"As declarações do procurador-geral da República na edição de hoje da Folha de S.Paulo deixam claro, mais uma vez, que nunca houve provas contra mim na Ação Penal 470, julgada pelo Supremo Tribunal Federal", escreveu o ex-ministro José Dirceu em seu blog. Na entrevista, o procurador-geral da República disse que "em nenhum momento nós apresentamos ele (Dirceu) passando recibo sobre uma determinada quantia"
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Tucano bandido ataca blogueiro Enio Barroso
Esse cidadão que covardemente agrediu o cumpadi Enio Barroso, do Blog O PTrem das Treze merece levar umas porradas, merece cadeia para nunca mais atacar uma pessoa de bem.Enio foi um dos primeiros blogueiros a visitar meu blog, sentia-me um privilegiado quando Enio comentava no Terror do Nordeste, Enio, sempre com seu viés bem humorado, nunca desejou mal a nenhum de seus desafetos políticos, nunca esculhambou ninguém, o negócio de Enio era brincar, vivia rindo das bobagens que eu escrevia(nas primeiras postagens desse blog eu gostava muito de escrever, reproduzir bobagem(Enio deve estar lembrado do tal Biu das Quengas). Foi com este espírito de zoar com as "desgraças" dos outros que tive a felicidade de manter contato virtual com Enio, que chegou a disponibilizar estadia para mim se acaso eu fosse para um dos Congresso dos Blogueiros.Motivos particulares ou talvez cansaço com a blogosfera fizeram com que eu me afastasse do O PTrem das Treze(Enio, mas de quando em vez eu passo por lá, viu?) e Enio se afastasse do Terror do Nordeste.Pois bem, foi esse homem integro, brincalhão, um pai de família querido, admirado pela blogosfera lulopetista e por políticos de nomeada que esse filho da puta chamado Santis resolveu atacar.Esse covarde safado, bandido, lambedor dos colhões de Serra e de FHC não tem coragem de dizer na minha frente o que disse ao amigo Enio.Enio, não ligue, não, você é muito maior que esse ser abjeto que lhe atacou, esse cara merece desprezo e cadeia para nunca mais vomitar preconceito contra uma pessoa de bem.
"Ricardo de Santis
O Sr.
esteve neste meu blog "PTrem das Treze" no dia 29 de outubro de 2012 onde postou
às 19:35 h. o seguinte "comentário":
"
Velho... deus sabe o que faz.... te deixou manco por tanta merda que fala ! O
pior é seu discurso de idiota puxa saco de plantão... espero que morra logo
!"
conforme
este link: AQUI
Te esclareço que NÃO SOU "MANCO". Sou sim cadeirante e não ando já há 4 anos devido ser eu acometido de Distrofia Muscular Progressiva, doença degenerativa e sem cura ou tratamento que tornou-se para mim a minha melhor amiga, apesar de saber que ela me levará SIM à morte mais cedo do que eu poderia esperar. Mas EU SEI da minha doença e pelo conteúdo do teu comentário, você não sabe da tua.
Te esclareço que NÃO SOU "MANCO". Sou sim cadeirante e não ando já há 4 anos devido ser eu acometido de Distrofia Muscular Progressiva, doença degenerativa e sem cura ou tratamento que tornou-se para mim a minha melhor amiga, apesar de saber que ela me levará SIM à morte mais cedo do que eu poderia esperar. Mas EU SEI da minha doença e pelo conteúdo do teu comentário, você não sabe da tua.
Vivemos
uma democracia onde é livre o pensar. Tenho o direito de fazer minhas escolhas
políticas assim como você tem o direito E O DEVER de ter as tuas. Isso não me
faz desejoso da tua "morte", ao contrário, eu me considero antes de tudo um
humanista, amante da VIDA a qual desejo em plenitude a TODOS os meus
semelhantes. Principalmente para aqueles que por um motivo ou por outro se
"atrasaram" em subir a ladeira da evolução humana. A esses eu
espero... e lhes estendo a mão. Assim, creio eu, chegaremos juntos e
abraçados ao destino final de nossa passagem por aqui.
A VIDA É
UMA ESCOLA E NÃO UM JOGO !!! Devemos aprender sempre sem esperar "diplomas" ou
"certificados de conclusão" e não podemos fazer dela, A VIDA, um jogo onde se
deva vencer a qualquer preço posto que para que um vença, sempre haverá quem
deva perder. Eu não quero "vencer na vida". Acredito em um mundo coletivista em
que não precisemos de MUITO, mas apenas UNS DOS OUTROS !!!
Só quem
descobre cedo que vai morrer é que pode valorizar e amar tanto a VIDA como eu
procuro sempre fazer.
Te
escrevo essa mensagem para que os teus familiares e amigos das redes sociais
possam saber o que andas escrevendo na internet. Vou enviar também para o site e
a página da empresa na qual você trabalha. Assim todos nós JUNTOS
poderemos, não tenho dúvidas, ajudar-te no tratamento e tentar a cura da tua
grave doença: A INTOLERÂNCIA !!!
Tenho fé
de que sigas FELIZ !!!
Abraço
Enio
Barroso Filho
Genoino: "Desde 2005, sou um pré-condenado"
Sul21 - Pouco antes de completar dois meses após sua condenação do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal José Genoino (PT-SP) assumiu mandato na Câmara Federal. Eleito em 2010, com mais de 92 mil votos e em meio ao começo de uma campanha pública pela sua condenação por envolvimento no escândalo conhecido como Mensalão, o parlamentar defende a constitucionalidade da posse. O STF já decidiu por 5 votos a 4 pela cassação automática dos mandatos dos condenados na Ação Penal 470 – embora tanto o então presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), quanto um dos principais candidatos a assumir o posto, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), tenham afirmado que vão recusar a decisão, afirmando que cabe ao Legislativo definir a questão em votação secreta.
"A minha expectativa é de exercer o mandato, porque eu tomei posse respeitando a Constituição Federal e as leis do meu país. Além de responder aos 92.326 eleitores que votaram em mim", diz José Genoino em entrevista ao Sul21. Ele rebateu a crítica do ex-governador gaúcho e colega de fundação do PT, Olívio Dutra, sobre macular a imagem do partido com o exercício do mandato após a condenação. "Eu respeito a opinião do governador Olívio Dutra e tenho uma divergência sobre isso. A ética e a moral de um país são dadas pelas normas gerais, leis e procedimentos normativos. Eu tenho o dever de segui-las e obedecê-las. Portanto, éticas individuais, de uma família, de um partido ou igreja não podem gerar julgamentos de A, B ou C", afirma.
José Genoino diz que mesmo não concordando com as decisões da corte e possivelmente de uma eventual cassação do mandato na Câmara, irá cumpri-las. Reforça sua inocência quanto aos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa, das quais poderá cumprir pena de seis anos e 11 meses em regime semiaberto. "Eu sempre fiz política por ideais e sonhos. Nunca acumulei patrimônio ou riqueza com a política. É isso que conta para mim. Minha luta por um estado democrático e soberano e pela minha honestidade nunca se apagarão", afirma.
José Genoino participou da fundação do PT depois de ser anistiado em 1979. Ex-integrante do PC do B, participou da Guerrilha do Araguaia e capturado pelos militares em 1972, passou cinco anos na prisão. Pelo PT, foi deputado federal por São Paulo entre 1982 e 2002. Em 2002, candidatou-se a governador de São Paulo, mas perdeu a eleição para Geraldo Alckmin (PSDB) no segundo turno. No mesmo ano, foi eleito presidente nacional do PT, em substituição a José Dirceu. Renunciou à presidência do PT em julho de 2005, após denúncias relacionadas ao escândalo do mensalão. Em março de 2011, foi nomeado assessor especial do Ministério da Defesa, cargo do qual pediu demissão no último dia 10 de outubro, um dia depois de ser condenado pelo STF.
Sul21 – A sua decisão de tomar posse como deputado federal tem causado polêmica e críticas, até mesmo de companheiros de PT. Como o senhor recebe esses questionamentos?
José Genoino – A minha expectativa é exercer o meu mandato, porque eu tomei posse respeitando a Constituição Federal e as leis do meu país. Além de responder aos 92.326 eleitores que votaram em mim. Ao cumprir esta determinação legal, que é válida a todos os brasileiros, pretendo desempenhá-la como sempre fiz, sendo um deputado presente, de projetos e ideias. Eu sempre fui atuante em plenário e nas comissões. É isso que eu vou fazer. Exercerei meu mandato plenamente a cada dia. Sobre expectativas de futuro (condenação), não me compete especular.
Sul21 – O senhor imagina futuro prejuízo à sua vida política depois desta condenação?
