sábado, 16 de abril de 2016

O Supremo Tribunal Federal está acovardado



Nos áudios gravados irresponsavelmente por Sérgio Moro, Lula diz que o STF é um Tribunal acovardado.

Os ministros do STF não gostaram, ficaram tudo emburrados, como menino buchudo quando lhe toma um pirulito. Ricardo Lewandowski foi o primeiro a espernear.

Mas Lula, já  na época da conversa grampeada ilegalmente, estava certo, como está ainda mais correto agora. 

O STF está acovardado, sim.

Não é possível que um Tribunal, que tem como função maior proteger a Constituição Federal, permitir que um sujeito sabidamente corrupto, já denunciado, inclusive, no próprio STF, conduzir um impeachment que pode mudar o destino do Brasil já no domingo.

A bem da verdade, como bem disse um jornalista da golpista Globo, quem manda neste país é Eduardo Cunha. E mais ninguém.


O frouxo Luiz Fachin, que tanto fizemos campanha para vê-lo no STF, poderia muito bem paralisar essa farsa programada para amanhã. Mas não. O que ele fez? Teve medo de conceder uma liminar que pedia a suspensão do processo, dado suas inúmeras ilegalidades, e mandou covardemente a questão para o Plenário da Corte Maior.Resultado: o STF, composto por maioria esmagadora de golpista, manteve o julgamento do impeachment para manhã.


Por isso, e somente por isso, acaso haja confusão amanhã em Brasília, até mesmo com morte, o grande culpado será o Supremo Tribunal Acovardado.

É isso aí.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Alexandre de Moraes, o chefe da polícia

Engraçado é que Alexandre de Morais escreveu um livro sobre os direitos humanos.Quem te viu, quem te vê.

Dentre todos os personagens públicos que surgiram nos últimos anos, em uma quadra particularmente execrável, o mais perigoso atende pelo nome de Alexandre de Moraes e pelo título de Secretário de Segurança do governo de São Paulo.

Moraes é uma daqueles figuras públicas oportunistas, que atendem às demandas do momento, sejam quais forem elas.

Antes de se tornar político, firmou reputação como jurista. No segundo governo Alckmin, o espaço da porralouquice foi ocupado pelo então Secretário de Segurança Saulo de Castro. Moraes se ateve ao segundo plano, como Secretário de Justiça. 

Pulou do barco do PSDB e se bandeou para a prefeitura de Gilberto Kassab. Este, atento ao fetiche paulista por doutores, abriu espaço para Moraes tentar se lançar como gestor. Não colou.

De volta ao PSDB, Moraes assumiu a Secretaria de Segurança de um governador que trata a questão social como caso de polícia. Imediatamente se adequou ao figurino e se transformou na vocação mais explícita de Felinto Muller ou Coriolano de Goes de que tenho lembrança em período democrático.


Sob seu comando, a Polícia Militar dobrou a dose de violência. Explodiram as estatísticas de denúncias de violências. Uma explicação benevolente atribuiu ao fato das pessoas, hoje em dia, terem mais canais para denúncias. Só que caíram drasticamente as punições aos PMs.

Não tem sofisma que contorne essa realidade: ao aumento de denúncias correspondeu a queda das punições.

Hoje em dia, em cada bala nas costas ou na cabeça dos rapazes de periferia, há a assinatura inconteste de Alexandre Moraes.

Mais que isso, assim que começaram as manifestações em favor da democracia, Moraes transformou a PM e a Polícia Civil em polícias políticas. Intimidou manifestantes contra o impeachment na mesma proporção com que facilitava as manifestações a favor do impeachment.

Quando a Fiel decidiu defender Lula, montou uma operação de invasão da sua sede pela PM, atrás de um pau que supostamente teria sido utilizado em um episódio de agressão. Hoje, mais uma invasão da sede da Fiel pela Polícia Civil. Quando os artistas se reuniram na Oficina, trancou as ruas para dificultar o acesso.

Nos últimos anos, o Brasil foi alvo de todas as desmoralizações políticas possíveis para uma nação que se presumia de democracia consolidada.
Deus que nos proteja da sétima praga do Egito: Moraes ascendendo a qualquer cargo federal.

Os golpistas não passarão



neste momento turvo, vergonhoso, da vida brasileira, quero dizer aos 44.000 seguidores do foicebook:

- seja qual for o resultado, a luta não termina domingo. a luta começa domingo.


- seja qual for o resultado, nossos filhos e netos vão se orgulhar de nós. os filhos e netos da escória, da canalha golpista, vão se envergonhar do sobrenome que carregam.


- seja qual for o resultado, os golpistas vão arrastar até a sepultura a pecha de golpistas, como uma tatuagem indelével, para sempre.


- às portas dos 70 anos, vou dedicar o que me resta de tempo a infernizar a vida dessa gente. eles vão comer o pão que o diabo amassou.


