quinta-feira, 4 de junho de 2015

Corruptos do DEM são as principais estrelas do programa partidário





O DEM leva ao ar na noite desta quinta-feira 4 um programa partidário com duras críticas ao Partido dos Trabalhadores: "sucessão de erros, má gestão e corrupção" são algumas delas. A legenda acusa ainda o governo da presidente Dilma Rousseff de não cumprir promessas e afirma que "não faltaram avisos", inclusive por parte do Democratas, que chama o governo de "gastador".

A peça traz falas de parlamentares da sigla conhecidos nacionalmente, como o senador Ronaldo Caiado (GO) e o deputado Mendonça Filho (PE). O presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), é o que mais aparece, acusando o governo de não ter ouvido "nem a oposição nem a voz das ruas", ter levado nosso País "a essa profunda crise econômica e política" e causado o escândalo da "nossa Petrobras".


Mas vejam a que nível chegou a falta de vergonha na cara.


Agripino Maia é alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de ter recebido propina de R$ 1 milhão do empresário George Olímpio, do Rio Grande do Norte, em troca da implantação de um sistema de inspeção veicular no Estado, governado pelo DEM. A acusação foi feita pelo próprio empresário em acordo de delação premiada.A  ministra Cármen Lúcia, do STF, recebeu denúncia.

Mendonça Filho  é acusado de receber empréstimo de R$ 375 milhões de reais do BNB(valor de 2006) para suas falidas empresas, a Avícola Asa Branca e a Belasa, e até agora não ter pago a dívida na integralidade, além de não ter pago os trabalhadores.Aliás, grande parte dos políticos do DEM enricou durante a ditadura militar.O Bandepe-Banco do Estado de Pernambuco e o BEC-Banco do Ceará foram saqueados sem nenhuma pena por esses corruptos do DEM.

Ronaldo Caiado foi acusado por seu comparsa Demóstenes Torres de ter recebido recursos oriundos de caixa dois do impoluto Carlinhos Cachoeira.Sua família também e acusada de fazer uso de trabalho escravo.

São esses senhores, que nem sequer conseguem tirar folha corrida da polícia, que hoje se rotulam de honestos.Honesto uma ova! São acusados de serem corruptos, isso sim, e se ainda não foram condenados é porque a Justiça não prende nem politico do DEM nem do PSDB.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Aécio Neves que se meter onde não deve







O PSDB, que acabou com grande parte das estatais do Brasil, agora quer se meter nas indicações de Dilma para a Petrobras, BB, CEF, BNB e BNDES. A exemplo do presidente do Senado, Renan Calherios, e da Câmara, Eduardo Cunha, o cheira cola Aécio Neves apresentou um Projeto de Lei para a Governança das Estatais; um dos itens de destaque está no impedimento de pessoas com mandato eletivo ou que exerçam cargos em partidos políticos assumirem a direção de estatais; tucano também defendeu que os diretores indicados que tenham patrimônio acima de R$ 1 bilhão sejam sabatinados pelo Senado. Mas veja só. Além de estúpido é burro.Não sabe esse escroque que a Constituição Federal, no seu artigo 61, determina que   são de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que disponham sobre a criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração.Ora, desde quando um simples senadorzinho safado, noiado tem o poder de legislar sobre matéria afeta ao chefe do Poder Executivo? Será que esse playboy nunca governou na vida dele? Que coisa mais ridícula, vai procurar o que fazer, vagabundo!

Boa noite

terça-feira, 2 de junho de 2015

A tortura imposta por Sérgio Moro a um velho doente de 74 anos

Por Paulo Nogueira



Com João Roberto Marinho: na Globo ninguém mexe
Com João Roberto Marinho: na Globo ninguém mexe

Sérgio Moro é o pior tipo de justiceiro. É o que se faz passar por bonzinho.
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É o que se observa num vídeo que está circulando nas redes sociais. Nele, Moro concede uma audiência ao preso Mário Góes.

O objetivo de Góes ali era conseguir prisão domiciliar.

Várias coisas chamam a atenção no vídeo.

A primeira é o estado de desabamento moral e físico de Góes. Ele tem uma série de doenças que vão de diabete a colite, e um problema de coluna o impede de ficar sentado com conforto.

Está emocionalmente desequilibrado. Chorou na conversa com Moro, e é evidente que não estava interpretando um coitadinho ali.

Góes era o coitadinho.

E tem 74 anos.

Considere. Na Itália, a partir dos 70 anos, você não cumpre sentenças na cadeia, e sim em prisão domiciliar.

Por razões humanitárias.

