Miguel Arraes deve estar tremendo no túmulo com essa reaproximação política entre Jarbas e Eduardo Campos.Eduardo Campos não tem vergonha na cara.Eduardo foi acusado por Jarbas até de corrupção na eleição passada.E agora, sem respeitar os eleitores que votaram, mesmo a contragosto, nele, une-se a esse golpista safado.Já há comentários que esses dois traidores podem marchar juntos em próximas eleições.
sábado, 2 de junho de 2012
Marconi tem patrimônio milionário (e escondido)
Edição online do Globo antecipa reportagem bombástica deste fim de semana; pesquisa em cartórios comprova que, além de quintuplicar patrimônio imobiliário, governador goiano omite da Receita Federal vários bens; um de seus sócios, Marcelo Limírio, é também sócio de Cachoeira
A edição online do jornal O Globo acaba de publicar reportagem bombástica. Após pesquisar imóveis em nome do governador de Goiás e de seus familiares, o Globo descobriu que Marconi Perillo quintuplicou seu patrimônio imobiliário, desde que chegou ao Palácio das Esmeraldas. Mas o mais grave é que além de não declarar todos os bens à Receita Federal, ele também omite transações recentes, como a compra de um terreno de 1 milhão de metros quadrados, assinada por sua esposa Valéria, em sociedade com Marcelo Limírio. Detalhe: Limírio, dono de um laboratório farmacêutico, é também sócio de Cachoeira. E é o principal suspeito de estar pagando os honorários de R$ 15 milhões de Marcio Thomaz Bastos. Neste fim de semana, preocupados com o assédio da imprensa, assessores de Marconi Perillo seguiram jornalistas (leia mais aqui). Estudantes foram também agredidos numa manifestação em Itumbiara (confira aqui). Leia, abaixo, a reportagem do Globo:
GOIÂNIA - Desde que assumiu o governo de Goiás pela primeira vez, em 1998, Marconi Perillo (PSDB) multiplicou por cinco seus bens declarados. De R$ 299,5 mil em 1998, saltou para R$ 1,503 milhão em 2010. Mas Marconi, que foi convocado para prestar depoimento na CPMI do caso Cachoeira, possui um patrimônio que vai além do que está escrito. Em pesquisas nos cartórios goianos, O GLOBO identificou pelo menos cinco imóveis que não constam das declarações entregues à Justiça Eleitoral. Um deles, adquirido em 7 de janeiro de 2008, é uma área de mais de um milhão de metros quadrados, que tem entre os compradores Marcelo Henrique Limiro Gonçalves, ex-sócio de Carlinhos Cachoeira na ICF, empresa que faz teste de medicamentos em Anápolis (GO).
O negócio está registrado no cartório de imóveis de Pirenópolis, cidade onde Perillo tem fazenda. A primeira-dama Valéria Jayme Peixoto Perillo juntou-se a um grupo de 12 pessoas e duas construtoras para adquirir um terreno denominado Chácara José Leite. A área, segundo os registros, foi adquirida por R$ 800 mil, pagos em duas parcelas. O nome de Perillo consta na escritura, mas quem assina é sua mulher. Eles detêm 22%, o que daria uma contribuição de R$ 176 mil na ocasião.
Entre os demais sócios no empreendimento estão as empresas R. Diniz Construções e Construtora Central do Brasil. Marcelo Henrique é um grande empresário na cidade, ligado a Carlinhos Cachoeira. Ele também é sócio do senador Demóstenes Torres (sem partido) em uma universidade em Minas Gerais, e foi doador das campanhas do governador e do senador.
Em 2010, segundo atestam documentos a que O GLOBO teve acesso, Marconi fez um negócio que, pelo que está registrado, foi quase um presente do irmão dele, Antonio Pires Perillo. Em 14 de maio de 1998, Antonio adquiriu uma área de 43,75 hectares em Pirenópolis por R$ 30 mil. E, 12 anos depois, em 24 de fevereiro de 2010, revendeu o imóvel para o governador por R$ 13 mil. Ao invés de valorizar, o terreno teria desvalorizado. A Prefeitura de Pirenópolis, porém, fixou em R$ 120 mil o valor venal da área para efeito de Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI). A alíquota do imposto é de 2% — Marconi pagou R$ 2,4 mil.
O governador também omitiu de sua declaração o fato de ser coproprietário de um apartamento de 86,70 metros quadrados no edifício Jardins de Versailles. Ele foi adquirido em 20 de fevereiro de 2001 e, de acordo com o Cartório de Registro de Imóveis da 1 Circunscrição de Goiânia, 55% estão em nome de Marly Jayme Peixoto, sogra do governador. Os outros 45% são divididos entre Perillo e a mulher dele, Valéria. Na época, o imóvel custou R$ 49 mil. Hoje, está avaliado em cerca de R$ 300 mil.
Dono de propriedades rurais em Pirenópolis, o governador deixou de registrar ainda a aquisição de 91,96 hectares. A terra foi comprada em 30 de maio de 2003 de sua sogra sogra e dos cunhados. Mais uma vez quem assina é a primeira-dama, citada como compradora ao lado do marido com quem vive em regime de comunhão parcial de bens. Ou seja, tudo o que é comprado após o casamento é do casal. Pelas terras foram pagos R$ 70 mil.
Omissões relevantes podem levar à inelegibilidade
Além de omitir bens, Marconi incluiu em declarações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) bem que, legalmente, ainda não lhe pertencia. Embora o governador declarasse, desde 2006, ser proprietário de dois lotes em Alphaville Flamboyant, somente em 7 de julho do ano passado é que ele passa a ser o dono, de fato, dos terrenos. Documento do cartório de registro de imóveis da 4 circunscrição atesta que a escritura pública foi registrada em 9 de setembro de 2011, com a venda datada de 7 de julho do mesmo ano.
Consultada pelo GLOBO sobre como os candidatos devem proceder em relação à declaração de bens, a procuradora eleitoral Sandra Cureau informou que todo o patrimônio deve ser informado à Justiça Eleitoral. O candidato só não precisa incluir na declaração bens que vendeu antes do prazo para apresentar o registro de sua candidatura. Segundo ela, omissões revelantes podem levar à rejeição da prestação de contas e até mesmo à inelegibilidade do político.Brasil 247
A oposição demotucana é uma piada
Na representação que os inimigos de Lula fez o Prevaricador Geral da República chama a atenção este trecho:
"É importante considerar que não se trata aqui de
mera especulação jornalística, posto que os fatos relatados pela revista Veja
indicam duas testemunhas fundamentais para a elucidação dos fatos: o Ministro do
Supremo Tribunal Federal Gilmar Ferreira Mendes e o ex-Ministro da Defesa Nelson
Azevedo Jobim, que teria presenciado a conversa.
Chega a ser hilária a fundamentação da representação dos inimigos de Lula.Para estes, há duas testemunhas que podem comprovar os fatos imputados ao estadista Lula:Gilmar Mendes e Nelson Jobim.
Esses corruptos safados são tão estúpidos que entendem que quem acusa também pode ser testemunha de crime.Assim, para os demotucanos, Gilmar Mendes é, ao mesmo tempo, vítima e testemunha.Esse tipo de prova tem o mesmo valor de uma nota de R$ 3 reais.
