terça-feira, 14 de julho de 2015

Só faltava essa:José Carlos Aleluia culpa PT por times baianos rebaixados


José Carlos Aleluia, aquele DEMO que foi citado na CPI do Orçamento como tesoureiro da Odebrecht, e só foi salvo porque Roberto Magalhães(DEM-PE) livrou sua barra, surtou de vez.


Bahia 247 - Presidente do DEM na Bahia, o deputado José Carlos Aleluia culpa "o governo do PT" pela queda do Esporte Clube Bahia e do Esporte Clube Vitória à Série B do Campeonato Brasileiro. "A queda do Bahia e do Vitória foi culpa do PT. Eles que afundaram os clubes".

Justificando posicionamento contrário da bancada do DEM na Câmara à criação da Autoridade Pública de Governança do Futebol, prevista na Medida Provisória 671/2015, conhecida com MP do Futebol, Aleluia disse que a entidade, que acompanharia a gestão dos clubes, seria uma tentativa de estatizar o futebol e citou exemplos de "fracasso do público administrando o privado".

Aleluia, apontou para figuras ligadas ao PT, como o presidente do Bahia na época do rebaixamento, Fernando Schmidt, personagem muito ligado ao ex-governador Jaques Wagner, mas que é filiado ao PSB, hoje aliado do governo Rui Costa (PT).

No Vitória, a pessoa mais próxima ao PT é o deputado federal José Rocha (PR), que é presidente do Conselho Deliberativo do clube, que também já presidiu o rubro-negro. Quando o Vitória caiu no ano passado, o responsável pelo clube era Carlos Falcão.
O presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, não gostou das declarações do líder democrata, conforme publicação do jornal Tribuna da Bahia.

"As derrotas nas eleições majoritárias deixaram Aleluia fora de órbita. É simplesmente ridículo que um deputado federal que representa um estado como a Bahia esteja tão atrasado na forma de pensar e com o tamanho da hipocrisia que ele vem revelando em alguns temas relacionados ao País. Acho que ele precisa de uma reciclagem, e como o DEM está acabando, que seja urgente", disse o petista.

Até que enfim a PF pegou uma pombinha




Fernando Coelho, o laranja de Eduardo Campos na Lava Jato, vai ter que explicar aonde botou R$ 20 milhões de reais.


A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) cumprem, nesta terça-feira (14), 53 mandados de busca e apreensão, na Operação Politeia. Os mandados são referentes a seis processos instaurados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato e estão sendo cumpridos em seis unidades da Federação: Bahia, Pernambuco, Alagoas, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.

Em Pernambuco, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão. Um deles é na residência do senador Fernando Bezerra Coelho, eleito no ano passado pelo PSB para ocupar a vaga nos próximos oito anos. A residência do socialista é em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A casa do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), líder do PP na Câmara, também em Boa Viagem, está na lista. O nome dos outros seis investigados não foram divulgados, sequer ventilados, pela Polícia Federal. Os envolvidos podem não ser, obrigatoriamente, figuras do mundo político.

A Polícia Federal do Estado confirmou a investigação, mas não detalhou as buscas. Policiais federais chegaram no início da manhã na residência de Fernando Bezerra Coelho, mas os objetos apreendidos não foram especificados. Segundo a PF-PE, a unidade de Brasília está concentrando todas as informações.

Também são alvos da investigação o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI).
Os mandados foram expedidos pelos ministros do STF Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. A PF informou que as buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.

O objetivo é evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados. Eles respondem a crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, fraude a licitação, organização criminosa, entre outros.

O nome da operação, Politeia, vem do livro A República, de Platão, que faz referência a uma cidade perfeita, onde a ética prevalece sobre a corrupção. A operação envolveu 250 policias em todo o Brasil.

O senador Fernando Bezerra Coelho respondeu, por meio de nota, que continua à disposição para colaborar com os ritos processuais e fornecer todas as informações que forem solicitadas.

De acordo com a nota, ele aguarda o momento do depoimento e reitera a confiança “no pleno esclarecimento dos fatos”.

O tucano corrupto e o dinheiro voador





O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que tem sido um dos principais porta-vozes do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, pode se tornar réu no Supremo Tribunal Federal. Isso porque ele foi um dos alvos da Operação Concord, da Polícia Federal, que apurou esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro na campanha eleitoral de 2006. 
A operação se tornou lendária em João Pessoa (PB), porque literalmente choveu dinheiro na capital paraibana. Para não ser pego em flagrante pela PF, um operador da política local, Olavo Lira, conhecido como Olavinho, teria jogado R$ 400 mil do alto do edifício Concord.

O processo caiu nas mãos da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que, no dia 3 de dezembro de 2012, pediu providências ao juiz Sergio Moro, o mesmo que hoje conduz a Lava Jato – Moro era o juiz instrutor do caso. "Atribuo ao Juiz Federal Sergio Fernando Moro, magistrado instrutor, os poderes previstos no referido dispositivo, para doravante praticar os atos ali previstos e ordinatórios quanto ao trâmite deste inquérito", disse Rosa Weber (confira aqui o despacho de Rosa Weber).

Agora, o professor universitário Charlinton Machado, que é também presidente regional do PT, protocolou pedido ao Ministério Público para que não deixe o caso prescrever.  “Embora haja toda a gravidade, o juiz Sérgio Moro resolveu secundarizar a atenção processual, resultado por temermos a prescrição, como acontece nos processos do PSDB, estamos agindo pedindo celeridade”, disse ele.

Leia, abaixo, reportagem do portal WSCom a respeito:

Machado quer que STF indique substituto de Moro em processo envolvendo Cássio
Professor universitário diz que entrou com ação com caráter individual


O professor universitário Charlinton Machado protocolou nesta terça-feira pedido ao Ministério Público Federal, autor de investigação e de ação criminal contra o atual senador Cássio Cunha Lima – líder do PSDB, para que provoque a Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, no sentido de dar celeridade ao processo denominado de Concorde, ainda das eleições de 2006, para indicar substituto do juiz federal Sérgio Moro, o mesmo da Lava Jato, que há meses está com o processo e não da prosseguimento.

- Estou dando entrada de uma petição em caráter pessoal, como pessoa física, para não envolver a questão partidária – informou Machado em contato com a reportagem do Portal WSCOM, ele que é também presidente do PT da Paraiba. “Não quero misturar as coisas para evitar a polêmica de sempre”.
Charliton Machado disse que “é preciso dar celeridade a este rumoroso caso em que o ex-candidato ao Governo e atual senador é acusado em ação do Ministério Público Federal de lavagem de dinheiro e relação promiscua do Estado com agentes privados prestadores de serviços” – afirmou ele, acrescentando que “embora haja toda a gravidade, o juiz Sérgio Moro resolveu secundarizar a atenção processual, resultado por temermos a prescrição, como acontece nos processos do PSDB, estamos agindo pedindo celeridade”.