- ah, sim. antes que eu me esqueça: a família marinho e as organizações globo são inimigas do brasil e dos brasileiros - e assim devem ser tratadas.


Aleluia!

Zé Cardoso arrasou. Não vai ter golpe.

Dino: convicção plena de que não haverá 342 votos




247 - O governador Flávio Dino (PC do B/MA) afirmou, nesta sexta-feira (15), que há "claramente" uma mudança de tendência dos votos na Câmara contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Nós temos resultados bastante claros. Só do meu Estado, três votos dados como certo a favor do impeachment se manifestaram em sentido contrário nesta sexta. Este movimento vai continuar", afirmou.

Segundo Dino, ele e outros nove governadores, além de movimentos sociais estão conversando com os deputados, no sentido de rejeitar o impeachment.

"A tendência é de reversão de expectativa. Temos a convicção plena de que não haverá 342 votos no domingo pelo impeachment", disse. "Chegaremos facilmente a 20 e até 30 votos modificados (de a favor para contra o impeachment) até o momento da votação no domingo", ressalvou.

Questionado sobre como está a presidente Dilma Rousseff, ele afirmou que ela está "tranquila e firme". "Quem não cometeu crime tem que ter este sentimento. Teremos a margem de votos mais do que suficiente para impedir os 2/3", reforçou.
Moreno

Pelo Twitter, o jornalista Jorge Bastos Moreno, de O Globo, reforçou a tese de Dino: "Pode estar havendo neste momento a maior reversão de expectativas da História: reviravolta no impeachment. O clima no governo é de euforia.

Moreno destacou o papel de Flávio Dino: "Eduardo Cunha acaba de ser traído por um dos seus maiores paus-mandados, Waldir Maranhão, seu primeiro-vice presidente da Câmara. Flávio Dino está sendo considerado o herói: tirou um amigo de 50 anos de Sarney ( João Alberto ) e ganhou pau-mandado de Cunha: Waldir MA. Waldir Maranhão estaria arrastando mais 10 votos do PP. Graças, repito, a Flávio Dino. Puxaram o tapete de Eduardo Cunha: governo tá tirando paus-mandados dele.

Eduardo Cunha: o preço vergonhoso que a oposição aceitou pagar

 

 

Do El Pais







 
Com a pouca qualidade da oposição, que nem na maior recessão em décadas conseguiu capitalizar apoio próprio relevante, seria impossível imaginar um trâmite tão célere e preciso do impeachment sem o maestro Eduardo Cunha. Réu na Lava Jato, com milhões não declarados na Suíça e gastos de sultão, está na posição central da legislação brasileira para por um mandatário nas cordas: a presidência da Câmara.



Como lembrou o cientista político Leon Victor de Queiroz, o cargo é mais importante do que o de ministro da Casa Civil. Não só pelo poder de aceitar ou não pedidos de impeachment, mas pelo comando da agenda real do país. A presidenta Dilma Rousseff poderia ter considerado isso se pensasse mais em estratégia política do que na lógica da guerra e resistência que a parece guiar.



Ainda assim, é vergonhoso que as principais lideranças da oposição - entre elas Fernando Henrique Cardoso que repete que "infelizmente" temos de fazer o impeachment -, tenham aceitado sem maiores dramas essa aliança carnal com Eduardo Cunha. Sem esse pacto, seria muito difícil que mesmo o habilidoso Cunha tivesse conseguido se livrar tão bem até agora do seu processo de cassação.

A imprensa estrangeira e parte da nacional se estarrece na hora de descrever a ficha corrida dele e dos aliados que comandarão o Big Brother da destituição até domingo na Câmara. Têm ainda mais dificuldades para esclarecer, afinal, do que se tratam os decretos e atrasos de pagamentos pelos quais, juridicamente, a Câmara se apressa em dizer que há motivos para afastar a presidenta.

Das multitudinárias manifestações que sacudiram o Brasil no último ano e meio, o ponto comum relevante, mostrou o Datafolha, é que mais de 95% quer a queda de Cunha, um consenso bem maior do que em torno do impeachment. Para parte deles e do sistema político, no entanto, venceu a praticidade: “Vamos derrubar Dilma e depois a gente vê”.

O problema, como demonstrou a bizarra reunião em que o PMDB encenou uma saída da base governista, é que Cunha não quer sair da foto. Ele sabe tudo que fez para conseguir a derrubada do Governo para justamente agora livrar seus sócios deste constrangimento.

