segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Rodrigo Mala, presidente do DEMO, está preocupado com o crescimento de Dilma


Chupa, Demo, que é de uva.Chupa, Demo, que é de menta.Chupa, Demo, que é de ameixa.


SÃO PAULO - O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira, 1, que a pesquisa do Instituto Sensus, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra que o governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato do PSDB à presidência, continua favorito e pode vencer as eleições no 1º turno caso Ciro Gomes não entre na disputa.

Segundo Maia, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão, chegou ao seu "teto" em termos de intenção de voto e, após atingir este "patamar", deve se estabilizar nas pesquisas. "A gente sabia pelos cruzamentos que a ministra Dilma Rousseff caminharia para esse patamar", afirmou Maia.

"A pesquisa continua mostrando o favoritismo do nosso candidato", ressaltou. Ele disse acreditar que neste momento o "quadro" eleitoral atingiu "uma certa estabilidade". A ministra da Casa Civil "chegou ao teto de 30%, agora ela vai dar uma desacelerada no movimento dela", indicou. "Vamos consolidar esse número."

Dentro da analise do deputado, o crescimento da ministra nas pesquisas se deve principalmente a transferência de eleitores de Ciro para Dilma. "Analisando a pesquisa, ela já sugou do ex-ministro Ciro Gomes os votos que ela poderia tomar dele", indicou.

O deputado ressaltou que muitos eleitores de Ciro no Sul e Sudeste não votarão na candidata do governo no 2º turno. "Agora os votos dele vão para o governador José Serra, como se vê nas projeções da eleição sem o nome dele na disputa", observou. Segundo Maia, caso Ciro Gomes abandone a disputa, Serra teria os números para vencer as eleições ainda no primeiro turno.

"Quando você tira o Ciro Gomes na disputa, os votos dele vão para o Serra, que ganharia no primeiro turno. Aguardaremos a decisão do ex-ministro, se ele vai disputar a eleição", reiterou o deputado, que pareceu confiante em relação a esse cenário.

A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira, 1, mostrou uma queda de quase cinco pontos percentuais na diferença entre Serra e Dilma, comparando os resultados com a pesquisa anterior, realizada em novembro.

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