quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Tucaninho safado, estúpido!




Comentando um artigo, publicado no site Brasil 247, do jornalista Marcus Vinícius de Faria Felipe, o senhor Paulo de Jesus, presidente do PSDB de Goiás, estado onde abriga os maiores corruptos do Brasil, saiu com um monte de pérola.
 
 
Paulo de Jesus, indignado porque o jornalista Marcos Viniciu disse "que não é da conta do PSDB se a presidenta Dilma decidiu dar um desconto de 21% nas contas de energia elétrica para consumidores domiciliares e indústrias: Cesp, Copel e Cemig não cederão”, disse:
 
 
Fiquemos, nesse particular (de medida populista do PT, que só visa se cacifar para a próxima eleição), com a opinião abalizada e independente da colunista do Globo Miriam Leitão: “Do ponto de vista do consumidor, a notícia não é tão boa quanto parece; do ponto de vista das empresas, é ruim o suficiente. A Eletrobras, se continuasse sendo remunerada até 2015 pelo valor do contrato atual, a R$ 90 o MWh, em média, receberia R$ 20 bilhões a mais do que na proposta de antecipação das concessões. Já o consumidor não terá em 2013 a queda que espera na conta”. “Para que a conta de luz caia, o Tesouro terá que injetar dinheiro - o nosso - na Eletrobras. Como a carga tributária sobe há 20 anos, pagaremos menos na conta de luz, mas continuaremos mandando cada vez mais recursos para o governo”.
 
 
O estúpido do Jesus vai mais além:Sobre essa “profunda intervenção a pretexto de reduzir conta de luz”, o Senador Aécio Neves (PSDB) já se pronunciou. Para ele, é “um risco, uma imprudência, um desatino” querer reduzir o preço da energia “à custa da insolvência do setor”. “Se o governo quiser, de fato, diminuir a conta de luz, deveria cortar na própria carne, não agindo como faz costumeiramente com o chapéu alheio”.
 
 
Miriam Leitão é de opinião independente e abalizada? Kkkkkkkkk.Só sendo brincadeira.Só na cabeça desse tucano vagabundo.Aécio Neves, um cheirador de cola que foi o grande articulador para que Minas ficar de fora do plano do governo, também não tem nenhuma autoridade para criticar o governo Dilma.Aécio sabe é muito tomar cachaça, cheirar pó, censurar a imprensa e violar as leis de trânsito.

 
Mas nas o besteirol de Jesus não para por aí:
 
 
 O PT tentou “criminalizar” Marconi Perillo, apenas e tão-somente porque este, bem-intencionado, informou a Lula, em 5 de maio de 2004 (com a devida antecedência, portanto) sobre a existência de pagamento a deputados para que trocassem de partido e do pagamento de mesada para que votassem com o governo. Essa história, seu andar de calvário e desfecho, todos conhecem. O PT fuçou, escarafunchou, articulou, quebrou sigilos, lançou ilações, pôs o tucano em capas de revistas e primeiras páginas de jornal e não conseguiu “criminalizar” (nem incriminar) Marconi. Muito pelo contrário: deu-lhe um macro atestado público de idoneidade.


Marconi recebeu atestado de idoneidade?
 
 
Marconi Perillo se sarfou da CPMI do Cachoeira graças a esses tucanos corruptos da Câmara e do Senado e a outros políticos safados, como Sílvio Costa(PTB-PE), que rejeitaram o relatório da CPMI que provava, à exaustão,  que Marconi Perillo era um dos braços direito da Organização de Cachoeira.O MPF vai receber os autos da CPMI e aí esse corrupto vai ver o que é bom para tosse.Obs: Os autos serão enviados para o MPF e não para o prevaruicador geral da República, quer por três anos escondeu as safadezas da dupla Marconi/Demóstenes Torres.
 
 
Diz mais o tucano c imbecil de Goiás:"O Brasil, que era a sexta economia do mundo, volta para a 7ª posição no PIB Mundial em 2012. Caiu porque o real se desvalorizou. O Banco Central, em seu último relatório de inflação do ano, revisou para baixo, de 1,6% para 1%, a previsão para o crescimento do PIB de 2012. Há um ano, previa expansão do PIB de 3,5%. O tal “PIBinho” já caiu (jocosamente) na boca do povo. Preocupada, a presidente quer, conforme suas próprias palavras, um “PIBão grandão” ano que vem. Sem investimento, pode ser. Precisa, portanto, fazer o dever de casa.
 
 
Ah! é? A economia do Brasil é a 7ª do mundo?Melhor assim. Jesus se esqueceu de dizer que no governo FHC o Brasil era a 10 economia do mundo e com com Lula-Dilma fica na faixa de 6º e 7ª.Jesus também se esqueceu de dizer que a média de crescimento da economia no governo FHC foi de 2,3% ao ano, enquanto no primeiro governo Lula foi de 3,5% ao ano, e, no último mandato, foi de 4,5% ao ano.Jesus se esqueceu também de dizer que a média da taxa de inflação no governo FHC foi de 9,25, enquanto no governo do PT foi de 6%.


Eu vou dizer um negócio:Esse tal de Jesus só não é mais estúpido porque no mundo não há mais espaço para ele.Esses tucanos pensam que o povo bem esclarecido é besta.É por isso que esses filhos da puta não ganham mais nada.
 
 

Os autoritários de hoje

 

 
O pensamento autoritário já viveu dias melhores no Brasil. Sua credibilidade já foi maior, e -suas ideias, mais consistentes. Seus -formuladores, mais respeitados e maior sua influência na vida nacional.
 
 
Se compararmos Oliveira Vianna, Azevedo Amaral, Alberto Torres e Francisco Campos, seus principais expoentes na República Velha e durante o Estado Novo, aos autoritários de hoje, a distância é abissal.
 
 
Seus sucessores contemporâneos são de dar pena. Salvo as exceções de praxe, faltam-lhes educação e estilo. Substituíram a disposição para o debate pela ofensa e a repetição de lugares-comuns. São ignorantes. O que os une aos antigos são as convicções que compartilham. A começar pelo que mais distingue o autoritarismo ideológico: a certeza de que a democracia pode ser boa no plano ideal, mas é irrealizável na prática. No mundo real, o povo seria incapaz de se governar e precisaria das elites para orientá-lo. Sem sua proteção paternal, se perderia.
 