José Genoino – Eu estou nesta espécie de tortura psicológica há sete anos. Desde 2005 sofro campanhas pré-condenação. Quem tem muitas cicatrizes está mais preparado para enfrentar certos golpes, certas pancadas. Mas eu estou tranquilo, tenho a serenidade da minha inocência. Vou provar isso. Mais cedo ou mais tarde, a verdade prevalecerá. Nesse período todo, os acusados (no mensalão) foram tratados como nunca antes no nosso país – mesmo assim, não quero emitir juízo de valor sobre isso por ter um compromisso profundo com a democracia, eu lutei por ela. Eu fiquei cinco anos preso por lutar pela democracia. Ingressei na política com 21 anos de idade. Sempre fiz política. Política por ideais e sonhos. Nunca acumulei patrimônio ou riqueza com a política. É isso que conta para mim. Continuo com a consciência que a minha luta por um estado democrático e soberano e pela minha honestidade nunca se apagarão.
Sul21 – O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) que disputa a presidência da Câmara, já disse que, se eleito, tem intenção de descumprir a decisão do STF sobre a cassação automática do mandato dos condenados na Ação Penal 470. O senhor fica mais tranquilo com esta posição?
José Genoino
– Eu não vou opinar sobre isso. Não é de minha competência, é de competência da Câmara Federal. Eu respeito os poderes constituídos. Reafirmo que, mesmo concordando ou discordando de decisões, eu as cumprirei.
Sul21 – Os críticos ao julgamento do mensalão afirmam que a condenação foi exagerada, que houve ausência de provas, que o STF atuou de forma política ou mesmo criticam uma suposta condenação antecipada por parte da imprensa. O senhor partilha de alguma dessas opiniões?
José Genoino – Não emitirei opinião sobre o julgamento ou o processo, até porque ele não terminou. Quem responde pelo processo é o meu advogado. Lamentavelmente eu não sou advogado porque o AI-5 me cassou da faculdade de Direito. Eu não tenho elementos para fazer este tipo de avaliação. Eu penso que o Brasil está vivendo um bom momento de consolidação da democracia, bom momento econômico, com distribuição de renda e programas sociais exitosos, além de ter prestígio no exterior. A minha vida sempre foi dedicada às causas. Eu sempre fiz escolhas políticas. Estas escolhas foram desde governar com Lula e com a companheira Dilma, como pela democracia com a luta pelas Diretas e a Constituinte. Fiz política no movimento estudantil de 68, depois na luta de resistência armada. Isto faz parte da minha vida e da consciência que tenho de mim mesmo.
José Genoino – Não emitirei opinião sobre o julgamento ou o processo, até porque ele não terminou. Quem responde pelo processo é o meu advogado. Lamentavelmente eu não sou advogado porque o AI-5 me cassou da faculdade de Direito. Eu não tenho elementos para fazer este tipo de avaliação. Eu penso que o Brasil está vivendo um bom momento de consolidação da democracia, bom momento econômico, com distribuição de renda e programas sociais exitosos, além de ter prestígio no exterior. A minha vida sempre foi dedicada às causas. Eu sempre fiz escolhas políticas. Estas escolhas foram desde governar com Lula e com a companheira Dilma, como pela democracia com a luta pelas Diretas e a Constituinte. Fiz política no movimento estudantil de 68, depois na luta de resistência armada. Isto faz parte da minha vida e da consciência que tenho de mim mesmo.
Sul21 – O senhor afirma que não cometeu crime enquanto foi presidente do PT. Sua participação no escândalo está relacionada aos empréstimos que avalizou, mas que já teriam sido liquidados pelo partido.
José Genoino – Estão nos autos do processo os empréstimos que eu assinei. Um com o Banco Rural, no valor de R$ 3 milhões, e outro ao BMG, de R$ 2,5 milhões. Foram registrados na contabilidade oficial do partido e registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e foram pagos judicialmente ao longo de quatro anos. Começaram a ser pagos em 2007 e terminaram em 2011. Negociação esta que não era mais na minha gestão e (que ocorreu) com aval da Justiça. Prestei contas das ordens de pagamento nos autos do processo. O que eu fazia como presidente do PT naquela época eram articulações políticas no momento difícil de início do governo Lula. Não podemos confundir escolhas políticas com crime. Eu tenho minha consciência tranquila de que eu não cometi crime enquanto presidente do PT. Respeito as pessoas que pensam diferente. Respeito as decisões da Suprema Corte brasileira, mesmo discordando. Independente de discordar, vou cumpri-las. O importante para mim é a consciência que eu tenho de mim mesmo. É uma história de vida de luta.
José Genoino – Estão nos autos do processo os empréstimos que eu assinei. Um com o Banco Rural, no valor de R$ 3 milhões, e outro ao BMG, de R$ 2,5 milhões. Foram registrados na contabilidade oficial do partido e registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e foram pagos judicialmente ao longo de quatro anos. Começaram a ser pagos em 2007 e terminaram em 2011. Negociação esta que não era mais na minha gestão e (que ocorreu) com aval da Justiça. Prestei contas das ordens de pagamento nos autos do processo. O que eu fazia como presidente do PT naquela época eram articulações políticas no momento difícil de início do governo Lula. Não podemos confundir escolhas políticas com crime. Eu tenho minha consciência tranquila de que eu não cometi crime enquanto presidente do PT. Respeito as pessoas que pensam diferente. Respeito as decisões da Suprema Corte brasileira, mesmo discordando. Independente de discordar, vou cumpri-las. O importante para mim é a consciência que eu tenho de mim mesmo. É uma história de vida de luta.
Sul21 – O ex-governador gaúcho e seu correligionário Olívio Dutra disse diretamente ao senhor na Rádio Guaíba nesta segunda-feira (07), que o senhor deveria renunciar ao mandato parlamentar em nome da imagem pública do partido que, segundo ele, está profundamente atingida com a atuação dos quadros condenados na Ação Penal 470. Qual a sua posição?
José Genoino – Eu respeito a trajetória do companheiro Olívio Dutra, mas discordo democraticamente. Em primeiro lugar porque a ética e a moral de um país são dadas pelas normas gerais, leis e procedimentos normativos. Eu tenho o dever de segui-las e obedecê-las. Portanto, éticas individuais, de uma família, de um partido ou igreja não podem gerar julgamentos de A, B ou C. Aliás, a história da humanidade está rica de tragédias quando se coloca a ética e a moral acima da lei de condutas e direitos. Eu respeito a opinião do governador Olívio Dutra e tenho uma divergência sobre isso. Eu assumo mandato porque está dentro da lei e estou respeitando os eleitores que votaram em mim. Os mais de 92 mil votos que recebi foram em 2010, em plena campanha pública pela minha condenação. Eu tenho recebido inúmeras solicitações de pessoas que votaram em mim me incentivando a assumir. Eu não estou assumindo cargo comissionado, não estou sendo nomeado, é um mandato eletivo. Aliás, eu exerci um cargo em comissão no governo federal e no dia seguinte à minha condenação eu abri mão dele utilizando, ao fazer a carta de exoneração, a famosa frase de Mário Quintana: "Eles passarão, eu passarinho". Portanto, eu respeito a opinião do Olívio, mas tenho uma visão diferente.
José Genoino – Eu respeito a trajetória do companheiro Olívio Dutra, mas discordo democraticamente. Em primeiro lugar porque a ética e a moral de um país são dadas pelas normas gerais, leis e procedimentos normativos. Eu tenho o dever de segui-las e obedecê-las. Portanto, éticas individuais, de uma família, de um partido ou igreja não podem gerar julgamentos de A, B ou C. Aliás, a história da humanidade está rica de tragédias quando se coloca a ética e a moral acima da lei de condutas e direitos. Eu respeito a opinião do governador Olívio Dutra e tenho uma divergência sobre isso. Eu assumo mandato porque está dentro da lei e estou respeitando os eleitores que votaram em mim. Os mais de 92 mil votos que recebi foram em 2010, em plena campanha pública pela minha condenação. Eu tenho recebido inúmeras solicitações de pessoas que votaram em mim me incentivando a assumir. Eu não estou assumindo cargo comissionado, não estou sendo nomeado, é um mandato eletivo. Aliás, eu exerci um cargo em comissão no governo federal e no dia seguinte à minha condenação eu abri mão dele utilizando, ao fazer a carta de exoneração, a famosa frase de Mário Quintana: "Eles passarão, eu passarinho". Portanto, eu respeito a opinião do Olívio, mas tenho uma visão diferente.
Sul21 – Alguns líderes petistas defendem a renovação do partido, outros falam em refundação. Qual o tamanho do impacto do mensalão na vida do partido?
José Genoino – O PT tem que olhar o seu futuro. Nós temos dez anos de governo vitorioso. Temos novos desafios pela frente. Teremos que olhar o país no pára-brisa e não no retrovisor. Eu estou no PT desde a fundação, participei de toda luta que levou o PT ao governo e nós melhoramos a vida das pessoas. Portanto, creio que o debate interno tem que ser com olhos no futuro e não no passado.
