terça-feira, 1 de setembro de 2009

Oposição sem rumo


Engraçado, essa oposição corrupta, cansada e invejosa adora urgência na instalação de uma CPI, agora, quando é para discutir e votar um projeto de interesse da Nação, não tem pressa nenhuma.Ora, noventa dias é tempo suficiente para o Congresso Nacional votar mais de uma dúzia de projeto de lei.Façam o seguinte, senhores da oposição ao Brasil: votem contra o projeto.É muito mais honesto votar contra o projeto de lei que ficar procurando desculpa para não votar.

01/09/2009

Oposição quer retirada do pedido de urgência para projetos do pré-sal

A votação em regime de urgência dos quatro projetos referentes à exploração do pré-sal ainda incomoda a oposição no Congresso Nacional. Nesta terça-feira (1º), a bancada do DEM reuniu-se para acompanhar uma palestra sobre o tema e definir a estratégia para a votação das propostas enviadas pelo Executivo. A ideia é defender a retirada do pedido de urgência.


"O governo já retirou a urgência tantas vezes, por que não agora?", afirmou o líder do partido na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), ao final da reunião. Ele classificou como "absurdo" o recuo do governo, que enviou os projetos ao Legislativo com pedido de urgência depois do "acerto feito para que tramitasse normalmente". "O objetivo principal do governo é desviar o foco. Essa matéria (pré-sal) não é urgente, pode ser elaborada com todas as opiniões a serem apresentadas em debates aqui na Câmara".

Caiado deverá se reunir com os líderes do PSDB, José Aníbal (SP) e do PPS, Fernando Coruja (SC), para acertar uma posição conjunta contra a urgência na votação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se na noite de domingo com os governadores de São Paulo, José Serra (PSDB), do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), Estados donos da maior produção de petróleo no país. Ao final do encontro, a notícia era a de que apenas um projeto seria enviado ao Congresso, sem regime de urgência.

Contudo, após reunião com ministros e líderes da base governista, pouco antes da cerimônia de apresentação das propostas do marco regulatório, o governo recuou e decidiu apresentar quatro propostas, todas com pedido de urgência. Assim, o prazo para tramitação na Câmara e no Senado deverá ser de 90 dias.

O governador José Serra defendeu um debate maior da questão, ao final da cerimônia desta segunda. "Não vai haver tempo bom, hábil, razoável, para que se discuta um projeto que tem implicações para as próximas décadas. O que está se discutindo agora não é algo que terá efeito daqui a três anos, quatro anos, cinco anos; é coisa para dez, 15 anos em diante", disse.

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