 
Diferentemente do passado, muitos dos autoritários da atualidade se abrigam na mídia conservadora. Sem a proteção que recebem de seus veículos para falar alto e se exibir como valentes, não existiriam.
 
Mas há autoritários hoje no mesmo lugar em que, no passado, militaram vários: no Judiciário e cargos afins. Alberto Torres foi ministro do Supremo Tribunal Federal, Oliveira Vianna, do Tribunal de Contas da União, e Francisco Campos foi consultor-geral da República.
 
 
O julgamento do “mensalão” tem sido um momento privilegiado para conhecer o pensamento autoritário atual em maior detalhe. Seus representantes na mídia estão esfuziantes. O andamento do processo no Supremo Tribunal Federal foi melhor que a encomenda. No fundo, todos sabiam quão frágil era a denúncia montada pela Procuradoria-Geral da República.
 
 
A alegria de ver expoentes do “lulopetismo” condenados os enche de entusiasmo. Querem revidar em compensação a tudo que os entristeceu nos últimos anos. Quantas vezes foram forçados a se desdizer? Quantas projeções furadas fizeram? Quantos amigos na oposição tiveram de consolar?
 
 
Não tínhamos tido, até recentemente, a oportunidade de ver, com clareza, o autoritarismo existente no STF. Era um tribunal predominantemente discreto, que trabalhava longe dos holofotes. Vez por outra aparecia, mas para se pronunciar a respeito de questões específicas, ainda que nem sempre de maneira apropriada.
 
 
Agora, não. Fez parte do pacto da mídia conservadora com a Corte a mudança radical desse padrão. As luzes foram acesas, os microfones ligados e os repórteres postos a serviço. Tudo o que os ministros dissessem seria ouvido, registrado e divulgado, com pompa e fanfarras.
 
 
E eles se puseram a falar.
 
 
Ao longo do julgamento, à medida que liam seus votos, vimos quão parecidas são as ideias de quase todos com aquelas dos autoritários de cem anos atrás.
 
 
No mês passado, Luiz Fux aproveitou a visibilidade de orador na posse de Joaquim Barbosa na presidência do tribunal para apresentar algumas das suas. Tomemo-las como ilustração do que pensam por lá.
 
 
O discurso de Fux foi extraordinário. Até no que revelou da cumplicidade que se estabeleceu entre a mídia e o tribunal. É pouco provável que fosse tão assumidamente autoritário se não se sentisse amparado pelos correligionários na mídia.
 
 
Ficou famosa sua tortuosa formulação de que seria natural que o Judiciário se tornasse mais ativo, para intervir na “solução de questões socialmente controversas, como reflexo de uma nova configuração da democracia, que já não se baseia apenas no primado da maioria e do jogo político desenfreado”.
 
 
Parece que Fux imagina ter feito uma descoberta. Que haveria uma “nova configuração da democracia”, sabe-se lá o que isso seja, que exigiria deixar de lado o “primado da maioria” e o tal “jogo político desenfreado”.
 
 
Nada há, entretanto, de original no diagnóstico e no receituário. Antes dele, outros autoritários haviam chegado ao mesmo lugar. Todos, de antes ou recentes, têm a mesma aversão à vontade das maiorias. No fundo, acreditam que o povo não está “preparado para a democracia”. Que exige “homens de bem” para guiá-lo, livrando-o dos “demagogos”.
 
 
Todo autoritário é antidemocrático, quer frear o “jogo desenfreado”. E se imagina ungido da missão de fazê-lo, pela sua autoatribuída superioridade em relação ao cidadão comum.
 
 
Talvez por desconhecer de onde vêm as ideias que professa, Fux – e os que se parecem com ele – acredita estar sendo “novo”.
 
 
É tão velho quanto a Sé de Braga.


Marcos Coimbra

Rede Globo: Mentiras e Fingimentos

Esse é um furo do cumpadi Giovani, de O Cachete.
 
 
A Rede Globo nos proporcionou mais um festival de mentiras e fingimentos durante o show de final de ano de Roberto Carlos. Captado pela esposa de um amigo meu (Joelson Feliciano), ), apenas coloquei no video e coloquei as devidas observações... Essa Rede Globo não tem jeito!!!! E ainda tem quem acredite nela.... O Rodrigo Lombardi??? Ele é ator e está sendo pago para isso!!!!
 
 


Os tucanos querem paralisar o país

 
 
 
Esses tucanos corruptos nem trepam nem saem de cima.Esses bandidos tiveram oito anos para melhorar o Brasil e não fizeram nada, ao contrário, deixaram o país quebrado, indo de pires na mão para o FMI.Agora, como sabem que o Brasil está dando certo, fazem de tudo para prejudicar o governo.Essa possível ida do PSDB ao STF para deixar o Brasil sem orçamento é a prova cabal que eles temem o governo Dilma, que torcem contra o Brasil que está dando certo.Eu nunca vi o PT ingressar com ação para barrar orçamento de FHC, mesmo sendo um partido acusado de ser radical, de querer botar fogo no país.O PT entrou na Justiça contra o governo FHC, sim, mas  por causa da vendas lesivas de nossas estatais. Afora isso não se tem notícia de ação na Justiça ajuizada pelo PT para paralisar o país.