Desse jeito Lula será absolvido loguinho, lguinho, já que a única testemunha do fato, o ex-ministro Nelson Jobim, que hoje é inimigo figadal do caluniador, desmentiu categoricamente Gilmar Mala Mentes.
É por essa e outras que a oposição ainda existe no Brasil graças ao PiG.
Listão dos inimigos públicos nº 1 de Lula, que querem 'acabar com a raça' dele
Se dependesse desses políticos e partidos
abaixo, o lugar de Lula seria aprisionado numa cela e incomunicável com o povo,
igual ficou Nelson Mandela na África Sul por 27 anos.
PSDB, DEM, PPS, o PSOL, e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) usaram a torpeza de moveram ação com a finalidade de "acabar com a raça" de Lula no tapetão do judiciário, usando uma "reporcagem" torpe da revista Veja, alavancada por Gilmar Mendes, para fazer uma espécie de AI-5 contra Lula.
A lista dos inimigos públicos nº 1 de Lula, que querem 'acabar com a raça' dele:
Assinaram a representação torpe para cassar e aprisionar Lula:
Alvaro Dias e o deputado Bruno Araújo e Mendes Thame, assinando por todos do PSDB;
José Agripino Maia, assinando por todos do DEM;
Rubens Bueno, assinando por todos do PPS;
Randolfe Rodrigues, assinando todos do PSOL;
Jarbas Vasconcelos, assinando só por ele mesmo, dissidente do PMDB
Os líderes dos partidos representaram seus caciques, que endossaram a trama:
Aécio Neves (PSDB-MG)
José Serra (PSDB-SP)
ACM Neto (DEM-BA)
Soninha Francine (PPS-SP)
Beto Richa (PSDB-PR)
Simão Jatene (PSDB-PA)
Siqueira Campos (PSDB-TO)
Anchieta Junior (PSDB-RR)
Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL)
Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Anastasia (PSDB-MG)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
Antonio Carlos Leréia (PSDB-GO)
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
etc.
e todos os demais membros do PSDB, DEM, PPS e PSOL que não se manifestaram publicamente contra essa torpeza de golpismo safado e sem-vergonha.
E não adianta quererem negar, porque quem não teve coragem de assinar, também não deu um pio contra o documento, pelo contrário, o PSDB até emitiu nota oficial falando em nome do partido e da oposição.
Todos políticos destes partidos estão no mesmo barco dos que querem 'acabar com a raça' de Lula de maneira torpe.
Eis o AI-5 demotucano e psolista contra Lula:
PSDB, DEM, PPS, o PSOL, e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) usaram a torpeza de moveram ação com a finalidade de "acabar com a raça" de Lula no tapetão do judiciário, usando uma "reporcagem" torpe da revista Veja, alavancada por Gilmar Mendes, para fazer uma espécie de AI-5 contra Lula.
A lista dos inimigos públicos nº 1 de Lula, que querem 'acabar com a raça' dele:
Assinaram a representação torpe para cassar e aprisionar Lula:
Alvaro Dias e o deputado Bruno Araújo e Mendes Thame, assinando por todos do PSDB;
José Agripino Maia, assinando por todos do DEM;
Rubens Bueno, assinando por todos do PPS;
Randolfe Rodrigues, assinando todos do PSOL;
Jarbas Vasconcelos, assinando só por ele mesmo, dissidente do PMDB
Os líderes dos partidos representaram seus caciques, que endossaram a trama:
Aécio Neves (PSDB-MG)
José Serra (PSDB-SP)
ACM Neto (DEM-BA)
Soninha Francine (PPS-SP)
Beto Richa (PSDB-PR)
Simão Jatene (PSDB-PA)
Siqueira Campos (PSDB-TO)
Anchieta Junior (PSDB-RR)
Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL)
Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Anastasia (PSDB-MG)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
Antonio Carlos Leréia (PSDB-GO)
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
etc.
e todos os demais membros do PSDB, DEM, PPS e PSOL que não se manifestaram publicamente contra essa torpeza de golpismo safado e sem-vergonha.
E não adianta quererem negar, porque quem não teve coragem de assinar, também não deu um pio contra o documento, pelo contrário, o PSDB até emitiu nota oficial falando em nome do partido e da oposição.
Todos políticos destes partidos estão no mesmo barco dos que querem 'acabar com a raça' de Lula de maneira torpe.
Eis o AI-5 demotucano e psolista contra Lula:
Se queriam jogar para a platéia, 190 milhões de brasileiros da "platéia" vão ficar sabendo quem quer cassar e aprisionar Lula em conluio com a revista Veja, ligada ao bicheiro Cachoeira.
Vamos espalhar para todo mundo.
Vamos todos registrar na nossa listinha para nunca mais esquecer esses nomes e essas siglas que são inimigos públicos nº 1 de Lula e de lulistas.
Quem gosta de Lula, que digam um NÃO a esses nomes e siglas, na hora que vierem sorrir na TV ou dar tapinha nas costas pedindo voto. Quem não gosta de Lula que sigam esses golpistas e suas tropas da elite arcaica de Veja, Globo, Folha, Estadão, Gilmar.
Quem gosta de Lula, que vote em quem não quer acabar com a raça dele.
E não adianta depois virem pedir "desculpas" como fez ACM Neto quando disse que daria uma "surra" em Lula, pois ele é reincidente, quando o presidente de seu partido assina esse lixo.
Nem adianta vir dizer que não é bem assim, que "é as idéias que brigam", como fala Aécio Neves em público, mas age traiçoeiramente desta forma nos bastidores, como uma cascavel venenosa, pois seus líderes Alvaro Dias e Bruno Araújo assinaram esse lixo, e seu afilhado político Rodrigo de Castro (PSDB-MG) assinou nota à imprensa comunicando esse lixo em nome do partido.
Também não venham fazer propaganda enganosa, durante a campanha eleitoral, dizendo que são amigos de Lula desde criancinha, como a campanha de José Serra quis fazer em 2010.
E nem venham dizer que fazem "oposição responsável" como José Agripino Maia, que nada tem de responsável querer cassar Lula com base em "reporcagens" da revista Veja.
Adversários políticos podem ser respeitáveis, quando travam um debate franco e de peito aberto, por mais duro que seja. Há gente do PSOL, por exemplo, que era assim. Mas a assinatura de Randolfe Rodrigues nesse lixo, desmoraliza todo o partido.
Quando os projetos e ideologias brigam com efervescência, causa até admiração em adversários, mesmo com discordâncias. Até denúncias sérias são respeitáveis, pois a vida republicana precisa de constante depuração. Mas golpismos sem-vergonha só merecem repúdio, e nos fazem descartar até mesmo como segunda opção política, em casos de segundo turno.
Os demotucanos (incluindo os do PSOL) levam surra nas urnas, e querem dar o golpe no tapetão do judiciário, para acabar com a raça do presidente Lula e de seu legado.
Avisem aos demotucanos que a ditadura já acabou
Lula já ficou preso mais de um mês, na ditadura, pela afronta de se rebelar contra o arrocho salarial aos trabalhadores, para engordar os lucros de multinacionais remetidos para o exterior ou de empresários ricaços brasileiros que usavam a máquina repressiva da ditadura para explorar o trabalhador.