Os ministros do Supremo, tão cruciais nessa crise, também não terão conforto ao mirar a cena histórica. Está nas mãos deles desde dezembro um pedido do procurador-geral, Rodrigo Janot, que pede o afastamento de Cunha por abuso no exercício da função. O STF bem poderia dizer que não há como intervir neste caso, questão interna do Legislativo, mas nós tínhamos o direito de conhecer esse veredito antes de que Cunha comande o rito mais radical da nossa democracia. Não decidir é decidir. Como, aliás, fez a Corte ao determinar que a questão da posse de Lula só será julgada em 20 de abril, dias depois da votação. Para todos os efeitos, é uma vitória do magistrado Gilmar Mendes, que com uma decisão individual tomada às 21h de uma sexta-feira e às vésperas de um recesso conseguiu bloquear a iniciativa da presidenta até agora. A importância dessa decisão só perde para outra igualmente monocrática e crucial: a do juiz Sérgio Moro de liberar os áudios de Lula e Dilma um dia antes da posse prevista do presidente. Pedir desculpas, nesse caso, soa no mínimo cínico.

Por fim, os aliados do vice-presidente Michel Temer tentam acalmar os mais desconfortáveis garantindo que, ao menos, Cunha não será mais presidente da Câmara depois que o serviço estiver feito. Pode ser, mas não faltará em seu círculo quem avalie que seria burro tirar um político tão competente e com um comando ímpar da Casa justamente quando se promete aprovar projetos que necessitam de grande número de votos. Se a pauta for, finalmente, um ajuste fiscal e reformas palatáveis ao empresariado e ao mercado, duvido que haja patos gigantes infláveis contra o peemedebista. Como se diz em espanhol, amanecerá y veremos.

OEA: Dilma, sem acusação, será julgada por imputados




Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff nesta tarde para manifestar apoio e criticar o processo de impeachment que será analisado neste domingo pela Câmara dos Deputados.

Alegando "falta de certeza jurídica para as acusações" e inconsistência no pedido de afastamento de Dilma, Luis Almagro disse que a OEA sempre teve o Brasil como exemplo de legalidade. Segundo ele, além dos questionamentos políticos e jurídicos, há "inconveniente" na dimensão ética.

"Do ponto de vista ético, encontramos algo que nos chama profundamente a atenção. Aqui temos uma pessoa que não tem nenhuma acusação, imputação, julgamento, e encontramos entre os que vão julgar imputados, indagados, julgados", disse.

De acordo com o representante OEA, a Organização das Nações Unidas e a União dos Estados Sul-Americanos também se expressaram sobre o tema, "sobre a necessidade de estabilidade jurídica no país".

Almagro conversou com jornalistas após o encontro. Perguntado sobre o que pode fazer a OEA em termos práticos, ele afirmou que a entidade tem que estudar a evolução dos fatos. "[Os países] conhecem a carta democrática da OEA e a sua utilização. Isso é algo que Brasil ponderará, sua utilização", afirmou.

The New York Times:Impeachment é liderado por políticos corruptos




O mais importante dos Estados Unidos, o "The New York Times", publica extensa reportagem na edição desta sexta-feira, 15, em que destaca que o processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff, está sendo liderado por políticos que enfrentam uma série de acusações como corrupção, fraude eleitoral e até abusos de direitos humanos. "O que revela a hipocrisia entre os líderes brasileiros no debate nacional", diz o texto que ressalta que a presidente não é acusada de roubar dinheiro público. "Uma raridade", diz o jornal.
Com o título "Dilma Rousseff alvo no Brasil de legisladores que enfrentam seus próprios escândalos", a reportagem nota que, no processo de impeachment, a presidente Dilma "não enfrenta acusação de corrupção". "Em vez disso, ela é acusada de usar dinheiro dos bancos públicos para cobrir lacunas no Orçamento, danificando a credibilidade econômica do Brasil".( as pedaladas)

"A senhora Rousseff, então, é uma raridade entre as grandes figuras políticas: Ela não é acusada de roubar dinheiro para ela mesma", diz a reportagem do Times.
Cunha, Temer e Renan
Matéria publicada no The New York Times, nesta quinta-feira (14), aborda o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O jornal norte-americano mostra as controvérsias do processo, uma vez que os principais políticos que pedem a saída da petista enfrentam denúncias de participação em esquemas de corrupção e outros escândalos.
A publicação  resumiu a situação: "Ela não roubou nada, mas está sendo julgada por uma quadrilha de ladrões".

O jornal explica que, no caso do impeachment, a presidente é acusada de usar dinheiro de bancos públicos para cobrir lacunas no orçamento, prejudicando a credibilidade econômica brasileira.

De acordo com o NYT, o caso da presidenta é algo incomum no país. "Dilma Rousseff é, então, algo raro entre a maioria das figuras políticas no Brasil: Ela não está sendo acusada de roubar para benefício próprio", publicou.