Ele afirmou ainda que “é preciso que a sociedade brasileira conheça a verdade política do atual senador, que pousa de homem decente acusando o PT de ser organização criminosa, algo que jamais será, como ele já mereceu cassação de mandato por crime eleitoral, e agora precisa se explicar sobre ação criminal do Ministério Público por lavagem de dinheiro, aliás com R$ 400 mil voando de um edifício em João Pessoa dai o nome Caso Concorde”.

A reportagem do Portal WSCOM procurou a assessoria de imprensa do senador, que disse estar acionando a assessoria jurídica para se pronunciar

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Xô, satanás!

Mensagem Final.

Posted by Augusto Lima on Terça, 7 de julho de 2015

Haja hipocrisia




várias palavras e expressões que podem transmitir bem o que acontece hoje no meio político em Brasília. Corrupção talvez seja a primeira a ser pensada, vem automaticamente. Crise é outra. Ou ajuste fiscal, reforma política, maioridade penal, pedalada, superávit primário. Mas há uma palavra que reflete melhor o que acontece hoje em Brasília: hipocrisia.

Pois hipocrisia é o que mais há nos meios políticos. São muitos os exemplos. Um deles é querer localizar a corrupção em um partido, um governo e uma empresa estatal. Todos sabem que a corrupção em empresas estatais é antiga e vem de muitos governos atrás. E que partidos e políticos que hoje posam de vestais já se locupletaram à larga quando estiveram em governos federais e estaduais, e continuam se locupletando onde ainda estão.
Esses hipócritas apontam o dedo como se nada houvesse contra eles, descoberto ou ainda encoberto – em boa parcela por omissão interessada de segmentos do Ministério Público e da Justiça. Posam de bons moços, como se seus governos tivessem sido exemplos de austeridade com o dinheiro público e combate à corrupção. Não foram e não são.

E, em mais um gesto de hipocrisia explícita, esses que tanto falam da corrupção no desvio de dinheiro em empresas estatais defendem veementemente a continuidade do financiamento de campanhas eleitorais por empresas. Sabem que daí, embora não exclusivamente, é que vem grande parte dos superfaturamentos em obras e serviços e desvios de dinheiro público. Mas como é bom para eles, que fazem suas campanhas e ainda enriquecem com as "sobras", querem que a fonte da corrupção permaneça.

Outra hipocrisia: partidos neoliberais e conservadores combaterem as medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo e aprovarem medidas que sempre chamaram de populistas, demagógicas ou irresponsáveis. Para desgastar o governo e se cacifar na população insatisfeita, aprovam o que jamais aprovariam se estivessem no poder. Às favas com os escrúpulos, como disse o ministro da ditadura ao assinar o AI-5.

Há muitas outras manifestações de hipocrisia nos meios políticos. Pode a Câmara falar em moralidade quando seu presidente é Eduardo Cunha? Podem deputados e senadores interessados na continuidade de seus mandatos e de olho nas próximas eleições aprovar uma reforma política de verdade? A Câmara, o Senado, as assembléias legislativas, as câmaras de vereadores e a espantosa Câmara Legislativa de Brasília dão continuidade ao que são há muitos anos: balcões de negócios com disfarce de casas legislativas. A "reforma política" é para que continuem assim, e que os que hoje são congressistas possam continuar sendo e alçar voos maiores, em busca de melhores negócios.

Infelizmente é assim: muita hipocrisia. E ainda haveria muitos casos a narrar, no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. Sem falar no Tribunal de Contas da União, para onde vão políticos e protegidos de políticos que fingem julgar com rigor e imparcialidade as contas dos outros e gastam desbragadamente o dinheiro público. Hipocrisia, claro.


Hélio Doyle

Lava Jato: em diálogo, dono da OAS diz que “vai estar com Aécio”






Aécio só vai preso quando se filiar ao PT.


Do Estadão e do 247:

O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, preso pela Operação Lava Jato, mencionou o nome de Aécio Neves, senador e presidente nacional do PSDB, em troca de mensagens de celular interceptadas pela Polícia Federal. As conversas indicam que o líder do movimento que tenta abreviar o mandato da presidente Dilma Rousseff encontrou-se com o empreiteiro em 2012.
Relatório da PF, com 38 páginas, transcreve correspondências de Léo Pinheiro e foi anexado aos autos da 14ª fase da Lava Jato, que levou à prisão executivos das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht, conforme reportagem publicada no blog do jornalista Fausto Macedo nesta segunda-feira.

A menção a Aécio Neves surge em meio a conversa de Pinheiro com o diretor superintendente da OAS Internacional Augusto Cézar Uzeda para acertar o encontro de Uzeda com o embaixador de Moçambique, que estava viajando para o Brasil na época. “Vou confirmar sua ida. Nesse mesmo horário vou estar com Aécio”, diz trecho da mensagem de Leo Pinheiro.

A mensagem, contudo, não deixa claro o que seria a “aproximação para 2014″, ano das eleições, ou mesmo porque os executivos teriam marcado o encontro com Aécio no mesmo período em que tratavam com políticos do PT. Léo Pinheiro é réu na Lava Jato acusado de atuar no núcleo empresarial do esquema que cartelizava licitações de obras da Petrobras e pagava propina para diretores da estatal.

domingo, 12 de julho de 2015

Pesquisa Ibope põe oposição no “volume morto” e mostra que Lula pode vencer eleição no 1º turno

lula_tucanos_ibopeO instituto Ibope divulgou nova sondagem sobre a corrida presidencial de 2018. Se tomarmos os números como corretos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá vencer a eleição no primeiro turno. Acompanhe o raciocínio e o gráfico baixo.
Em 2005, véspera da eleição presidencial, Lula fora espancado pela velha mídia dia sim outro também, com direito a cobertura ao vivo pelas emissoras de TV, mas o ex-operário reelegeu-se quase no primeiro turno. Veja o gráfico:
Gráfico do Datafolha na disputa presidencial de 2006.
Gráfico do Datafolha na disputa presidencial de 2006.
Em 2015, também véspera de nova corrida pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula volta a ser alvo preferencial dos setores mais raivosos da mídia. Mesmo assim, segundo o Ibope, se as eleições presidenciais fossem hoje, o petista estaria empatado com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pelo placar de 49% a 51%.
Note o caro leitor que Lula não tem direito de defesa ao passo que os tucanos gozam de plena blindagem nos portais, jornalões, rádios e TVs controlados pelos barões da velha mídia.

Se o candidato da oposição em 2018 for Aécio Neves (PSDB), o resultado seria favorável ao senador mineiro pelo resultado de 59% a 41%.

Durante o período eleitoral, ambos os candidatos têm tempo no horário gratuito de rádio e TV. É quando os contendores, em tese, têm condições mostrar a cara e avisar ao eleitor que está na disputa. É aí que Lula vira o bicho-papão para os tucanos.

Portanto, a pesquisa publicada pelo Estadão reforça a convicção de que a oposição está literalmente no “volume morto” da política brasileira. Talvez isso justifique a insistência dos tucanos pelo atalho, isto é, golpe para voltarem ao Planalto sem a necessidade do crivo nas urnas.