José Genoino – O PT tem que olhar o seu futuro. Nós temos dez anos de governo vitorioso. Temos novos desafios pela frente. Teremos que olhar o país no pára-brisa e não no retrovisor. Eu estou no PT desde a fundação, participei de toda luta que levou o PT ao governo e nós melhoramos a vida das pessoas. Portanto, creio que o debate interno tem que ser com olhos no futuro e não no passado.
Sul21 – O PT mudou? Em que sentido?
José Genoino – Ao longo da história do PT o partido mudou, mas não mudou de lado. O PT amadureceu e governa com outras forças, fazendo alianças. Para governar tem que fazer alianças. Isto é uma exigência de uma sociedade democrática que se governa com maioria, tanto ao nível social como político. Este é o amadurecimento que o PT viveu. Mas não mudamos de lado. É visível o nosso compromisso com a distribuição de renda, com a melhoria salarial, com a geração de emprego, com a soberania nacional com política externa independente, com a recuperação do papel do Estado como indutor do desenvolvimento econômico. Eu entendo que o país está melhor e o PT, e tantos outros partidos que participaram desta caminhada, tiveram papel fundamental.
José Genoino – Ao longo da história do PT o partido mudou, mas não mudou de lado. O PT amadureceu e governa com outras forças, fazendo alianças. Para governar tem que fazer alianças. Isto é uma exigência de uma sociedade democrática que se governa com maioria, tanto ao nível social como político. Este é o amadurecimento que o PT viveu. Mas não mudamos de lado. É visível o nosso compromisso com a distribuição de renda, com a melhoria salarial, com a geração de emprego, com a soberania nacional com política externa independente, com a recuperação do papel do Estado como indutor do desenvolvimento econômico. Eu entendo que o país está melhor e o PT, e tantos outros partidos que participaram desta caminhada, tiveram papel fundamental.
Sul21 – O senhor assumiu o mandato no mesmo dia em que o delegado alagoano Francisco Tenório assumiu vaga no parlamento após cumprir pena por crime de encomenda de assassinatos. Com base neste exemplo, o senhor se julga injustiçado? Acredita que está havendo supervalorização do seu caso?
José Genoino – Eu não gosto de opinar sobre a atuação da mídia. Os fatos falam por si só. Eu quero apenas dizer que, na minha relação com a mídia, eu conheci a poesia e o sangue. É isto que me fica claro. Tenho uma relação respeitosa com o princípio conquistado democraticamente da liberdade de expressão. Princípio este que deve ser pluralista, independente, com base em fatos e no direito de resposta e ao contraditório. Este processo que o Brasil está vivendo trará as próprias lições. Eu prefiro não fazer julgamento de órgãos de imprensa em particular, sobre determinadas condutas. Deixarei que os fatos falem por si.
José Genoino – Eu não gosto de opinar sobre a atuação da mídia. Os fatos falam por si só. Eu quero apenas dizer que, na minha relação com a mídia, eu conheci a poesia e o sangue. É isto que me fica claro. Tenho uma relação respeitosa com o princípio conquistado democraticamente da liberdade de expressão. Princípio este que deve ser pluralista, independente, com base em fatos e no direito de resposta e ao contraditório. Este processo que o Brasil está vivendo trará as próprias lições. Eu prefiro não fazer julgamento de órgãos de imprensa em particular, sobre determinadas condutas. Deixarei que os fatos falem por si.
Sul21 – Como estão a sua vida pessoal e o seu estado emocional com todo este processo de julgamento – e agora, com o senhor assumindo mandato parlamentar após o Supremo Tribunal Federal o ter condenado?
José Genoino – A minha vida foi sempre de luta e de emoções e enfrentamentos. Isto faz parte da minha existência. Eu fiquei cinco anos preso e incomunicável. Fui anistiado e fui para luta política. A fundação do PT foi um processo difícil. Ser parlamentar por 24 anos foi também algo muito difícil. A luta faz parte da minha vida e quem luta corre risco. Entre abaixar a cabeça e correr riscos, eu prefiro o risco da luta. Estou de cabeça erguida e seguirei vivendo a política com sangue na veia. Nunca separei a minha vida da política. Faço política a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer maneira. Foi assim que eu aprendi. Eu sou da geração de 68, que pode ser derrotada, mas não abaixa a cabeça e segue lutando. Eu aprendi isso com companheiros que são os verdadeiros heróis da democracia. Alguns nem estão mais aqui. É isso que me dá tranquilidade para viver minhas emoções, meus desafios, minha vida familiar e com meus amigos.
José Genoino – A minha vida foi sempre de luta e de emoções e enfrentamentos. Isto faz parte da minha existência. Eu fiquei cinco anos preso e incomunicável. Fui anistiado e fui para luta política. A fundação do PT foi um processo difícil. Ser parlamentar por 24 anos foi também algo muito difícil. A luta faz parte da minha vida e quem luta corre risco. Entre abaixar a cabeça e correr riscos, eu prefiro o risco da luta. Estou de cabeça erguida e seguirei vivendo a política com sangue na veia. Nunca separei a minha vida da política. Faço política a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer maneira. Foi assim que eu aprendi. Eu sou da geração de 68, que pode ser derrotada, mas não abaixa a cabeça e segue lutando. Eu aprendi isso com companheiros que são os verdadeiros heróis da democracia. Alguns nem estão mais aqui. É isso que me dá tranquilidade para viver minhas emoções, meus desafios, minha vida familiar e com meus amigos.
Enquanto o PiG e os petistas fuleiros querem a renúcia de Genoíno, Cachoeira segue na praia com a sua gostosa Andressa
Enquanto a oposição golpista, o PiG, petistas fuleiros pedem a renúncia de José Genoíno, Carlinhos Cachoeira, condenado a 40 anos de pisão e dono de um patrimônio de R$ 160 milhões de reais, segue na praia ao lado de sua bela e gostosa Andressa Cachoeira.
É este Poder Judiciário de merda que foi passado a limpo.Passado a limpo um caralho! Tudo continua como dantes.Prisão só para os 4 Ps:prostituta, pobre, preto e petista.
A ‘fabulosa’ fábula do jovem hedonista e seu novo e fiel escudeiro
Num mundo longe, muito longe daqui existe uma republiqueta de bananas chamada Nelhures, onde vive um jovem bastante garboso e um tanto farrista
Num mundo longe, muito longe daqui existe uma republiqueta de bananas chamada Nelhures, onde vive um jovem bastante garboso e um tanto farrista que atende pelo nome de Nécio Snows. Neto de um eminente político já falecido, e originário da montanhosa "Terra do Leite", Snows anda espalhando aos quatro ventos, junto aos porta-vozes da Corte, o seu desejo e "vocação" para governar Nelhures. Pura molecagem do jovem Nécio, decerto: é que em verdade o que ele gosta mesmo é de badalar e flanar na maravilhosa cidade praiana do Redentor, onde é visto, quase sempre trôpego, dando generosas gorjetas de 100 dinares aos gentios.
Nessa vã empreitada, Nécio Snows segue de mãos dadas e escudado por uma outrora grande personalidade desse país fabuloso que, quis o caprichoso e cruel destino, foi transformada em velho estandarte malsão, donairoso "espantalho", distinto narcisista, sofista sofisticado capaz de mentir em várias línguas, espécie de boneco assombrado deslocado de alguma das plantações comprometidas pelas pragas do liberalismo mais rastaquera que infestou os insondáveis Campos Uspianos, bem como de outras plagas, e que agora (re)começa a percorrer os descaminhos da longínqua Nelhures, mas notadamente a cidade do Redentor, onde fica a sede da Rede Bobo de Televisão, que tem sido desde sempre porta-voz de todos os candidatos bem nascidos – os chamados "filhos da riqueza".
A esses dois valentes e destemidos aventureiros em sua jornada por Nelhures juntaram-se outros cavaleiros de tempos idos, salteadores da coisa pública: Têdro Malão e Arlindo Flagra. Ou seja, o Nécio já está em muito boa companhia nessa sua desgraçada saga de cavaleiro de triste figura predestinado ao malogro.
Pisam impávidos em terras outrora por eles devastadas, hoje a muito custo e trabalho recompostas, com a desfaçatez e altivez tranquila de predadores retomando a caçada – como se não lhes dissesse respeito toda destruição por eles causada.
Dizem os anciões de Nelhures que, em verdade, o Sr. Espantalho, que acompanha Nécio nessa sua tresloucada aventura, é um ex-mandatário daqueles tristes trópicos. Recebera esse "título", nada honorífico, porque fizera um governo, para muitos desastroso, em tempos já olvidados. E que até os seus correligionários, que agora pretendem sua redenção tardia, fugiam dele como o diabo da cruz. Vendera aos "privados" – nacionais e estrangeiros – quase todas as riquezas dessa pobre-rica republiqueta, num episódio deplorável que ficou registrado nos livros de História como "Privataria". E assim enriquecera os seus principais áulicos e súditos.