PSDB ameaça ir ao STF e deixar País sem Orçamento



Líder do PSDB na Câmara, deputado Bruno Araújo afirma que medida provisória preparada pelo governo para evitar paralisação de obras no início do ano, já que o Orçamento da União só será votado em fevereiro, é "descaminho" e "improviso" do Planalto e promete recorrer à Justiça "se for preciso"
 

Criador do site Gente que Mente mostra a cara

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Eduardo Graeff, que criou o site Gente que Mente para usar baixarias contra Dilma e o PT, agora deu para ser futurólogo.Graeff, que fez parte de um governo que quebrou o Brasil, mesmo vendendo as nossas estatais, mesmo fedendo o funcionalismo público, mesmo botando para quebrar nos aposentados(a quem chamou de vagabundos), mesmo aumentando os juros e a carga tributária, mesmo elevando a dívida pública, mesmo promovendo arrocho salarial, mesmo desmantelando as universidades públicas e enchendo o rabo das particulares, mesmo criando um PROER para socorrer bancos, usa o PiG para criticar o governo Dilma.Esse filho da puta tem mais é que enfiar o rabo na cloaca.Graeff fala de aparelhamento da máquina estatal como que o PSDB, que nomeou Roberto Freire, Raul Jungmann, Marco Maciel, Antero Paes de Barros, também não usasse desse expediente.Graeff critica Dilma por usar o BNDES para emprestar recursos aos pequenos, médios e grandes empresários, esquecendo-se que o governo corrupto de que fez parte usava o BNDES para emprestar á empresas que arremataram nossas estatais.o BNDES era bom no governo FHC:emprestava dinheiro para comprar as nossas estatais de depois levava fumo, como levou da AES.Notasse, pelo comentário de Graeff, que esse vagabundo tem saudade das privatizões, isso fica claro quando ele diz: "as hesitações sem fim do governo sobre privatizações de infraestrutura são uma consequência econômica visível desse impa"."Mas me aflige pensar nas oportunidades perdidas do país hoje e nos sacrifícios do povo amanhã se o intervencionismo atabalhoado levar a um desarranjo econômico mais grave.".Nada de novidade nisso, afinal, tucano só sabe privatizar e ser corrupto.



Leia, se tiver estômago, o texto desse tucano vagabundo.

As previsões do PiG

PT só vê reeleição de Dilma com crescimento de 4%


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Tem certas notícias que só servem para preencher espaço em jornal, revista ou em em site, blog.A notícia a seguir é uma dessas.Ainda faltam dois anos para a eleição de 2014 mas o PiG já faz previsões desastrosas em relação ao governo Dilma.Em primeiro lugar, a chamada do PiG já começa errada. O PT vê o quê? Que Dilma vai crescer apenas 4% ou que a economia tem que crescer 4%.Depois, quem no PT tem autoridade ou bola de neve para prever o que vai ocorrer em 2014?
 
 

Vamos à matéria:

                       

"Preocupada com o pífio desempenho da economia nos últimos dois anos, a presidente Dilma Rousseff inicia a segunda metade de seu mandato, a partir de 1º de janeiro, com a difícil tarefa de fazer o governo andar, recuperar a confiança dos investidores e soldar a base aliada, hoje com fraturas expostas. No ano em que o PT completa uma década no comando do País, a cúpula do partido avalia que a reeleição de Dilma, em 2014, depende de um crescimento de, no mínimo, 4%.

“Nós não podemos perder 2013”, disse o senador Jorge Viana (PT-AC), ex-governador do Acre. “(O ano de) 2012 foi muito ruim e precisamos dar uma dinâmica ao governo agora, para criar o ambiente que vai deslanchar o processo (da reeleição). Todos nós sabemos que é necessário acelerar o Programa de Aceleração do Crescimento”, emendou ele, usando um trocadilho para se referir ao PAC.Jorge Viana, mais uma vez, mete o bico onde não é chamado, isso já virou moda.Ora, pelas pesquisas de opinião, mesmo com esse PiG anunciado pelo Banco Central, Dilma vencerá facilmente a eleição de 2014.Então, por que será condição sem a qual não acelerar o crescimento para vencer a eleição.É verdade, Dilma terá muito mais(muito além do que já tem) de vencer a eleição de 2014 com um crescimento maior, mas isso não implica dizer que ela só vencerá a eleição se o Brasil crescer 4%.

Dilma afirma que fará “o possível e o impossível” para o País crescer 4% ao ano. Estimativas do Banco Central, porém, indicam expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 1%, em 2012. A previsão acendeu a luz amarela no Palácio do Planalto.

Na seara política, as angústias do PT se concentram no impacto do julgamento do mensalão e nos desdobramentos da Operação Porto Seguro, que chegou ao gabinete da Presidência em São Paulo e à Advocacia-Geral da União. No Planalto e no partido, petistas preveem mais ataques na direção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no rastro das denúncias do empresário Marcos Valério, que o acusou de receber dinheiro do mensalão.O PiG sabe muito bem que o mensalão já foi julgado ttês vezes pela sociedade, se é assim, não adianta ficar requentando um escândalo que já foi julgado pela população.A Operação Porto Seguro, pelo menos até agora, não surtiu o efeito desejado pelo PiG.As pesquisas dizem isso.
 

DESAGRAVO
 

- Com esse diagnóstico, o PT prepara um grande ato de desagravo a Lula para fevereiro, quando o partido fará 33 anos. A iniciativa faz parte do cronograma para “vender” as conquistas dos dez anos do PT à frente da Presidência e se contrapor à agenda negativa do julgamento do mensalão e outros escândalos, como o da Porto Seguro.

“Vamos para a ofensiva. Se tem uma coisa que unifica todo mundo do PT e da esquerda é defender Lula e seu legado”, afirmou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “Lula nunca deixará de ser garoto-propaganda de Dilma. Os dois estão colados”, insistiu o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. “Engana-se quem pensa que pode acabar com ele para enfraquecer a presidente e destruir nosso projeto. Nós vamos pôr a realidade nos trilhos.”

A outra frente de preocupação do Planalto está nos movimentos do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Presidente do PSB, partido da base de apoio governista, Campos dá sinais de que poderá enfrentar Dilma na disputa pela Presidência. Sua decisão, porém, está vinculada à economia. Se o cenário estiver melhor e Dilma mantiver a alta popularidade, Campos adiará seus planos. Caso contrário, tem tudo para comandar o racha da aliança.Eduardo Campos  é um merda, seu governo é bem avaliado graças à Lula, que inundou este estado de obras e indústrias. Qualquer pernambucano sabe disso.


“Vivemos um período de Tensão Pré-Eleitoral”, resumiu o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), ao prever um 2013 de “muitas turbulências”. Partido do vice-presidente Michel Temer, o PMDB tem certeza de que o PSB de Campos quer puxar sua cadeira. Em público, no entanto, os peemedebistas só falam no receituário para “destravar” os nós do governo e tirar projetos da prateleira.