Diz-se de Moro que ele se inspirou numa operação policial italiana – afinal espetacularmente fracassada — para desencadear a Lava Jato.

Mas pelo visto desconsiderou a civilidade que existe no código da Itália.

Góes não poderia cumprir pena domiciliar? Por que?

Bem, perguntas não faltam no caso. A mais impressionante é a seguinte: quais são as evidências contra Góes?

Moro parece tão no ar sobre isso quanto você e eu. Moro fala em contas em paraísos fiscais, genericamente.

Mas admite, candidamente, não saber nada delas. Sequer, e é ele quem afirma, se estão ativas ou não.
É o triunfo do absurdo.

Mais um, a rigor. Num outro vídeo de Moro, desta vez com Cerveró, ficamos sabendo que a principal acusação do juiz era uma reportagem – logo de quem – da Veja, uma revista mitomaníaca.

Recentemente a BBC visitou o presídio onde Góes está. A descrição é esta: “A maior parte das celas são sujas e apertadas. Algumas têm até seis camas e estão frequentemente abarrotadas de cadeiras de rodas e equipamento médico.”
A maior parte das celas no são sujas e apertadas. Algumas tem até seis camas e estão frequentemente abarrotadas de cadeiras de rodas e equipamento médico
A maior parte das celas no são sujas e apertadas. Algumas tem até seis camas e estão frequentemente abarrotadas de cadeiras de rodas e equipamento médico.

Moro é uma versão atualizada, mas não necessariamente melhor, de Joaquim Barbosa.

Ele agrada, como JB, a dois públicos específicos: o poder econômico e os analfabetos políticos.

Alguém consegue imaginar Moro e Barbosa enfrentando a Globo, por exemplo? Ou mesmo a CBF e Marin?

Como os vazamentos da Lava Jato na campanha eleitoral, a valentia dos dois é seletiva.

Ambos, não por coincidência, foram premiados pela Globo.

E os dois são heróis de grupos de imbecis como o MBL e o Revoltados Online.

São, também, abominados pelos progressistas.

Falta-lhes, em comum, uma característica tão brasileira: a compaixão.

JB tripudiou sobre Genoino quando este estava em condições de saúde miseráveis.
Moro faz o mesmo agora com Góes.

Eles representam a plutocracia brasileira, e a defendem ferozmente.

Mas não representam os brasileiros.

Gente assim não é perdoada pela história.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Presidente da OAB chama Gilmar Mendes às falas






A Ordem dos Advogados do Brasil, presidida por Marcus Vinícius Furtado Coêlho, reagiu com firmeza à entrevista concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ao 247.

Nela, Gilmar afirmou que a OAB foi "laranja do PT" (leia aqui), ao propor uma ação direta de inconstitucionalidade contra o financiamento empresarial de campanhas políticas. 

"Essa afirmação descabida e desrespeitosa não está à altura da liturgia e educação que se aguarda de um dos membros do STF", diz o texto. 

Confira, abaixo, a íntegra:

"A OAB exige respeito do ministro Gilmar Mendes.  Essa afirmação descabida e desrespeitosa não está à altura da liturgia e educação que se aguarda de um dos membros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Com a declaração o ministro atinge não somente a OAB, mas também os seis ministros do Supremo que votaram a favor da ação que discute o financiamento de empresas nas eleições.
Seriam os seis ministros laranjas?

A ação da Ordem dos Advogados do Brasil foi proposta em 2011, há 4 anos, subscrita pelo então presidente Ophir Cavalcante, que sempre manteve equidistância dos partidos políticos,  postura de todos os presidentes da OAB".

Marcus Vinícius Furtado Coêlho, presidente da OAB Nacional.

Deputado tucano propõe lei para obrigar entrega mais rápida de pizzas e sanduíches

Só sendo tucano.

Goias020615
O deputado Marquinhos Palmerston, do PSDB (Goías), apresentou um projeto de lei fixando o prazo máximo de 50 minutos (em dias úteis) e 60 minutos (fins de semana e feriados) para que empresas de fast-food entreguem as pizzas, sanduíches e pratos encomendados pelos seus clientes, por telefone ou internet.

Sem nenhum receio do ridículo, o corajoso parlamentar explica que passou pela experiência de pedir um piti-dog e aguardar 1h40min antes da entrega, o que deixou a sua família no limite da fome.

Marquinhos Palmerston é o mesmo que, há poucos dias, esvaziou o quorum de metade da semana na Assembleia ao levar uma batelada de colegas deputados para o seu casamento, em uma praia no litoral baiano.

Não é à toa que se chama Marquinhos. O diminutivo, no caso, é tudo.