Dizem ainda os sábios anciões que nesses tempos os juros eram estratosféricos, com muitos pais de família desempregados; os órgãos do Estado, instituições e aparelhos públicos, sucateados; não havia crédito para financiamento das empresas e das famílias, pois os juros cobrados eram, como já dito e sabido, altíssimos; os pobres não tinham acesso a adquirir carros ou viajar de avião, sequer podiam comer carne; entre outros horrores e desastres, hoje inimagináveis. Mas isso é o que dizem os mais velhos, pois os mais novos desconhecem tempos tão terríveis.
Mas o pior adversário do imberbe Nécio Snows, além dos seus próprios pecados, fraquezas e das más companhias, está em suas próprias hostes. Trata-se do sorrateiro Gollum-Smeágle, um ser ordinário, importado de outra famosa e fabulosa história. Smeagle é um ser "não vivente", espécie de morto-vivo que rasteja errante pelas paisagens subterrâneas e inóspitas, nos submundos da prolífica, fértil e venturosa Terra do Café – hoje em pleno processo de devastação pelos correligionários de Nécio, Malão e Flagra.
Gollum-Smeágle, aliás, é um personagem que mereceria um capítulo à parte nessa nossa "fábula". É um ser esquisito, de difícil descrição. Um indivíduo "direitoso e muito do feioso" – abespinham-se alguns. Parece sofrer de algum distúrbio de personalidade, pois num dado instante, é bom; no outro, ruim. Num momento ele é de esquerda; já no outro, de direita. Dizem que tem parte com o "capiroto", com o "coisa-ruim". Mas isso deve fazer parte da lenda ou folclore que cerca essa abjeta criatura dos infernos.
Dizem ainda as más línguas que o Sr. Espantalho se uniu a essa aventura errante e inconsequente do jovem farrista Nécio num ato último de sua peculiar e incontrolável vaidade – seria um último esforço para salvar sua arruinada biografia. Mas isso é o que dizem os injustos e os maledicentes.
Ainda bem, para o nosso gáudio e fortuna, que não vivemos em Nelhures e mais: que essa história toda não passa de uma fábula ordinária, que saiu da mente de um escritor não menos ordinário.
Então, para a felicidade geral da Nação, está tudo calmo, sereno e tranquilo em "Nelhures".
A história entrou por uma porta e saiu pela outra. E quem quiser que conte outra – ou melhor, que conte a sua versão da história, digo da "fábula".
N.A.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência.
O Supremo de lá não é igual ao daqui
Se fosse no Brasil, o STF, a pedido do PiG ou da oposição, já teria barrado a posse de Dilma ou Lula.
Suprema Corte: adiamento da posse de Chávez é legal
Presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, Luisa Estella Morales disse que não é necessário o juramento em 10 de janeiro e que tanto o presidente Chávez como o vice-presidente Nicolás Maduro continuam em suas funções; Hugo Chávez está internado em Cuba, onde passa por tratamento contra um câncer; oposição é contra adiamento
¶CARACAS, 9 Jan (Reuters) - A presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, Luisa Estella Morales, disse nesta quarta-feira que o adiamento da posse de Hugo Chávez para o mandato de 2013 a 2019 é constitucional.
Morales disse que não é necessário o juramento em 10 de janeiro e que tanto o presidente Chávez como o vice-presidente Nicolás Maduro continuam em suas funções, já que existe uma continuidade do mandato além de 10 de janeiro.
"O poder executivo, constituído pelo presidente, o vice-presidente, os ministros e demais órgãos e funcionários da administração, continuará exercendo plenamente suas funções com fundamento no princípio da continuidade administrativa", disse Morales, acompanhada de vários magistrados da sala constitucional.
(Reportagem de Eyanir Chinea)
Marco Maia: investigar Lula seria absurdo
Brasília – O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), classificou como “absurda” a possibilidade de abertura de investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, segundo o publicitário Marcos Valério, teve despesas pessoais pagas pelo esquema que ficou conhecido como mensalão.
“É um tema exaustivamente investigado: teve uma CPI [comissão parlamentar de inquérito] que tratou do assunto e o investigou à exaustão. Ao mesmo tempo, o STF [Supremo Tribunal Federal] já investigou, em várias oportunidades, se houve envolvimento do presidente Lula e isso foi completamente rechaçado”, disse Maia. Segundo ele, não há fato novo que justifique a abertura de investigação contra o ex-presidente. “Todas as pessoas que tinham algum tipo de envolvimento já foram investigadas e tiveram suas vidas devassadas por esse processo.”
Além disso, Marcos Valério não é uma fonte confiável, afirmou o deputado. “Uma pessoa condenada, que está buscando criar um fato político que possa atenuar sua condição. O prudente é mandar isso para o arquivo.”
Em sua edição de hoje (9), o jornal O Estado de S. Paulo diz que, com base em depoimento de Marcos Valério, o Ministério Público Federal investigará se houve envolvimento de Lula com o esquema. Apontado como operador do mensalão, Valério foi condenado a mais de 40 anos de prisão pelo STF. De acordo com o jornal, o caso seria remetido à primeira instância, já que o ex-presidente não tem mais foro privilegiado. Com isso, a denúncia poderia ser apurada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em Brasília ou em Minas Gerais.
Em nota, a Secretaria de Comunicação do Ministério Público Federal negou a informação e disse que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ainda não iniciou a análise do depoimento de Marcos Valério, pois aguardava o término do julgamento da Ação Penal 470 (processo do mensalão) no STF.
Controle do PiG, já!
Estou cada vez mais convencido que não só basta fazer uma lei regulamentando o monopólio da informação, faz-se necessário também o controle imediato das informações divulgadas pelo PiG.O que o Estadão fez no dia de hoje é coisa para, se o Brasil tivesse um governo corajoso, o mencionado jornalão ter sido fechado.Por menos que isso Hugo Chavez botou rédea no PiG da Venezuela, mandadndo fechar cinco canais de televisão privada Cristina Kirchner botou rédea no Clarin.Não é que eu seja contra a liberdade de imprensa, ao contrário, defendo veementemente a liberdade de expressão.O que não tolero, e isso é que deve ser controlado, é que a mídia publique matéria com objetivo de mentir, caluniar, omitir, distorcer os fatos em benefício de partido político, prejudicando partido, governo que age supostamente contra seu interesse.No caso em questão, ainda bem que o Prevaricador Geral se apressou em negar a matéria mentirosa, tendenciosa do Estadão.
"No jargão do jornalismo, furo é a notícia importante dada com exclusividade. Barriga é o inverso: um erro de grandes proporções. Foi o que o jornal O Estado de S. Paulo cometeu em sua edição desta quarta-feira 9, ao noticiar com estardalhaço que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, teria decidido pedir uma investigação ao Ministério Público Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A base seria um depoimento do empresário Marcos Valério à Procuradoria Geral da República, publicado antes pelo mesmo jornal.
Ao contrário do que disse a reportagem, Gurgel informou em nota nesta manhã que, ao contrário de ter concluído, sequer iniciou a investigação sobre as declarações de Valério. "Ao contrário do que foi publicado nesta quarta-feira, 9 de janeiro, pelo jornal O Estado de São Paulo, a Secretaria de Comunicação do Ministério Público Federal informa que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ainda não iniciou a análise do depoimento de Marcos Valério, pois aguardava o término do julgamento da AP 470 (mensalão). Esclarece ainda que somente após a análise poderá informar o que será feito com o material. Portanto, não há qualquer decisão em relação a uma possível investigação do caso", informa o órgão.
O procurador havia dito nesta terça-feira que provavelmente enviaria o caso à primeira instância, já que Lula não tem mais direito a foro privilegiado, de acordo com reportagem da Folha de S.Paulo. Mas o Estadão confirmou a decisão de Gurgel. Também nesta manhã, a colunista do jornal O Globo Miriam Leitão negou a informação do jornal, dizendo que encontrou por acaso o procurado em Brasília e que ele informou que não tinha tomado decisão sobre o caso ainda. De acordo com Marcos Valério, Lula teria tido despesas pagas com dinheiro do chamado 'mensalão'.Com informações do Brasil 247.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Huck não aprendeu a soletrar
Depois de detonar a CPMF para financiar o SUS, Huck diz sonhar com saúde pública 'descente'
Deixando de lado o erro de português de Luciano Huck (escreveu "descente" em vez de decente), e o elitismo do 247 para cima da Sabrina Sato, que nem fez nenhuma declaração indevida, o pior são as atitudes incoerentes do apresentador tucano.
Hoje Huck se apresenta como "bonzinho", com compaixão pelos usuários do SUS, mas em 2007 ele se engajou ferozmente na campanha neoliberal demotucana para retirar R$ 40 bilhões por ano do orçamento do SUS, detonando a CPMF.