“Parece que está faltando um gerentão em cada área”, admitiu Raupp. “São entraves burocráticos e, enquanto não se resolvem, o Brasil fica patinando, sem crescer, por falta de infraestrutura.Se está faltando um gerentão por que o PMDB não indica um desses corruptos que está abrigado nesse partido fisiologista?

A presidente diz que 2013 será um ano de “grandes batalhas” e uma delas consiste em vencer a briga com Estados não produtores de petróleo para, no futuro, destinar 100% dos royalties do pré-sal à educação. “Estou vendo um final de governo com economia em declínio, denúncias e cisões na base aliada”, provocou o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). “O crepúsculo só é bonito na natureza. Na base do governo, não.”Pronto! Até os tucanos que vivem apanhando do PT agora tentam fazer previsões sombrias.Podem fazer, em 2006 fizeram, em 2010 fizeram e em 2012 fizewram e quebraram a cara.

Cotado para assumir a presidência da Câmara a partir de fevereiro, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB pôs água na fervura. “Em 2010, foi Lula que articulou a eleição de Dilma, mas agora é diferente. A partir de 2013, ela vai costurar acordos, agregar correligionários, parceiros e isso vai ensejar uma nova relação política”, apostou Alves.


Fonte: Agência Estado

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Tucanos e imprensa atacam, mas Lula e Dilma têm como reagir

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Primeiro, a imprensa de mercado resolveu taxar o caso do “mensalão” como o “maior escândalo de corrupção da história do Brasil”. O que é uma mentira, sobremaneira. Escândalos de corrupção como o do Banestado, do bicheiro Carlinhos Cachoeira e, sobretudo, o da Privataria Tucana são, por si só, muito maiores, no que diz respeito ao volume de dinheiro desviado, bem como o número de pessoas consideradas importantes na sociedade, tanto na esfera pública quanto na privada.


Os porta-vozes do PSDB, os barões da imprensa, assumiram, de fato, a oposição ao Governo trabalhista e perceberam que, por intermédio do “mensalão” — o do PT — teriam um trunfo para usar como instrumento para combater politicamente o PT e principalmente o ex-presidente Lula e por isso, desde 2005, nunca arrefeceram um milímetro sequer sobre o caso, o que, inquestionavelmente, serviu de manchetes no decorrer de sete anos.



Afinal é o único trunfo da direita brasileira, que, concomitantemente, “esqueceu-se” do mensalão original — o do PSDB —, da famosa lista de Furnas e do banqueiro Daniel Dantas, aquele que foi preso duas vezes e por duas vezes beneficiado com dois habeas corpus concedidos, em 48 horas, pelo condestável juiz Gilmar Mendes. Um recorde mundial que deveria ser reconhecido pelo Guinnes Book.



Contudo, a questão não é essa. O que está, realmente, em jogo é a eleição de 2014 e para isso a direita, os conservadores precisam, antes de tudo, enlamear os nomes de políticos ou de autoridades do PT, como, por exemplo, personalidades históricas do partido, a exemplo de José Dirceu e José Genoíno, pessoas que militam no campo da esquerda e que participaram da luta armada, bem como cooperaram, efetivamente, com a luta política, nas últimas três décadas, para que o maior líder político e trabalhista deste País e reconhecido internacionalmente conquistasse a cadeira da Presidência da República.



A direita não tem voto suficiente para vencer as próximas eleições presidenciais. Não tem como, por causa dos altos índices de aprovação da presidenta Dilma Rousseff e do mentor de sua candidatura, o ex-presidente Lula, que, em um processo raro de acontecer na política, transferiu dezenas de milhões de votos para a candidata do trabalhismo, palavra esta que, desde os tempos de Getúlio Vargas, causa mal-estar, urticárias e extrema irritação àqueles que, sobremaneira, sabem que os trabalhistas tem voto, pois historicamente apresentam ao povo e colocam em prática seu programa de Governo e projeto de País, coisa que a direita reacionária, rancorosa, violenta, preconceituosa e elitista nunca teve, não tem e jamais terá. Porque a direita é o que é, como o escorpião sempre vai ser escorpião. Ponto.


Entretanto, o que mais me chamou a atenção nesse processo draconiano é que no julgamento do “mensalão” a imprensa corporativa e privada deixou claro que seu alvo, mais do que o ex-ministro José Dirceu, é o presidente Lula. Os sintomas sobre o que afirmo são evidentes, e, sem sombra de dúvida, efetivou-se nos jornais conservadores no caso dos irmãos Vieira e da Rosemary Noronha, funcionários de terceiro escalão e que cometeram malfeitos para amealharem vantagens monetárias e até mesmo, ridiculamente, ser agraciada, no caso de Rosemary, com bilhetes para ter acesso, gratuitamente, a shows.



Os barões da imprensa e seus asseclas que fazem o papel da oposição partidária (PSDB, DEM e PPS) superdimensionaram esses acontecimentos com a finalidade de atingir o único líder brasileiro de prestígio internacional e que está com os braços cansados de tanto receber de entidades, de órgãos diversos, de universidades e, sobretudo, dos governos troféus, comendas e homenagens por sua atuação como presidente de República, que efetivou ações que revolucionaram o Brasil em todos os sentidos e segmentos da sociedade e da economia. Os números e índices econômicos e sociais estão aí para quem duvida ou simplesmente quer saber. Basta acessar o sítio do Ministério da Fazenda e de todas as estatais que estão envolvidas com o desenvolvimento do Brasil. Ponto.



A direita é esperta e não dá ponto sem nó. De forma alguma. Afinal, os donos dos meios de produção e seus representantes no Governo, no Congresso, no Judiciário e a imprensa burguesa dominaram o poder central a maior parte do tempo nesses cinco séculos de história do Brasil. Para fazer o contraponto aos trabalhistas, esses setores apostam na escandalização do processo político, bem como em sua criminalização, enquanto o Judiciário fica a cargo, obviamente, da judicialização.