Prefeita corrupta do PSB apresenta renúncia após fraude em merenda

Como sempre, a mídia comercial omitiu o nome da meliante.Mas fui atrás e descobri o partido dela. Se fosse alguém do PT saia até a filiação do politico.


A Prefeita de São Cristóvão, município da Grande Aracaju, Rivanda Batalha(PSB-SE), apresentou nesta segunda-feira (1), uma carta com seu pedido de renúncia ao cargo, após as denúncias de fraudes em licitações de merenda escolar.

Na carta, Rivanda fala que deixa o cargo por conta de vários fatores, principalmente o escândalo de esquema de corrupção referente a merenda escolar. "Apresento minha renúncia em decorrência dos últimos fatos que foram veiculados pela imprensa. Tenho plena consciência que nada tenho a dever", se defende.

Ainda segundo a carta, Rivanda coloca o cargo a disposição com todos os seus dados. "Coloco à disposição da Justiça todos os meus dados bancários, fiscais, sigilo telefônico ou qualquer medida que possa colaborar com a elucidação dos fatos".

Entenda o caso

Os municípios de São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro estão sendo investigados após as denúncias de fraudes em licitações da merenda escolar. O suposto esquema de corrupção era feito entre empresas e com envolvimento de servidores públicos no processo licitatório das prefeituras.

G1

CartaCapital: Gilmar Mendes é acusado de sonegação fiscal e desfalque


Revista revela a batalha judicial travada entre ministro do STF e seu ex-professor de graduação na UnB; extravagâncias e desmandos praticados por Gilmar Mendes, diz ex-procurador-geral da República, levaram instituto privado à situação de pré-falência

Há exatas duas semanas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes figurou em reportagem destacada na capa da revista Veja, segundo a qual ele e o ex-presidente Lula se desentenderam sobre o julgamento do mensalão, a ser iniciado em 1º de agosto. Surgiram versões conflitantes sobre o episódio, ocorrido no escritório do ex-ministro do STF Nelson Jobim, em Brasília. Hoje (sábado, 9), o ministro volta a estampar – desta vez na reportagem principal –, agora como protagonista de nova polêmica, a capa de outra revista de circulação nacional: CartaCapital, de linha editorial oposta àquela publicação. Intitulada “Cobras e lagartos” – na capa, “Fraude na escolinha do professor Gilmar” –, a matéria revela a ação judicial em que um ex-sócio de Gilmar Mendes no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) acusa o ministro de desfalque e sonegação fiscal.

Segundo o ex-procurador-geral da República Inocêncio Mártires Coelho, o ministro Gilmar Mendes é o responsável pela situação de pré-falência do IDP – que, criado em 1998 na casa do próprio Inocêncio, faturou mais de R$ 2,4 milhões, entre 2000 e 2008, com contratos firmados sem licitação com órgãos do governo federal. Em acusação formalizada na Justiça em 12 de agosto de 2010 – e que passou a tramitar em segredo de Justiça em abril de 2011 –, Inocêncio demonstra que Gilmar fez retiradas ilegais e desfalcou o caixa do IDP, sonegou impostos e exigiu “‘pedágio dos outros sócios para servir, como ministro do STF, de ‘garoto propaganda’ da instituição educacional. Tudo ao arrepio da Lei Orgânica da Magistratura, que veda aos juízes o exercício de outra atividade a não ser a de professor”.

Lembrando que Inocêncio, sócio-fundador do instituto, foi professor de pós-graduação de Gilmar Mendes na Universidade de Brasília, a reportagem de CartaCapital diz que o ministro agora quer atribuir ao ex-orientador a derrocada financeira do IDP, cujas contas apresentaram maus resultados em 2010. Antes da querela judicial, destaca a revista, o sócio-fundador era tratado por Gilmar nos anos 1990 como o “querido, respeitável e generoso professor Inocêncio”, como registra trecho da ação.

“Contra ele [Inocêncio] se uniram Mendes e o terceiro sócio, Paulo Gustavo Gonet Branco, procurador-regional da República. Formalmente, o ministro encabeçou o movimento para afastar o procurador aposentado da função [de sócio-administrador, cargo exercido desde a fundação do IDP], porque pretendia levar a cabo uma ‘reformulação empresarial’ no IDP após a instituição apresentar maus resultados financeiros em 2010. Na última década, o IDP havia se transformado em uma máquina de arrecadar dinheiro, beneficiado em boa medida por convênios com órgãos públicos”, diz trecho da reportagem.