Huck seria o apresentador voluntário do show gratuito promovido pela FIESP em São Paulo contra a CPMF. Com nomes de cantores famosos, esperava atrair um público de 2 milhões de pessoas. O público foi só 7 mil pessoas. Com esse público pífio, Huck cancelou sua participação de última hora, alegando "problemas de agenda".
Mesmo assim a bancada demotucana no senado, com ajuda do PSOL, conseguiu detonar a CPMF. O empresário Luciano Huck ficou mais rico ao embolsar para o si o dinheiro que pagava de CPMF e era usado para financiar o SUS. A saúde pública ficou mais pobre do que deveria, apesar dos esforços do governo Lula e Dilma para repor e aumentar as verbas.
Ah... E o Plano de Saúde do banco que Huck é garoto propaganda se deu bem, pois enquanto a saúde pública tiver má fama, o cidadão se sacrificará, enquanto puder, para pagar plano de saúde privado.
Mas deixa o Huck prá lá. O SUS, apesar de sabotado, vai se tornar um sistema cada vez mais decente, pelos esforços:
- do governo federal para aumentar as verbas e melhorar a gestão;
- dos bons prefeitos e governadores para fazer funcionar bem as unidades de saúde;
- para combater os desvios que ocorrem onde há maus prefeitos, governadores e maus gestores;
- de conscientização do cidadão brasileiro trabalhador de classe média, ao tomar conhecimento de que pode ser muito melhor atendido, com mais qualidade, por melhores profissionais de saúde, e atendimento mais humanizado, se todos contribuírem para financiar a saúde pública, de acordo com a renda de cada um, pagando de "imposto" muito menos do que as mensalidades de planos de saúde privados. Como ocorre no Canadá e em muitos países da Europa.Os Amigos do Presidente Lula
Hoje Huck se apresenta como "bonzinho", com compaixão pelos usuários do SUS, mas em 2007 ele se engajou ferozmente na campanha neoliberal demotucana para retirar R$ 40 bilhões por ano do orçamento do SUS, detonando a CPMF.
Huck seria o apresentador voluntário do show gratuito promovido pela FIESP em São Paulo contra a CPMF. Com nomes de cantores famosos, esperava atrair um público de 2 milhões de pessoas. O público foi só 7 mil pessoas. Com esse público pífio, Huck cancelou sua participação de última hora, alegando "problemas de agenda".
Mesmo assim a bancada demotucana no senado, com ajuda do PSOL, conseguiu detonar a CPMF. O empresário Luciano Huck ficou mais rico ao embolsar para o si o dinheiro que pagava de CPMF e era usado para financiar o SUS. A saúde pública ficou mais pobre do que deveria, apesar dos esforços do governo Lula e Dilma para repor e aumentar as verbas.
Ah... E o Plano de Saúde do banco que Huck é garoto propaganda se deu bem, pois enquanto a saúde pública tiver má fama, o cidadão se sacrificará, enquanto puder, para pagar plano de saúde privado.
Mas deixa o Huck prá lá. O SUS, apesar de sabotado, vai se tornar um sistema cada vez mais decente, pelos esforços:
- do governo federal para aumentar as verbas e melhorar a gestão;
- dos bons prefeitos e governadores para fazer funcionar bem as unidades de saúde;
- para combater os desvios que ocorrem onde há maus prefeitos, governadores e maus gestores;
- de conscientização do cidadão brasileiro trabalhador de classe média, ao tomar conhecimento de que pode ser muito melhor atendido, com mais qualidade, por melhores profissionais de saúde, e atendimento mais humanizado, se todos contribuírem para financiar a saúde pública, de acordo com a renda de cada um, pagando de "imposto" muito menos do que as mensalidades de planos de saúde privados. Como ocorre no Canadá e em muitos países da Europa.Os Amigos do Presidente Lula
Tecendo o novo ano
Ao final do ano, é natural que cada um de nós formule, ainda que internamente, seus votos para o ano que entra. Nào deixa de ser uma convenção porque, na realidade, essa esperança por coisas melhores é algo que nos persegue a cada dia, a cada minuto. De qualquer forma, essa passagem temporal acaba assumindo importância especial, talvez porque seja um momento em que o congraçamento, a aproximação entre as pessoas, parece fortalecer os desejos , conferindo-lhes um ar de concretizacão possível, uma espécie de ”agora sim, vamos conseguir”.
Sempre me vêm à lembrança, nesta época, os versos do poema ”Cartão de Natal”, de João Cabral de Melo Neto, nos quais o poeta pernambucano constrói uma inusitada comparação entre os votos natalinos e as esperanças juvenis dos estudantes que, ao início de cada ano letivo, se comprometem internamente a “começar caderno novo”, uma metáfora para uma atenção mais efetiva para com as atividades escolares. Quem passou pelos bancos escolares sabe como é difícil manter esse desígnio, diante do universo de atividades sedutoras que convidam a “deixar para depois “ os compromissos com o estudo. Da mesma forma, o dia a dia do novo ano, com suas obrigações, atribulaçõoes, surpresas e contratempos, acaba por contribuir para que sejam sempre adiadas as boas intenções originais.
Mas, felizmente, a persistência é uma das virtudes humanas responsável por seu avanços e conquistas. E é por isso que eu também faço agora meus votos, resumo de esperanças para 2013. Omito os de âmbito estritamente pessoal, porque soariam como pouco originais e muito egocêntricos: afinal, todos desejamos a própria felicidade e a daqueles a quem queremos bem.
Anseio por um mundo sem guerras, algo que, embora talvez pareça óbvio, a Humanidade até hoje não conseguiu alcançar – provavelmente por estar ainda na sua pré-história em termos de evolução . Uma amoral indústria bélica que sustenta ideias imperialistas, aliada a dogmas cujo radicalismo chega ao fanatismo, tem impedido que sequer nos aproximemos dessa realidade. A questão religiosa, que é o pano de fundo (falso) para conflitos de motivação econômica, é também uma prova desse nosso estágio civilizatório rudimentar. Se já é tão difícil acreditar na existência de um Deus que comande esse descalabro, imagine-se essa pulverização da divindade sustentada por fundamentalismos que dividem os dois hemisférios do planeta. E já que é para sonhar com novos rumos, o bom seria que a religião, se tiver que existir, refreie seu lado perverso, fazendo predominar unicamente as mensagens de comunháo e amor ao próximo, que, nas origens, inspiram todos os credos.
Ainda em termos planetários, a esperança vai para a extinção de todos os regimes antidemocráticos, os escancarados por ditaduras e os disfarçados de democracia, iinclusive falsas primaveras, que , em realidade, têm servido de sustentação para a perpetuação de cruéis desigualdades sociais.
Quanto aos valores que hoje comandam o mundo, os desejos se encaminham para a redução da valorização do individual , do consumismo, da mentalidade mercadológica que avalia as pessoas pelo que têm e não pelo que são. Dirigem-se também para o fim dos preconceitos de qualquer natureza – étnica, sexual, de gênero ou de status social - , inconcebíveis para uma espécie que se pretende civilizada. Quanto maior o número de ações afirmativas que pretendam combater discriminações, mais o homem se aproximará de um estágio que justifique o verdadeiro milagre que lhe permite distinguir-se entre os seres com os quais convive.
Para o Brasil, especificamente, e dentro dessa perspectiva maior, esperamos que o país prossiga em sua escalada no sentido da redução das desigualdades, com projetos e programas sociais de grande alcance, a despeito de todo o mau agouro dos abutres de sempre. Que o nosso país continue a destacar-se no concerto das nações, mantido o respeito que granjeou no cenário internacional. Que a educação e a saúde imponham-se como metas prioritárias, apesar dos tubarões do ensino e dos vorazes planos de saúde que proliferam por aí. Que o poder executivo se mantenha na posição republicana e estadista que vem revelando, atuando nos pontos críticos verdadeiros e reagindo a crises pré-fabricadas. Que a composição do poder legislativo passe por uma reforma política capaz de retirá-lo da indigesta posição que vem ocupando , de instituição menos acreditada no país. Que o poder judiciário venha a comprovar sua nunca antes tão propalada vocação pela construção da justiça, com atitudes que desnudem outros escândalos nacionais – o mensalão do PSDB mineiro, a Privataria Tucana, os Arrudas , Demóstenes, Cachoeiras e Dias da vida, comprovando, assim, que não vem agindo casuisticamente, contrariando a tradição jurídica em função de propósitos políticos. Finalmente, que o nosso sistema midiático passe por mecanismos de controle da sociedade, que não lhe permita a manipulação , a parcialidade e a hipocrisia de alimentar-se de concessões e verbas públicas para dinamitar os interesses do povo.
Embora utópicas como expectativas imediatas, são essas as nossas esperanças, que dividimos com os leitores, lembrando, ainda com versos de João Cabral de Melo Neto, mas em outro poema, que ”um galo sozinho não tece uma manhã” e que, por isso, é na força das ações coletivas que , no Brasil e no mundo , algumas dessas esperanças podem se transformar em algo real.