Além disso, a imprensa historicamente golpista se encarrega de dar voz a esses segmentos de poder, bem como desqualificar os a política e os políticos que são eleitos pela população. Certamente, existem políticos corruptos. Todo segmento social os têm, inclusive a imprensa, como ficou evidente no caso do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que, na verdade, atuava como editor e pauteiro da “Época” e principalmente da “Veja”, que tiveram seus editores-chefes, em Brasília, gravados pela Polícia Federal, que considerou que tais jornalistas estavam envolvidos com malfeitos e até mesmo com as sucessivas tentativas de derrubar mandatários.



Autoridades eleitas como o governador do DF, Agnelo Queiroz. Cachoeira, seus espiões e os editores das revistas boicotaram ou sabotaram o Governo trabalhista de Dilma Rosusseff, que demitiu ministros sem culpa no cartório, a exemplo do ministro dos Esportes, Orlando Silva. Uma sucessão de crimes, conforme a PF e a CPMI do Cachoeira, que não deu em nada, porque o deputado petista, Odair Cunha, amarelou, colocou o saco na viola e todos os envolvidos com os supostos crimes, inclusive o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, correram para abraçar a galera. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.



Todavia, a verdade é que os tucanos estão divididos, mas os ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso, lançou o senador Aécio Neves à Presidência. FHC — o Neoliberal — vendeu o Brasil, mas sabe que vencer Dilma Rousseff vai ser muito difícil. Para isso, ele entendeu que antecipar a corrida presidencial é necessário porque Aécio Neves é desconhecido da maioria da população. Além do mais, Fernando Henrique e os barões da imprensa paulista sabem muito bem que apesar do estardalhaço das manchetes sobre o “mensalão” o PT não deixou de conquistar as principais prefeituras do País, inclusive a de São Paulo.


Mais do que isso, os petistas vão governar um número maior de cidadãos brasileiros. A direita sabe disso, apenas não publica e não mostra na televisão. Por isso, a tentativa de popularizar o nome de Aécio Neves, pessoa mais conhecida por suas peripécias de playboy do que propriamente por ser um político preocupado com o desenvolvimento do Brasil e do povo brasileiro. O PSDB, a direita em geral e a imprensa de mercado se recusam a pensar o Brasil. A verdade é que essa gente se preocupa mesmo com seus interesses pecuniários e em manter o status quo garantido pelo establishment a ferro e a fogo, até mesmo pela força das armas, como ocorre nas invasões dos países ricos nas terras dos países pobres.



O trabalhista Lula, tal qual à direita, sabe também como a banda toca nesses pagos tropicais. Por isso, o fundador da CUT e do PT acenou com a reedição das Caravanas da Cidadania. Todos nós sabemos e também compreendemos — se não formos tão reacionários no diz respeito à verdade e à realidade —, que para enfrentar campanha sistemática tão insidiosa e repetidas vezes infame do sistema midiático capitalista é necessário fazer o contraponto, ou seja, estabelecer parâmetros para que se possa enfrentar a propaganda negativa irradiada pela direita herdeira da escravidão. E a propaganda em prol de Lula, de Dilma e do PT e exatamente as realizações e as conquistas de seus governos democráticos e republicanos, que jamais, em hipótese alguma, mandaram as forças de segurança bater nos trabalhadores, organizados ou não. Ponto.

E como fazer com que as informações sobre as realizações dos governos trabalhistas cheguem as ouvidos e aos olhos do povo? Por intermédio de propaganda governamental no próprio sistema midiático privado, bem como pelas Caravanas da Cidadania, que permitirão que o presidente Lula fale diretamente com a população, de município em município e, dessa maneira, explicar o que está a acontecer no âmbito de Brasília onde o PT e o Governo trabalhista e próprio Lula travam uma luta sem trégua levada à cabo pelos órgãos estatais e privados de supremacia e hegemonia retratados no STF, na PGR e na imprensa alienígena, que nunca teve, não tem e nunca terá compromisso com o Brasil e seu povo.

CARAVANAS DA CIDADANIA: CONTATO COM O POVO E EXPLICAR OS FATOS.
É assim, meu caro, que a banda toca. Lula compreende o que está a acontecer neste País. Quem conhece a história do Brasil também sabe o que está a acontecer e o que tem de fazer para impedir a concretização de um golpe de estado de direita. Afinal, conhecemos a história do grande presidente trabalhista João Goular, que quando anunciou as reformas de base sacramentou, inclusive, a sua morte, porque somente permitiram que ele entrasse no Brasil dentro de um caixão, no ano de 1976.



Sobre Getúlio, não é necessário comentar, afinal todos sabemos o que a direita entreguista e golpista fez com o estadista gaúcho que é o criador do Brasil moderno. Que leia a história quem duvida. Todavia, ressalto que não seria de bom alvitre ler a história do Brasil por intermédio das cabeças “pensantes” dos golpistas de direita aboletados no Instituto Millenium. Seria, digamos, um contrassenso; na verdade uma inenarrável estupidez.



A direita está desesperada, e o desespero leva à violência e à quebra da legalidade constitucional e da estabilidade institucional. E é exatamente isto que os conservadores desejam e querem. Só que o Brasil não é Honduras ou o Paraguai. Lula sabe disso, bem como a sociedade civil organizada que o apoia. Realidade que Jango e Getúlio não vivenciaram, infelizmente. A esquerda tem de reagir. O PT também. O estado democrático de direito não comporta arroubos anticonstitucionais. Os juízes do STF e o procurador-geral da República têm de serem eleitos e com mandatos de oitos anos, como os senadores. “A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia, não haverá alegria” (Cazuza). É isso aí.

A boquinha de Plínio de Arruda Sampaio

 

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Ruth Escobar dizia com muita propriedade:para a pessoa posar de vestal tem que ter cabaço.Pelo jeito, Plínio de Arruda Sampaio não tem.Plínio só sabe criticar os outros, mas não olha seu póprio rabo.
 
 
 
 

A Turma da Pesada

Millenium, o encontro da turma do contra

 

Lula foi um ótimo presidente, mas também fez uma porção de cagada.Nomeou Procuradores-Gerais da República e ministros do STF para  conspiraram contra seu governo e macular a sua biografia, confiou em deputado traidor e nomeou jornalista de direita para fazer parte de seu governo.Eugênio Bucci é um desses jornalistas pilantras que entrou no governo com o intuito de prejudicar o governo Lula.Ouvi comentários que, na data da eclosão do mensalão, Eugênio Bucci usou a RADIOBRAS para criticar o governo.
 