A revista, que registra cópias de trechos do processo e de uma auditoria nas contas do IDP, destaca textualmente as acusações de Inocêncio. “‘Nalgumas (sic) vezes, quando alegava estar precisando de dinheiro para custear festas familiares cujas despesas excediam as forças do seu erário particular, o sócio Gilmar Mendes fazia retiradas mais significativas, na expectativa de acertos futuros, que, efetivamente, jamais ocorreram’. Em outras palavras, o ministro é acusado de dar desfalques na sociedade”, diz a revista, acrescentando que o ex-procurador-geral também acusa Gilmar Mendes de montar um esquema de cobrança de comissões sobre patrocínios e eventos fechados com o IDP.

“Quadro desolador”

Sobre a auditoria, concluída em 18 de outubro de 2010 por uma consultoria do Rio de Janeiro, a matéria registra que revelou-se “um quadro desolador nas contas do instituto, ao contrário daquilo que o ministro costuma propagandear entre seus pares e pela pena de jornalistas amigos. Em 2008, Mendes havia colocado no cargo de diretor-geral um coronel da Aeronáutica, Luiz Fernandes, que se mostrou um desastre administrativo. Quando descobriu o tamanho do buraco deixado pelo auxiliar, jogou a responsabilidade no colo de Coelho”.

A auditoria foi contratada pelo próprio Gilmar, e depois anexada por Inocêncio aos autos do processo – ou seja, apensada como peça documental contrária ao próprio cliente. “De acordo com a auditoria, o que de mais grave ocorria eram as ‘remunerações extras’, eufemismo usado pelos auditores para as retiradas ilegais, conforme denunciou Coelho. [...] o valor pago como ‘remuneração bruta’ chegava a 14% da folha do instituto, e era feita ‘por fora’, ou seja, de forma criminosa, por meio da sonegação de impostos”, diz outro trecho da reportagem – cuja ilustração de capa, embora sob o gracejo do título alusivo à Escolinha do Professor Raimundo, do saudoso Chico Anysio, mostra um concentrado ministro Gilmar lendo algo no Plenário do STF, com a montagem de um capelo (chapéu de acadêmico) na cabeça.

Silêncio caro

Por fim, a revista revela que o ministro e o terceiro sócio do instituto, Paulo Gustavo Gonet, pagaram “exatos 8 milhões e 1 reais” para comprar as cotas de Inocêncio no comando societário do IDP, como forma de “sepultar o processo” e viabilizar a substituição de Inocêncio por uma administradora não sócia do instituto – possibilidade contestada pelo ex-sócio, mas em parecer defendida (encomendado como “peça de encomenda”, segundo a defesa de Inocêncio) pela Advocacia-Geral da União. Com o pagamento, acreditavam as bancas de advogados envolvidas na disputa judicial, o imbróglio seria abafado e o “silêncio” do ex-procurador-geral, assegurado.

CartaCapital diz ter procurado Gilmar Mendes para comentar o assunto, mas recebeu uma “nota lacônica” em nome da assessoria do IDP. Na resposta, diz-se que “irregularidades detectadas” pela auditoria foram devidamente “sanadas”. “[A assessoria] afirma ainda que os 8 milhões de reais pagos ao ex-sócio foram levantadas graças a um empréstimo bancário”, diz a revista, mencionando ainda que o empréstimo de R$ 3 milhões conseguido pelo ministro junto ao Banco do Brasil, em 2005, para construir o prédio do IDP veio de um fundo “destinado a estimular a produção de alimentos em zonas rurais”.


Recordar é viver:CartaCapital reafirma que Gilmar Mendes recebeu caixa dois do Azeredoduto

Azeredo teria R$ 4,5 mi de Valério; Gilmar, R$ 185 mil

                      
Azeredo teria R$ 4,5 mi de Valério; Gilmar, R$ 185 mil


Declaração de Desembolso', assinada pelo publicitário Marcos Valério em 1999, indica repasse milionário à campanha do então governador tucano de Minas Gerais; ministro do STF também teria sido contemplado; informações são da revista Carta Capital, que reafirma veracidade dos documentos; Mendes anunciou "medidas judiciais cabíveis"; Azeredo alega falsidade

Um documento nomeado "Declaração de Desembolso", assinado pelo publicitário Marcos Valério de Souza em 28 de março de 1999, declara o repasse de R$ 4,5 milhões ao ex-governador de Minas Gerais e candidato a reeleição em 1998, Eduardo Azeredo (PSDB). A divulgação foi feita pela revista CartaCapital desta semana, que aponta que o pagamento foi realizado pelas empresas SMP&B Comunicação e DNA Propaganda, ambos de Valério. O responsável pela intermediação do repasse, segundo o documento, é o tesoureiro da campanha de Azeredo, Carlos Mourão. A origem do dinheiro? Bancos e estatais do Estado: Banco Bemge, Cemig, Comig, Construtora Andrade Gutierrez, Construtora ARG, Copasa, Banco Credireal e Banco Real, descritos pelo próprio Valério no documento. O repasse da verba seria "para saldar compromissos diversos".