É bom frisar que o PSDB tem uma séria disputa intestina para resolver nos próximos meses. Há apenas uma vaga para a disputa pela Presidência da República, mas três se colocam em condições. A saber: 1- Geraldo Alckmin; 2- Aécio Neves; e o senador paranaense Álvaro Dias, que reivindica sua vez na corrida.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o país. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais.

Rodrigo Janot está com medo de denunciar Eduardo Cunha e Renan Calheiros




Tenho absoluta certeza que Rodrigo Janot está com medo de denunciar Eduardo Cunha e Renan Calheiros no esquema da Lava Jato. Janot não quer perder o cargo de chefe da PGR, por isso ainda não ofereceu a denúncia. Por muito menos que os fatos imputados a Cunha e a Renan Calheiros José Dirceu e Genoino foram denunciados.Triste de um procurador Geral que tem medo de corruptos.

sábado, 11 de julho de 2015

Aécio Neves e Cássio Cunha Lima representam o golpe e o descompromisso com o Brasil

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre
ESQUIZOFRENIA OU LOUCURA MESMO?

No dia 7 de julho, o senador de Minas Gerais e do PSDB, Aécio Neves, afirmou os seguintes “atos falhos” em entrevistas às rádios Gaúcha e Itatiaia: 1) “Nós somos o principal partido de oposição ao Brasil”; 2) “A convenção me reelegeu neste domingo presidente da República”; e 3) Nesse momento de conspiração, qualquer conversa vira conversa pra derrubar presidente”.