.Edição 247:
 

Eurípedes (Veja), Bucci (Estadão), Sardenberg (TV Globo), Merval (O Globo), Villa (Globonews e outros) e Fiuza (Época) são alguns dos nomes conhecidos na imprensa que fazem parte do Instituto Millenium, centro de pensamento liberal que diz defender a liberdade e o estado de direito no país. Se dizem liberais, mas nenhum faz ressalvas à oligopolização da mídia. Dez entre dez artigos do instituto veem guerra ideológica em cada esquina brasileira. Nos últimos meses, eles estão ainda mais raivosos. O que esperar para 2013?

 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A Folha tenta se explicar

 

 

 

 
Nos três momentos mais importantes da história brasileira, a mídia estava do lado golpista, do lado das elites, contra o povo e a democracia. Entre eles, o jornal dos Frias, um dos que mais tem a esconder do seu passado e do seu presente. Uma funcionária da empresa há 24 anos, que fez sua carreira totalmente na Folha, que já ocupou vários cargos na direção na mesma, escreveu uma espécie de história ou de justificativa da empresa. O livrinho tem o titulo "Folha explica Folha". Mas poderia também se intitular Folha tenta se explicar, em vão. O artigo é de Emir Sader.




 
Os órgãos da imprensa brasileira não podem fazer suas histórias, tantos são os episódios, as posições, as atitudes indefensáveis deles ao longo do tempo. Suas trajetórias estão marcadas pelas posições mais antipopulares, mais antidemocráticas, racistas, golpistas, discriminatórias, de tal forma que eles não ousam tentar contas suas histórias.

Como relatar que estiveram sempre contra o Getúlio, pelas políticas populares e nacionalistas dele? Como recordar que todos pregaram o golpe de 1964 e apoiaram a ditadura militar, em nome da democracia? De que forma negar que apoiaram entusiasticamente o Collor e o FHC e fizeram tudo para que o Lula não se elegesse e se opuseram sempre a ele, por suas políticas sociais e de soberania nacional? Nos três momentos mais importantes da história brasileira, a mídia estava do lado golpista, do lado das elites, contra o povo e a democracia.

Entre eles, o jornal dos Frias, um dos que mais tem a esconder do seu passado e do seu presente. Uma funcionária da empresa há 24 anos, que fez sua carreira profissional totalmente na empresa, sem sequer conhecer outras experiências profissionais, que já ocupou vários cargos na direção da empresa, decidiu – ou foi decidida – a escrever uma espécie de história ou de justificativa da empresa dos Frias.

O livro foi publicado numa coleção da empresa. A funcionária se chama Ana Estela de Sousa Pinto e o livrinho tem o titulo Folha explica Folha. Mas poderia também se intitular Folha tenta se explicar, em vão.

Livro mais patronal, não poderia existir, até porque quem o escreve não tem a mínima isenção para analisar a trajetória da empresa da qual é funcionária. Começa com uma singela apresentação histórica das origens da empresa. De resgatável, uma citação do editorial de apresentação do primeiro jornal da empresa, que se diz como um jornal “incoerente” e “oportunista”, numa visão premonitória do que viria depois. Nada do que é relatado considera a historia como elemento constitutivo do presente. São informações juntadas, num péssimo estilo de historiografia que não explica nada.

Logo no primeiro grande acontecimento histórico que a empresa vive, sua natureza política já aflora claramente: apoio a Washington Luís e oposição férrea a Getúlio, tudo na ótica que perduraria ao longo do tempo: “a defesa dos interesses paulistas” ou do interesse das elites, revelando a função da imprensa paulista: passar seus interesses pelos de São Paulo.

Naquele momento se tratava de defender os interesses da lavoura do café. Para favorecer aos fazendeiros em crise, a empresa aceitava o pagamento de assinaturas em sacas de café, revelando o promiscuidade entre jornal e o café.

De forma coerente com esse anti-getulismo em nome dos interesses de São Paulo, a empresa se alinha com a “Revolução Constitucionalista” de 1932, contra a “ditadura inoperante, obscura e inepta em relação ao Estado de São Paulo”. O estado é sempre a referência, sinônimo de progresso, de liberdade, de democracia. O anti-getulismo é visceral: “O diretor Rubens Amaral levava seu anti-getulismo ao extremo de impedir que os filhos saíssem de casa quando o ditador (sic) visitava São Paulo. ‘Dizia que o ar estava poluído”, conta sua filha mais velha.”

Esse elitismo paulistano fez, por exemplo, que o Maracanaço de 1950 só fosse noticiado na terça-feira, na pagina 4 do caderno “Economia e Finanças”.

A autora tenta abrandar as coisas. Afirma que “A posição da Folha foi oscilante ao abordar o governo de João Goulart (1961-64) e a ditadura que o sucedeu.” Mentira, o jornal fez campanha sistemática pelo golpe militar.

Bastaria ela ter se dado ao trabalho de ler os jornais daquela época.

Encontraria, por exemplo, no dia 20/3/1964, a manchete: “São Paulo parou ontem para defender o regime”. E, ainda na primeira pagina: “A disposição de São Paulo e dos brasileiros de todos os recantos da pátria para defender a Constituição e os princípios democráticos , dentro do mesmo espírito que dito a Revolução de 32, originou ontem o maior movimento cívico em nosso Estado: “Marcha da Família, com Deus, pela Liberdade”. E vai por aí afora, reproduzindo exatamente as posições que levaram ao golpe. Editorial de primeira página vai na mesma direção.

Bastaria ler alguns dos jornais desses dias e semanas, para se dar conta da atitude claramente golpista, mobilizadora a favor da ditadura militar, pregando e enaltecendo as “Marchas”. Nenhuma oscilação ou ambiguidade como, de maneira subserviente, a autora do livrinho sugere.

A transformação da Folha da Tarde num órgão diretamente vinculado à ditadura militar e a seus órgãos repressivos, o papel de Carlos Caldeira, sócio dos Frias, no financiamento da Oban, assim como o empréstimo de veículos da empresa para dar cobertura à ações terroristas da Oban, são coerentes com essas posições.

