domingo, 1 de setembro de 2013

O choro de FHC, o Príncipe da Privataria





FHC abusou de má-fé, mau-caratismo no seu artigo dessa semana  para o PiG.

Segundo, o Príncipe da Privataria, não é preciso muita imaginação, nem entrar em pormenores, para nos darmos conta de que atravessamos uma fase difícil no Brasil.

Segue FHC:"Nós só fazemos perder espaços de influência na América do Sul. Nossa diplomacia, paralisada pela inegável simpatia do lulopetismo pelo "bolivarianismo", ziguezagueia e tropeça. Ora cedemos a pressões ilegítimas (como a recente da Bolívia, que não dava salvo-conduto a um asilado em nossa embaixada), ora nós próprios fazemos pressões indevidas, como no caso da retirada do Paraguai do Mercosul e da entrada da Venezuela. Ao mesmo tempo fingimos não ver que o "Arco do Pacífico" é um contrapeso a inércia brasileira. Diplomacia e governo sem vontade clara de poder regional, funcionários atordoados e papelões por todo lado - é o balanço.Mas é cada uma! FHC falando de diplomacia só sendo brincadeira. FHC foi o pior governo em matéria de diplomacia.FHC condecorou o assassino, corrupto Alberto Fujimori com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul.FHC brigou por um terceiro mandato para esse mesmo ex-presidente assassino e corrupto.FHC teve um Ministro das Relações Exteriores que tirou, com muita humilhação, os sapatos  para entrar nos EUA.


Diz mais FHC: Na questão da infraestrutura, depois de uma década de atraso nos editais de concessão de estradas e aeroportos, além das tentativas mal feitas, o governo inovou: fazem-se privatizações, disfarçadas sob o nome de concessões, com oferta de crédito barato pelo governo às empresas privadas interessadas. Dinheiro, diga-se, do BNDES (com juros subsidiados pelo contribuinte) e, ainda por cima, o governo se propõe a levar para a empreitada os bancos privados. Sabe-se lá que vantagens terão de lhes ser oferecidas para que entrem no ritmo do PAC, isto é, devagar e mal feito. Nunca se viu coisa igual: concessões que recebem vantagens pecuniárias e nada rendem ao Tesouro, à moda das ferrovias cujos construtores receberiam abonos em dinheiro por quilômetro construído. Só mesmo na Macondo surrealista de Gabriel Garcia Márquez. Espero que, aqui, a solidão de incapacidade executiva e má gestão financeira não dure cem anos.FHC só pode estar querendo fazer graça.FHC promoveu no país a maior entrega de empresas estatais, nem os EUA chegaram a tanto.FHC usou o BNDES para emprestar dinheiro para empresários comprar estatais em via de privatização e emprestou dinheiro aos mesmos empresários para manter as empresas compradas, resultando em verdadeiro calote, como foi o caso da AES.FHC não sabe nada sobre o PAC.O PAC já entregou milhares e milhares de obras no Brasil, sendo um grande indutor do crescimento nacional.

Se passarmos para a gestão macroeconômica, os vaivéns não são diferentes. A indústria, diziam, não exporta porque o câmbio está desfavorável. Agora tivemos uma megadesvalorização, de mais de 25%. Se nada fizermos para reduzir as deficiências e ineficiências estruturais da economia brasileira, e se o governo não tiver a coragem de evitar que a desvalorização se transforme em mais inflação, o novo patamar da taxa nominal de câmbio de pouco adiantará para a indústria. Antes os governistas se gabavam da baixa de juros ("Ah, esses tucanos, sempre de mãos dadas com os juros altos!", diziam. De repente, é o governo do PT que comanda nova arrancada dos juros. E nem assim aprendem que não é a vontade do governante que dita regras nos juros, mas muitas vontades contraditórias que se digladiam no mercado. Olhar no umbigo, isso não.Em matéria de economia FHC não sabe de nada, tanto é que deixou o Brasil quebrado, deixando bilhões em empréstimos para Lula pagar ao FMI. A taxa de juros da era Dilma pode até está alta, mas é muito menor que a de 85,4% deixada por ele.A menor taxa da era FHC foi 15.6%.Na do governo do PT não chegou nem perto.O câmbio no governo do PT é flutuante mesmo, não é como na era FHC, onde ele manteve o câmbio controlado só para vencer as eleições de 1998, resultando em um empréstimo de 48 bilhões de reais ao FMI.

"Já cansei de escrever sobre esses males e outros mais. Das deficiências no prestar serviços nas áreas de educação, saúde e segurança a mídia dá-nos conta todos os dias. Dos desatinos da vida político-partidária, então, nem se fale. Basta ver o último deles, a manutenção na Câmara de um deputado condenado pelo Supremo e já na cadeia! Não obstante, dada a amplitude dos desarranjos, parece inevitável reconhecer que a questão central é de liderança. Não digo isso para acusar uma pessoa (sempre o mais fácil é culpar o presidente ou o governo) ou algum partido especificamente, embora seja possível identificar responsabilidades. Mas é de justiça reconhecer que o desencontro, o bater de cabeças dentro e entre os partidos, faz mais zoeira do que gera caminhos. Daí que termine com uma pergunta ingênua: será que não dá para um mea culpa coletivo e tentar, mantendo as diferenças políticas, e mesmo ideológicas, perceber que quando o barco afunda vamos todos juntos, governo e oposição, empregados e empregadores, os que estão no leme e os que estão acomodados na popa?" Já cansou, seu velho safado? Você cansou de não fazer nada, nem agora nem no tempo que governou o Brasil.Saúde, educação, transporte, segurança melhoraram muito no governo Lula/Dilma.Qualquer pessoa bem-intencionada enxerga isso.Claro que a saúde, a educação ainda não são as das melhores, mas que melhorou, melhorou!


"É preciso grandeza para colocar os interesses de longo prazo do povo e do País acima das desavenças e pactuar algumas reformas (poucas, não muitas, parciais, não globais) capazes de criar um horizonte melhor, começando pela partidário-eleitoral (já que o case presidencial nessa matéria não deu certo, como não poderia dar). Se os que estão à frente do governo não têm a visão ou a força necessária para falar com e pelo País, pelo menos a oposição poderia desde já cessar as rixas internas a cada partido e limar as diferenças entre os partidos. Só assim, formando um bloco confiável, com visão estratégica e capaz de seguir caminhos práticos, construiremos uma sociedade mais próspera, decente e equânime".Pode ser até preciso grandeza para enfrentar os problemas do Brasil, mas, seguramente, não vai ser com  o Aécio Neves, com Marina, com Dudu traíra que os problemas serão enfrentados.Esse tripé de político só sabe ser subserviente.

Um comentário:

Pregopontocom@tudo disse...

Esse sabujo velhaco e gaga só fala baboseiras,quer aparecer a qualquer custo numa tentativa desesperada de sair das sombras das trevas e do largo esquecimento...afinal,quem precisa ouvir essa criatura obscura e insignificante?????