 
A reportagem da revista volta ao tema do suposto esquema conhecido chamado "valerioduto" – caixa 2 realizado durante a campanha da reeleição de Azeredo – iniciado na edição da semana passada, quando a publicação divulgou uma lista de supostos beneficiados. Desta vez, a publicação rebate a tese defendida por Marcos Valério – apontado como operador do esquema – de que os papéis era falsos. Na lista dos beneficiados e suas quantias, constava também o do ministro do STF Gilmar Mendes. Foi divulgado inclusive um documento de apresentação da lista, também assinado por Valério, que diz ter repassado os R$ 4,5 milhões à campanha.


 
Para rebater os argumentos de Eduardo Azeredo de que os documentos eram falsos, a reportagem cita denúncia desta semana contra o ex-diretor de Planejamento de Furnas, Dimas Toledo, por participação num grupo de empresários e políticos em esquema de arrecadação ilegal, divulgado na chamada Lista de Furnas (o caso foi publicado pelo 247). A lista assinada por Toledo revela supostos esquemas de caixa 2 do PSDB montados em 2002, durante o governo FHC. Revelada pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. no jornal mineiro Hoje em Dia, a denúncia divulga também o resultado de uma perícia da Polícia Federal que comprova a veracidade da lista – o que derrubaria o argumento de Azeredo de que a lista divulgada por CartaCapital é semelhante "a outras comprovadamente falsas", segundo a revista.
Na semana que passou, não só Azeredo e Valério desmentiram a matéria, mas o ministro Gilmar Mendes, que negou sua participação e anunciou a intenção de processar a revista (leia mais). Nesta edição, CartaCapital publica com destaque o trecho da lista em que aparece o nome de Mendes e o valor que recebeu no esquema: R$ 185 mil.247.

Gilmar Mendes é muito cara de pau



                                               Essa foto é reveladora da indecência de Gilmar

Gilmar Mendes disse hoje, ao falar sobre a Operação Lava Jato, que ainda falta muita gente no Paraná. Concordo. Faltam Gilmar Mendes, FHC, Daniel Dantas, Aécio Neves, José Serra, Demóstenes Torres, Ronaldo Caiado, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Eduardo Azeredo.Esse lobista de banqueiro quando abre a boca só fala merda.Esse escroque pensa que a sociedade não manobrada pelo PiG esquece que ele recebeu R$ 185 mil reais(em 1998) do Mensalão do PSDB.Cala a boca, cara de pau!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Governo de Pernambuco proibe manitestações culturais de rua

O deputado autor desta porcaria de lei legislou em causa própria, já que é empresário do ramo de propaganda em espaços públicos.

 

 

Foto: Hélia Scheppa/Arquivo JC Imagem
Foto: Hélia Scheppa/Arquivo JC Imagem


Do JC Online

Os malabaristas e artistas circenses, muito vistos nos sinais do Recife, terão que obedecer a horários e outras determinações para fazer performances em vias públicas. Pelo menos é o que diz a Lei 15.516, de 27 de maio, publicada no Diário Oficial do Estado. De autoria do deputado estadual Ricardo Costa (PMDB), ela foi sancionada pelo governador Paulo Câmara(PSB-PE), e regulamenta o uso dos espaços públicos, como ruas, avenidas, praças e parques.

Pela nova lei de Pernambuco, qualquer tipo de manifestação artística pública tem que acontecer, obrigatoriamente, entre 10h e 22h. A exceção é para os espetáculos com financiamento oficiais de incentivo à cultura – e aprovação prévia do poder público. A lei já provoca polêmica entre a população em geral, além dos artistas que normalmente se expressam para o público não pagante das ruas.

Parte da classe artística já se mobiliza com relação ao tema. Uma reunião, intitulada Grande Evento pela Regulamentação das Artes de Rua, está marcada para ocorrer no domingo (31/5), às 14h, no Parque 13 de Maio (Santo Amaro).

O alcance restritivo da lei é bastante amplo. O texto legal diz que são terminantemente proibidas, fora do horário estabelecido, manifestações de teatro, dança individual ou em grupo, capoeira, mímica, estátuas vivas, artes plásticas, malabarismo ou outra atividade circense e, também, manifestações folclóricas.