De Caldeira, ela não pode deixar de mencionar que “tinha afinidade com integrantes do regime militar e era amigo do coronel Erasmo Dias”. “Caldeira não era o único com conexões militares. Na redação da empresa havia policiais civis e militares, tanto infiltrados como declarados – alguns até trabalhavam armados.”

Sobre o empréstimo dos carros à Oban, a autora tenta aliviar a responsabilidade dos patrões, mas fica em maus lençóis. Há os testemunhos de Ivan Seixas e de Francisco Carlos de Andrade, que viram as caminhonetas com logotipos da empresa estacionadas várias vezes no pátio interno na fatídica sede da Rua Tutoia. Só lhe resta o apelo às palavras do então diretor do Doi-Codi, major Carlos Alberto Brilhante Ustra – condenado pela Justiça Militar como torturador - que “nega as afirmações dos guerrilheiros”. Bela companhia e testemunha a favor da empresa dos Frias, que a condena por si mesma.

Já um então jornalista da empresa, Antonio Aggio Jr. “reconhece o uso de caminhonete da empresa por militares, mas antes do golpe”. Dado o precedente, ainda na preparação do golpe, nada estranho que isso tivesse se sistematizado já durante a ditadura. Fica, portanto, plenamente caracterizado tudo o que diz Beatriz Kushnir no seu indispensável livro “Caes de Guarda”, da Boitempo, significativamente ausente da bibliografia do livro, sobre a conivência direta da empresa dos Frias na ditadura, incluído o empréstimo das viaturas para a Oban.

Editorial citado confirma a posição da empresa: “É sabido que esses criminosos, que o matutino (Estado) qualifica tendenciosamente de presos políticos, mas que não são mais do que assaltantes de bancos, sequestradores, ladrões, incendiários e assassinos, agindo, muitas vezes, com maiores requintes de perversidade que os outros, pobres-diabos, marginais da vida, para os quais o órgão em apreço julga legítimas toda promiscuidade.” (30/6/1972)

Assim os Frias caracterizam os que lutaram contra a ditadura. Fica plenamente caracterizado que a empresa estava totalmente do lado da ditadura, reproduzindo os seus jargões e a desqualificação dos que estavam do lado da resistência.

Passando pelo apoio ao Plano Collor, a empresa saúda a eleição de FHC como a Era FHC, com um caderno especial, assumindo que se virava a pagina do getulismo, para que o Brasil ingressasse plenamente na era neoliberal. Do anti-getulismo a empresa passou diretamente para o anti-lulismo – posição que caracteriza o jornal há tempos -, sempre em nome da elite paulista. A Era FHC acabou sem que o jornal tivesse feito sequer uma errata e nem se deu conta que a nova era é a Era Lula.

A decadência da empresa não consegue ser escondida. Depois de propalar que tinha chegado a tirar 1.117.802 exemplares em agosto de 1994, 18 anos depois, com todo o aumento da população e da alfabetização, afirma que tira pouco mais de 300 mil, para vender muito menos – incluída ainda a cota dos governos tucanos.

Ao longo dos governos FHC e Lula, a empresa foi sendo identificada, cada vez mais, com órgão dos tucanos paulistanos, seus leitores ficaram reduzidos aos partidários do PSDB, sua idade foi aumentando cada vez mais e o nível de renda concentrado nos setores mais ricos.

A direção do jornal, exercida pelos membros da família Frias nos seus cargos mais importantes, tendo a Otavio Frias Filho escolhido por seu pai para sucedê-lo, cargo que ocupa já há 18 anos, por sucessão familiar.

Apesar de quererem explicar a Folha, a impossibilidade de encarar com transparência sua trajetória, o livro se revela uma publicação subserviente aos proprietários da empresa, oficialista, patronal, que reflete o nível a que desceu a empresa ao longo das duas ultimas décadas.

Globo expulsa pobres do noticiário no Natal


Para fazer cenário em novela na ficção, catadores pobres do lixão servem na TV Globo. Mas no dia em que eles foram a notícia boa do dia, com a presença da Presidenta da República, o Jornal Nacional expulsou os pobres do noticiário.

Sexta-feira cedo a presidenta Dilma participou da festa de Natal dos catadores de recicláveis e da população em situação de rua, continuando a tradição criada pelo presidente Lula desde 2003.

O Jornal Nacional não deu nenhuma notinha. Imagina se a Rainha da Inglaterra passasse o Natal com um grupo de pobres do Reino Unido se não seria noticiado lá (aliás aí a Globo acharia que seria notícia).

Apoio a Lula



O mau humor da emissora talvez seja porque aquela gente pobre mostrou irrestrita solidariedade ao presidente Lula, mesmo ele não estando lá em pessoa desta vez. Não sei não, mas acho até que o presidente não foi porque, se fosse, os jornalistas da imprensa "rola-bosta" só ia falar em crise, em vez de falar da festa de Natal dos trabalhadores na reciclagem e cidadãos em situação de rua em busca de encontrarem também um caminho melhor na vida.

Catador agora tem cartão do BNDES



O "S" do BNDES se fez presente. As cooperativas e associações de catadores que já tinham crédito e apoio desde o governo Lula, agora tem cartão do BNDES, o mesmo que empresas bacanas também tem.

Ex-moradores de rua no "Minha Casa, Minha Vida"

Outra boa notícia é que tem muita gente deixando de ser população de rua e conseguindo a moradia própria no programa "Minha Casa, Minha Vida". É sinal de que o programa está chegando também a quem mais precisa, e que há cada vez mais brasileiros saindo da exclusão e vivendo com dignidade, alcançando um padrão de vida melhor, que todo cidadão tem que ter.Os Amigos do Presidente Lula

Mais um erro formal do PSDB:Dias reconhece não ter sido 100% transparente

Edição 247:
 
 
Como é sabido, tucano não rouba, apenas comete erro formal.Àvaro Dias, devedor contumaz de pensão alimentícia, segue a risca o lema dos tucanos corruptos.
 