Agora vamos à pergunta que não quer calar: “Aécio Neves é golpista ou não?” Resposta: “É”. E a reforço: “Irremediavelmente, o neto do político legalista e antigolpista, Tancredo Neves, transformou-se em um radical de direita, pois inconformado com a derrota eleitoral para Dilma Rousseff, em 2014. Daqui a pouco, ele se transforma em um personagem pitoresco, mas que deve ser levado a sério, principalmente pelas instituições republicanas que dão sustentação ao Estado de Direito e à soberania do povo.
As frases pronunciadas por Aécio Neves denotam que o tucano está a vivenciar um momento quase esquizofrênico no que tange ao seu rancor e inconformismo por não estar sentado na cadeira da Presidência da República. Ele realmente está disposto a derrubar uma presidenta legalmente constituída, com 54,5 milhões de votos dados pelo povo brasileiro. Por causa disso, o político mineiro se torna perigoso para a estabilidade democrática e, apesar de seus afãs e descontroles emocionais, a verdade é que ele coloca em prática o que fala, bem como foi capaz de se aventurar na Venezuela, acompanhado de um bando de patetas e trapalhões, com o propósito de criar uma crise internacional e, consequentemente, questionar a diplomacia do Governo Dilma, além de provocar o mandatário venezuelano.
Para realizar seus desmandos e inconsequências político-partidárias, tal playboy de Ipanema e Leblon tem o apoio de grande parcela de parlamentares da oposição, da imprensa dos magnatas bilionários e, pasmem(!), de setores direitistas do Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário, ou seja, servidores públicos que aproveitam seus cargos para ilegalmente fazer oposição, e, inclusive, intervir politicamente, inapropriadamente, nos programas do Governo, porque o propósito é impedir que Dilma Rousseff governe e administre o País. Impedir que mandatários governem é golpe, e, portanto, tais golpistas tem de ser denunciados e combatidos.
Porém, duas coisas me chamam a atenção em Aécio Neves, o senador derrotado do PSDB à Presidência da República por Dilma Rousseff, do PT: a primeira é que em sua agenda política o desenvolvimento do Brasil inexiste; e a segunda é que ele, como todo homem de direita e que defende os interesses das classes dominantes nunca pronuncia a palavra povo. Aécio, a exemplo do senador paraibano e igualmente tucano, Cássio Cunha Lima, é privatista, entreguista, defensor dos interesses da iniciativa privada, mas viveu a vida inteira a ocupar cargos públicos e deles a tirar seu sustento e prestígio perante o sistema de poder. É privatista, mas vive sob o guarda-chuva do Estado.
O tucano evita pensar sobre o País para debater o Brasil. Esta evidência deixa claro e transparente que o PSDB e a Casa Grande não tem propostas de governo e projeto de País, porque quem não pensa e debate realmente não tem o que oferecer ao povo brasileiro. Se não fosse Getúlio Vargas e os trabalhistas que governaram posteriormente, essa gente burguesa e provinciana estaria ainda no campo, a contar cabeças de gado, plantar alguma coisa para exportar e mandar seus filhos estudar na Europa, para depois odiar o Brasil, explorar seu povo e servir como testa de ferro dos interesses dos países considerados desenvolvidos. A “elite” brasileira ainda não saiu da era colonial — do ciclo da cana de açúcar.
Até hoje a burguesia brasileira e a pequena burguesia (classe média) se recusam a pensar o Brasil, pois somente reclamam e desprezam o País, mas tem como referência meia dúzia de países, muitos deles a passar nitidamente por um processo de decadência, que essa gente medíocre e portadora de um imenso complexo de vira-lata considera como suas cortes. Seria até engraçado, se não fosse trágico e ridículo. Igualmente desta forma os políticos conservadores procedem, porque são sujeitos que apenas defendem interesses de grupos empresariais, que estão por trás de suas carreira. 
É desta forma que também se comportou Aécio Neves em 2014, no decorrer de sua campanha desrespeitosa e vocacionada para o acinte, a agressão verbal, a manipulação e a distorção das realidades e dos fatos, porque o objetivo era realmente não debater o Brasil, por falta de proposta e projeto para o País mais importante da América Latina, que, segundo Barack Obama, “é de expressão e força global”, a calar a boca da repórter da Globo News, Sandra Coutinho. Aliás, se o Brasil não fosse poderoso, a direita brasileira não estaria tão histérica e, com efeito, não se importaria tanto por estar fora do poder há mais de 12 anos. Ponto.
Na coletiva à imprensa, maliciosamente e matreiramente, a repórter de cabeça colonizada e com um indisfarçável complexo de vira-lata quis colocar a presidenta Dilma em uma saia justa, prontamente rejeitada por Obama, que disse à repórter, empregada dos Marinhos, que o Brasil tem importância mundial e não apenas regional. O problema é que o mandatário estadunidense talvez não saiba que tal jornalista é apenas uma ventríloqua do pensamento retrógado, colonizado e reacionário da família Marinho, dona das Organizações(?) Globo, uma das maiores e mais poderosas oligarquias midiáticas do mundo, que há décadas atrasa o desenvolvimento do Brasil e prejudica seu povo.
Passados nove meses das eleições, os tucanos do PSDB (existem também tais aves no DEM e no PPS) continuam em sua desditosa campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff. Não há absurdo e desfaçatez maior. Além do senador Aécio Neves, que anda furioso, ao tempo que inconformado com sua derrota, agora a sociedade brasileira tem de aturar as estrepolias e traquinagens do senador igualmente tucano, o paraibano Cássio Cunha Lima, que, junto com o mineiro, tornou-se um incendiário da política brasileira, que não mede consequências, porque também não tem compromisso com a democracia e com a estabilidade institucional do País.
E não é que o senador paraibano se tornou um dos principais porta-vozes do golpe? Logo ele, que tem um passado político nada elogiável, bem como é filho do falecido governador, Ronaldo Cunha Lima, que atirou com arma de fogo no ex-governador Tarcísio Burity, em um restaurante de João Pessoa, cujo crime nunca foi punido pela Justiça.
Inacreditável é ver e ouvir de um homem, com tantos esqueletos no armário, acusações infundadas e perversamente engendradas contra a presidenta Dilma, porque o propósito é derrubá-la do poder por via judicial, como ocorreu com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo. A verdade é que o Brasil é a sexta economia do mundo, possui uma democracia consolidada e não cabem mais golpes de estado, porque políticos, filhinhos de papai da casa grande, recusam-se a aceitar o resultado de uma eleição livre, soberana e democrática por causa de seus sonhos, devaneios e caprichos.
Cássio Cunha Lima demonstra total falta de discernimento, pois parece desconhecer sua própria realidade, bem como o histórico político de sua vida, sendo que, em 2007, foi cassado pela Justiça Eleitoral de seu Estado por abuso de poder econômico e político, bem como destituído do cargo de governador da Paraíba por cometer tais ilegalidades. Em 2008, o TSE ratificou a decisão do TRE.
E não é que o senador paraibano se tornou, de repente e por conveniência, o catão da mídia de mercado, ao tempo que o arauto da moral, da ética e dos bons costumes, além de porta-voz do golpe? Surreais são as acusações de Cássio Cunha Lima contra a presidenta Dilma Rousseff, cujo governo foi o que mais prendeu os corruptos e ladrões do dinheiro público. Esta realidade é fato, porque nos tempos de FHC — o Neoliberal I —, o procurador-geral da República era chamado de engavetador-geral, inclusive pela imprensa alienígena, que viceja no Brasil e que também se mostra inconformada com a derrota de Aécio Neves. No tempo de FHC, rico não era preso. Fato.
Este é o catão da Paraíba, que aposta no impeachment de uma presidenta eleita legalmente! Logo ele, que foi cassado por ser acusado de ter distribuído 35 mil cheques a pessoas carentes, no decorrer de sua campanha eleitoral de 2006, por intermédio do programa da Fundação Ação Comunitária (FAC), braço assistencialista vinculado ao governo paraibano. Os cheques, de acordo com as denúncias do Ministério Público, totalizaram a soma milionária de R$ 4 milhões. Isto tudo em plena campanha...
O relator do processo no TSE, juiz Eros Grau, negou o recurso a Cássia Cunha Lima, e disse: “Houve marcante descontrole na distribuição de valores financeiros na proximidade do pleito”, para logo o magistrado completar: “Há exemplos expressivos nos autos. Pagamento de plano de saúde, festival de repentistas, que não configuram assistência à pessoa em carência extrema”. Todos os demais ministros da Corte compartilharam com o voto do relator Grau, o que, sobremaneira, confirma o dolo cometido na época pelo governador paraibano para ser eleito.
Cássio é também acusado de nepotismo, irregularidade que foi comprovada. Depois de conseguir eleger Romero Rodrigues (PSDB) prefeito de Campina Grande, o arauto dos bons costumes empregou como assessora especial de gabinete a sogra Iolanda Alves de Azevedo, bem como sua namorada, Jacilene Azevedo, foi nomeada para um cargo na Câmara Municipal da mesma cidade. O tucano também não esqueceu seu cunhado, Jackson Azevedo, e o empregou como supervisor de Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Campina Grande. Seu primo, Flávio da Cunha Lima, funcionário do Senado, também foi agraciado, pois nomeado chefe de seu gabinete. Não importa se essas pessoas ocupam ainda os cargos, mas foram beneficiadas por meio do nepotismo, que é proibido pela legislação.
Então é assim, no Brasil: pessoas que guardam esqueletos no armário saem da penumbra e deitam falação, com a finalidade de judicializar a política e criminalizar autoridades legalmente constituídas e que não incorreram em crimes de responsabilidades, a exemplo de Dilma Roussef e de Lula. Se não fosse a parafernália midiática pertencente à casa grande, o PSDB não passaria de um partido de tamanho médio, porque derrotado quatro vezes consecutivas em eleições presidenciais, bem como, reitero, não tem projeto de País e programas de governos, que visem à emancipação do povo brasileiro e à independência e soberania total do Brasil.
A verdade é que Aécio Neves e seus aliados, que radicalizaram o discurso e suas ações políticas, perceberam que o tucano mineiro só vai sentar na cadeira da Presidência da República se escolher o caminho do golpe institucional, como ocorreu no Paraguai. Seria uma vergonha para o povo brasileiro se tamanha desfaçatez e banditismo político acontecesse, pois ilegal, porque rasga a Constituição e manda para o espaço a democracia brasileira, que a duras penas está a se consolidar, após o Brasil ficar sob as amarras de 21 anos de ditadura militar, apoiada por grandes empresários e também por coxinhas paneleiros de classe média, que, ignorantes, não compreendem o momento histórico vivido pelo Brasil, em busca de independência e autonomia, de seu desenvolvimento e do acesso à igualdade de oportunidades.
Citei alguns equívocos do senhor Cássio Cunha, mas Aécio Neves, em Minas Gerais, cometeu um número maior de graves erros políticos e administrativos. Certamente que esses malfeitos são conhecidos e vicejam como notícias na blogosfera progressista, até porque os grandes meios de comunicação privados dos magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas censuram a si mesmos, bem como não permitem, de forma alguma, que notícias contra seus aliados tucanos e a oposição em geral, inclusive setores reacionários do MP, da Justiça e da PF, sejam veiculadas, publicadas e repercutidas.
Afinal, no Brasil quem somente comete crimes é o lado do Governo Trabalhista. Aliás, todos os governos trabalhistas da história, segundo os inquilinos da casa grande. A direita brasileira, herdeira da escravidão e há cinco séculos dona dos bancos, das empresas e das terras, não comete crimes, não efetiva golpes de estado e não luta para que o status quo seja preservado indefinidamente. Não. De jeito nenhum. A verdade é a seguinte: não vai ter golpe. Como também todos sabem que Aécio Neves e Cássio Cunha Lima representam o desejo de golpe e o descompromisso com o Brasil. É isso aí.