Filho do referencial Mestre Salustiano, nome obrigatório na história da cultura popular do Nordeste, Pedro Salustiano se diz preocupado as novidades. Como os maracatus, cavalos-marinhos, cirandas e outros brinquedos populares costumam acontecer à noite, ele teme que isso possa atrapalhá-los. Em geral, os grupos saem espontaneamente pelos terreiros e ruas do interior, notadamente na Zona da Mata, e do Recife e de Olinda.

“Essa lei pode prejudicar enormemente as sambadas de maracatu e as saídas de cavalo-marinho, que não são manifestações oficiais, mas manifestações organizadas espontaneamente pelo povo. As manifestações da cultura popular têm como tradição começar depois da noite e ir até o amanhecer”, diz ele.

Outro ponto polêmico da lei é o que limita terminantemente a presença de menores de 14 anos nessas manifestações. “Acho que isso precisa realmente ser repensado, porque ataca fortemente a cultura popular, que não é aprendida na escola ou na faculdade, mas na rua, de geração para geração”, diz ele. “Eu comecei a brincar no cavalo-marinho com três anos de idade. Meu filho, de três, já começou a brincar também”.

A lei ainda proíbe que os artistas de rua comercializem discos, livros e artesanato que não sejam de autoria própria. Assim, grupos e artistas ficariam impedidos de gerar renda a partir da doação de obras de artistas amigos.

Da base governista, hoje no PMDB, o deputado Ricardo Costa é um conhecido empresário do ramo de propaganda em espaços públicos, já foi presidente da Federação Nacional das Empresas de Propaganda Exterior (Fenapex) e vice-presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe). Foi eleito pela primeira vez em 2010, como deputado estadual pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC). Ontem, sua assessoria de comunicação informou que ele estava incomunicável no interior do Estado e impedido, assim, de justificar a lei em entrevista.

Confira a Lei na íntegra:

Lei-de-Ricardo-Costa

A picaretagem de Ricardo Noblat






Ricardo Noblat, num texto publicado hoje, sugere que o  ex-presidente Lula era o chefe do chamado ‘mensalão’ e ele descreve ações de Lula para calar o publicitário Marcos Valério, um dos operadores do esquema julgado pelo STF. 

Diz mais que Lula:“Desviou-se dinheiro público. Comprou-se o apoio de partidos. Subornaram-se deputados para que votassem como o governo queria. E eles votaram. Ao O Estado de S. Paulo, depois de ter deixado o governo, Dirceu disse que nunca fizera qualquer coisa sem que Lula soubesse”, disse Noblat.Por fim, segundo Noblat, o processo do mensalão passará à História como o que condenou o maior número de pessoas por corrupção, “e também como aquele onde uma organização criminosa agiu sem que ninguém a chefiasse”.

Ricardo Noblat não tem jeito, não! De quando em vez o escroque, que não disfarça o ódio que tem pelo PT, ataca o partido.Noblat não tem moral para nada.Ricardo Noblat é aquele jornalista que tem a sua mulher envolvida(juntamente com Raul Jungmann) no roubo de R$ 39 milhões do MDA/INCRA, é aquele também que recebeu mensalão do Senado para manter uma rádio sua, que foi acusado pelo Conselho Acionário de Emissoras e Diários Associados de desvio da linha editorial do Correio Brasiliense em proveito de familiares e simpatizantes políticos, que participou ativamente da campanha eleitoral de Joaquim Roriz ao governo do Distrito Federal, tendo, por isso, sido  acusado de ter beneficiado a empresa de assessoria de imprensa da sua mulher, Rebeca(sempre Rebeca, a bicha é danada).Bem se vê que a folha corrida de Noblat é muito mais extensa que a de Fernandinho Beira Mar.Pois bem, mesmo com toda essa vasta experiência em picaretagem, Noblat não esquece de falar mal do PT, de Lula.


De estranhar Noblat ter retomado um assunto que há mais de 6 anos está fora do noticiário. Será que Noblat está ganhando alguma coisa de Marin, Ricardo Teixeira, Del Nero para não comentar o escândalo da FIFAGATE? Não duvido nada.


Morte e fogo em Eduardo Cunha




Este dia 29 de maio de 2015 foi realmente marcante e rico de simbolismos. Um deles é a luta unida.

Numa conjuntura de densa cortina de fumaça alienante, de morte da consciência cidadã e de luta coletiva pelas transformações os trabalhadores e trabalhadoras deram imenso testemunho de vida e compromisso com os direitos sociais.