 

Álvarogate:o silêncio do PiG

 
 
 
Curioso que o PiG( Folha, Uol, IG, Terra, o Estadão, a Veja, a Época, Correio Brasiliense, JB O Globo) é  tão rápido quando é para publicar matéria contra Dilma, Lula e o PT não escreveu uma linha sobre a fortuna de Álvaro Velhaco Dias nem tampouco sobre a ação movida contra ele pela filha com o fim de receber R$ 16 milhões de pensão alimentícia atrasada.E ainda tem idiota que acredita que o PiG é refém da verdade.

Eugênio Bucci afirma que Lula ultrajou os jornalistas


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Não conheço esse tal de Eugênio Bucci, a informação que tenho é que ele foi presidente da Radiobrás no governo Lula( deve ter sido um péssimo administrador, só isso justifica o fato de ele ter deixado o cargo no governo e sai atirando).

 
Pois bem.Bucci afirma em artigo que os jornalistas de brios, honrados, foram ultrajados porque Lula disse que eles só sabem investigar político e que, por serem bem remunerados, poupam os banqueiros.


Os jornalistas foram ultrajados por Lula? Quais foram esses jornalistas? Reinaldo Azevedo, Ricardo Noblat, Guilherme Fiúza, Cláudio Humberto, Policarpo Caneta, Merval Pereira, Eliane Tucanheide, Dora Kramer, Míriam Leitão, José Neumane Pinto, Diego Esgoteguy, Jamildo Melo, Ana Lúcia Andrade, Josias de Souza, Fernando Rodrigues? Só sendo brincadeira! Em que país Eugênio Bucci vive?


Após uma série de baboseiras, Eugênio Bucci saiu com esssa pérola:
 
 
"A imprensa pode perfeitamente brigar com os anunciantes, sejam eles estatais, governamentais ou privados. Ela pode até perdê-los. O que ela não pode perder é a confiança do leitor, a sua confiança, que vale mais que banco, mais que ouro. A boa imprensa, aquela que realmente conta, é refém apenas da verdade".
 
 
O PiG brigar com anunciantes?

 
O PiG briga tanto com os anunciantes que a Folha, o Estadão, a Veja não publicam uma matéria contra os governos tucanos.Se publicarem, no outro dia perdem a boquinha.Para evitar isso, o PiG é bem remunerado.O PiG só briga com anunciantes quando é o PT que está no governo, porque é um partido composto por covarde, que não tem coragem de secar a fonte do PiG.
 
 
A imprensa refém apenas da verdade? Meu Deus! o cara endoidou. A verdade do PiG é destruir reputações, mentir, distorcer fatos, omitir outros tantos, requentar matéria com o fim de atingir Lula, Dilma e o PT.


Conta-se no dedo a imprensa que é refém da verdade.
 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal para todos

Feliz Natal para todos! Para as mulheres desejo paz, saúde e prosperidade, para os homens desejo muita cahaça, muita mulher e o bicho de pé.




Gilvan Freitas

Mais uma homenagem ao velhaco Álvaro Dias

Este é o primeiro vídeo que produzo.Não ficou um primor de vídeo, mas também não ficou tão ruim.


Homenagem ao velhaco:pague meu dinheiro

Veja o tipo de leitor de Veja

 
 
 
Um leitor de Veja, de nome Behaviorista , assim escreveu no site Brasil 247:
 
 
Hummm ! O chapa branca 247 do Attuch centrando fogo no Álvaro Dias. Aí tem. Acho que o senador andou atirando no que viu e acertando no que ainda não viu. E como, com certeza, vai acabar descobrindo, é melhor arranjar (ou inventar) munição contra ele. É. O lulopetismo, apesar de incompetente nas estratégias, é rápido no ataque.É brincadeira, um filho da puta que nem sequer se identifica jogando nas costas do lulopetismo as safadezas de Álvaro Velhaco Dias.Ora, imbecil, vai cobrar de Cláudio Humberto, um dos jornalistas que vive a soldo da Organização Cachoeira, o motivo da denúncia, afinal, foi ele quem divulgou a encrenca em que Botox Dias está metido.É esse tipo de gente que foi ouvido pelo IBOPE sobre a atuação do STF no processo do mensalão.Vai sifu, FDP, procura uma melhor fonte de leitura.

O IBOPE e o leitor da Veja

 
 
 
Veja, Aécio Neve estão gozando de alegria por conta da atuação do STF no processo do mensalão.Não é para menos, um Tribunal que deixou de julgar um processo(mensalão tucano) cujos fatos ocorreram há mais de 14 anos para julgar o processo do mensalão petista só pode ser cortejado, bajulado pelos golpistas. Eu quero ver a Veja e Aécio Neves vibrarem se um dia vier a ser julgado o mensalão tucano, o que eu duvido muito, já que a maioria dos ministros do STF entrou em conluio com o PiG e a oposição não para fazer justiça, mas para condenar o PT.Para completar, o IBOPE faz uma pesquisa e incluiu a opinião do povo sobre a atuação do STF no processo do mensalão, num nítido esforço para aumentar a crise entre o Poder Legislativo e o Poder Judiciário.Dado curioso na pesquisa do IBOPE é que só os ricos(60% dos entrevistados) aprovam a atuação do STF no processo do mensalão, o que prova que só os ricos, cuja leitura de cabeceira é a Veja e o telejornal preferido é o JN, aprovam um Tribunal que é pautado pelo PiG e pela opinião publicada.Enquanto a Veja aplaude o STF, Daniel Dantas, Cachoeira, Fernando Cavendish, Cícero Lucena, Marconi Perillo, Cássio Cunha Lima, Paulo Preto, Eduardo Azeredo, Efraim Morais, Yeda Crusius, Antônio Carlos Lereia, Mário Couto continuam soltos.

Ávaro Botox Dias além de velhaco é sonegador

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Não bastasse ser um velhaco, Álvaro Dias também é sonegador.

 
 
Senador tucano Álvaro Dias acumulou e escondeu um patrimônio milionário, agindo como o personagem das histórias em quadrinhos; valor decorrente da suposta venda de uma fazenda não foi declarado à Justiça Eleitoral; eram mais de R$ 6 milhões e com esses recursos ele construiu cinco mansões em Brasília, avaliadas em R$ 16 milhões; hoje, é este o valor demandado pela filha que ele não quis reconhecer