
Jornal do Brasil - 16/07/2010
A revista britânica The Economist noticiou que o Brasil se tornou um dos maiores doadores internacionais para áreas de risco ou financiamento de projetos. E, segundo a publicação, essa seria mais uma forma de buscar status de potência global, além da recente participação no acordo nuclear com a Turquia e o Irã e a batalha pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
A reportagem assinala que o orçamento oficial da Agência Brasileira de Cooperação é de R$ 52 milhões, mas um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido e o Centro de Pesquisa em Desenvolvimento Internacional do Canadá mostra que agências do governo brasileiro gastam pelo menos 15 vezes mais do que isso em seus próprios programas de assistência.
A revista britânica The Economist noticiou que o Brasil se tornou um dos maiores doadores internacionais para áreas de risco ou financiamento de projetos. E, segundo a publicação, essa seria mais uma forma de buscar status de potência global, além da recente participação no acordo nuclear com a Turquia e o Irã e a batalha pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
A reportagem assinala que o orçamento oficial da Agência Brasileira de Cooperação é de R$ 52 milhões, mas um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido e o Centro de Pesquisa em Desenvolvimento Internacional do Canadá mostra que agências do governo brasileiro gastam pelo menos 15 vezes mais do que isso em seus próprios programas de assistência.
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