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Foto: Fernanda Morena/Especial para Terra
Pela primeira vez na história, um governo feminista tomou conta da Cidade Proibida, um dos maiores pontos turísticos da China, em Pequim. O epítome da China imperial fechou na manhã desta quarta-feira suas portas para os locais para a passagem da presidente Dilma Rousseff, que visitou o complexo por cerca de duas horas.
Bem humorada, Dilma escutou atentamente à aula cultural dada pelo vice-presidente do Departamento de Cultura e Educação, Zhang Guangyao, e arriscou o reconhecimento de caracteres: "esse quer dizer paz?", questionou. "Não, quer dizer interior", explicou o chinês.
A presidente brasileira andou pelo caminho do imperador, pelo qual as imperatrizes passavam somente no dia do casamento. Zhang ainda abriu as portas do Pavilhão da Harmonia para Dilma e sua filha Paula, o principal prédio da Cidade.
Antes, Dilma subiu ao púlpito do Portão de Tian'an Men, de onde Mao Zedong declarou o surgimento da República Popular da China. Da galeria, Dilma reconheceu a foto de Hu Jintao, atual presidente do país, ainda jovem, e quis ter certeza da importância do lugar, questionando os anfitriões que a acompanhava se foi lá que Mao havia declarado a República.Terra.
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