O jornal citou os principais oposicionistas ao PT e as acusações que eles enfrentam: "Eduardo Cunha, o poderoso interlocutor da Câmara dos Deputados, que está liderando o impeachment, vai para o tribunal da mais alta corte, o Supremo Tribunal Federal, acusado de embolsar 40 milhões de dólares em propinas".

Companheiros de PMDB, o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros, também foram citados pelo periódico norte-americano: "Michel Temer, que deve tomar o lugar de Dilma Rousseff assim que for colocada de lado, é acusado de envolvimento em um esquema ilegal de compra de etanol. Renan Calheiros, que também está na linha sucessória presidencial, está sob investigação de ter recebido propinas no escândalo da Petrobras. Ele também é acusado de evasão de divisas e permitir que um lobista pagasse pensão para sua filha de relacionamento extraconjugal".

O jornal também cita os deputados Éder Mauro (PSD-PA), Beto Mansur (PRB-SP) e Paulo Maluf (PP-SP):

"Entre os oponentes de Dilma, está Éder Mauro, que enfrenta denúncias de tortura e extorção por sua atuação como policial em Belém. Outro deputado que clama pelo impeachment é Beto Mansur, denunciado por manter 46 trabalhadores em condições deploráveis em sua fazenda de soja em Goiás. Investigadores apontam que os trabalhadores eram tratados a escravos da atualidade".

Sobre Maluf, o periódico destaca: "Sr. Maluf, ex-prefeito de São Paulo que apoia a saída da presidente, já passou semanas na cadeira há uma década por acusação de lavagem de dinheiro e evasão de divisas". Em outro trecho, a matéria destaca que Maluf enfrenta processo nos Estados Unidos acusado de embolsar mais de US$ 11,6 milhões em um esquema de propina.

O jornal  The New York Times informa que parte dos brasileiros percebe que o impeachment tem menos a ver com corrupção e mais com a troca de poder para parlamentares com histórico questionável.

 A reportagem em inglês pode ser lida aqui

Folha joga a toalha e diz que não vai ter golpe.



Eu já sabia. Até o jornal "Folha de São Paulo" diz que os golpistas não tem os 342 votos suficientes para dar o golpe do Eduardo Cunha.

E digo mais: tem deputado que falou que é favor do golpe para não ficar sendo pressionado o tempo todo, mas vai faltar, votar contra ou se abster.

Mas isso é conversa lá no Congresso, e todo cuidado é pouco, porque os golpistas não param de assediar e o jogo é dos golpistas é pe$ado e $ujo, como todo golpe contra o povo.

Então nada de relaxar. O que garante respeito à vontade popular é a gente pressionando nas ruas e nas redes.Os Amigos do Presidente Lula

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pernambuco está de olho nesse golpista



Concordo em gênero, número e grau





Domingo será um dia decisivo para a democracia neste país. E parece cristalino que o day after já foi minuciosamente arquitetado. O Deputado relator do caso de Eduardo Cunha que pediu a sua cassação já renunciou à vaga no Conselho de Ética, deixando margem para uma maioria que não irá cassá-lo. O juiz Sérgio Moro já mandou recado a nação avisando que pretende encerrar a Lava Jato em dezembro. Temer, incorporando na faixa presidencial que não lhe foi outorgada pelo voto, já mandou avisar que vamos ter de fazer muitos sacrifícios pela frente para avançar. Certamente não serão impostos a Globo, a FIESP nem tampouco aos empresários sonegadores que pavimentam o caminho de sua chegada ao poder, sem voto popular. Basta uma inteligência mediana para se perceber o que tramam para o Brasil se houver a deposição da presidenta Dilma e quais os interesses políticos e econômicos que passarão a ditar as regras e o destino de todos nós. Ah, mas derrubar Dilma é só o primeiro passo para passarmos o país a limpo, é que muitos dizem aqui. É sério que você acredita nisso? Veja os sinais meu caro. E não pense que eles se chegarem ao poder vão estar preocupados com o que você pensava ou lutava porque isso nunca foi por você, por mim e nem pelo Brasil. Embora tenha enormes discordâncias com o governo Dilma e não tolere o jogo bruto do fisiologismo, não posso deixar de reafirmar minha indignação ao ver políticos escusos posarem de defensores de uma pátria livre da corrupção. Se a questão é ética, nenhum desses que pede o fim da Dilma pode apontar o argueiro no olho dela porquanto eles próprios carregam traves. Se o atual governo é ruim, os que pretendem sucedê-lo são piores, enormemente, piores. Se a presidente foi eleita no voto, esperemos, critiquemos, ajudemos ou façamos oposição e em breve, também pelo voto, outro, quem sabe da oposição, poderá ocupará o seu lugar. Mas as razões apresentadas no arrazoado que pede o afastamento da presidente tornam evidente que o que as Excelências tramam na Câmara é golpe, armado por um grupo com biografia mais suja que chiqueiro, movido por escusos interesses políticos e buscando legitimar-se por meio de uma parcela da sociedade levada às ruas por corruptos para bradar contra a corrupção, parecendo estar imersa em uma total desconexão da realidade de quem as conduz e do que eles pretendem. De modo algum eu apoiarei esse impeachment por estar certa de que não é o governo do PT que esta sendo solapado, mas sim a democracia. As opções estou consciente, são poucas. Estamos encalacrados em um impasse político. Mas estou convencida de que apoiar esse impeachment não é contribuir para o combate a corrupção mas servir de linha auxiliar para um grave ataque contra a democracia promovido por políticos espúrios que se movem por interesses próprios e abjetos. 