Rodolpho Motta Lima
Advogado formado pela UFRJ-RJ (antiga Universidade de Brasil) e professor de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro, formado pela UERJ , com atividade em diversas instituições do Rio de Janeiro. Com militância política nos anos da ditadura, particularmente no movimento estudantil. Funcionário aposentado do Banco do Brasil.Direto da Redação
Ódio ao ENEM
Por
Davis Sena Filho — Blog Palavra
Livre
“O
Enem é um sucesso. O ódio dos conservadores ao Enem tem origem na exclusão
social, no sentimento arraigado da escravidão, no elevador de serviço, no
quartinho da empregada doméstica e no serviçal que limpa as ruas, os escritórios
e as residências”.
![]() |
| Jornalista fuinha da "grande" imprensa: reacionário e porta-voz dos interesses patronais. |
Eu
me formei em meados da década de 1980 em Comunicação Social, no curso de
Jornalismo. Estudei na Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do
Rio de Janeiro (UFRJ). Assistia às aulas no Campus da Urca, bairro de classe
média alta onde se localizam o Pão de Açúcar e o Forte de São João. Um paraíso,
com praias e mata atlântica e animais silvestres de pequenos portes. Entretanto,
uma realidade me chamava atenção. Dos cerca de 250 alunos, apenas dois eram
negros. Um homem e uma mulher, porém, filhos da classe média.
No
período que cursei a faculdade conheci gente endinheirada, de classe média e
média alta e até remediada — esta última era minoria. Filhos ou parentes de
grandes empresários ou de pessoas famosas também frequentavam os bancos
universitários da ECO. Os professores, muitos deles, eram conhecidos no meio
acadêmico, cultural, político e até artístico. Poder-se-ia dizer que era a
“elite” da “elite”, como gostam de falar as fuinhas sobre FHC e José Serra, que
escrevem suas opiniões nos grandes jornais e revistas e vivem a tecer seus
comentários nas rádios e nas televisões do empresariado proprietário dos meios
de comunicação de negócios privados.
Fuinhas
predadoras que gostam do sabor e do cheiro de sangue daqueles que não foram
cooptados pelo establishment e muito
menos se tornaram cúmplices ou aliados de seus patrões, que são os porta-vozes
dos trustes nacionais e internacionais e por isso fazem um jornalismo de combate
sistemático aos governos trabalhistas, bem como criam crises intermináveis como
forma de minar o trabalho de reconstrução do Brasil que está a ser feito, além
de tomarem para si o papel que deveria ser efetivado pela oposição partidária
(PSDB, DEM e PPS), que, incompetente e fracassada, abriu mão de seu espaço
político e ficou à mercê de pautas elaboradas por jornalistas e empresários que,
sabidamente, não compreendem a revolução silenciosa que aconteceu no Brasil, em
todos os sentidos, a partir de 2003.
Aliás, quando o povo resolveu votar no líder
trabalhista Lula, o próprio deu início à revolução, sem sequer dar um tiro
naqueles que durante séculos lhe negaram até o acesso à segurança alimentar,
porque no Brasil sectário, ou seja, edificado para poucos, construído pelas
“elites” brasileiras proprietárias dos meios de produção não havia emprego para
os trabalhadores deste poderoso País da América do Sul, na verdade até então um
paraíso para que os ricos e os muito ricos ganhassem muito dinheiro,
especialmente por intermédio da recessão e do arrocho salarial, porque a grana
dessa gente era praticamente oriunda da especulação. Por isso e por causa disso,
a gritaria da imprensa golpista contra a diminuição das taxas de juros e,
principalmente, contra o ministro da Economia, o trabalhista Guido Mantega, que
tem apostado na produção e não na jogatina do mercado. Ponto.
Quando
Lula paga a dívida externa e fomenta a economia interna, como trabalhista que é,
volta-se à educação, por saber que com o crescimento exponencial do comércio, da
indústria e do consumo seria necessário construir escolas técnicas,
universidades, cursos de extensão, aumentar o orçamento para a educação, e,
sobretudo, democratizar o ensino público, especialmente no que tange às
oportunidades para que os filhos de pobres pudessem entrar nas universidades
federais, até então clubes privados para as classes sociais hegemônicas, que se
beneficiaram durante décadas com os vestibulares, os cursinhos e com os anos
estudados em escolas primárias e secundárias privadas, consideradas de ponta por
causa de excelência do ensino oferecido.
Um
sistema viciado, porque privilegiava aqueles que podiam pagar estudos para seus
filhos em detrimento dos filhos de trabalhadores, que, se quisessem estudar,
teriam de trabalhar de dia e frequentar a faculdade particular à noite. Esta é a
realidade e a verdade. Todavia, considero que os ricos ou os muito ricos tenham
também o direito de frequentar os bancos universitários financiados pelo estado
nacional, porém, totalmente inapropriado e superado o sistema antigo de acesso à
universidade pública, no qual negros, índios, pobres e deficientes simplesmente
não tinham a oportunidade de sonhar com uma vaga, por exemplo, na UFRJ ou na
UnB, quanto mais ocupá-la.
Portanto,
é por causa dessas questões que o sistema midiático de caráter hegemônico e que
se recusa, terminantemente, a pensar o Brasil tem tanto ódio de Lula. Seus
porta-vozes, verdadeiras fuinhas “mauricinhas” não se conformam e sabotam e
boicotam o quanto possível qualquer programa ou projeto de governo que vise
desenvolver a economia do País e principalmente diminuir as diferenças entre as
classes sociais, bem como as regionais. Realidades que estão a acontecer, sendo
que o maior sintoma é a diminuição da migração interna. Para se certificar,
basta acessar os números do IBGE, da FGV e dos ministérios do Planejamento e da
Fazenda e consequentemente verificar que o brasileiro está vivenciando um ciclo
formidável, que, inclusive, colocou o Brasil na sexta posição das nações mais
ricas e poderosas do mundo.
Durante
o período de FHC — o Neoliberal —, o Brasil saiu da nona posição para a 15ª. Um
disparate e desfaçatez. Irresponsabilidade e inconsequência. Nem emprego o País
tinha para oferecer ao povo brasileiro. FHC vendeu o Brasil e não investiu na
população e muito menos na infraestrutura. O salário mínimo era ridículo (ainda
é baixo, mas teve aumentos substanciais, porque virou política de estado), os
funcionários públicos ficaram oito anos sem aumento, não havia concurso público,
os salários dos trabalhadores foram achatados, porque não havia o ganho real e
nem reposição, as reservas internacionais chegaram a patamares perigosos,
enquanto o ex-presidente Lula quando saiu do poder deixou o Brasil com reservas
de quase US$ 350 bilhões de dólares. A verdade é que o Brasil de devedor passou
a emprestar dinheiro para o FMI cujos técnicos nunca mais vieram ao País na
condição de fiscais que davam sermões e ordens.
FHC
não construiu uma única escola técnica e abandonou as universidades públicas,
pois, além de não construir também uma sequer, gente de seu governo privatista
ainda propôs que os alunos pagassem mensalidades para frequentá-las, o que iria,
sobremaneira, elitizá-las ainda mais do que já eram. A ironia é que FHC — o
Neoliberal — é professor vinculado à academia, e como gestor também foi um
fracasso nessa área. Lula construiu 214 escolas técnicas, número maior do que
todos os presidentes do Brasil juntos, no que diz respeito à construção dessas
escolas. O político trabalhista e do PT ainda construiu dez novas universidades
federais e 45 extensões universitárias.
Incomparáveis
os números de Lula com os de FHC, mas mesmo assim, por causa de preconceito,
intolerância e ideologia, a imprensa, setores conservadores da sociedade e parte
da classe média abduzida pelos valores e princípios das classes dominantes se
recusam a reconhecer, quiçá perceber que o Governo Lula, por intermédio do Enem,
do Sisu, do Fies, do ProUni e do aumento do orçamento para a Educação propiciou
o acesso dos estudantes ao ensino público universitário, porque para o sistema
de universidades e de escolas técnicas abrir suas portas para os brasileiros
filhos de famílias de baixa renda seria necessário essa revolução, que se
sedimenta aos poucos, paulatinamente, porque se atende muita gente, o que é
sempre um complicador. Em 2012, por exemplo, quase 5,8 milhões de estudantes se
inscreveram no Enem.
Esse
sistema é grandioso, mas é sabotado pela imprensa alienígena, por alguns
promotores, principalmente os do Ceará, e por criminosos, a exemplo daquele que
furtou provas na gráfica da Folha de S. Paulo, sendo que, de forma surreal, tal
furto virou manchete do próprio jornal. Posteriormente, o diário de direita foi
punido pela Justiça e pagou multa alta. É o modus operandi de os conservadores fazerem oposição, de forma
ilegal, porque o que importa não são os meios e, sim, os fins, afinal 2014 se
aproxima e para essa direita herdeira dos escravos ficar mais quatro anos sem
ocupar a cadeira da Presidência da República é como ficar sem respirar, pois
compreende que o estado nacional longe de suas mãos não vai poder beneficiá-la
de maneira patrimonialista e, por conseguinte, privilegiar seus negócios mesmo
se o preço for a exclusão social.
