terça-feira, 23 de julho de 2013

Mais um aliado tucano perde o cabaço

Bueno consegue suspender investigação contra a filha, acusada de lavagem de dinheiro 



Pimenta na cloaca dos outros é refresco.Esse camarada, um dos líderes de pedido de abertura de CPI para investigar o governo Dilma, é mais um aliado tucano que perde o cabaço.Quem não deve não teme.Se o meliante entrou no STF para suspender a investigação da PF sobre sua filha e sobre sua própria conduta é porque os dois são culpados.Conselho de ética nesse sujeito, nesse escroque, !


Como a investigação chega ao deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR), obrigatoriamente ela teria que subir ao Supremo, segundo a Constituição; nesta terça, ele conseguiu uma liminar no STF para suspenser uma investigação da Polícia Federal do Paraná sobre sua própria filha, Renata, acusada de lavagem de dinheiro


Do ConJur - Se no curso de uma investigação penal os fatos apurados atingem parlamentares no exercício de suas funções, o inquérito tem de ser remetido ao Supremo Tribunal Federal. Ainda que o parlamentar não seja o principal alvo da investigação.

A regra foi reafirmada nesta terça-feira (23/7) pelo presidente em exercício do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski. O ministro concedeu liminar ao deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR), para que os autos de uma investigação que corre na Justiça Eleitoral de primeira instância de Curitiba sejam enviados ao STF.

A Polícia Federal no Paraná instaurou inquérito em fevereiro de 2012 para investigar a acusação de caixa dois na campanha de Renata Bueno, filha do deputado, para o cargo de vereadora em Curitiba. Um ano depois das investigações, Renata foi indiciado e o Ministério Público pediu o aprofundamento das investigações, com cinco diligências que envolveriam o deputado.

A juíza de primeira instância, então, remeteu os autos para a Polícia Federal para que fossem feitas as diligências. O parlamentar recorreu ao Supremo alegando que a competência do tribunal foi usurpada já que ele tem foro por prerrogativa de função.


O ministro Ricardo Lewandowski acolheu o pedido, determinou a suspensão do processo de o encaminhamento dos autos para o Supremo. O relator do caso será o ministro Marco Aurélio. De acordo com Lewandowski, “a orientação jurisprudencial desta Suprema Corte é firme no sentido de que o órgão competente para o controle jurisdicional direto de investigações concernentes a eventuais crimes cometidos por parlamentares, detentores de foro especial por prerrogativa de função é, exclusivamente, o Supremo Tribunal Federal”.

Um comentário:

Unknown disse...

Este babaca é funcionário aposentado do DER/PR. Mamou a vida inteira sem trabalhar um dia na vida. Sempre fazendo política.