De uma coisa estou certa: Se os Bolsonaros, os Alves, os Caiados, os Aécios e os servis aliados do Cunha tomarem o poder, o Brasil afunda de vez.

Drª Roberta Araújo, juiza da 14ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região(Pernambuco).

Tucano Capez era chamado de “amigo” em fraude da merenda




Esse Capez é mais um moralista sem moral.O cara vivia indo para ato Fora Dilma. Só que, de repente, foi pego com a mão na merenda.


O gerente de logística da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), Carlos Luciano Lopes, disse em depoimento à Polícia Civil de São Paulo e ao Ministério Público Estadual que o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Fernando Capez (PSDB), era beneficiário de parte das propinas oriundas do esquema de contrato superfaturados na venda de produtos agrícolas e suco de laranja destinados à merenda escolar de prefeituras paulistas. Segundo ele, Capez era chamado de "nosso amigo" pelo grupo suspeito de participar do esquema. 

"Parte do dinheiro da comissão entregue a Marcel [lobista Marcel Ferreira Júlio] tinha como destinatário o deputado Fernando Capez e a outra parte ficava com o próprio Marcel", declarou Lopes aos investigadores. Segundo ele, Capez era considerado "nosso amigo" pelo grupo investigado.

Apontado como intermediário do esquema de propinas, Marcel é filho do ex-deputado Leonel Ferreira Júlio, que presidiu a presidiu a Assembleia Legislativa de São Paulo pelo antigo MDB na década de 1970. Ele foi cassado no chamado escândalo das calcinhas, que comprou um grande lote de peças íntimas femininas no exterior.

Ainda segundo Lopes, o então presidente da Coaf Cássio Chebabi cedeu um veículo modelo Gol 'para uso na campanha do deputado Capez', em 2014, por um período de 90 dias.

O escândalo envolvendo a Coaf é o foco da Operação Alba Branca, investigação realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo.

Segundo as investigações, pelo menos 22 prefeituras fizeram negócios com a cooperativa. Além de servidores municipais, investigações também apontam para o envolvimento de membros do primeiro escalão do governo Geraldo Alckmin no esquema.

Justiça nega indenização a Serra sobre o livro Privataria Tucana





Nesses tempos sombrios, onde só petistas são presos e tucanos andam livres para roubar, aparece uma luz no fim do túnel.


O desembargador Eduardo Sá Pinto Sandeville, da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), negou pedido de indenização por danos morais, movido pelo senador José Serra (PSDB-SP) contra o jornalista Amaury Ribeiro Júnior e a Geração Editorial Ltda pela publicação do livro "A Privataria Tucana". 

Lançado em 2011, o livro detalha o esquema de corrupção que dominou o processo de privatização de estatais durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Então ministro de Planejamento, José Serra é um dos personagens centrais da obra.

No acórdão sobre a decisão, o magistrado ressaltou que o livro tem interesse público. "O uso de dinheiro público e funcionamento da máquina estatal, as questões relativas a corrupção e pagamento de propinas, em qualquer governo, certamente são de interesse público e sua discussão é necessária para formação de opinião pública esclarecida, indispensável em um ambiente democrático", escreveu Sandeville.

"O conteúdo publico tem inegável e evidente interesse jornalístico", decidiu o magistrado. "Como qualquer pessoa pública que se dedica à atividade de representação política, tem o requerente a proteção da intimidade reduzida somente àquelas questões que não guardam nenhuma relação com a sua atuação pública", acrescentou.

De acordo com o acórdão do TJ, o advogado de Serra alegava que "o livro traz inúmeras mentiras", citando seu cliente no "recebimento de propinas nos processos de privatização de empresas públicas". E que "os alvos principais das acusações falsas e infundadas do livro são o apelante e sua família".

Em 2013, a Justiça condenou Amaury e a Geração Editorial a pagarem R$ 1 mil de indenização por dano moral a Serra por “oportunismo eleitoral”. O senador quis um valor maior, no entanto, e recorreu da decisão, solicitando ainda a proibição da obra. Os réus recorreram também. Pediam a improcedência da ação.

A decisão do TJSP anulou o pagamento de indenização decidido anteriormente. Ainda cabe recurso.Brasil 247.