Por
isso, na época, o presidente Lula, a chefe da Casa Civil, ministra Dilma
Rousseff, o ministro da Educação e hoje prefeito de São Paulo, Fernando Haddad,
e o ministro da Fazenda, Guido Mantega — hoje alvo preferencial da direita
brasileira e estrangeira por causa de o PAC ser considerado investimento (e o
é), da redução dos juros e do controle e fiscalização das remessas de lucros
oriundas das jogatinas do mercado — aperfeiçoaram esse sistema que tem por
finalidade fazer com que a educação pública recupere a credibilidade e a
qualidade, bem como abra as portas para todos os estudantes brasileiros que
queiram estudar e edificar uma vida digna e livre de preconceitos infames,
muitas vezes demonstrados por gente “branquinha” de “olhos azuis” e que se
considera superior, porque acha, talvez, que foi escolhida por Deus e por isso
merece tratamento privilegiado e acima do que determina a Constituição e a
cidadania.
A
verdade é que as fuinhas da imprensa, seus patrões e a direita em geral,
inclusive os setores conservadores do Ministério Público, do STJ e do STF sabem
que o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma têm alta popularidade, e um dos
motivos é que o Enem, o Sisu, o ProUni e o Fies são as razões desse apreço que
se transforma em milhões de votos para os trabalhistas, que há dez anos estão no
poder e têm muita chance de conquistar mais um mandato presidencial em 2014.
Esta é a razão do ódio político, racial e de classe social da direita
brasileira, que nunca deu nada para o povo, porque somente soube tirar quando
esteve no poder.
Os
números do Enem e do Sisu de 2013
são grandiosos e inquestionáveis para o desgosto e o inconformismo ressentido
dos tucanos, que estão a cortar os pulsos e da imprensa de mercado, alienígena e
que odeia o Brasil. Observe os números: 101 instituições participantes; 3.751
cursos ofertados; 129.279 vagas ofertadas no Brasil; 8.296 vagas ofertadas no
Ceará (estado onde o Ministério Público e a Justiça mais sabotam o Enem); 6.258
vagas ofertadas na UFC; 5,79 milhões de inscritos do Enem de 2012; e 4,175
milhões de candidatos compareceram ao de 2012.
Quer
saber de uma coisa, leitor? Não está longe o dia que o sistema midiático privado
de caráter golpista vai aderir ao Enem. E sabe por quê? Porque são quase seis
milhões de inscritos, números que vão aumentar ano a ano. E a Globo e sua patota
vão ter que pedir arrego, porque não vai ser bom para seus negócios falarem mal
de um processo educacional que beneficia milhões de cidadãos, sendo que grande
parte dessas pessoas é de origem simples, de baixa renda. As Organizações(?)
Globo e sua trupe não vão querer perder leitores, telespectadores e
principalmente consumidores. Essa gente é perversa, mas não é
burra.
O
Enem é um sucesso. O ódio dos conservadores ao Enem tem origem na exclusão
social, no sentimento arraigado da escravidão, no elevador de serviço, no
quartinho da empregada doméstica e no serviçal que limpa as ruas, os
escritórios, as residências e os lares. Por isso e por causa disso, a luta
incessante e violenta dos que têm muito e querem manter as coisas como estão, a
ferro e fogo. É o apreço exacerbado pelo status quo; a tirania dos aquinhoados de
um mundo VIP, ou seja, para poucos. Mas não importa, porque essa gente se
combate com trabalho e esperança de termos um Brasil melhor. É isso aí.
Mais uma pérola de Roberto Freire
Roberto Freire destaca que o Brasil tem duas figuras hoje, José Serra e Marina Silva, que podem "ampliar a esquerda democrática do Brasil". E destaca que as discussões estão em curso com o ex-governador de São Paulo. O deputado federal por São Paulo destaca que Marina nunca procurou o partido, mas que o "PPS está aberto" a discutir o tema.Fala sério, vagabundo, filho da puta, dedo-duro! Uma esquerda de manda a PM bater nos movimentos sociais, em estudantes, em sindicalistas, que traz temas relevantes para o debate(aborto, casamento entre homessexuais, religiosidade) como se fossem o fim do mundo só é esquerda na cabeça desse escroque safado, desse enganador.Mas Freire tem lá as suas razões para gostar de Serra, afinal, recebeu do tucano um emprego para não fazer nada, além de apoiá-lo para deputado federal por São Paulo, já que Pernambuco varreu esse bandido, esse espertalhão do mapa.
Tucano cínico
¶O líder do PSDB na Câmara, deputado Bruno Araújo (PE), é um desses políticos que só vencem eleições por causa do prestigio de parentes, assim como Eduardo Campos, ACM Neto, Aécio Neves, Rodrigo Maia, Fernando Bezerra Filho, Marília Arraes, Siqueira Campos, Efraim Filho e tantos outros.Bruno Rodrigues nunca fez nada por Pernambuco, assim como não fez(nem faz) Jarbas Vasconcelos, que foi o único político do Brasil que não conseguiu eleger seu filho, e Sérgio Guerra.Quando Rodrigues aparece é para dizer besteira ou plagiar projeto do PT.Pois bem, Bruno Rodrigues disse que o PT "não admite" contestações por parte da imprensa e, por isso, prega a volta do debate pela regulação da mídia. "Esse é o mesmo PT que sempre negou o mensalão, que se solidariza com os condenados, que fala de complô contra o governo. Esse é o partido que não admite qualquer tipo de contestação, de contraditório", atacou o tucano.O PT admite contestação sim, afinal, nunca na história deste país um partido foi tão linchado quanto o PT.Nunca ouvi noticia que Lula, Dilma ou alguém do PT tenham processados jornalistas, nem mesmo Erenice Guerra, que foi triturada pela Veja, ajuizou ação contra esse esgoto de jornalismo.Quem não admite contestação é o PSDB e seus aliados.José Serra censurou a mídia paulistana, Aécio Neves censurou a mídia mineira, tirou até um jornal de circulação(o Novo Jornal), Beto Richa vive censurando a imprensa e os institutos de pesquisas.Quem não admite contestação é Jarbas Vasconcelos, aliado de Bruno Araújo, que processou o jornalista Inaldo Sampaio tão somente porque este pôs em dúvida a amizade entre Jarbas e o empresário Paulo Sérgio Macedo, dono da Nordeste Segurança de Valores.Segundo Inaldo, "Jarbas prestaria um belo serviço à curiosidade dos pernambucanos" se respondesse a sete perguntas
sobre um acordo realizado entre a Procuradoria-Geral do Estado e a Nordeste
Segurança de Valores para o pagamento a esta empresa de R$ 4,7 milhões.Só por causa dessa matéria Jarbas processou Inaldo Sampaio.Mais que isso: fez com que o empresário João Carlos Paes Mendonça, dono do Jornal do Comércio, demitisse o citado jornalista do mencionado jornal.Na verdade, Bruno defende a liberdade de imprensa porque o PiG vive blindando as maracutaias dos tucanos, como blindou, recentencente, Álvaro Dias, no caso da pensão devida à sua filha.
Terrorismo como arma midiática
CADU AMARAL
Desde janeiro de 2003 que a inflação vai voltar. Desde janeiro de 2003 que o Brasil vai quebrar. Desde janeiro de 2003 vivemos nas trevas. Segundo a "grande imprensa", o Brasil é o pior dos lugares para se viver
Segundo o dicionário, terrorismo significa "modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror", em outra definição diz que é "forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência". Os dicionários bem que poderiam acrescentar a postura da "grande imprensa" brasileira diante dos governos Lula e Dilma.
Desde janeiro de 2003 que a inflação vai voltar. Desde janeiro de 2003 que o Brasil vai quebrar. Desde janeiro de 2003 vivemos nas trevas. Segundo a "grande imprensa" nacional, o Brasil é o pior dos lugares para se viver.
Mais especificamente trato das notícias sobre o setor elétrico. Nada como desafiar os interesses econômicos de nossas elites. Desde que Dilma comprou o debate sobre a redução das tarifas, o foco do terror midiático é a volta dos apagões de FHC.
E como a mídia nacional não tem limites, vale até transformar reunião agendada previamente em reunião de emergência. Vale não relatar que quedas do sistema foram provocadas pela Cemig de Minas Gerais, que a Ligth no Rio de Janeiro pertence à empresa mineira e não investigam as suspeitas de falha humana em quedas de energia em aeroportos fluminenses.