Dilma também já ficou presa na ditadura por rebelar-se contra a repressão a qualquer manifestação política nas ruas ou em partidos que desagradasse os ditadores e seus puxa-sacos como José Agripino Maia e o avô de ACM Neto.
Nenhum destes demotucanos e psolistas tem sequer moral para atacar Lula, ainda mais em defesa da revista Veja e do ministro do STF Gilmar Mendes.
Fizeram as suas escolhas e escolheram ficar do lado de Gilmar Mendes, Veja e Cachoeira. Que fiquem com eles. Zé Augusto, Os Amigos do Presidente Lula.
CartaCapital sobre Gilmar: o peixe morre pela boca
Reportagem de Cynara Menezes aponta as contradições do ministro do STF que, na última semana, falou demais e passou da condição de acusador a acusado; texto também levanta suspeita sobre uso de jatinho fretado por Carlos Cachoeira
“Um tiro no pé”. Esse é o título da reportagem de capa da revista Veja deste fim de semana. Segundo a publicação da editora Abril, a estratégia do ex-presidente Lula de tentar “chantagear” o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, para tentar postergar o julgamento do mensalão teria sido desastrosa. A bala teria se voltado contra o PT, que saíra com “perda total” do episódio.
Curiosamente, a capa da revista Carta Capital poderia ter circulado com o mesmo título. Bastaria trocar os personagens e dizer que quem deu um tiro no pé foi o ministro Gilmar Mendes, ao patrocinar uma denúncia sem comprovação na revista Veja.
Intitulada “As mil faces de Gilmar Mendes” e assinada por Cynara Menezes, a reportagem de Carta Capital levanta contradições nas várias entrevistas concedidas por Gilmar Mendes ao longo da semana. E lembra ainda um ditado do Mato Grosso para criticar a postura boquirrota do ministro: “o peixe morre pela boca”.
Numa versão, Gilmar se disse chantageado por Lula. Em outra, disse ter apenas inferido isso da conversa. Numa nova entrevista, atribuiu ao ex-presidente o papel de chefe da central de distribuição de calúnias. Ao falar ao Estado de S. Paulo, afirmou que o ex-diretor da Abin, Paulo Lacerda, estaria por trás do levantamento de informações contra ele.
Gilmar foi capaz de contradizer a própria revista Veja, que situou a “chantagem” numa conversa reservada entre o ministro e o ex-presidente, na copa da cozinha do apartamento de Nelson Jobim. Numa entrevista, Gilmar disse que Jobim presenciou todo o encontro.
Por fim, Carta Capital levanta suspeitas também sobre a ida de Gilmar Mendes a Berlim. Ele e Demóstenes Torres teriam regressado da Alemanha na mesma data. De São Paulo, rumaram para Goiânia. Demóstenes disse que viajou em jato particular, fornecido pela turma de Carlos Cachoeira. Gilmar apresentou um bilhete da TAM, mas, segundo lembra Carta Capital, não exibiu seus cartões de embarque.
Quem deu um tiro no pé? Lula ao tentar chantagear Gilmar? Ou Gilmar ao acusar Lula de tentar chantageá-lo? Brasil 247
Veja deu tiro no pé
Brasil 247 – Uma semana depois de denunciar uma chantagem feita pelo ex-presidente Lula contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que foi desmentida pela única testemunha do encontro, o ex-ministro Nelson Jobim, em 24 horas, Veja voltou ao tema, neste fim de semana, para proclamar vitória.
Numa capa intitulada “Um tiro no pé”, a revista argumenta que tudo deu errado na estratégia do “aloprado” cérebro do ex-presidente – quando, curiosamente, seria possível argumentar que Veja também deu um tiro no pé com sua reportagem, que apenas serviu para lançar suspeitas sobre sua conduta política e sobre o decoro dos ministros do STF.
A revista comparou a estratégia de Lula a um plano da Primeira Guerra Mundial, o Plano Schlieffen, que pretendia dar à Alemanha uma vitória esmagadora sobre França e Rússia em poucas semanas de combate. Os alemães, como se sabe, perderam. Assim como Lula, segundo Veja, também perdeu. Mas a revista se comporta como aquela tropa abatida, que chega em casa aos farrapos, sem munição, sem quadros e sem canhões, dizendo-se vitoriosa, de cabeça erguida. Veja venceu porque, simplesmente, proclamou sua vitória.
A prova da vitória da revista seria um documento da liderança do PT na Câmara dos Deputados, que listava alguns pontos a serem abordados pelos parlamentares que integram a CPI do Cachoeira. Pontos como a viagem de Gilmar Mendes a Berlim e o fato de o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ter prevaricado ao engavetar as investigações sobre a Operação Vegas – aliás, quem fez essa acusação na semana passada foi o “mosqueteiro da ética” Demóstenes Torres.
A CPI deu em nada
Ainda que a CPI fosse fruto de um plano mirabolante do cérebro aloprado de Lula, será que deu mesmo em nada, como argumenta a revista Veja? Eis o que se tem até agora:
- um governo, como o de Marconi Perillo, em situação extremamente delicada, em razão de sua ligação umbilical com o esquema de Carlos Cachoeira.
- a prova de que despesas de campanha deste mesmo governo foram pagas com caixa dois do esquema Cachoeira.
- uma empreiteira aparentemente inidônea sendo expelida do mercado de obras públicas.
- indícios veementes de que o procurador-geral da República engavetou uma investigação importante.
- um senador que posava como “mosqueteiro da ética”, Demóstenes Torres, desmoralizado por seus pares, depois que decidiu se calar no parlamento.
- o esquema de um bicheiro, infiltrado em todos os poderes da República, inclusive a mídia, sendo passado a limpo.
Não é pouca coisa o que se tem até agora. E quem está vencendo, neste clima de confronto entre forças políticas antagônicas, é a sociedade brasileira.
Lula: “Serra levou tunga de Dilma”
Ex-presidente mergulha de vez na campanha de Fernando Haddad e ironiza o fato de José Serra disputar a prefeitura depois de perder as últimas eleições presidenciais; segundo ele, o tucano é um político “desgastado”
Dois dias depois de inaugurar a campanha do candidato petista Fernando Haddad, no programa do Ratinho, Lula mergulhou de vez no processo eleitoral. Neste sábado, em ato de lançamento da candidatura Haddad, Lula discursou e ironizou o principal adversário do PT, José Serra, que foi classificado como um político “desgastado”.
Lula disse ainda que Serra fez de São Paulo um “trampolim” quando se elegeu prefeito, em 2004 – ele ficou menos de dois anos no cargo, e saiu para disputar o Palácio dos Bandeirantes. Lula também ironizou a derrota para a presidente Dilma Rousseff, na disputa de 2010. “Ele levou uma tunga da companheira Dilma”.
Padrinho da candidatura Haddad, Lula tem se desdobrado para fazer com que seu pupilo decole nas pesquisas. Hoje, ele tem apenas 3% e aparece atrás de vários outros candidatos, como Gabriel Chalita, Netinho de Paula, Celso Russomano, Paulinho da Força e Soninha Francine. Serra aparece na dianteira com 31%, segundo o Ibope.