Hino contra o golpe

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Não vai ter golpe


É isso que o Brasil quer?

Falandoverdades 2

Simbolos da moralidade


É isso ai


Áudio de Temer não vazou, ele foi vazado e é parte do golpe



LULA MARQUES: <p>Brasília- DF 06-01-2016 Foto Lula Marques/Agência PT Vice-presidente, Michel Temer. na vice presidência.</p>


O áudio de Temer comemorando o impeachment é a prova inconteste do golpismo.

É a prova de que o atual vice-presidente não tem o menor respeito pela Constituição.

É a prova inconteste do nível de conspiração liderada por ele.

E é mais uma armadilha do vice-presidente que conta com a boa vontade do jornalismo golpista.
Qualquer idiota com um pingo de conhecimento de política percebe que esse áudio não vazou. Ele foi vazado.

Temer fala como se estivesse com um roteiro bem delineado. Provavelmente não estava lendo, mas tinha os pontos do que deveria falar anotado.

Seu discurso tem por objetivo assumir alguns compromissos tanto com parlamentares, quanto com alguns setores da economia e do empresariado.

É como se fosse a Carta aos Brasileiros de Lula. Só que num processo de golpe e não de eleições.

Temer fala em união nacional, como se ela fosse possível depois de um golpe.

E como primeira medida deixa claro que quer entregar o país, apontando que já fez muitas viagens para o exterior e que como presidente vai procurar os investimentos internacionais. Provavelmente para explorar o Pré-Sal.

Depois, Temer fala de retomar o emprego. E diz que fará isso num acordo que terá que passar por empregados e empregadores.

Sabem o que significa?

Empresário só faz acordo com redução de direitos. É esse o sinal que ele está dando à turma da Fiesp. Ou seja, Temer vai jogar no lixo a CLT falando de forma clara que haverá “sacrificios iniciais para o povo brasileiro”.

Temer também diz que não vai acabar com os programas sociais da era Lula e Dilma. Evidente que só fala isso para dialogar com setores populares antes da votação do impeachment. Mas ao mesmo tempo faz nova ponderação, de que o Bolsa Família precisa ser algo transitório.

Temer também fala da reforma trabalhista e da previdência. E de novo repete que vai dialogar com todos os setores da sociedade, mas que vai fazer o que precisa ser feito para o bem do país.

Temer é um mentiroso contumaz e esse áudio que ele gravou para ser divulgado no Jornal Nacional de hoje como uma carta à nação não tem nada de inocente. É a tentativa de criar um clima positivo ao impeachment. De que dias melhores virão depois da deposição de Dilma.

O golpismo foi ao limite. E o jornalismo para baixo do volume morto. Quem divulga isso como fruto de um acidente é tão mentiroso e cara de pau quanto Temer.



Renato Rovai
Renato Rovai é editor da Revista Fórum

Pessoal, não é pra deixar vazar, não, viu?


Paulo Pimenta ironiza Temer

EM PRIMEIRA MÃO: ASSESSORIA DO DEPUTADO PIMENTA VAZA POR ENGANO ÁUDIO EXCLUSIVO DO DEPUTADO PIMENTA PARA GRUPOS DE WHATSAPP DO DEPUTADO PIMENTA. OUÇA!Compartilhe!Indicamos a publicação para: O Cafezinho, Tijolaço, Brasil 247, Jornal GGN, Juventude Decidida, Jovens de Esquerda, Esquerda Revolucionária, O Leão da esquerda, Esquerda Revolucionária, Pedala Direita#PauloPimenta #EPP

Publicado por Paulo Pimenta em Segunda, 11 de abril de 2016

Caiu a máscara do golpista mor




 Vindo de Temes só se salva a mulher dele.

 Esse cara não passa de um canalha.

Um pronunciamento do vice-presidente Michel Temer, em que ele fala como se a presidente Dilma Rousseff já tivesse sido afastada pela Câmara dos Deputados, vazou nesta segunda-feira.
Na gravação, ele fala num governo de "salvação nacional" e de "união nacional", pregando o diálogo com todos os partidos.

Temer diz ainda que "sem sacrifícios, não conseguiremos avançar para retomar o crescimento e o desenvolvimento". Ele prega ainda que se valorize o capital privado e afirma que, na gestão da presidente Dilma Rousseff, o Brasil teria passado a sofrer "descrédito internacional", o que teria contribuído para a alta da inflação.

A assessoria de Temer confirmou a veracidade do áudio e disse que o vice o enviou "por acidente" aos aliados. "Trata-se de um exercício que o vice estava fazendo em seu celular e que foi enviado acidentalmente para a bancada", diz sua assessoria.

No pronunciamento, o vice também afirma que não serão extintos programas como o Bolsa-Família, o Fies e o ProUni. Segundo Temer, boatos sofre o fim dos programas fazem parte de uma "política mais rasteira".