Sou testemunha participante dos esforços que vários seguimentos fizeram na preparação desta parada e das manifestações. Há duas semanas participamos de reuniões e de mobilizações por seguimentos para levantarmos o ânimo de todos, chamando-os para esse dia de lutas. De agricultores humildes, metalúrgicos, garis, trabalhadoras domésticas, professores de vários níveis inclusive das universidades federal, estadual, PUC e outras particulares etc participaram das reuniões mobilizadoras.

Durante algumas madrugadas fomos aos terminais de ônibus panfletar e denunciar os deputados que votaram a favor da maldita terceirização. Deparamo-nos com multidões absolutamente insatisfeitas, revoltadas e ávidas do conhecimento da realidade que ultrapasse o senso comum e as mentiras da mídia. Um sindicalista contou que carregou em seus braços milhares de panfletos e os distribuiu em todo o centro de Goiânia. Muitos eleitores dos deputados que os traíram com votos macabros na desumanização do trabalho, ao se depararem com suas fotos estampadas nos folders, se revoltaram e prometeram nunca mais votar em gente que odeia os trabalhadores.

Emocionei-me ao presenciar o espírito de luta de homens e mulheres que, em nossa última reunião preparatória do ato que impediu os ônibus de saírem das garagens, se dispuseram participar às 3 horas da madrugada do encontro concentrado para a tomada, em silêncio, dos portões e dos pontos de partida dos coletivos. Algumas dessas pessoas moram quilômetros de Goiânia. Mesmo assim sua disposição de luta revelava consciência e elevado compromisso com os direitos sociais, sem choradeira e revolta infantil. Nessa luta ninguém é diferente de ninguém: não há superioridade nem inferioridade.

A clarividência consciencial dessas pessoas as diferencia em muito da grande maioria de bois de manada, que baixa a cabeça em nome do que chama de trabalho, na verdade escravatura e exploração.

Em muitos lugares do Brasil as cidades pararam e em outras aconteceram válidos tumultos, como em Goiânia. Não havia lugar desta capital em que não se comentasse esse dia de luta. Valeu mesmo!
Aplausos. De pé!

Faixas e cartazes das manifestações espalhadas pelo País me despertaram especial atenção. Em São Paulo os trabalhadores da Central dos Trabalhadores do Brasil moveram-se carregando um caixão encenando morte e sepultamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Ao final do trajeto incendiaram o esquife sinalizando queimar o que representa aquele malfeitor dos direitos dos trabalhadores.

Evidentemente que os trabalhadores não são assassinos nem precisamos devanear com falsos conceitos freudianos. Pelo contrário, sua intenção foi a de simbolizar o mal que representa a política defendida por Eduardo Cunha.

O malfadado presidente da Câmara dos Deputados revela-se crescentemente ser um grande mal para o Brasil. É dele a ideia de uma reforma política que afasta cada vez mais o povo do poder, que alimenta a corrupção das eleições e tira a oportunidade dos pobres de se elegerem para defender os interesses dos trabalhadores e dos excluídos.

Esse deputado malfeitor colocou em votação um projeto de lei que prejudica mortalmente os trabalhadores e as leis que defendem os direitos definidos já em 1915 e formatados depois na CLT.

Eduardo Cunha é um mal ocupando uma parte do poder de Estado no Brasil. Como presidente da Câmara o desditoso só mostra compromissos com os ricos, com os poderosos e com os piores sentimentos atrasados que atentam contra o bem.

Este senhor consegue atingir maldosamente vários seguimentos: a democracia quando reordena as eleições, põe fim à reeleição de prefeitos, governadores e presidentes, com a clara intenção de travar os avanços e reafirma o financiamento das campanhas eleitorais, a principal fonte de corrupção e elitização política; e agora atinge o coração social e econômico do País fragilizando o que há de mais sagrado para o trabalho, que é o direito a carteira assinada com todas as conquistas por ela representadas e pelo sagrado dever coletivo de sindicalização, tudo prejudicado pela terceirização, que é debatida no Senado com sérios riscos de ser aprovada e piorada.

Eduardo Cunha é evangélico e certamente envergonha os mais sérios que têm um mínimo de consciência social e de amor ao próximo. Entre os evangélicos consegue ser um dos mais conservadores, antissociais e perverso inimigo dos trabalhadores.

Portanto, simbolizar a morte de Eduardo Cunha e sua incineração pelas ruas de São Paulo são gestos de vida que clamam e denunciam quem é eleito para defender o povo e a democracia e contra ele se volta com tanta maldade e ódio.

Haverá dia em que isso realmente acontecerá: os maus e injustos terão que passar pelo fogo. E não será somente de modo simbólico!