Internamente, Lula recebe críticas por ter imposto o nome de Haddad, em detrimento da senadora Marta Suplicy, que, hoje, poderia estar rivalizando com Serra pela preferência do eleitorado.
Haddad também não conseguiu fechar alianças até agora. Para atrair o PSB, de Eduardo Campos, o PT nacional criou confusão em Recife, tentando impedir o atual prefeito, João da Costa, de disputar a reeleição. O PT trabalha para impor o nome do senador Humberto Costa, que teria o apoio de Campos, facilitando o apoio do PSB a Haddad.Brasil 247
Folha e o caixa 2 de José Serra
A Folha, que foi sustentada por logos anos pelo PSDB, principalmente pelo governo Serra, faz todos os esforços do mundo para aliviar a barra de Serra.Como visto, no dia de ontem, Pagot, ex-diretor do DINIT acusou Serra e fazer caixa 2 em suas campanhas, Pagot também disse que várias construtoras contribuíram legalmente para o PT.Pois bem.Em reportagem no dia de hoje o Uol, do Grupo Folha, distorce totalmente a denúncia de Pagot.Diz a matéria:Pagot diz que PT e PSDB usaram governos para fins eleitorais.Em primeiro lugar, como já dito, Pagot não acusou o PT de usar governo para fins eleitorais, Pagot afirmou que várias empreiteiras contribuíram para o PT.Por outro lado, Pagot acusou José Serra, não o PSDB, de fazer caixa dois.Segundo, ainda se for verdadeira a afirmação de Pagot em relação ao PT, de que o partido recebeu legalmente doações, não há nenhuma irregularidade, ilegalidade nisso.Não é nenhuma novidade empreiteiras, bancos, indústrias contribuírem para governo de situação, principalmente se se considerar que no Brasil não há financiamento público de campanha.O que é proibido no Brasil é o uso de caixa 2, como o feito por Serra.A Folha sabe muito bem que há diferença entre doação legal e ilegal, mas, tão-somente no intuito de blindar Serra, não o PSDB, faz confusão entre uma coisa e outra, jogando na vala comum o PT e o PSDB.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A Rota da imprensa
Colunistas de Veja.com, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, em artigos sucessivos, exigem para Lula o mesmo que a ditadura militar determinou a ele em 1980: prisão; o primeiro quer até quatro anos; seu vizinho, algemas; eles merecem rodar ao volante e na janelinha de uma viatura da Rota
A partir de 19 de abril de 1980, em plena vigência da ditadura militar, no plantão de João Figueiredo e sob a custódia do delegado Romeu Tuma, Luiz Inácio Lula da Silva passou 30 dias no xadrez do temido Dops – o Departamento de Ordem Política e Social. A ditadura acabou, Figa e Tumão morreram e o Dops foi extinto. Mas há quem continue querendo mandar Lula para trás das grades outra vez. Mais precisamente, e não por coincidência, dois dos mais hidrófobos colunistas de Veja.com: Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, vizinhos de página virtual.
Cada um ao seu modo, Azevedo com seus jatos biliáticos e Nunes usando e se lambuzando de adjetivos, eles partiram de dois fatos isolados, sem dúvida protagonizados por Lula, para embicarem seus leitores na rota do autoritarismo. Ao mesmo tempo investigadores e juízes, fizeram como se estivessem um ao volante de uma daquelas antigas viaturas da Rota, e o outro na janelinha, para exigirem cadeia sem recurso para o que entenderam como crimes de Lula.
Reinaldo enxergou na conversa reproduzida à Veja pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, e negada à revista pelo ex-ministro Nelson Jobim, um verdadeiro atentado de Lula sobre a autonomia do Supremo – ainda que o próprio Mendes, em sua versão atrasada em 30 dias sobre o fato, mal tenha sido enfático sobre a pressão que sobre ele teria sido praticada. Para o colunista, no entanto, Lula deveria ser enquadrado imediatamente no Código Penal como quem tentou obstruir a Justiça e, assim, amargar uma pena de até quatro anos de cadeia.
Nunes, cuja pena claudica à direita num movimento que pode manchar de maneira indelével sua biografia de jornalista centrado, é sempre mais engraçado que Reinaldo, além de ter um estilo incomparavelmente melhor. Mas igualmente escorregou para a pressa e o açodamento, ao enxergar na entrevista de Lula ao Programa do Ratinho um ataque do ex-presidente à legislação eleitoral que mereceria não menos que a humilhante prisão em flagrante com algemas. Nada de reprimendas, multas ou até mesmo a cassação do candidato beneficiado, mas cadeia, xadrez, xilindró. É autoritarismo demais, né, não?
O problema dos dois colunistas não está em seu posicionamento político. Eles podem, é claro, escrever o que quiserem – a tela do computador, afinal, aceita tudo. Mas ao usarem o poder de crítica para pedir a ultrapassagem de todo os ritos democráticos legais existentes na sociedade para tratar de casos como os mencionados – e levar Lula direto de volta para a cadeia --, do primeiro ao quinto se associaram ao que a ditadura fez com o ex-presidente. O pior é que nessa Rota da imprensa ainda tem mais gente querendo entrar para fazer patrulha. Hoje, como dantes, Lula ainda incomoda demais.Brasil 247
Luiz Antonio Pagot: O Rodoanel financiava a campanha do Serra
As confissões de Pagot


CAIXA 2
Em entrevista à ISTOÉ, o ex-diretor do DNIT, hoje consultor,
denuncia caixa 2 na campanha do PSDB e conta que, em 2010, quando estava na
direção do órgão, arrecadou junto às empreiteiras para a campanha do PT
por Claudio Dantas Sequeira
Desde o início do ano, o ex-diretor do Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transportes (DNIT) Luiz Antonio Pagot tem prestado consultoria
em projetos de navegação fluvial. Os negócios vão bem, mas a incursão no setor
privado ainda não foi suficiente para apagar a mágoa que guarda pela maneira
como deixou o governo, no rastro do escândalo de corrupção no Ministério dos
Transportes. Casado, pai de uma filha, o economista, que é oficial reformado da
Marinha, considera-se um técnico competente, de confiança, e diz que nutria pelo
governo uma fidelidade quase canina. Mas a demissão, que classifica como
“traição mortal”, alimenta agora um sentimento de vingança. E motivou Pagot, nos
últimos dois meses, a fazer uma série de depoimentos à ISTOÉ. Em três encontros
com a reportagem num hotel em Brasília, todos gravados, Pagot contou detalhes
sobre a forma como, no exercício do cargo, foi pressionado pelo governo de José
Serra a aprovar aditivos ilegais ao trecho sul do Rodoanel. A obra, segundo ele,
serviu para abastecer o caixa 2 da campanha de José Serra à Presidência da
República em 2010. “Veio procurador de empreiteira me avisar: ‘Você tem que se
prevenir, tem 8% entrando lá.’ Era 60% para o Serra, 20% para o Kassab e 20%
para o Alckmin”, disse Pagot. Nas conversas com ISTOÉ, Pagot também afirmou ter
ouvido do senador Demóstenes Torres um pedido para que o ajudasse a pagar
dívidas de campanha com a Delta com a entrega de obras para a construtora. Mas
nem o aditivo de R$ 260 milhões para o trecho sul do Rodoanel foi liberado pelo
DNIT – embora tenha sido pago pelo governo de São Paulo – nem o favor a
Demóstenes foi prestado, segundo Pagot. Porém, ele não resistiu ao receber uma
missão do comitê de campanha do PT durante as eleições de 2010. Pagot disse que,
quando ocupava a diretoria do órgão que administrava bilhões em obras públicas
em todo o País, recebeu do tesoureiro da campanha do PT, deputado José De
Filippi (SP), um pedido para arrecadar recursos junto às empreiteiras. “Cada um
doou o que quis. Algumas enviavam cópia do boleto para mim e eu remetia para o
Filippi. Outras diziam ‘depositamos’”, afirmou. As doações, no entanto, teriam
sido feitas pelas vias legais, de acordo com o ex-diretor do DNIT.