Temer diz também que será capaz de ter uma "base parlamentar muito sólida" para dialogar com o parlamento e com a sociedade. "A governança vem com o apoio político. A governabilidade exige que haja uma aprovação popular do próprio governo. A classe política unida com o povo levará ao crescimento do País e ao apoio ao governo", disse Temer, falando como se já estivesse prestes a sentar na cadeira presidencial.

Ouça, abaixo, o áudio:


Download do arquivo: audio_michel_temer.mp3


Fonte:Brasil 247

sábado, 9 de abril de 2016

Investigação seletiva.Fina ironia.

Qualquer semelhança é mera coicindência


Por que Cunha luta pelo impeachment



O Golpe do Cunha, politicamente falando, é vingança ao PT Não Vai Ter Golpe / Vai Ter Luta Na Rua
Publicado por Alex Mono em Sábado, 9 de abril de 2016

A jararaca está viva: Lula e Marina no topo, tucanos no poço

 


Vejam só.Mesmo com uma campanha infame, covarde, desonesta que a mídia comercial faz contra Lula ainda assim o cara é imbatível em 2018. Já pensou Lula no guia eleitoral? Não tem para ninguém!

Se as eleições para a presidência da República fossem hoje, o ex-presidente Lula e a ex-senadora Marina Silva iriam para o segundo turno, conforme pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (9). Entre as opções do PSDB, todos têm queda ma preferência do eleitorado: o senador Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o também senador José Serra.

Em três dos quatro cenários simulados, Lula e Marina estão empatados dentro da margem de erro. Na comparação com a pesquisa anterior, de março, a intenção de voto em Lula cresceu em três cenários, voltando ao patamar registrado em fevereiro, enquanto Marina se manteve estável em todas as simulações.

No cenário de uma disputa entre Lula, Marina e Aécio Neves, por exemplo, o ex-presidente tem 21%, a ex-senadora, 19%, e o tucano, 17%.

Entre meados de dezembro e agora, Aécio perdeu dez pontos percentuais em suas intenções de voto, enquanto Lula e Marina se mantiveram no mesmo patamar. Já Geraldo Alckmin, em um cenário alternativo, encolheu cinco pontos no mesmo período.

Na simulação com Lula, Marina e Aécio, o Datafolha também tem incluído o nome do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que aparece com 8% das intenções de voto. O percentual é o dobro do que o deputado registrava em dezembro do ano passado.

Em relação a um eventual governo Temer no caso de Dilma ser afastada, a pesquisa Datafolha mostra que apenas 16% acreditam que ele faria uma gestão ótima ou boa, mesmo índice do levantamento realizado em março.Brasil 247.

STF pode investigar caso Mossack. Será que Seu Quinca vai ser investigado?




 O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, pode dar o pontapé inicial para as investigações sobre os brasileiros que tiveram contas secretas em offshores criadas pelo escritório panamenho Mossack Fonseca. 

Está nas mãos de Teori toda a documentação apreendida durante busca na sede brasileira da empresa, que funciona na Avenida Paulista, no dia 27 de janeiro. Ela foi encaminhada pelo juiz Sérgio Moro no arcabouço de dados relacionados à investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O magistrado pode pedir um parecer para a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre se os milhares de clientes brasileiros que abriram offshore cometeram algum ilícito e devem ser investigados, ou mesmo determinar a abertura de um ou mais inquéritos para apurar as suspeitas de irregularidades envolvendo os clientes brasileiros da firma panamenha.

Os Panama Papers revelaram que ao menos 1.400 brasileiros contrataram os serviços da Mossack. Pela legislação brasileira, não é crime possuir offshore – empresa sediada em paraíso fiscal – desde que ela seja declarada à Receita Federal. 

Entre os nomes que apareceram com divulgação dos documentos da Mossack Fonseca está o de Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, que abriu duas offshores para operacionalizar a compra de um apartamento em Miami (EUA). Reportagem do Miami Herald diz que o vendedor da unidade enviou um contrato para o jornal mostrando que Barbosa deu US$ 335 mil em dinheiro e deveria ter pago imposto sobre essa venda de cerca de US$ 2 mil, o que não ocorreu.

Embora tenha dito que o dinheiro com o qual pagou um apartamento de luxo em Miami, nos Estados Unidos, saiu de sua conta no Banco do Brasil em Brasília, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa não respondeu a solicitações do 247 pedindo um extrato que comprovasse essa transação (leia mais).

Também aparecem na lista o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), o senador Edison Lobão (PMDB), o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, ex-deputado João Lyra (PSD-AL), o ex-governador de Minas Newton Cardoso (PMDB) e seu filho, o deputado federal Newton Cardoso Júnior (PMDB), executivos das empreiteiras Mendes Júnior, Queiroz Galvão, entre outros.