Os trabalhadores que produzem riquezas de todas as formas conhecidas e inimagináveis lutam para queimar os elos sociais que tentam amarrar sua dignidade e seus direitos. Os trabalhadores que modelam matérias primas também constroem consciências e derrubarão os perversos como Eduardo Cunha, essa vergonha nacional e esse lixo público.


Dom Orvandil

Editor do blog Cartas e Reflexões Proféticas, presidente da Ibrapaz, bispo da Diocese Brasil Central da Igreja Anglicana e professor universitário

Por que Gilmar só quer doações de empresas?



 Porque está ganhando algo. Simples assim.Não há almoço grátis.

247 - Depois de ter segurado a ação da OAB contra o financiamento empresarial de campanha por mais de um ano, até dar tempo para a Câmara constitucionalizar este sistema, insurge-se agora o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, contra a possibilidade de as pessoas físicas também fazerem doações eleitorais, prevista na emenda aprovada pelos deputados.

"Vamos ter um laranjal", diz Gilmar, alegando, em entrevista ao Estadão, que "partidos que dispõem de acesso à máquina governamental vão ter acesso a lista de nomes, aos CPFs e vão poder produzir doações". Ele quer que as doações possam ser feitas apenas por empresas.

Em conversas com diferentes interlocutores, o ministro tem dito que pessoas físicas não podem doar porque o PT iria "lavar" recursos ilegais, distribuindo dinheiro para que pessoas do Bolsa Família e programas sociais fizessem pequenas doações. É muita imaginação. Isso exigiria a montagem de um esquema monstruoso que em algumas horas seria descoberto e ruiria.

O que Gilmar sabe é que só os partidos que têm militância terão capacidade de mobilizar seus filiados e simpatizantes para fazer doações como pessoas físicas.

Como fez Obama em sua campanha, através das redes sociais. Hoje, só o PT e, em menor escala, o PC do B conseguiriam uma boa arrecadação através deste caminho. Até porque o PT, antes de chegar ao governo e ganhar a boa vontade das empresas, vivia disso, dos dízimos da militância, da venda de material e das campanhas financeiras que fazia.

Florestan Fernandes: mídia pode morrer antes do PT

O jornalista Florestan Fernandes Júnior, conhecido pela vasta experiência na televisão brasileira, se mostra decepcionado com o pessimismo da imprensa do País. Ele publicou nesta segunda-feira 1º um comentário em sua página no Facebook sobre a pesquisa Ibope que aponta que 41% dos brasileiros acham que a imprensa mostra uma situação econômica mais negativa do que a realidade.

Ele conta que hoje, "pra não entrar na TPN (tensão pré-notícia), é "seletivo" no que vê, lê e escuta. "Passeio o dia inteiro pelos portais rindo das manipulações grotescas de alguns deles", diz. "Nossa imprensa faz tempo abriu mão do bom jornalismo, de maneira geral virou panfletária e presta um desserviço para a Nação. A boa informação é um direito do cidadão em qualquer país civilizado do planeta, menos aqui", ataca o jornalista.

Para ele, a linha editorial negativista é a razão para a crise pela qual passam os veículos de comunicação atualmente. "Os senhores da comunicação estão atirando no próprio pé, o pessimismo alardeado por eles levou a um corte nas campanhas publicitárias. Resultado: demissões em massa nas redações, empresas de comunicação fechando ou sendo vendida para igrejas evangélicas".

O jornalista deixa, ao final, uma última questão: quem morrerá antes, a imprensa ou o PT. "Minha dúvida é saber quem vai acabar primeiro: a indústria da comunicação ou o partido que eles tanto odeiam". Leia o texto:

Segundo o Ibope: 41% dos brasileiros acham que imprensa mostra uma situação econômica mais negativa do que a realidade. Pra não entrar na TPN (tensão pré-noticia) agora sou seletivo no que vejo, leio e escuto. Revistas e jornais, dou uma folhada rápida, rádios só de música, telejornais o Repórter Brasil, o do Heródoto Barbeiro na Record News e as vezes o Jornal da Record. Passeio o dia inteiro pelos portais rindo das manipulações grotescas de alguns deles. Nossa imprensa faz tempo abriu mão do bom jornalismo, de maneira geral virou panfletária e presta um desserviço para a Nação. A boa informação é um direito do cidadão em qualquer país civilizado do planeta, menos aqui. O senhores da comunicação estão atirando no próprio pé, o pessimismo alardeado por eles levou a um corte nas campanhas publicitarias. Resultado: demissões em massa nas redações, empresas de comunicação fechando ou sendo vendida para igrejas evangélicas. Minha dúvida é saber quem vai acabar primeiro: a industria da comunicação ou o partido que eles tanto odeiam.247