CAIXA 2
Segundo Pagot, empreiteiro confirmou que 8% da verba para o trechosul
do Rodoanel era desviada para a candidatura de Serra ao Planalto
Os segredos que Pagot guardava até agora ajudam a explicar por que a CPI do
Cachoeira adiou deliberadamente sua convocação. Ele diz que está pronto para
falar tudo e desafia: “Duvido que me chamem. Muitos ali têm medo do que posso
contar.” Nas entrevistas à ISTOÉ Pagot forneceu detalhes dos encontros com o
tesoureiro do PT, José De Filippi. Ele contou que, em meados de 2010, foi
chamado ao QG petista, no Lago Sul, onde foi apresentado a Filippi, que lhe
pediu ajuda para passar o chapéu entre as empreiteiras. Dias depois, revelou, os
dois voltaram a se reunir no DNIT, onde Pagot lhe apresentou uma lista com cerca
de 40 empreiteiras médias e grandes que tinham contrato com o órgão. Ao analisar
hoje a prestação de contas da campanha, Pagot identifica ao menos 15 empresas
que abasteceram a campanha do PT a pedido seu: Carioca Engenharia, Concremat,
Construcap, Barbosa Mello, Ferreira Guedes, Triunfo, CR Almeida, Egesa, Fidens,
Trier, Via Engenharia, Central do Brasil, Lorentz, Sath Construções e STE
Engenharia. Elas doaram cerca de R$ 10 milhões, segundo a prestação de contas
apresentada pelo PT ao TSE. Filippi disse à ISTOÉ que realmente foi apresentado
a Pagot no comitê da campanha durante o primeiro turno da eleição. “Mas a
conversa tratou da proposta de Pagot de a campanha receber três aviões do Blairo
Maggi”, disse Filippi, que negou ter recebido boletos de depósitos. “Num segundo
encontro, depois da eleição de Dilma, ficou acertado que Pagot buscaria recursos
para saldar dívidas da campanha eleitoral”, admite Filippi.Continue lendo
Folha tucana ataca a blogosfera
Por Altamiro Borges
Numa matéria desonesta e distorcida, assinada pelos jornalistas Bernardo Mello e Catia Seabra, a Folha de hoje voltou a atacar a blogosfera - o que só confirma que a velha mídia está muito incomodada com a força crescente das redes sociais. Ao tratar de uma reunião ocorrida ontem à noite entre blogueiros paulistas e o candidato à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT), o jornal tucano destilou todo o seu veneno.
Já no título, "Petista pede ajuda a blogueiros que apoiam governo", uma
mentira deslavada. A reunião foi articulada pelos ativistas digitais e não pelo
PT ou por Haddad. Da mesma forma, os blogueiros - que residem em São Paulo e
conhecem o desastre causado pela dupla Serra-Kassab - já estão agendando
conversas com candidatos à prefeitura paulistana de outros partidos.
"Reporcagem" desonesta e distorcida
Na reunião, o pré-candidato petista apresentou as suas propostas
programáticas para a cidade, apontou os principais problemas das últimas gestões
demotucanas - e agora do PSD de Kassab - e falou dos desafios da sua campanha
eleitoral. Mesmo sem ter acesso ao encontro, a Folha intuiu - bem ao estilo
Gilmar Mentes - que Haddad "pediu ajuda a sua campanha na internet". Nada foi
falado sobre o tema, nem o petista seria ingênuo para achar que iria enquadrar
os blogueiros. Ou seja: a Folha mentiu novamente!
De forma desonesta, a Folha tentou vender a imagem de que os presentes da
reunião pertencem ao "núcleo de militantes virtuais para atuar na internet" e
que "o grupo será acionado para fazer propaganda de Haddad e atacar rivais nas
redes sociais". Do encontro participaram vários blogueiros que não têm qualquer
filiação partidária e, inclusive, militantes de outros partidos. A Folha sabe
disso, mas procurou novamente manipular a informação.
Vínculos sombrios com José Serra
Na prática, a "reporcagem" da Folha tentou prestar mais um servicinho sujo
ao tucano José Serra - com que sempre teve o rabo preso. É bastante conhecida a
influência do eterno candidato do PSDB na cúpula da empresa da famiglia Frias,
inclusive na confecção de pautas e no pedido de demissões de repórteres menos
amestrados. Será que a Folha topa divulgar, com mais transparência, seus
constantes encontros e contatos com Serra?
A matéria também visou estimular a cizânia entre os blogueiros. Mas esta
tentativa é infantil. Os ativistas da chamada blogosfera progressista sempre
zelaram pela pluralidade no interior deste jovem movimento. Eles sabem que
existem blogueiros de diferentes concepções e origens, de diversos partidos e,
principalmente, de ativistas digitais sem filiação partidária. O esforço sempre
foi o de construir a unidade na diversidade, respeitando o caráter horizontal e
democrático deste movimento.
A Folha, com a sua cultura autoritária e arrogante, não entende a nova
realidade da rede. Azar dela. Ela continuará a perder credibilidade e leitores!
O seu modelo de negócios continuará afundando!
Lula: “Não vou permitir que um tucano volte ao poder no Brasil”
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quinta-feira (31) do Programa do Ratinho, exibido pelo SBT. Essa foi a primeira participação de Lula em um programa depois da polêmica envolvendo o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Sobre o assunto Lula foi incisivo: "Quem inventa a história, que prove a história".
Em reportagem publicada na revista Veja, na semana passada, Mendes acusa Lula de tentar pressioná-lo a adiar o julgamento do mensalão. Em troca, segundo o ministro, Lula teria proposto blindagem na CPMI do Cachoeira. O ex-presidente nega a acusação.
Entre outros temas, o apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, perguntou o motivo de Lula ter escolhido o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, como o nome do PT para a disputa municipal em São Paulo. "Acho que São Paulo precisa de um prefeito que tenha o mesmo entusiasmo que o Haddad mostrou quando era ministro da Educação", afirmou. Ratinho chamou Haddad ao palco para participar da entrevista junto com Lula. "Haddad já entrou para a história como o ministro da Educação que mais criou escolas técnicas neste país", afirmou o ex-presidente.