O STF tá todo dominado




Li um especialista em Direito Constitucional dizer que o Supremo Tribunal Federal tem que dá um basta nas violações que Eduardo Cunha está promovendo nas votações da Câmara dos Deputados, ele citou como exemplo a PEC da Menoridade. Não adianta os cidadão, os deputados, as instituições procurarem o STF para acabar com as sacanagens de Cunha. Os ministros do STF, depois que Cunha pautou e aprovo a PEC da Bengala, estão todos com rabo preso, todos devem à Cunha por se aposentar, agora, aos 75 anos.Rosa Weber indeferiu a liminar que pedia a suspensão da sessão que aprovou parte da Reforma Política. Celso Melo também indeferiu a liminar que pedia a suspensão da tramitação da PEC da menoridade.E a pisada vai ser essa até o final do mandato de Cunha como presidente da Câmara dos Deputados. Tá tudo dominado.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Dilma rebate Aécio: 'quem é golpista mostra na prática

  



A presidente Dilma Rousseff reagiu nesta quinta-feira, 9, em Ufá, na Rússia, às críticas da oposição de que passou por cima do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na entrevista que ela concedeu ao jornal Folha de S.Paulo, quando afirmou que não vai cair. Em resposta, o senador Aécio Neves (PSDB) acusou o PT de “golpismo” e a presidente de estar se colocando à frente das instituições públicas que apuram eventuais irregularidades em sua gestão e em suas contas de campanha.


Para Dilma, golpista “é quem prejulga”. “Em momento algum da minha entrevista eu passei por cima de nenhuma instituição. O TCU ainda nem deu um parecer definitivo sobre as minhas contas. Eles abriram a possibilidade de nós nos explicarmos, e nós vamos nos explicar bem explicado. A mesma coisa o TSE”, sustentou. “É estranho que prejulguem. Estranho que se trate como se tivesse havido uma decisão, quando não houve decisão alguma”, complementou.

De acordo com Dilma, “quem coloca como já tendo tido uma decisão está cometendo um desserviço para a instituição, para o TCU e para o TSE”. “Não há nenhuma garantia para que qualquer senador da República, muito menos o senhor Aécio Neves, possa prejulgar quem quer que seja ou possa definir o que uma instituição vai fazer ou não”, disparou. “Respeitar a institucionalidade começa por respeitar as instituições, por respeitar suas decisões e o seu caráter autônomo, soberano e independente.”

A presidente afirmou ainda que não ficaria “discutindo quem é e quem não é golpista”, mas a seguir lançou a nova crítica: “Quem é golpista mostra na prática as suas tentativas, que começam por prejulgar uma instituição”. “Não há dentro nem do TCU, nem do TSE, a possibilidade de dizer qual será a decisão. Até porque o futuro é algo que ninguém controla. Nem eu, nem ninguém”, argumentou.

'BRASIL VAI SE RECUPERAR RÁPIDO"

Sobre o cenário econômico do país, ela afirmou que o Brasil passa por momento "extremamente duro". Dilma, porém, ressaltou que o país tem "fundamentos sólidos" para retomar o crescimento. A presidente deu a declaração após ter sido questionada durante entrevista coletiva sobre se o Brasil havia chegado ao "fundo do poço" ou se ainda surgirão mais "notícias negativas".

"Vários países passam por crises graves, mas só o Brasil, eu acredito, tem uma característica específica: nós estamos, de fato, passando por um momento extremamente duro e a preocupação do governo com esta questão é tanta que lançamos há pouco o Programa de Proteção ao Emprego, que é bastante interessante", disse.

"O Brasil tem, estruturalmente, fundamentos para se recuperar rápido. Não é só questão de achar ou não. Nós apostamos nisso não porque temos visão rosa da situação. Não temos, não. Nós achamos que o Brasil tem fundamentos sólidos", acrescentou.

Em sua fala, a presidente afirmou que o governo está "trabalhando duramente" para que o país saia "rápido" da crise. Na Rússia, Dilma disse esperar que a situação internacional ajude "de forma importante" todos países que buscam "saída" para a economia.

"Não é consolo, mas ela [crise econômica] é uma situação generalizada no mundo. A China, por exemplo, tem hoje a menor taxa de crescimento dos últimos 25 anos. Você tem problemas em vários lugares do mundo e a Europa também não tem conseguido sair da crise", destacou.

Ouçam Mário Covas, tucanos corruptos!

Cheirando pó



LOUCA OBSESSÃOO presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ainda não aceitou a derrota que sofreu há mais de seis meses nas urnas.Ainda sob efeito de sua reeleição para a direção do partido, o tucano cometeu dois atos falhos, nesta terça-feira (7), em entrevistas para diferentes veículos.Após afirmar que o PSDB é “o único partido que faz oposição ao Brasil”, Aécio confundiu sonho e realidade e disse que a convenção do PSDB o “reelegeu como presidente da República”.Leia na Agência #PT de Notícias http://goo.gl/W06ybq
Posted by Partido dos Trabalhadores on Terça, 7 de julho de 2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Os defensores do impeachment na Operação 'Puxando a Capivara'


Líderes de oposição receberam agitadores de protestos anti-governo para condenar a corrupção. Mas a ficha dos que esbravejam contra a ilegalidade e a falta de ética na política é intrigante
Arte: Angelica Pinheiro

Jornal GGN – Lideranças de partidos de oposição ao governo receberam, na quarta-feira (15), alguns dos agitadores dos protestos dos dias 15 de março e 12 de abril - entre eles, Rogério Chequer, do Vem Pra Rua. Durante o encontro, figurões como Agripino Maia (DEM), Ronaldo Caiado (DEM), Mendonça Filho (DEM), Paulinho da Força (SD), Aécio Neves (PSDB) e Roberto Freire (PPS) tiveram a oportunidade de esbravejar contra os casos de corrupção que desgastam o PT e a gestão Dilma Rousseff.

Chama atenção, entretanto, a ficha dos defensores da ética e do combate indiscriminado à corrupção. Associação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, prisão por fraudes e desvios em grandes obras, contas em paraísos fiscais em nome de familiares, recebimento de propina, recursos de campanha questionados na Justiça e até falsificação de documentos para criação de partido fazem parte do histórico de acusações e dos relacionamentos intrigantes que envolvem as estrelas políticas do encontro em tela.


O GGN fez uma breve seleção:

1 - Aécio Neves (PSDB)

O neto de Tancredo Neves que construiu um aeroporto de R$ 14 milhões no terreno do tio-avô já foi questionado na Justiça sobre o paradeiro de mais de R$ 4 bilhões que deveriam ter sido injetados na saúde de Minas Gerais. O caso Copasa contra o ex-governador foi engavetado, por manobras jurídicas. Destino semelhante tiveram as menções a Aécio na Lava Jato. O tucano foi citado por Alberto Youssef como beneficiário de propina paga com recursos de Furnas. Para o procurador-geral da República, isso não sustenta um inquérito. Rodrigo Janot também cuida de outro escândalo que leva a Aécio, sob a palavra-chave Liechtenstein (um principado ao lado da Suíça). Investigando caso de lavagem de dinheiro, procuradores do Rio de Janeiro chegaram a uma holding que estava em nome da mãe, irmã, ex-mulher e filha do tucano. Esse inquérito está parado desde 2010 - época em que Roberto Gurgel era o PGR.