Quedas de energia em aeroportos que acontecem em todo o planeta, inclusive. Duvida? Digite: "blackouts airports" no Google.
No Brasil dos horrores da "grande imprensa", de fazer inveja ao exército de Israel ou a homens bomba do Oriente Médio, logo estaremos à luz de velas e não por motivos românticos. Esse discurso tem o mesmo paradigma da crise internacional. Lula afirmou que seria uma "marolinha". Meses e meses de campanha terrorista defendendo que seríamos os mais afetados por não "ter isso" e não "ter aquilo".
Fomos os últimos a sofrer os efeitos da crise em 2008 e os primeiros a sair dela. Foi, de fato, uma marolinha.
É evidente que temos problemas estruturais a resolver, mas é mais evidente que estamos no caminho de resolvê-los.
Para as nossas elites, se apenas as orlas das cidades litorâneas ou os condomínios de luxo estiverem iluminados está tudo maravilhoso. Se apenas os moradores da "Casa Grande" tiverem geladeiras e ar condicionados, não poderá estar melhor. Viajar de avião então. "Lugar de pobre é na rodoviária".
A demanda no país por energia aumentou sensivelmente graças às políticas de inclusão promovidas nos últimos doze anos. Quaisquer problemas nesse sentido são de crescimento. Até 2002 nossos problemas eram de recessão.
Até a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) se coloca na trincheira pela redução das tarifas. O povo "limpinho e cheiroso" não aprende. Por isso que somente lhe restam o terrorismo midiático e a desinformação da população.
P.S.: Há rumores de que Serra estaria interessado em fundar um novo partido para se candidatar à presidência da República em 2014 e que teria conversado com om Roberto Freire do PPS.
Tenho duas coisas a dizer: o Serra quer salvar o PSDB e o PPS não é nem fosfato de pó de coisa alguma mais.
Aumentar passagem de ônibus é uma bandeira do PSB
Em nota divulgado à imprensa, a Juventude do PT de Pernambuco posicionou-se contra o aumento de 5,53% das passagens de ônibus.
A nota também classifica o reajuste como uma "manobra do governo de Eduardo Campos", que, segundo o movimento, "visa unicamente 'ficar de bem' com os grandes empresários em detrimento do bem-estar das pessoas"."Gente que se sente lesada em seus direitos, mas que graças a uma campanha empreendida também por esses mesmos empresários, desacredita na política, esquece por exemplo, das vitórias conseguidas em 2005 com a redução e o congelamento durante dois anos das passagens.
Leia a nota
Mais uma vez, por mais um ano consecutivo, a população da Região Metropolitana do Recife foi pega de surpresa com mais um abusivo aumento nas tarifas dos transportes coletivos públicos. Acordamos na ultima quinta-feira (03), com a noticia de que na manhã seguinte, o Conselho Superior de Transporte Metropolitano (Aquele mesmo que só se reúne uma vez por ano por ocasião do aumento), iria se reunir na manhã seguinte pra discutir o percentual do “reajuste”.
A URBANA/PE (Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Pernambuco) reivindicava um aumento na ordem de 13%. Os empresários do setor estavam mesmo dispostos a manter suas altas taxas de lucro, mesmo sabendo que o aumento do salário mínimo deste ano foi de “apenas” 9%.
Como previsto, manhã da ultima sexta, 4, a nobre reunião (Da qual, até a imprensa foi impedida de acompanhar) entre representantes das prefeituras municipais da RMR, do Governo do Estado e os Donos das empresas aconteceu. Mesmo com toda a pressão que entidades estudantis conseguiram organizar às pressas no período de férias escolares, o aumento aprovado foi na ordem de 5,53%, o que faz que a tarifa dos ônibus no Anel “A” passe dos atuais R$ 2,15 para 2,25, e no Anel “B”, dos já gritantes R$ 3,25 para 3,45.
Cerca de duas milhões de pessoas utilizam o transporte coletivo na RMR. São trabalhadores, estudantes, desempregados à procura de emprego, Idosos. São pessoas que tiveram seus orçamentos afetados sem qualquer tipo de consulta. Cidadãos e cidadãs que diariamente enfrentam todos os problemas desse sistema precário. Gente que não raramente espera duas horas em paradas escuras, sem nenhuma proteção do sol e das chuvas para pegar um ônibus completamente lotado, que tem que gritar para o motorista parar nas paradas, que nas chuvas sofrem com portas e janelas quebradas e ainda correm o risco de terem a viagem interrompida com o veiculo quebrado. Gente que se espreme para conseguir entrar nos ônibus em diversos terminais integrados. Gente que se vê cada dia mais excluída de seu direito à cidade e aos equipamentos de esporte, cultura e lazer cada dia mais centralizados. Gente que se sente lesada em seus direitos, mas que graças a uma campanha empreendida também por esses mesmos empresários, desacredita na política, esquece por exemplo, das vitórias conseguidas em 2005 com a redução e o congelamento durante dois anos das passagens.
É por tudo posto, que nós, Juventude do Partido dos Trabalhadores, em Pernambuco, manifestamos total repudio a mais essa manobra do governo de Eduardo Campos que visa unicamente “ficar de bem” com os grandes empresários em detrimento do bem estar das pessoas. Não nos ausentaremos da luta, ocuparemos nosso lugar histórico nas trincheiras do povo. Na convicção de que esta deve ser uma bandeira de toda a classe trabalhadora.
Leia a nota
Mais uma vez, por mais um ano consecutivo, a população da Região Metropolitana do Recife foi pega de surpresa com mais um abusivo aumento nas tarifas dos transportes coletivos públicos. Acordamos na ultima quinta-feira (03), com a noticia de que na manhã seguinte, o Conselho Superior de Transporte Metropolitano (Aquele mesmo que só se reúne uma vez por ano por ocasião do aumento), iria se reunir na manhã seguinte pra discutir o percentual do “reajuste”.
A URBANA/PE (Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Pernambuco) reivindicava um aumento na ordem de 13%. Os empresários do setor estavam mesmo dispostos a manter suas altas taxas de lucro, mesmo sabendo que o aumento do salário mínimo deste ano foi de “apenas” 9%.
Como previsto, manhã da ultima sexta, 4, a nobre reunião (Da qual, até a imprensa foi impedida de acompanhar) entre representantes das prefeituras municipais da RMR, do Governo do Estado e os Donos das empresas aconteceu. Mesmo com toda a pressão que entidades estudantis conseguiram organizar às pressas no período de férias escolares, o aumento aprovado foi na ordem de 5,53%, o que faz que a tarifa dos ônibus no Anel “A” passe dos atuais R$ 2,15 para 2,25, e no Anel “B”, dos já gritantes R$ 3,25 para 3,45.
Cerca de duas milhões de pessoas utilizam o transporte coletivo na RMR. São trabalhadores, estudantes, desempregados à procura de emprego, Idosos. São pessoas que tiveram seus orçamentos afetados sem qualquer tipo de consulta. Cidadãos e cidadãs que diariamente enfrentam todos os problemas desse sistema precário. Gente que não raramente espera duas horas em paradas escuras, sem nenhuma proteção do sol e das chuvas para pegar um ônibus completamente lotado, que tem que gritar para o motorista parar nas paradas, que nas chuvas sofrem com portas e janelas quebradas e ainda correm o risco de terem a viagem interrompida com o veiculo quebrado. Gente que se espreme para conseguir entrar nos ônibus em diversos terminais integrados. Gente que se vê cada dia mais excluída de seu direito à cidade e aos equipamentos de esporte, cultura e lazer cada dia mais centralizados. Gente que se sente lesada em seus direitos, mas que graças a uma campanha empreendida também por esses mesmos empresários, desacredita na política, esquece por exemplo, das vitórias conseguidas em 2005 com a redução e o congelamento durante dois anos das passagens.
É por tudo posto, que nós, Juventude do Partido dos Trabalhadores, em Pernambuco, manifestamos total repudio a mais essa manobra do governo de Eduardo Campos que visa unicamente “ficar de bem” com os grandes empresários em detrimento do bem estar das pessoas. Não nos ausentaremos da luta, ocuparemos nosso lugar histórico nas trincheiras do povo. Na convicção de que esta deve ser uma bandeira de toda a classe trabalhadora.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Parada para um breve descanso
Pessoal, estarei viajando logo mais com destino à casa de minha mãe aqui no interior deste Estado, vou romper o Ano-Novo lá e, depois, tirar uns dias de licença, afinal, como diria o poeta pernambucano Ascenso Ferreira:
Hora de comer — comer!
Hora de dormir — dormir!
Hora de vadiar — vadiar!
Hora de trabalhar?
— Pernas pro ar que ninguém é de ferro!
Hora de dormir — dormir!
Hora de vadiar — vadiar!
Hora de trabalhar?
— Pernas pro ar que ninguém é de ferro!
Bom Ano-Novo e ótimo 2013 para todos!
Gilvan Freitas
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