O programa exibiu ainda uma reportagem sobre os avanços do ProUni (Programa Universidade para Todos) sob a gestão de Haddad. "Foi a maior revolução feita na história da educação deste país. Antes você via menino nascido na periferia sem nenhuma possibilidade de entrar em uma Universidade, de ser médico", disse o ex-presidente. "Hoje você vê os pobres deste país entrando na Universidade. Nordestino vinha para São Paulo só para ser ajudante de pedreiro. E o nordestino, a gente, quer é ser médico e engenheiro", afirmou.
Em uma brincadeira em tom de provocação, o apresentador perguntou: “O povo está topando votar no novo?”. "Sim, a população votará no novo porque quer mudança em São Paulo", disse Lula.
Presidência
Questionado se seria novamente candidato à Presidência da República, Lula disse que a candidata natural é a presidente Dilma Rousseff, mas não descarta a possibilidade. "A única hipótese de eu ser candidato é se ela não quiser. Não vou permitir que um tucano volte ao poder no Brasil", afirmou. "José Serra, você está lascado", disse Ratinho logo depois.
"Tem gente que não gosta de mim porque pobre está comprando carro novo, está viajando de avião", disse o ex-presidente. "Mas é assim que este país tem que ser", afirmou.
Haddad completou a fala. "Muita agente reclamou do bolsa-família pois seria assistencialista. O orçamento da Educação passou de R$ 20 bilhões para R$ 80 bilhões. São ações conjuntas, é um todo", disse o pré-candidato.
Durante o programa, Lula ainda falou sobre seu câncer, sobre o Corinthians e sobre a amizade que mantém Ratinho. Também foi exibida uma reportagem sobre a vida de Lula e um depoimento do ex-jogador de futebol Ronaldo. A participação de Lula no programa durou pelo menos 40 minutos.
Informações da Uol
Blogueiro sujo vai ao STF contra Gilmar Mentes
Saiu num Blog de Mexericos da Candinha de Brasília:
O ministro Gilmar Mendes acaba de informar ( …) que vai entrar com uma ação na Procuradoria Geral da República, solicitando o substrato das empresas estatais que usam do uso do dinheiro público para o financiamento de blogs que atacam as instituições.
— É inadmissível que esses blogueiros sujos recebam dinheiro público para atacar as instituições e seus representantes. Num caso específico de um desses, eu já ponderei ao ministro da Fazenda que a Caixa Econômica Federal, que subsidia o blog, não pode patrocinar ataques às instituições.
se for quem este blogueiro sujo está pensando, ele informou ao Conversa Afiada:
Vai ao Supremo contra Gilmar Dantas (*) por:
- abuso de autoridade;
- obstrução de atividade comercial legal;
- tentativa de censura;
- por delírio psicológico incontrolável, com manifestações patológicas óbvias, incompatíveis com a função que exerce.
Se for quem este blogueiro sujo está pensando, ele informou ao Conversa Afiada que vai entrar com um pedido de impeachment de Gilmar Dantas no Senado (*).
Se for este bogueiro sujo mesmo, ele sugere ao Gilmar Dantas: renuncie, dispa-se da toga do “foro privilegiado” e venha para a arena da democracia.
“Vamos para o mano-a-mano”, aqui na planície, debater ideias e confrontar fatos – disse o blogueiro sujo, que falou com exclusividade a este Conversa Afiada.
Se for quem este blogueiro sujo pensa, diz ele que falou assim: Ministro, saia detrás da Veja, do PiG (**), dessas colunas de mexerico.
E sugeriu que Gilmar respondesse à pergunta: o que significa ”o Gilmar mandou subir” ?
Se for quem este blogueiro sujo está pensando, ele pergunta, também: por que o Gilmar Dantas (*) não vai à PGR mover ação contra o Mauro Santayana, outro blogueiro sujo há muitos anos, que pediu ao Supremo para mandar o Gilmar embora ?
Num ponto o blogueiro sujo concorda com esse, em quem ele está pensando: não recomenda nada o Ministro ter dados dois HCs Canguru logo a quem, ao Daniel Dantas !
Lá isso é verdade.
Não orna.
Paulo Henrique Amorim, blogueiro sujo, com fontes entre os blogueiros sujos.
Gilmar Mendes pode ter cometido crime contra a honra de Lula
Walter Maierovitch
Lula negou o teor da conversa informada pela revista Veja e confirmada pelo ministro Gilmar Mendes. Ou, como fazia Cachoeira, plantada por Gilmar Mendes junto à revista Veja.
Essa negativa de Lula, que se diz indignado, foi apoiada pelo ex-ministro Nelson Jobim, em entrevista à mídia gaúcha.
O gaúcho Jobim sustenta ter dito à revista Veja que não ocorreu nenhum conversa sobre adiamento do julgamento do Mensalão e nem sobre chantagem, atribuída a Lula, com promessa de blindagem de Mendes junto à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). Blindagem em face do fato, sustentado por Lula, de o ministro Mendes ter estado em Berlim na companhia do senador Demóstenes Torres, seu amigo, e com despesas pagas por Cachoeira.
O certo é que no dia 26 de abril deste ano, na parte da manhã e no escritório de advocacia de Nelson Jobim, houve um encontro entre Lula, Gilmar Mendes e o referido Jobim. Por evidente, ocorreu uma motivação para esse encontro e ela não está clara, pois, até agora, só existe o relato de Gilmar Mendes.
Não foi coincidência, ou melhor, de repente ter aparecido Lula, sem que Jobim e Gilmar Mendes soubessem. Como ensinou o psicanalista Carl Gustav Jung, coincidências não existem. Em outras palavras, houve um encontro agendado. E Mendes se disse surpreso ao perceber que o objetivo era convencê-lo sobre o adiamento do julgamento do Mensalão, com chantagem de quebra.
Como o encontro não foi gravado pelo pessoal do Cachoeira, fica a palavra isolada de Gilmar Mendes.
Na coluna do jornalista Bastos Moreno, no jornal O Globo, está dito que Gilmar Mendes, ao sair do escritório de Jobim, foi, enfurecido, a uma reunião com a cúpula dos Democratas. Talvez, entre os Democratas, o ministro Mendes possa buscar testemunhos e isto caso tenha confidenciado a razão da fúria mencionada na matéria do colunista do jornal O Globo.
À época, da cúpula dos Democratas participava Demóstenes Torres, já pego em mentira perpetrada em dupla com Gilmar Mendes, no grotesco episódio do “grampo sem áudio” e que resultou, por pressão de Gilmar e contentamento do banqueiro Daniel Dantas, na queda do delegado Paulo Lacerda da direção da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). A propósito, Mendes diz que chamaria às falas Lula e Jobim, em socorro ao seu então pupilo Mendes, inventou a história, desmentida pelas Forças Armadas, de empréstimo de equipamento de interceptação telefônica à Agência Brasileira de Inteligência.
Como magistrados estão proibidos de exercitar política partidária, representando a desobediência grave infração aos deveres impostos na Lei Orgânica da Magistratura Nacional, a presença de Gilmar Mendes na reunião dos Democratas mostra mais uma das suas pantagruélicas atrapalhadas.
Lamentavelmente, o STF se acha acima do Conselho Nacional de Justiça e, nesse episódio, só de um impeachment se pode cogitar. Mas, aí, mais uma vez, virá a caneta salvadora do presidente José Sarney que, apesar de amizade notória com Mendes, não se dará por impedido e determinará o arquivamento do pedido de impeachment, como já ocorreu uma vez.