2- Agripino Maia (DEM)

Presidente do DEM, Agripino Maia foi dono das expressões mais sugestivas de defesa da luta contra a corrupção. "Chegou a hora de colocar o impeachment [de Dilma Rousseff]", disse no encontro com os manifestantes anti-governo. O senador tem em seu currículo a acusação de receber R$ 1 milhão em propina, em um esquema que envolvia a inspeção de veículos no Rio Grande do Norte, entre 2008 e 2011. Coordenador da campanha presidencial de Aécio, o democrata, em 2014, teve seu caso arquivado no MPF pelo ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel. Mas foi reaberto há sete meses por Janot, e agora está sendo investigado no Supremo Tribunal Federal (STF).

3- Ronaldo Caiado (DEM)

O senador Ronaldo Caiado (DEM) é associado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira por supostamente ter recebido verba ilícita nas campanhas de 2002, 2006 e 2010. Cachoeira foi denunciado por tráfico de influência e negociava propinas para arrecadar fundos para disputas eleitorais. O bicheiro foi preso em 2012 por operação da Polícia Federal que desbaratou esquema de adulteração de máquinas caça-níquel. Caiado foi citado nesse contexto, recentemente, por Demóstenes Torres. Ele teria participado de negociação entre Cachoeira e um delegado aposentado que queria ampliar esquemas de jogo ilegal. Até familiar do democrata já foi alvo de denúncia. O pecuarista Antônio Ramos Caiado, tio de Caiado, está na lista suja do trabalho escravo.

4- Roberto Freire (PPS)

Uma das principais acusações que pesam contra o presidente nacional popular-socialista é de envolvimento com o Mensalão do DEM. A diretora comercial da empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos, Nerci Soares Bussamra, relatou que o partido praticava chantagem e pedia propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, comandada pelo deputado Augusto Carvalho. Freire teria sido beneficiado no esquema.

5- Paulinho da Força (SD)

O presidente do Solidariedade, segundo autoridades policiais, participou de esquema de desvio de recursos do BNDES. Um inquérito foi aberto no STF para investigar o caso. Em 2014, a Polícia Federal também indiciou a sogra e outras duas pessoas ligadas ao deputado federal sob suspeita de falsificarem assinaturas para a criação do Solidariedade. Gilmar Mendes conduzirá, ainda, a apuração em torno da suposta comercialização de cartas sindicais (uma espécie de autorizações do Ministério do Trabalho para a criação de sindicatos) por Paulinho, dirigente da Força Sindical. Consta nos registros que cada carta era vendida por R$ 150 mil.

6- Mendonça Filho (DEM)

Em fevereiro de 2014, Mendonça se envolveu em uma polêmica por querer indicar deputado acusado de duplo homicídio pelo Supremo Tribunal Federal para presidir a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Julio Campos (DEM), ex-governador do Mato Grosso, afirmou que Mendonça teria dito que a indicação era uma "homenagem". O deputado federal de Pernambuco já foi preso pela Justiça eleitoral sob acusação de fazer carreata no dia de votação, mas o STF decidiu que não houve crime eleitoral. Um documento da Operação Castelo de Areia citava contribuição suspeita de R$ 100 mil da Camargo Correa a Mendonça, para sua tentativa de ser prefeito do Recife. Ele admitiu que recebeu R$ 300 mil da empresa, mas alega que foram doações dentro das conformidades. Também é acusado de ter tomado R$ 550 milhões do BNB e dado calote.

7- Carlos Sampaio (PSDB)

O deputado mais votado da região de Campinas (SP) recebeu R$ 250 mil de uma empreiteira envolvida no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Sua última campanha arrecadou, oficialmente, R$ 3 milhões. Não há comprovação sobre a lisura da doação. Sampaio, coordenador jurídico do PSDB e autor do pedido para que Aécio fosse empossado no lugar de Dilma Rousseff, teve reprovada a sua prestação de contas referente às eleições para a Assembleia de São Paulo, em 1998, e às eleições municipais de Campinas, em 2008.

8- Luiz Penna (PV)

O presidente do PV também aparece um tanto escondido na fotografia. Irregularidades já remetidas à prestações de contas do partido incluem seu nome. Em 2006, por exemplo, boa parte dos R$ 37,8 mil gastos em passagens aéres e R$ 76,8 mil com diárias de campanhas eleitorais foram atribuídos a José Luis Penna. Na época, servidores do TSE apontaram ausência de documentos que comprovassem os gastos e uso de notas frias, indicando empresas fantasmas que teriam prestado os serviços. O corpo técnico do Tribunal sugeriu a rejeição das contas do partido de 2004, 2005 e 2006. O deputado federal respondeu a dois processos judiciais, um pelo TRE-SP, rejeitando a sua prestação de contas à eleição de 2006, e outra pelo TSE reprovando as contas do PV de 2004. 
 
9- Flexa Ribeiro (PSDB)

O hoje senador já foi preso pela Polícia Federal em 2004, na Operação Pororoca, por fraude em licitações de grandes obras realizadas no Amapá. Foi acusado de corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, tráfico de influência, peculato, prevaricação, usurpação de função pública e inserção de dados falsos em sistema de informações.

10- Antonio Imbassahy (PSDB)

O deputado federal tucano era prefeito de Salvador em 1999, quando contratos suspeitos foram assinados com as empresas Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Siemens, que formavam o consórcio responsável pelo metrô da capital baiana. O Ministério Público Federal investiga o superfaturamento nas obras, que gira em torno de R$ 166 milhões. Até agora, dois gestores indicados por Imbassahy à época e duas empresas foram indiciadas. O tucano é o vice-presidente da CPI da Petrobras, que investiga desvios de verbas da estatal, onde diretores da Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também aparecem como réus. Imbassahy foi acusado pelo PT de se aproveitar do posto na CPI para pedir documentos à Petrobras e vazar para a imprensa.

11- Beto Albuquerque (PSB)

Ex-colaborador do governo Tarso Genro (PT) no Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque (PSB) foi envolvido na intriga que rendeu a queda do então diretor-geral do Departamento de Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) José Francisco Thormann. Thormann se antecipou a uma demissão após a imprensa local ter revelado que ele viajou à Suiça às custas de uma empresa privada subcontratada para fazer obras no Estado. Em nota de defesa, Thormann afastou suspeitas sobre o fato, e revelou que Beto Albuquerque, quando secretário de Infraestrutura do Estado, também fez viagens ao exterior bancadas por empresas que detinham contratos com o poder público. Quando a notícia surgiu, Beto já não era secretário - tinha deixado a gestão petista para reforçar a bancada do PSB na Câmara Federal.

PSDB começa a escrever seu epitáfio





Que o PSDB sempre foi um partido de elite já o sabíamos há mais de 20 anos.

O tempo não fez bem ao PSDB: o partido ficou esclerosado rápido demais. E sua decadência começou quando investiu pesado na aprovação da oportunista emenda da reeleição em 1997, feita sob medida para se manter no poder, para garantir mais quatro anos de mandato ao então progressista Fernando Henrique Cardoso. O balcão de negócios para a compra de votos no Congresso Nacional que garantissem a aprovação daquela emenda que esse foi um dos capítulos mais torpe já escrito no Brasil visando a que um partido permanecesse no comando do Que o PSDB sempre foi um partido de elite já o sabíamos há mais de 20 anos.

