça Eleitoral contra o prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM) por suposta utilização indevida da máquina pública e tentativa de manipulação de pesquisa eleitoral.

"Vamos fazer um pedido de investigação à Justiça Eleitoral para confirmar as provas apresentadas pela Folha", declarou o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), coordenador da campanha da candidata do partido à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, ao jornal "O Estado de S. Paulo".

O candidato do PSol à Prefeitura de São Paulo, Ivan Valente, já protocolou na noite deste domingo na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo uma representação contra Kassab. "É um autoritarismo muito grande, viola qualquer norma de procedimento democrático. Não foi uma acusação em vão, foi textual", disse o candidato do PSol.

Na representação, o partido pede a instalação de uma investigação judicial para apurar o abuso de poder político pelo candidato do DEM com uso indevido de estrutura pública do município em benefício direto a sua reeleição da pasta. "Solicitamos que seja feita uma investigação rigorosa do que ocorreu e que sejam tomadas as medidas cabíveis como crime eleitoral", destacou Valente. A assessoria do prefeito da capital paulista informou que Kassab ainda não foi notificado

O prefeito Gilberto Kassab confirmou no sábado que, na quinta-feira, acionou várias subprefeituras para que adotassem "ações" nos locais onde entrevistadores do Instituto Datafolha estavam realizando a pesquisa eleitoral que foi divulgada no dia seguinte. Segundo o jornal, o candidato tentou, dessa forma, influenciar o resultado da pesquisa.

No sábado, irritado, Kassab negou que, com esse ato, estivesse utilizando a máquina pública. Ele disse ter mobilizado os subprefeitos para evitar o que chamou de "interferências negativas". "São pontos de pesquisa em que adversários criam uma situação de hostilidade", explicou. "Temos informações de que adversários têm feito isso para prejudicar a imagem da administração."

A mensagem aos subprefeitos, defendeu-se ele, tinha como objetivo coibir essas ações - chamar a polícia e dar o flagrante. Mas não há tais instruções no texto do e-mail. Nele, o prefeito começa dizendo que "amanhã, bem cedo, o Datafolha recomeça a pesquisa de campo". E avisa: "Assim como hoje, onde alguns foram identificados, seria ótimo se acontecesse amanhã. E evidentemente, identificado o ponto, que tivéssemos uma ação".

Ao tentar se justificar, Kassab chegou a afirmar, no sábado, que "partidos adversários" provocam até acidentes de trânsito em dia de pesquisa para influenciar a opinião dos entrevistados. Disse que há "falta de espírito público" entre os que procuram "desvirtuar" as pesquisas.

Os números do Datafolha, divulgados na sexta-feira, mantêm Kassab em terceiro lugar, com 11% das intenções de voto - ele tinha 13% na pesquisa anterior.

domingo, 27 de julho de 2008

AO CONTRÁRIO DA AMB, TRANSPARÊNCIA BRASIL DEFENDE A INCLUSÃO DO NOME DE KASSAB NA LISTA SUJA


Para a Transparência Brasil, organização dedicada ao combate à corrupção, o prefeito Gilberto Kassab deveria ser incluído na lista de candidatos com a "ficha suja" na Justiça, elaborada pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB). Já a assessoria da campanha do candidato do DEM em São Paulo diz que não há motivo para que Kassab seja citado na lista da AMB.

A não-inclusão de Gilberto Kassab na lista da AMB é "justa e criteriosa", afirma a assessoria da campanha de Kassab. "Não haveria cabimento em mencionar uma ação julgada improcedente em segundo grau de jurisdição. Ainda que o MP tenha interposto recurso, o mesmo não suspende os efeitos da decisão do Tribunal de Justiça", ressalta.

"Se o prefeito Gilberto Kassab fosse parlamentar, certamente seria incluído na nossa lista", disse Claudio Weber Abramo, diretor-executivo da entidade, que não disponibiliza informações sobre chefes do Executivo.

O projeto Excelências, da Transparência Brasil, reúne em uma mesma base de dados informações sobre processos judiciais que os parlamentares respondem na Justiça, número de faltas em sessões legislativas e tipo de atuação: sindicalistas, donos de escolas, concessionários de rádio e TV, policiais.

Abramo considera positiva a iniciativa da AMB, mas critica a falta de adoção de um critério "suficientemente abrangente". "O critério deveria ser mais inteligente para não haver contestação e essa sensação de arbitrariedade", afirmou. "Nós verificamos se o político está sendo processado ou não, aplicamos um critério objetivo."

Segundo nota da AMB, "não há dados que permitam concluir que a ação civil pública contra o referido candidato [Gilberto Kassab] tenha sido ajuizada com base na Lei de Improbidade Administrativa, critério adotado na coleta de informações". A entidade informou que vai analisar o processo e, caso se enquadre nos critérios estabelecidos, entrará na página eletrônica da AMB.
Kassab aparece como co-réu em processo no Tribunal de Justiça de São Paulo, de 1997, quando era secretário de Planejamento do prefeito Celso Pitta, que é réu.

A ação civil pública movida pelo Ministério Público foi julgada improcedente, mas ainda não terminou. Segundo o TJ-SP, o processo continua porque há um recurso extraordinário no momento.

Em campanha pela reeleição, Kassab utilizou em materiais o fato de dois de seus adversários, Marta Suplicy (PT) e Paulo Maluf (PP), terem sido incluídos na lista da AMB, divulgada na terça-feira.

http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/sao_paulo/noticias/2008/07/25/transparencia_brasil_defende_kassab_em_lista_de_ficha_suja_1471926.html

BOA NOITE

O IMPRENSALÃO NÃO SE EMENDA NÃO

Como publicado ai embaixo, Geraldo Alckmin, o famoso picolé de chuchu, esteve na Colômbia no dia que o principal aliado de Uribe foi preso por suposto envolvimento com paramilitares da direita colombiana.

Sobre este nebulosa visita de Alckmin à Colômbia o imprensalão, mas precisamente a Folha de São Paulo, não deu um pio. Digo nebuloso porque se, ao invés de Alckmin, lá estivesse Marta Suplicy em reunião com um dos guerrilheiros das FARC a Folha de São Paulo iria logo publicar o fato.

Para não passar batido em relação a visita de Alckmin à Colômbia provedor UOL, do Grupo Folha de São Paulo, publicou a matéria a seguir, que fala até da caganeira de Alckmin, menos da sua visita à Uribe.

Alckmin passa mal e falta a evento de campanha em São Paulo.

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, passou mal na madrugada de ontem e não compareceu neste domingo a um evento de campanha na favela de Heliópolis, na zona sul da capital.

Segundo assessores, o tucano teve uma indisposição estomacal por volta da 0h30 e foi levado para o InCor (Instituto do Coração), onde permanece internado para a realização de exames.Alckmin deve ter alta ainda hoje, e poderá participar de reunião da coordenação de sua campanha. Seu médico, David Uip, deve divulgar uma nota ainda hoje informando o estado de saúde do candidato.

Nesta semana, o tucano interrompeu sua campanha em São Paulo para visitar a cidade colombiana de Bogotá. Ele foi conhecer experiências na área de transporte, ponto crítico na capital paulista.