Necessário esclarecer que a proibição de participação de magistrados em atividades político-partidárias não se resume à inscrição em quadros. É proibida toda e qualquer participação política-partidária. A propósito, convém lembrar, que em plena campanha presidencial foi flagrada uma ligação telefônica do candidato Serra a Mendes, que teria por objeto, depois de chamado por Serra de “meu presidente”, um pedido de orientação com finalidade eleitoral pouco elevada. Sobre atividades de Gilmar Mendes em Diamantino, sua cidade natal e em apoio ao irmão que é prefeito da cidade, matéria publicada na revista Carta Capital mostra, da sua parte, a inobservância à proibição prevista na Lei Orgânica da Magistratura.
Como os fatos atribuídos a Lula foram negados por ele e, também, pela testemunha única do episódio, poderá sobrar para Gilmar uma ação de iniciativa privada por crime contra a honra.
No caso, Gilmar ofendeu a honra de Lula atribuindo-lhe fatos ofensivos à honra subjetiva e objetiva. Fosse Lula presidente, a ação seria pública condicionada à representação do ministro da Justiça. Como não é mais, a ação é de iniciativa privada.
Para arrematar, o decano dos ministros do STF, ministro Celso de Mello, saiu, com base em presunções e conjecturas, em defesa de Gilmar Mendes e a censurar Lula. Interessante ter partido, na construção, da veracidade do informado por Gilmar Mendes. Na hipótese de linha inversa, de Gilmar Mendes ter faltado com a verdade, Celso de Mello chegaria a conclusões terríveis e, ainda, com a agravante de o seu colega Mendes já ter sido apanhado em mentira, com trânsito em julgado.
Sobre o acontecido, o placar aponta para vitória de Lula por 2×1.
Como Jobim é inconfiável, não haverá surpresa se voltar atrás. Certa vez, depois de ter confessado, em livro laudatório e autopromocional, a colocação de artigos na Constituição sem consulta aos demais deputados constituintes, Jobim recuou. Aí, e como Ulisses Guimarães estava morto, o ex-ministro Jobim falou que estava autorizado por ele.
Pano rápido. Lula deve explicações. E deveria propor uma ação penal de iniciativa privada, por crimes contra a honra, contra Gilmar Mendes. Até para, desse episódio de bas-found parisiense de quinta categoria, ficasse a verdade processual como registro.
Walter Maierovitch é jurista e professor, foi desembargador no TJ-SP
Gilmar, Demóstenes e Marconi: juntos na cachoeira da corrupção
Na formatura de Direito do governador de Goiás, num curso montado especialmente para ele, o paraninfo foi Gilmar Mendes e o convidado de honra, Demóstenes Torres; a amizade, depois, se traduziu em ações concretas no plano judicial
O que têm em comum o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, o senador Demóstenes Torres (sem partido) e o governador Marconi Perillo (PSDB)?
Aparentemente, nada. Ou tudo.
Nos últimos meses, Gilmar participou de eventos festivos com a dupla Demóstenes-Marconi, foi acusado de voar em avião cedido pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o que negou veementemente, e foi chamado para intervir na renegociação da dívida da Celg, estatal de energia de Goiás, numa manobra que afeta diretamente o governo do tucano goiano.
Gilmar, Demóstenes e Marconi são grandes amigos. Um vídeo publicado no YouTube mostra o ministro do STF como paraninfo e Demóstenes Torres como convidado na cerimônia de colação de grau do então senador Marconi Perillo na Faculdade Alfa, em Goiânia, em outubro de 2010.
Veja o video aqui: http://youtu.be/moy7zYxOihY
A formatura na Faculdade Alfa não teria nada de mais, não fosse o fato desta instituição de ensino ter criado um curso para atender APENAS Marconi Perillo e sua esposa, Valeria Jayme Perillo. O privilégio injustificado foi questionado pelo Ministério Público Federal em Goiás:
“O Ministério Público Federal em Goiás (MPF) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, em desfavor da Faculdade Alves Faria (Alfa), Marconi Perillo (senador da República), Valéria Perillo e União Federal, por concessão de tratamento privilegiado a agente político. De acordo com a procuradora da República Mariane Guimarães de Mello Oliveira, a Faculdade Alfa, localizada em Goiânia, sob a justificativa de atender necessidades especiais de Marconi Perillo, montou uma turma especial no curso de direito com apenas dois alunos: o Senador e sua esposa Valéria Perillo”, registra materia publicada no site do MPF/GO:http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/mpf-go-e-contra-faculdade-privilegiar-senador/
Questionado sobre a proximidade com Demóstenes Torres o Ministro Gilmar Mendes afirma que recebeu apenas duas caronas do senador Demóstenes Torres. Uma delas, para ser paraninfo da referida formatura em Goiânia. Outra outra vez, foi para a festa de formatura da Flavinha, (assim mesmo, ele trata com intimidade a esposa de Demóstenes Torres) – uma festa paga por Carlinhos Cachoeira, como mostram gravações da policia Federal.
Noves fora os convites para festas de formatura, houve ainda empenho de Demóstenes para que Gilmar Mendes intervisse na negociação da dívida da CELG (Cia elétrica de Goiás):
"Conseguimos puxar para o Supremo uma ação da Celg aí, viu? O Gilmar mandou buscar. Deu repercussão geral pro trem aí", contou o senador ao bicheiro, referindo-se a um instrumento processual que permite aos ministros escolherem os recursos que vão julgar de acordo com a relevância jurídica, política, econômica ou social”, relata o site JusBrasil ( http://vg-noticias.jusbrasil.com.br/politica/8666038/demostenes-trabalhou-com-gilmar-mendes-para-levar-ao-stf-acao-da-celg-diz-pf ).Brasil 247
A pérola do insignificante Jarbas
Sobre a farsa montada por Veja e Gilmar mentes, Jarbas Vasconcelos, o amigão de dono de empreiteira e de empresa de segurança de valores, pronunciou-se“É um caso muito sério. Pode, inclusive, levar a uma crise institucional. Lula extrapolou todos os limites do razoável, do que se chama de republicano”. Não senador, não é caso sério, não.Caso sério é o senhor defender o corrupto Demóstenes Torres, caso sério foi o senhor ter defendido o governo corrupto de FHC.Caso sério foi o senhor beneficiar os grandes hospitais de Recife quando governou o Estado de Pernambuco.Caso sério foi o senhor ter vendido a alma para se unir àquilo que há de mais podre, mais conservador na política brasileira, o PFL.Caso sério foi o senhor ter trabalhado a favor da extinção do CPMF no governo Lula.A bem da verdade, o senhor não engole o fato de Lula ter derrotado seu aliado Marco Maciel na disputa ao Senado na eleição de 2010.Também não engoliu o fato de Lula ter derrotado, por três vezes, a gangue demotucana.Esse tipo de político insignificante, que não tem um projeto para beneficiar Pernambuco, que leva a vida destilando ódio, que ainda se utiliza voto de cabresto para se eleger, que ganha do Senado para defender os verdadeiros corruptos, tipo o senador cachoeira, só ganha espaço para falar merda no PiG.