O tempo não fez bem ao PSDB: o partido ficou esclerosado rápido demais. E sua decadência começou quando investiu pesado na aprovação da oportunista emenda da reeleição em 1997, feita sob medida para se manter no poder, para garantir mais quatro anos de mandato ao então progressista Fernando Henrique Cardoso. O balcão de negócios para a compra de votos no Congresso Nacional que garantissem a aprovação daquela emenda que esse foi um dos capítulos mais torpe já escrito no Brasil visando a que um partido permanecesse no comando doExecutivo. Apesar de depoimentos, testemunhos e várias outras robustas evidências de que havia se "feito o diabo" para garantir mais quatro anos de FHC na presidência da República, fato é que até hoje aquele passado não foi escrutinado, os crimes permaneceram impunes e a nódoa de descaramento se fixou em alto relevo na fronte mesma do PSDB.

Que o PSDB nunca digeriu com satisfação as profundas transformações porque vem passando o Brasil desde que tomou posse em 2003 o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é também fato inconteste. Porque o PSDB é a cara do conservadorismo mais retrógrado que infelicita o país: aquele que luta por manter tudo como sempre foi, que não ousa avançar na garantia das liberdades democráticas, nos direitos civis e trabalhistas, que não se atreve a lutar contra as profundas desigualdades sociais que há séculos enferma 2/3 da população nacional.

Para saber quem é o PSDB de hoje basta ver o nível de política que leva a cabo: política de arrasa-país, política revanchista, política de apoio às pautas mais atrasadas e anticidadania que se tem notícias – pautas como a terceirização de atividades-fim; o financiamento empresarial das campanhas eleitorais; redução da maioridade penal; legislação repressora para a comunidade LGBT; restrições aos direitos dos homossexuais; fragilização da Petrobras em um momento difícil que atravessa nossa mais nacionalista das empresas estatais.

O que não se sabia de forma clara e transparente era esta vocação golpista e tantas vezes dissimulada que sempre teve o PSDB.

É por isso que o partido arregimenta em seu entorno políticos como Jair Bolsonaro, Roberto Freire, Carlos Sampaio, Agripino Maia e mais todos os Telhadas e seus brucutus.

E só os arregimenta porque existe comunhão de ideais entre eles: ferir a democracia de morte para retirar seu desafeto político do comando do Poder Executivo, mesmo que seu desafeto tenha amealhado estrondosos 54 milhões de votos nas urnas abertas na noite de 26 de outubro último e abrir espaço para nova incursão militar em anos imediatamente à frente.

O PSDB é um partido sem respeito à sua própria história e sem a menor consideração com a manutenção da democracia e do estado de direito vigente a duríssimas penas no Brasil. Planeja ganhar no golpe o que não conquistou nas urnas, deseja transformar o Brasil numa república paraguaia, cartorial e coronelista, entendendo que ministros do Tribunal de Contas da União detêm o direito divino de "tratorar" a vontade política expressa inequivocamente por mais de 54 milhões cidadãos e cidadãs brasileiros.

O PSDB esquece não apenas de seu imenso telhado de vidro – abram-se investigações sérias sobre os metrôs paulistas, a falta d´água e os crimes cometidos por sua Sabesp, o mensalão tucano desafiando qualquer sentimento de justiça, as delações premiadas de só Deus sabe como conseguidas pelo juiz Sérgio Moro – como esquece também as pesadas suspeições que pairam sobre as cabeças e os ditames de ao menos 2 senhores juízes do próprio TCU, assim como esquece que a justiça deve ser administrada com equidade e valer para todos e todas.

O PSDB é hoje um arremedo do que um dia foi.

Em sua luta por convocar um terceiro turno eleitoral capaz de retirar de Dilma Rousseff o mandato legítimo que o povo lhe outorgou, o PSDB deixou de lado todos os escrúpulos, esqueceu todas as lições políticas que deveria ter aprendido ao longo do tempo e passou a ser não mais que ridículo instrumento da vontade pessoal e soberana de seu presidente – o senador Aécio Neves, aquele mesmo que foi batido duas vezes na urnas das Minas Gerais em 2014 e que foi batido também nas urnas pela atual ocupante do Planalto.

E Aécio Neves sabe que o tempo conspira em seu desfavor, sabe bem demais que só será presidente por um golpe do azar, seja à moda antiga, seja à moda paraguaia, porque se tiver de esperar para outubro de 2018 terá sido tarde demais para ele – é que a fila no PSDB começou a andar já no dia 27 de outubro de 2014. E por ordem de preferência, por ser o PSDB um partido eminentemente conservador paulista, os candidatos naturais têm nome, sobrenome e biografias: o o governador Geraldo Alckmin e o senador José Serra.

De elitista, dono de políticas neoliberais que tanto infelicitaram o povo brasileiro e povos de várias nações desenvolvidas, o PSDB tornou-se o partido dos golpistas que sequer tem a bravura, a coragem de chamar pelo nome o que tramam, conspiram, intentam – rasgar a ordem democrática, abrir regime de exceção, tomar pela força de pseudo-tribunais o que não conseguiu pela vontade soberana do povo brasileiro.

O PSDB esquece apenas que antes há de combinar com o povo: não se derruba presidentes legítimos do dia para a noite sem que se tenha como pagar o alto preço da traição à pátria.

E de povo o PSDB entende muito pouco ou quase nada: alguém já fez um corte racial e social na plateia das convenções do PSDB? Alguém já localizou em meio àquelas "massas cheirosas", na expressão de Eliane Cantanhede, alguém com cara de povo, ou seja, morena, negra, pobre e que fala um português ao arrepio da norma culta? Não. Porque, então, não seria uma convenção do PSDB. Porque para ser convenção tucana tem que ter aquele clima de convenção norte-americana, com balões coloridíssimos no teto e nas laterais do palco, com o candidato feito de literalmente papelão, vestidos à moda "casual chic", com blazer azul marinho e calça jeans de grife, sorriso armado o tempo todo, quentinhas à la carte, ar condicionado por volta dos 18 graus.

Pelo que observo nas redes sociais, pelo que vejo nas movimentação de mais que uma dezena de partidos que apoiam a presidente no Congresso Nacional, arrisco-me apenas a expressar o seguinte:

- Que o PSDB se prepare para a guerra se quer levar a ferro e a fogo sua tentação golpista.

- Não será uma guerra nem rápida e nem fácil.

- Mas, ao fim, vencerão as forças democráticas e os trabalhadores e restará ao PSDB escrever seu ultrajante epitáfio no rodapé da história brasileira: Aqui jaz um partido que nasceu democrata e morreu de joelhos, golpista, corpo gangrenado e sem alma nenhuma.
Executivo. Apesar de depoimentos, testemunhos e várias outras robustas evidências de que havia se "feito o diabo" para garantir mais quatro anos de FHC na presidência da República, fato é que até hoje aquele passado não foi escrutinado, os crimes permaneceram impunes e a nódoa de descaramento se fixou em alto relevo na fronte mesma do PSDB.