A Lei do Retorno é implacável




Tem uma vagabunda, casada com um magistrado da Alta Corte Paulistana, que anda pregando a morte de Lula.A essa senhora só tenho a dizer uma coisa:cuidado com a lei do retorno.Tempos atrás, pastava por esse blog sujo uma leitora que vivia invadindo meu blog para desejar a minha morte.Chegou ao ponto de dizer que os urubus iriam comer meus restos mortais durante uma seca no Nordeste(a infeliz detestava nordestino).Pois bem, dia desses tive informações que a fascista morreu vitima de um acidente automobilístico.Ah! não posso citar o nome da agourenta porque estou sendo processado pelo senhor Lavareda por conta de uma postagem aqui.

‘Janot, o Temer da PGR, prepara-se para o pós-golpe’




Eu vou dizer um negócio: Janot é muito pior que Geraldo Brindeiro.Esse, pelo menos, usava a Procuradoria para proteger tão-somente FHC e seus comparsas.Já Rodrigo Janot, vai além, usa a PGR para proteger tucanos e foder petista.Estou decepcionado com esse golpista.


Por Fernando Brito, do Tijolaço


Matéria do Estadão, hoje, anuncia que o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, prepara-se para jogar lenha na fogueira durante a votação do impeachment de Dilma.

“A previsão é de que ainda nesta semana sejam encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF) os pedidos de inquérito com base na delação do ex-líder do governo Delcídio Amaral (sem partido-MS), que já estão em fase final na Procuradoria Geral da República (PGR). Procuradores que trabalham com Janot veem indícios para pedir investigações do senador Aécio Neves (PSDB-MG), do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por exemplo. Delcídio citou nos depoimentos mais de 70 pessoas, com uma lista extensa de políticos. Nesta semana, devem ser encaminhados os pedidos de abertura de inquérito ou arquivamento de cada um dos 20 fatos separados pela PGR com base nos depoimentos. (…) procuradores já avaliam a possibilidade de um inquérito contra a presidente, o que ganhou força com o avanço da operação sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a chegada à PGR do material obtido nos grampos telefônicos.
A investigação de Aécio – aliás pelos mesmos fatos e acusações que, antes, levaram Janot a pedir que se a arquivasse – é o “tempero” de imparcialidade. Pode ou não seguir em frente, pois Aécio Neves “não vem ao caso” para o golpismo. Ele não é “dono” de parcela significativa de qualquer coisa: das bancadas parlamentares ou de votos.

O “timmig” de Janot é o da disputa de poder.

Já se prepara para o confronto – ou o entendimento  – com o “governo pós-golpe”, que é o aglomerado Cunha-PSDB, com alguns penduricalhos.

Aroeira, a pena que tudo vê, antes de nós, já o desenhou, hoje.

Está lá em cima, para quem como eu, custou a entender.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Janot nao que Lula na Casa Civil





Agora me digam:dá para ficar calado depois de uma estupidez dessas?


Um canalha desses, que, mesmo havendo seis delações citando Aécio Neves, não fez nada par investigá-lo, quer proibir a posse de Lula na Casa Civil.E observe que o STF, por unanimidade, deu foro privilegiado à Lula, o que prova que ele não estar proibido de ser ministro.
Janot é mais um dos instrumentos da direita para consumar o golpe.Mas não adianta Janot opinar contra Lula, pois o STF não vai aceitar a recomendação dele.

Sinto nojo desse MP seletivo.

"Em manifestação encaminhada nesta quinta-feira ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestou contra a posse do ex-presidente Lula na Casa Civil.

Segundo ele, houve "desvio de finalidade" na nomeação feita pela presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de que ele deixasse de ser investigado em primeira instância pela Operação Lava Jato.

A posse de Lula foi suspensa por liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e o caso deve ser analisado pelo plenário da corte na próxima semana.

Eu estou voltando


Pessoal, após breve período de descanso para resolver problemas pessoais e profissionais, O Terror do Nordeste está de volta ao batente.

Como sabemos, a mídia, o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Polícia Federal, Ministros da Suprema Corte, o PSDB-DEM-PSB, PROS não dão trégua à Dilma e ao PT.

Sei que a luta é inglória para todos queles que defendem o legado de Lula na Presidência do Brasil, mas não podemos desistir.

No momento, a coisa tá feia lá pra bandas de Brasília, se bem que dias atrás já esteve pior, agora, se não formos para as ruas, para as redes sociais lutar, Dilma não emplaca o segundo mandato dela.

Nesse contexto, resta a nós defender um governo que foi eleito democraticamente por 54 milhões de brasileiros. Não vamos permitir que esses golpistas safados derrubem um governo popular.

À luta, companheiros. Não passarão!