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Gilmar Mendes e a galinha caipira de Marconi Perillo
A atuação do ministro do STF é digna de investigação e ele merece um puxão de orelha pela quebra de imparcialidade que a toga preta exige. Sua atitude é digna de um filiado do PSDB
Alexandre Braga
Quem disse que o presidente Lula não tem direito de querer o julgamento do Mensalão após as eleições? É um direito dele se posicionar. Do mesmo jeito que a oposição deseja que a decisão do STF seja dada antes das eleições deste ano. Cada grupo político defender seus interesses é uma democracia.
Agora o que devemos ficar atentos é com a tucanada do ministro Gilmar Mendes, que tenta desviar de qualquer maneira o foco dos brasileiros para as cachoeiradas que o seu "afilhado" de formatura, o governador Marconi Perillo, vem fazendo no Estado de Goiás.
Isso mesmo, o ministro Gilmar Mendes foi padrinho de formatura do curso de direito de Marconi Perillo, na faculdade Alfa, em Goiânia (curso que, por sinal, Marconi e sua esposa fizeram em uma sala separada do resto da turma, mas deixa isso pra lá).
O inquilino do Palácio das Esmeraldas recebeu o "canudaço" das mãos do ministro Gilmar Mendes (veja o vídeo). Se não tivesse uma galinha caipira com pequi (comida típica goiana) na história, então o que levaria Gilmar Mendes a sair de Brasília para entregar o canudo para o então senador Marconi?
Outro fato que mostra como as relações dos dois são íntimas é a declaração da filha de Perillo solicitando um autógrafo do ministro da Corte Suprema brasileira depois das tucanadas de Gilmar Mendes em prol de Marconi na mídia.
A atuação do ministro é digna de investigação e ele merece um puxão de orelha pela quebra de imparcialidade que a toga preta exige. Sua atitude é digna de um filiado do PSDB. Marconi deve estar muito agradecido a Gilmar e, com certeza, deve rolar uma galinha com pequi para comemorar.
Porque nem seus principais aliados do PSDB não tiveram coragem de meter a mão na cumbuca pelo governador tucano, devido aos fortes indícios de que Carlinhos Cachoeira era de fato o governador de Goiás.
Já quanto ao presidente Lula, nada mais natural que ele defenda seu grupo político, do mesmo jeito que foi noticiado que José Serra ligou para Nelson Jobim para armar uma entrevista com o intuito de detonar Lula. No campo político, articulações são naturais, agora não dá é para um ministro do STF agir como militante de um partido político.
Alexandre Braga é jornalista
Apareceu a Fiat Elba de Marconi Perillo
Desta vez, não é um carro, mas um jornalista chamado Luiz Carlos Bordoni que participou da campanha do governador e diz ter recebido recursos do esquema Cachoeira para trabalhar na corrida ao Palácio das Esmeraldas, por meio de uma empresa de fachada chamada Alberto & Pantoja; e agora?
Goiás 247 – Vinte anos atrás, na crise do impeachment do ex-presidente Collor, a prova definitiva foi uma singela Fiat Elba. O carro havia sido pago com recursos do caixa dois de campanha do esquema PC Farias. Desta vez, a na crise que atinge o governador de Goiás, Marconi Perillo, a Fiat Elba é um jornalista.
Ele se chama Luiz Carlos Bordoni e está no centro da polêmica envolvendo o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Ele é a testemunha que prova a ligação dos dois, uma ligação que tem as digitais na campanha eleitoral de 2010, quando o tucano foi eleito para o seu terceiro mandato à frente do Estado.
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo traz entrevista exclusiva do repórter Fernando Gallo com Bordoni em que este afirma de forma direta que recebeu como pagamento por serviço prestado à campanha de Marconi, da Alberto e Pantoja, empresa fantasma que de acordo com a Polícia Federal era controlada por Cachoeira. O pagamento, de R$ 45 mil – referente à metade da conta – foi feito por um dos principais assessores do governador, Lúcio Fiúza Gouthier, depois de seis meses de atraso.
"O sr. Lúcio Gouthier me ligou perguntando o número da minha conta pra depositar esse dinheiro. Eu disse a ele que estava viajando, e que minha filha, que paga minhas contas e administra as minhas coisas, iria receber. Dei o número da conta dela para ele. De repente, essa conta foi passada para a Pantoja", afirmou Bordoni ao Estado. "O dinheiro foi depositado pela Pantoja na conta da minha filha. Era dívida de campanha do governador Marconi Perillo dos R$ 90 mil de saldo do trabalho que prestei a ele no programa de rádio na campanha de 2010."
Só pra lembrar: Lúcio Gouthier Fiúza é o assessor de Marconi Perillo que assinou documento afirmando ter recebido R$ 1,4 milhão pela casa do governador, que teria sido vendida para Carlinhos Cachoeira. Ele também é suspeito de ter recebido R$ 500 mil, que teriam sido enviados pelo braço direito de Cachoeira, Wladimir Garcêz, ao Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, em uma caixa de computador.
Também ao Estado, a assessoria de Marconi negou ter feito os pagamentos por meio da empresa. Luiz Carlos Bordoni diz que decidiu revelar o caso depois do questionamento na CPI direcionado à sua filha, Bruna Bordoni. Foi na conta dela que acabou depositado o valor de parte da dívida da campanha com o jornalista, responsável pelos programas de radio. “Prestei o serviço honestamente. Não vou deixar que ninguém venha avacalhar minha credibilidade por causa de Cachoeira",diz.
Para ler a reportagem do Estado, clique aqui - http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,assessor-diz-que-recebeu-de-cachoeira-por-servico-eleitoral-prestado-a-perillo,880648,0.htm
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Show de hipocrisia
Hoje, durante os questionamentos que Sílvio Costa fez a Demóstenes na CPMI do Cachoeira, o senador Pedro Taques não gostou nadinha do comportamento de Sílvio Costa.Pedro Taques afirmou que não aceitava a forma como Costa estava se referindo ao senador cachoeira.Disse Pedro Taques:"odos aqui, enquanto parlamentares, devem obedecer à Constituição Federal, que afirma que o cidadão, seja lá quem for, merece respeito".Aí começou o bate-boca entre Sílvio Costa e Pedro Taques.A mesma turma, que só faltou beatificar Demóstenes quando saiu a denúncia da ligação dele com Cachoeira, saiu em socorro a Taques.Maria Amélia, Suplicy, Randolf, Álvaro Botox Dias, Jarbas Vasconcelos e afins só faltaram tirar o couro de Sílvio Costa.Todos, unanimamente, disseram: isso não é forma como o senhor deve tratar um politico do nível do senador Pedro Taques.Pedro O senador Taques apenas está pedindo para o senhor ser mais humano como o senador Demóstenes, o senador Demóstenes merece respeito, afinal, ele não é um criminoso qualquer.E por aí vai.Um festival de hipocrisia.Engraçado é que esses safados não agiam assim quando alguém do PT era ouvido numa CPI.Álvaro Botox Dias, por exemplo, chegou a chamar Dirceu de bandido.Ninguém socorreu Dirceu.Agora, só porque o acusado é um demo corrupto, esses demagogos querem dar uma de respeitadores dos direitos humanos.Uma ova! A verdade, é que essa turma é da laia de Demóstenes Cachoeira.
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