Que o PSDB nunca digeriu com satisfação as profundas transformações porque vem passando o Brasil desde que tomou posse em 2003 o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é também fato inconteste. Porque o PSDB é a cara do conservadorismo mais retrógrado que infelicita o país: aquele que luta por manter tudo como sempre foi, que não ousa avançar na garantia das liberdades democráticas, nos direitos civis e trabalhistas, que não se atreve a lutar contra as profundas desigualdades sociais que há séculos enferma 2/3 da população nacional.

Para saber quem é o PSDB de hoje basta ver o nível de política que leva a cabo: política de arrasa-país, política revanchista, política de apoio às pautas mais atrasadas e anticidadania que se tem notícias – pautas como a terceirização de atividades-fim; o financiamento empresarial das campanhas eleitorais; redução da maioridade penal; legislação repressora para a comunidade LGBT; restrições aos direitos dos homossexuais; fragilização da Petrobras em um momento difícil que atravessa nossa mais nacionalista das empresas estatais.

O que não se sabia de forma clara e transparente era esta vocação golpista e tantas vezes dissimulada que sempre teve o PSDB.

É por isso que o partido arregimenta em seu entorno políticos como Jair Bolsonaro, Roberto Freire, Carlos Sampaio, Agripino Maia e mais todos os Telhadas e seus brucutus.

E só os arregimenta porque existe comunhão de ideais entre eles: ferir a democracia de morte para retirar seu desafeto político do comando do Poder Executivo, mesmo que seu desafeto tenha amealhado estrondosos 54 milhões de votos nas urnas abertas na noite de 26 de outubro último e abrir espaço para nova incursão militar em anos imediatamente à frente.

O PSDB é um partido sem respeito à sua própria história e sem a menor consideração com a manutenção da democracia e do estado de direito vigente a duríssimas penas no Brasil. Planeja ganhar no golpe o que não conquistou nas urnas, deseja transformar o Brasil numa república paraguaia, cartorial e coronelista, entendendo que ministros do Tribunal de Contas da União detêm o direito divino de "tratorar" a vontade política expressa inequivocamente por mais de 54 milhões cidadãos e cidadãs brasileiros.

O PSDB esquece não apenas de seu imenso telhado de vidro – abram-se investigações sérias sobre os metrôs paulistas, a falta d´água e os crimes cometidos por sua Sabesp, o mensalão tucano desafiando qualquer sentimento de justiça, as delações premiadas de só Deus sabe como conseguidas pelo juiz Sérgio Moro – como esquece também as pesadas suspeições que pairam sobre as cabeças e os ditames de ao menos 2 senhores juízes do próprio TCU, assim como esquece que a justiça deve ser administrada com equidade e valer para todos e todas.

O PSDB é hoje um arremedo do que um dia foi.

Em sua luta por convocar um terceiro turno eleitoral capaz de retirar de Dilma Rousseff o mandato legítimo que o povo lhe outorgou, o PSDB deixou de lado todos os escrúpulos, esqueceu todas as lições políticas que deveria ter aprendido ao longo do tempo e passou a ser não mais que ridículo instrumento da vontade pessoal e soberana de seu presidente – o senador Aécio Neves, aquele mesmo que foi batido duas vezes na urnas das Minas Gerais em 2014 e que foi batido também nas urnas pela atual ocupante do Planalto.

E Aécio Neves sabe que o tempo conspira em seu desfavor, sabe bem demais que só será presidente por um golpe do azar, seja à moda antiga, seja à moda paraguaia, porque se tiver de esperar para outubro de 2018 terá sido tarde demais para ele – é que a fila no PSDB começou a andar já no dia 27 de outubro de 2014. E por ordem de preferência, por ser o PSDB um partido eminentemente conservador paulista, os candidatos naturais têm nome, sobrenome e biografias: o o governador Geraldo Alckmin e o senador José Serra.

De elitista, dono de políticas neoliberais que tanto infelicitaram o povo brasileiro e povos de várias nações desenvolvidas, o PSDB tornou-se o partido dos golpistas que sequer tem a bravura, a coragem de chamar pelo nome o que tramam, conspiram, intentam – rasgar a ordem democrática, abrir regime de exceção, tomar pela força de pseudo-tribunais o que não conseguiu pela vontade soberana do povo brasileiro.

O PSDB esquece apenas que antes há de combinar com o povo: não se derruba presidentes legítimos do dia para a noite sem que se tenha como pagar o alto preço da traição à pátria.

E de povo o PSDB entende muito pouco ou quase nada: alguém já fez um corte racial e social na plateia das convenções do PSDB? Alguém já localizou em meio àquelas "massas cheirosas", na expressão de Eliane Cantanhede, alguém com cara de povo, ou seja, morena, negra, pobre e que fala um português ao arrepio da norma culta? Não. Porque, então, não seria uma convenção do PSDB. Porque para ser convenção tucana tem que ter aquele clima de convenção norte-americana, com balões coloridíssimos no teto e nas laterais do palco, com o candidato feito de literalmente papelão, vestidos à moda "casual chic", com blazer azul marinho e calça jeans de grife, sorriso armado o tempo todo, quentinhas à la carte, ar condicionado por volta dos 18 graus.

Pelo que observo nas redes sociais, pelo que vejo nas movimentação de mais que uma dezena de partidos que apoiam a presidente no Congresso Nacional, arrisco-me apenas a expressar o seguinte:

- Que o PSDB se prepare para a guerra se quer levar a ferro e a fogo sua tentação golpista.

- Não será uma guerra nem rápida e nem fácil.

- Mas, ao fim, vencerão as forças democráticas e os trabalhadores e restará ao PSDB escrever seu ultrajante epitáfio no rodapé da história brasileira: Aqui jaz um partido que nasceu democrata e morreu de joelhos, golpista, corpo gangrenado e sem alma nenhuma.


Daniel Quoist

Daniel Quoist, 55, é mestre em jornalismo e ativista dos direitos humanos

Silvio Costa(PSC-PE) bota para torar nos demotucanos corruptos

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Aviso aos nagevantes

Pessoal, fui operado do olho esquerdo, por isso estou ausente do combate. Gostaria de estar postando aqui por que tenho muito a dizer sobre o meliante que vendia adesivo pornográficos com a foto de Dilma no Mercado Livre, que tem como sócia Veronica Serra, filha de Ze Serra, sobre o golpe que o meliante Eduardo Cunha deu na Constituicao ao aprovar a Emenda da menoridade penal e, por fim, sobre aquele bandido que agrediu Dilma lá nos EUA. Daqui a cincos dias eu volto ao batente. Quero informar que a cirurgia foi um sucesso. Esqueci:agora vai ser muito mais fácil ver as safadezas dos tucanos e comparsas.Abraços.